História Ser Feliz e Poder Amar - Capítulo 1


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Aomine Daiki, Kagami Taiga
Tags Aokaga, Aominedaiki, Kagamitaiga, Kurokonobasket, Oneshot
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Palavras 2.671
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie Oie, olha eu aqui mais uma vez fazendo loucura!

Espero que gostem *-*

Deixem nos comentarios se ficou legal e tals ¬

Nunca escrevi sobre eles mais shippo muito *-*

Capítulo 1 - Unico


 

Capitulo único. 

 

Pov Kagami

Estava cansado, mesmo sabendo que eu estava dormindo não conseguia relaxar meu corpo… Sonhar com ele, era uma coisa que faz tempo que não acontecia.Deixa eu tentar explicar minha situação.

Bom, meu nome é Kagami Taiga, atualmente eu tenho 27 anos e já estou casado, infelizmente foi um casamento arranjado para o bem da empresa dos meus país. Eles trabalham com comércio exterior e me usaram como o boneco e me moldaram ao seu próprio prazer. Deixe-me eu me expressar melhor, depois que eu terminei o ensino médio na Seirin, meu pai - depois de muitos anos - veio até o nosso apartamento e exigiu que eu voltasse para a América para cumprir um desejo da nossa família.

No início foi complicado, nós brigamos muito e chegamos até a trocar socos, mas nada fez com que ele mudasse de ideia.

Lembro me como se fosse fosse ontem, o pessoal da Seirin no aeroporto comigo, todos felizes - porque eu menti dizendo que tinha recebido uma proposta na NBA - mas eu sabia que nem todos estavam felizes, pois um certo moreno, estava isolado, próximo à um café me olhando, ele até podia achar que eu não estava vendo ele ali, mas eu estava.

Aomine Daiki apareceu no momento mais certo da minha vida e disso eu não tenho dúvida.

**

Começamos nos jogos de verão, tínhamos aquela maldita rivalidade, ela era natural e não atrapalhava só nos dava mais força em mente e espírito. Faz tanto tempo que não quase não lembro como nós começamos com tudo.

Eu estava jogando basquete sozinho, chamei o Kuroko para me acompanhar mas ele disse que ia sair com a Momoi e os outros caras estavam fazendo qualquer coisa por aí, eu estava lá porque estava confuso, o Daiki era um grosso, mas quando foi questionado se me achava bonito ele disse que era óbvio e que era só olhar para mim para ter à certeza, foi nesse dia que às coisas entre nós mudaram.

Não que eu não tivesse gostado disso, mas eu gostava do Daiki e já fazia tempo, mas eu sabia que se mostrasse meus sentimentos à ele simplesmente levaria um murro na cara, ele disse isso frente da geração dos milagres o Midorima nem ligou, já o Kise me deu um berro que a festa inteira escutou.

 

“Kagami-chii, o Aomine-chii gosta de você!”

 

Eu gelei no meu lugar e aquele safado me olhava com à malícia estampada em sua face.

 

- Kagami-kun você está vermelho.

- Kuroko, o Aomine é doido? - eu não sabia o que fazer e nem onde enfiar a cara. - Como ele fala pro tagarela do Kise que gosta de mim? deve ser como amigo não é?

Ele deu de ombros, não ligando para minhas perguntas seguidas.

- Oe fale comigo Kuroko!

- Kagami-kun, só um cego para não ver o sentimento mútuo que existe entre vocês dois.

- Mas eu não…

- Nós sabemos que vocês se gostam. Só que o Aomine-kun tem mais atitude.

Eu resolvi ficar quieto,que atitude? por mais que eu soubesse dos meus sentimentos, não sabia o que se passava na cabeça do Daiki, aquele arrogante era orgulhoso demais para mostrar alguma coisa. Já eu, era o babaca que mostrava demais. Toda vez que fazíamos um mano à mano só de falar com ele já sentia meu coração bater um pouco mais rápido.

E ele? Bom, estava bem tranquilo, como não sentisse nada.

Depois daquela festa eu me despedi do pessoal rapidamente e fui andando o mais rápido que pude para o meu apartamento, mas quando eu estava chegando em casa me assustei ao ver Daiki parado num poste ali perto.

Estava frio, mas mesmo assim ele estava ali, talvez tivesse bebido um pouco - mesmo que não fosse permitido - eu não conseguia imaginar algum motivo bom para ele estar ali. Cheguei mais perto e ele me encarava sério.

- Ei Daiki, o que faz aqui nesse frio? - Eu estava nervoso e ele estava com um sorriso ladino, cara de quem ia aprontar.

- Nós precisamos conversar.

- Q-quer entrar?

- Pode ser, estou congelando aqui.

 

Eu nada disse, logo fui abrindo o portão, passamos pelo hall e subimos os 8 lances de escada, entramos no meu apartamento e eu logo disse para ele ficar à vontade. E realmente ele ficou, foi na minha cozinha, fuçou nos armários e pegou água.

- Então Taiga - ele deu um gole na água. - Eu quero deixar claro que vamos nos afastar.

- O que? Porque?

- Eu gosto de você. Mais que um parceiro de mano à mano, eu gosto de você de verdade. Mas eu sei que você não gosta de mim… ou pelo menos eu não noto isso.

- Daiki…

- Eu já vou indo.

 

Ele não deixava eu falar

 

- Daiki…

- Bom tchau.

Dito isso ele saiu e me deixou lá, e bom depois disso eu fiquei pensativo e fui para quadra. Lá eu fiquei jogando à bola na cesta sem nenhum objetivo aparente, no dia em que o Daiki me disse aquelas coisas e foi embora eu fiquei mal.

