História Separados por algemas - Capítulo 17


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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Kendall Jenner, Ryan Butler
Personagens Personagens Originais
Tags Bryson Tiller, Crime, Justin Bieber, Kendrick Lamar, Máfia, Mel Gibson, Policial, Quavo, Romance, Xenia Deli
Visualizações 59
Palavras 2.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Fórmula Perigosa


Xénia Deli

Eu ainda não acreditava no que vía, meus olhos se encheram de brilho e eu sorria que nem boba, parecia uma criança que acabara de chegar no parque de diversões.

Foi extraordinário a maneira como nos livramos dos homens de Tray, e o mais curioso foi saber que  Charles Somers atirou em KJ.

Flashback on

--- ACHA MESMO QUE EU VOU LIVRAR ESSA VADIA GoSTOSA? --- KJ grita puxando os cabelos pretos de Kendall. Ele havia a puxado do caminhão quando tiros foram disparados nos vidros e nos pneus a obrigando a parar.

--- KJ eu vou acabar com você se tiver algum arranhão na minha mulher --- suas palavras saíram duras, mesmo com medo de que alguma coisa acontece com ela.

--- Charles Somers, passamos a vida inteira nos enfrentando e nada aconteceu e agora que eu tenho a maravilhosa oportunidade de acabar com você mesmo não te matando, irei fracassar? --- os olhos azuis do garoto brilham e ele prende mais a mulher entre seus braços botando a arma na sua cabeça. Kendall estava quieta, ela não tinha medo. Nunca teve. E sabia que Chaz iria a tirar dali.

--- podemos resolver isso apenas eu e você, caralho --- Charles se aproxima botando aos mãos para cima enquanto sua arma estava presa a cintura.

--- isso seria uma ótima ideia, sabe, tantos anos e eu achei que havia me livrado de você e olhe só, cá estamos nós, e eu vou te matar, mas não antes de matar a sua queridinha, ótima ideia não acha policial Somers? --- os dentes brancos brilharam e o loiro manteve distância.

--- tudo isso por uma carga de merda, porra? --- Charles grita dando um passo a frente.

--- a essa altura TreyM já deve saber que Justin e sua turminha de adolescentes roubaram a tão esperada a carga dele, e se preparem porque irá ter volta --- KJ finge que via as unhas debochando.

Seus punhos fecharam e uma raiva tomou conta do corpo do jovem policial. Ele não poderia deixar alguém sequer tocar em algum fio do cabelo da sua mulher. Ele sentira tanto ódio que foi capaz de puxar a arma da cintura trazendo toda a atenção de KJ nele. Ele sabia que sua morena era extremamente corajosa e faria exatamente o que ele pensara.

Kendall mordeu o braço do loiro que gritou de dor. No mesmo momento a mesma puxa a pistola da mão de KJ e Charles sorrir orgulhoso indo para cima do mesmo. Sua mão se fechou e um soco não foi evitado no lindo rosto daquele bandido. Charles sentiu uma dor imensa nas costas quando viu que foi atirado no chão, ele podia ouvir os rangidos dos seus ossos porque chutes eram distribuídos em suas costas. Viu sua garota lutar a mão limpa com o loiro e a viu apanhar quando um soco acerta seu olho esquerdo. Ele havia dito para não encostar

nela.

Sua raiva era tanta, que nem sentia a dor o tomar. Viu suas veias soltarem e sua respiração ficar acelerada. Ele iria acabar com a raça daquele projeto de traficante. Seus braços se esticaram em direção a pistola que estava jogada no chão próximo a ele, mas ele não conseguia, doía demais. E mais uma vez olhou para a garota que rangia de dor, mas mantinha um olhar confiante para ele. E como prometido ele alcançou e atirou no peito de KJ o mantendo longe.

Flashback of.

--- tá doendo! --- Charles range de dor e eu gargalho.

A cena estava cómica, Charles estava encostado em uma mesa grande branca onde continha uma variedades de aparelhos de tecnologia. Justin comentou que trouxeram uma parte para cá que era da posse de Chris já que ele era o responsável pela parte tecnica. Esse lugar era maravilhoso. Não em questão de beleza, mas por conter histórias aqui. Tudo o que sobrou do Canada, veio para este galpão, onde contem todos os tipos de munições, bombas, armas, carros, e ainda por cima, uma sala imensa com drogas.

