História Separados por um incesto -imagine Jeon Jungkook (Incesto) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, TWICE
Visualizações 108
Palavras 865
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Incesto
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Brigas


Fanfic / Fanfiction Separados por um incesto -imagine Jeon Jungkook (Incesto) - Capítulo 7 - Brigas

Falar de meu pai sempre foi muito difícil e complicado. 

Desde pequenos, era-nos difícil compreendê-lo e aceitá-lo . Ele era um homem duro, pouco compreensivo e nada transigente. Vivia rodeado de padrões  de moral distorcidos e Jurara a si mesmo que Jungkook e eu nos gostaríamos pessoas de bem. No entanto, depois de tudo aconteceu, penso que ele passou  a nos odiar porque, para ele, nós  frustráramos o seu sonho de ter filhos  perfeitos.  Não  éramos  mais pessoas de bem.

Para papai, teria sido melhor se nos tornássemos  ladrões, desde que nos mantivéssemos dentro de seus padrões  de moral e não  o envergonhássemos. E o incesto, para ele, era motivo de extrema vergonha, tanto que tentou nos ocultar da melhor forma possível.  Por isso não  nos expulsava.

Tinha medo de que, se saíssemos de Casa, pudéssemos levar ao mundo o conhecimento  do que havíamos  feito, do que nos tornáramos, de nossa condição de irmãos -amantes , e isso o apavorada. Só de pensar que poderia ser apontado na rua, ele se desesperava.  Não.  Em casa era mais seguro. Ao menos assim, ele poderia ter certeza de que não  seríamos vistos por ninguém  e conseguiria manter aquela sua capa de perfeição e virtude, de homem íntegro, sem rabo preso.

Apesar de nos aceitar em sua casa, não nos aceitou mais em sua vida, pois não podia conviver com o fato de que éramos mesmo amantes, com todos os pormenores que essa condição implica. Fazíamos sexo de vez em quando e não nos dávamos nem ao trabalho de esconder de papai.

À noite, quando eu escapulia para o quarto de Jungkook, ou quando ele vinha ao meu, tínhamos certeza de que papai nos estava vigiando, mas não nos importávamos. Não havia mais o que esconder, e ele não tinha mais forças para nós separar. Contudo, conforme ele mesmo pensava, ao menos fazíamos sexo dentro das silenciosas paredes de nossa casa, longe dos olhares dos curiosos, e não em qualquer motelzinho barato de estrada, onde alguém pudesse nos ver.

Lembro-me de nosso décimo quinto aniversário. Em outras circunstâncias, teria sido um acontecimento. Mas, devido ao que nos acontecera, foi motivo de brigas e desentendimentos em família. Eu estava sentada na sala , lendo um romance, e Jungkook assistia à televisão, quando o telefone tocou. A empregada atendeu e me chamou:

"Jisso, é  sua tia Jennie. Quer falar com você"

Larguei o livro de má vontade  e fui entender. 

"Alô "?

"Jisso, querida, como está "?

"Bem, e você "?

"Tudo indo. Estou ligando para saber de seu aniversário.  Está  próximo, e creio que vai dar uma bonita festa. Afinal, não  é  todos os dias  que se debuta".

"Escute, tia Jennie, não  vai ter festa, não.  Papai não  quer".

"Como não? Pensei em ajudar, como sempre fiz".

"Agradeço, mas não creio que papai queira.  Depois do que aconteceu à  mamãe, ele não  se intetessa mais por festas".

"Ah! Mas não  pode ser. Tenho certeza de que sua mãe, se estivesse viva, gostaria muito".

Eu não  estava nem um pouco a fim de perder meu tempo com aquela conversa, embora concordasse com ela que uma festa  seria divertida . Já  fazia algum tempo que mamãe  morrera, e uma festa  serviria para nós descontrair um pouco.  E depois, ninguém, a não  ser nós, conhecia a verdade sobre nossas vidas. Mas, como sabia que meu pai jamais consentiria, tratei logo de encerrar a conversa e falei por falar:

"Está bem. Vou pensar. Prometo falar com papai".

"Ótimo.  Depois que ele concordar , me telefone que eu os ajudarei com os preparativos".

"Pode deixar, Tia Jennie"!

Desliguei e voltei para minha leitura. Pouco depois, papai apareceu na porta  da sala, me olhando cheio de ódio. 

"Quem foi que disse que consetirei em dar uma festa"?

Eu o olhei com desdém.  Sabia que ele andará escutando  na extensão  e respondi de má  vontade:

"Ninguém.  E nem estou a fim de festa nenhuma. Só concordei para me ver livre da tia Jennie ".

"Pensa que me engana, é, sua sem-vergonha? Então  não  sei o que lhe vai na cabeça"?

Jungkook, percebendo que iríamos começar outra briga, tentou intervir  e apaziguar  os ânimos. 

"Papai, por favor, não  comece"!

"Fique quieto, Jungkook. Não  lhe perguntei nada"!!

"Chega, pai" protestei eu "Não  me amole"

"Ah! Então  sou eu quem a está  amolando, não é? Você  que é  a ordinária  e ainda fica com raiva porque eu não  aprovo suas sem-vergonhices"? Ri sarcástico 

Eu me levantei revoltada. Estava furiosa e , se pudesse , teria lhe dado uma bofetada. Tentando conter os ânimos, falei entre os dentes:

"Parei, pai, não  vou  ficar aqui escutando isso"

"Pois não  vai mesmo. Vá  agora para o seu quarto! Está  de castigo"!

Soltei  uma gargalhada estridente:

"De castigo? Essa é Boa. Desde quando  você  me coloca de castigo? Você  não  manda mais em mim querido"!

"Mando sim. Você  e minha filha, quer queira, quer não.  É  menor de idade e vive à  minha custa. Obedeça-me agora  ou vai apanhar "!

"Mas, pai, Ela não  fez nada"! Objetou Jungkook.

"Não  lhe perguntei nada. Cale-se você também, ou vai ser pior para os dois"

"Não, pai, Jisso não  fez nada"..

Mas ele não  quis ouvir.  Estalou uma bofetada no rosto de Jungkook, que logo se vermelho . Fiquei furiosa e parti para cima dele, esbravejando:

"Seu cachorro, covarde! Por quê não  nos deixa em paz






Notas Finais


Até logo ♡


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