--- como vocês conseguem manter longe da policia? --- Kendall pergunta sendo atrapalhada por uma grito de dor de Chaz quando a mesma encosta o algodão nas suas costelas.

--- nós somos a policia --- Justin se manifesta sem olhar para alguns de nós.

Meus olhos caiem por sua postura. Os olhos escuros e distantes, o maxilar travado e a boca fechada, mesmo assim, ele continua um pecado e sexy. Justin é um cara fechado, odeia falar do passado, mas ama dizer o quanto ele é importante para si, ele ama o que faz hoje em dia, mas o que ele realmente fazia faz parte de sua pessoa. Eu entendo ele, ou talvez, mesmo eu não ter passado por essas coisas, eu sinta como é, ele esta confuso, e atormentado. Fugir do passado as vezes é a melhor escolha, evitar ele nos destrói, por isso somos vitimas dele, essa é a nossa decisão errada, nascemos preparados, e sempre seremos assim, porque não ha mudança completa.

--- passamos por coisas piores, Justin --- Charles diz me fazendo o encarar curiosa. Ele estava se sentando a frente de Bieber que se mantinha em uma poltrona e Chaz no sofá extenso prateado. Kendall sentou ao lado dele e eu me mantive na cadeira frente a mesa. --- cadê o cara de horas atrás? --- sua pergunta saía fria e ele não parecia nem ouvir nada. Falando das munições e armamento militar que continha nos caminhões, trouxemos para cá e botamos na sala no fundo e amanhã os garotos iriam ver com mais atenção.

Justin se levantou e ficou de costas para a gente, suas mãos foram a cabeça e ele pareceu frustrado. Foi nesse momento que ele se virou e pela primeira vez depois do termos voltado, ele se vira e me encara. Seus olhos brilhavam, sua postura pareceu relaxar e não estava mais rígido. Seus olhos continuaram nos meus e eu abri um sorriso para o mesmo que retribui tão abertamente quando eu.

--- vamos ali nos fundos --- ele estende sua mão. Penso em perguntar o que iríamos fazer, mas não queria perder esse Justin. Estico minha mão e ele prende com a minha me puxando --- vocês dois ai --- se refere ao casal que nos encarava boquiaberto --- olhem a qualidade do produto e depois Charles, ligue para Quavo e Kendrick e pede pra eles viram aqui porque temos armamento pra negociar.

Eu ri da reação dos dois que na verdade nem tiveram. Justin me olha e ri também, mas acho que pelo fato dele ter sido muito sério e profissional.

Caminhamos devagar com as mãos presas uma na outra e me sinto nervosa por esse ato. Era desconfortável e ao mesmo tempo muito bom, ondas elétricas invadia meu corpo e minhas pernas tremiam. Eu gostava daquilo, eu queria ele.

Senti um frio na espinha e vejo o escuro da noite. A luz iluminava tudo junto as estrelas, o local havia ficado distante e a única coisa que continha eram um grande campo verde e alguns matérias de tiro a alvo de longe, mas bem longe. Continuamos a caminhar no meio da mata verde e sorrio para mim mesma quando chegamos perto de um banco solitário ao lado de uma árvore. Justin solta minhas mãos e se senta primeiro e me puxa pela cintura me colidindo com o seu corpo.

- pra um lugar de tortura, esse banco esta bem cliché - comento mordendo meu lábio superior o vendo pressionar seu olhar em mim.

- quando chegamos aqui essa fazenda era um caos, e mandei fazer a reforma pra deixar mais a nossa cara, mesmo que não iríamos vir aqui muito - seus olhos se fecham e seus cílios batem no seu rosto trazendo junto um sorrisinho. Ele lembrava de algo. - Chaz tinha mandado desmoronar tudo, e eu vi isso aqui. Lembro que quando chegamos a primeira coisa que fiz foi sentar aqui e chorar, isso se tornou meu refugio por muitos meses e eu não poderia deixar levarem - suas mãos acariciam minha pele nua por baixo da camiseta, mesmo com um pouco de dor por causa dos vidros que me cortaram.

Olho para cima e vejo a árvore, a cor verde escura, as folhas caiam devagar acabando com o silencio. Os grilos e sapos da noite conversavam entre si. Aquilo era ótimo.

- você esta bem, amor? - pergunto derepente. Ele não mantinha sua atenção em mim, mas as minhas palavras o pegaram de surpresa.

- eu ainda não sei - passa suas mãos em meus cabelos sem olhar para mim - isso foi tão... otimo. A adrenalina foi maravilhosa - pisca algumas vezes e me encara. Seus olhos claros brilhavam realçando as curvas de seu rosto, a barba crescendo tudo tão natural.

- eu sei, eu vi tudo. Vi você atirando, vi você planejando, mandando, matando sem piedade... eu vi um Bieber diferente, eu não vi aquele homem de terno o delegado. eu vi o Justin Bieber, aquele cara que sorri quando quer e ate quando não precisa, vi o homem que consegue pensar nele mesmo, vi o cara que foge do passado que apesar de tudo ama, vi o irmão de Ryan Butler e Clarissa Bieber filho de Jeremy Bieber a da maravilhosa Pattie Malette. Eu vi o garoto temido, mas que tinha um coração imenso. Eu posso estar aqui a muito pouco tempo, querido, mas eu, eu te conheço mais e mais a cada segundo que passamos juntos, não porque você é uma pessoa fácil de se conhecer, mas porque quando você gosta de uma pessoa você se abre de tal forma que conseguimos entrar por esse porta e se achegar dentro - enrolo minhas mãos em seu pescoço e beijo de leve seu pescoço.

- nem Maryse que esta todo esse tempo comigo me conhece como você conhece, nem ela consegue ler meus olhos como você consegue. Simplesmente porque você é perfeita - nos seus lábios impregna um sorriso e eu passo minha mão de leve no seu rosto macio.


- eu estou aqui, por você, e quero que você se ache nesse mundo, porque você sabe muito bem que é o seu mundo e você tem poder sobre ele. Eu não estou aqui porque tenho um louco tesão pelo delegado - rio - estou porque eu sou apaixonada pelo passado e futuro irresistível de Justin Bieber  e que se ele estiver disposto a deixar uma garota problemática fazer parte dele, eu estarei aqui, sempre esperando por você.

Eu nunca tinha visto Justin como eu via agora. Seus olhos sentilaram um brilho tão grande que era capaz de me ver atraves deles, seu sorrio se abriu mais e com a nossa aproximação eu percebo que não era apenas o meu coração que acelerou, mas o dele. Isso era tão ridiculo, eu me sentindo assim, era ridiculo. Sentimentos nunca sentidos, o meu coração nunca havia acelerado perto de alguem assim, e eu sabia muito bem o que significava e eu abominava isso.

- de qualquer maneira, gata, mesmo que nao soubéssemos, você sempre fez parte dela.

Dia seguinte

Departamento dá policia de NY


Justin Bieber


- Kendrick disse quê só negocia com troca. -Charles entra na minha sala falando alto e eu reviro os olhos para ele falar mais baixo, alias, Lamar era uma cara muito conhecido e tem milhões de passagens por aqui.

- e o que ele quer em troca? - pergunto ajeitando meus óculos que estavam tortos.

Ele nao responde e se senta a minha frente todo desleixado. Ele estava com o uniforme e de colete, seus cabelos estavam jogados para trás e seus olhos cansados, tudo pela bela madrugada que tivemos.

- disse que o antigo bieber adoraria a mercadoria - reponde sem muito interesse. Ele sabia o que era.

- o que eu faria com isso? - me refiro a mercadoria.

Ele me olha por alguns segundos sem animo e logo um sorrisinho medonho aparece. Charles sempre aprontando.

- vamos vender, repassar, voltar a produzir, e depois ganhar dinheiro e mais dinheiro - mordo o meu lábio e tento segurar um sorriso em reposta.

Isso é perigoso, muito, e nao em segurança, isso é perigoso para mim, para todos porque eu estarei de volta.

- será? - pergunto mais para mim - podemos testar aquele formula que Ryan inventou e produzir e vender - passo a língua nos lábios. Nao era uma ma ideia, mas eu estou aqui, na policia, no FBI e nao posso largar tudo assim, daria muito problema. Além de que, eu sou isso agora, e eu escolhi isso aqui, nao posso mudar.

- nao pense nisso - charles me repreende adivinhando o que eu pensava - essa é uma ideia genial cara, nao abandone assim por causa desse cara que esta ai te tomando por dentro. - seus olhos se mantém nos meus e eu odiava essa forma de intimidar as pessoas que Chaz tinha. - o problema é que eu nao faço ideia de onde esteja essa formula, nao lembro se trouxemos se esta na Itália ou... - ele trava - no canada - diz por fim arrancando um suspiro meu. Eu nao poderia nem pensar na hipótese de ir para la.

- christian tem uma copia - digo lembrando que tinha ficado com ele a copia que eu fiz .

- não sabemos onde Christian está - ele rebate.

Nós não sabíamos onde ele está, esse é um dos problemas, mas eu tenho certeza de que a copia da formula não está no Canadá, mas sim aqui, em algum lugar.

- você lembra que antes de chegarmos em Nova Iorque você queria me dar a formula e eu não aceitei e disse pra jogar fora? - pergunto me encostando na mesa pois eu havia levantado.

- Aaa moleque - ele comemora e se levanta quase saindo pela porta - eu sei onde está, reúna as meninas a noite e logo depois de Kendrick e Quavo saírem nós conversaremos - e assim ele sai.

Balanço a cabeça rindo de lado e suspiro logo depois. Eu queria tanto que meu irmão estivesse aqui, para ajudar, rir da situação como só ele consegue, mas não, simplesmente porque ele não quer aparecer e talvez me odeie.

- amor? - meus olhos se levantam atentos e a loira adentra o local com um imenso sorriso no rosto e a vontade de revirar os olhos não é evitada.

- o que você faz aqui Maryse? - pergunto olhando para a mesma que girava minha mesa e se sentava no meu colo e se virando para me olhar. Maryse tinha uma beleza linda, mas eu estava fisgado em Xénia. Seu corpo era lindo, ela vestia uma calça jeans clara, saltos, e um blazer, seus cabelos caros caiam sobre seu ombro e seus olhos azuis brilhavam. Mas eu não conseguia, porque aqueles olhos claros invadia minha cabeça.

- ué amor, você anda muito sumido, e cansei de Charles falar que você anda muito ocupado - suas mãos enrolam meu pescoço - alias, Charles estava brigando com uma criança no telefone e eu perguntei quem era e ele me falou que era seu filho, perdi alguma coisa? - pergunta e eu rio de suas palavras. Mal sabe de nada princesa.

- Kendall está de volta e trouxe uma presentinho - comento desviando de seus beijos.

- Kendall? - seu desgosto é visível. Maryse nunca gostou dela, e Kendall amava implicar com a loira.

- ela mesmo - me surpreendo pois a reposta não havia saído de mim. Olho para a porta e meu coração acelera, minhas pernas tremem e ao mesmo tempo sei que meus olhos brilhavam.

- Xénia? Kendall? - pergunto surpreso enquanto tento tirar Maryse de cima de mim enquanto a mesma ainda insistia.

- pois é, você esta ocupado Bieber, depois conversamos - Kendall diz saindo da sala.

Meus olhos não desgrudavam da mesma, ela me olhava com aquela cara que deixaria qualquer um louco, ela não estava incomoda, ela sabia que tinha poderes sobre mim. Um sorrisinho saiu de seus lábios e eu retribuiu, e com apenas esse ato minhas mãos soam e eu vejo que realmente precisa fazer aquilo.

- quem são elas? e porque você sorriu para a morena? - ela se levanta e me encara pronta para dar o seu chilique da vez.

-precisamos conversar, Princesa - sorrio na boa e me levanto indo para a porta pronto para ir atrás da minha mulher - não temos mais nada e espero que entenda.












Notas Finais


oi gente, então o nome do capitulo não tem nada a ver, só botei pq não tive criatividade, espero que tenham gostado


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