Fiquei perdido em pensamento até que à voz ele me despertou.

- Está jogando igual uma mocinha Taiga.

- Hm… - eu não sabia o que dizer.

- Eu.. - olhei para ele. - Sabe… queria me desculpar.

- Pelo o que? - Maldita esperança.

- Eu sai correndo.. não deixei você falar. - Ele veio até mim e roubou a bola da minha mão. - Vamos num mano a mano e você me fala o que sente também fechou?

 

Eu apenas assenti e logo começamos na nossa antiga disputa e ele começou.

- Desde quando nós jogamos o nosso primeiro mano à mano eu já estava de olho em você. - Mesmo ofegante e fazendo passes rapidos e precisos ele conseguia falar bem. - Sua vez Bakagami

Ele jogou a bola para mim e eu comecei à nova partida.

- Sabe - bati à bola no chão uma vez. - gosto dos seus olhos… - ele avançou tentando tomar a bola de mim, mas eu virei pela direita e marquei uma de 3 pontos. - e sua boca chama muita atenção também.

Ele riu de mim e segurou à bola quando eu joguei para ele.

- Meu sorriso? - riu alto de mim. - Isso porque nunca se viu corado e com a boca salivando.

- Você é um tarado. - voltamos à nossa disputa e rapidamente ele marcou uma cesta. - Droga!

- Eu gosto quando você perde e fica com essa carinha bravo.

Ele jogou à bola no chão e me puxou, me prensando entre à grade e ele. Não sei dizer quando ele achou que tinha essa intimidade mas eu gostei quando ele lambeu minha bochecha.

- Você mesmo suado tem um gosto incrível Taiga… Eu sempre quis fazer isso.

Eu não pude terminar, ele tomou meus lábios com vontade o desejo estava evidente ali, tudo estava quente demais e mais abaixo eu pude sentir mais do que ele queira.

**

 

Nossa história começou ali, depois daquele beijo, nós evoluímos em 6 meses. Tudo estava tranquilo até o meu querido pai chegar e tomar aquela realidade de mim, e quando eu estava me despedindo do pessoal da Seirin ele ficou com uma cara de taxo para mim, mesmo de longe, pude notar uma pequena lágrima escorrer daquele lindo rosto, o que eu não queria, mas não tinha escolha.

O alerta do meu voo soou pela 2* vez, me despedi do pessoal e fui indo até à fila para entrar no avião logo. Quando eu senti uma mão me segurando, eu já sabia quem era.

- Fica.. - Ele sussurrou e uma lágrima escorre, aquela que eu segurava desde quando eu tinha o visto ali. - Eu te imploro… fica…

Eu virei para ele, sim! Ele estava chorando, mesmo eu estando com a boca machucada eu lasquei um beijo nele. Foi um beijo forte e cheio de sentimentos.

Sentimentos esse que eu nunca abandonei.

Hoje eu tenho um filho Idate, sou casado e vivo de modo infeliz. Cassandra é uma mestiça nasceu no Brasil mas seu pai é Japonês, ela fala às duas línguas e ela em exato foi a sorteada para completar minha desgraça.

Eu tinha 27 e ela 25, nosso filho tinha apenas 4 anos. Idate era eu praticamente, branquinho, levemente bronzeado, tinha os cabelos um pouco avermelhado e seus olhos eram castanhos e como a mim ele amava basquete. Cassandra não gostava do menino e nunca negou isso de mim, nunca deu carinho para ele e como eu trabalhava muito, na maioria das vezes ele ficava sozinho com a babá.

Olhei no relógio ao lado da cama e já passava das 6h da manhã, olhei para meu lado e Cassandra dormia tranquilamente, logo eu precisava ir para empresa. Levantei, fiz minha higiene pessoal e fui para o quarto do meu filho.

Acordei ele e disse que eu tinha uma surpresa e que era para ele acordar pro papai sair com ele e claro que ele ficou animado.

Voltei para meu quarto e acordei minha esposa.

- Cassandra.

- Hm

- Eu vou viajar.

- Tá bom Taiga, boa viagem - Ela tinha virado para o lado querendo voltar à dormir , mas eu a puxei novamente, afinal, não tinha terminado. - Vou levar o Idate comigo.

- Tá bom Taiga.

- Vou pro Japão.

- Tchaaau Taiga. - Essa vagabunda!

- Quero separação. - Eu disse por fim, olhei para o relógio de novo e eram apenas 6h30min. Ela me encarou e sorriu, sentou-se na cama e levou sua mão até meu rosto. - Você também está infeliz não está?

- Taiga… - ela resolveu ter uma conversa séria agora. - Eu não queria ter me casado assim, eu nunca quis ter um filho, mas eu tentei gostar de você, só que não rolou. Eu amo outra pessoa, assim como eu sei que você também ama. Aquele cara deve ter sido incrível para você…

- Como sabe que era um cara? - Eu estava surpreso.

- Você sempre chama o Daiki à noite, às vezes geme lembrando dele - ela riu e eu fiquei sem graça. - Você transa bem, mas com esse cara deve sem coisa de outro mundo não é?

- Sim…

- Eu tenho um acordo Taiga. - Ela se ajeitou na cama e colocou à mão que estava no meu rosto, sobre a minha mão direita.  - Te dou o acordo, à casa porque eu tenho outra e nosso menino, mesmo eu não gostando de ter filho eu gosto do Idate, por mais que você não ache. Então? Nosso menino sempre foi mais próximo de você…

 

Eu fiquei parado, era tentador, mas o que ela queria em troca?

 

- O que você quer em troca?

- Só o divórcio e poder ver meu filho. - Ela disse simplesmente.

- Ok! Eu vou viajar com o Idate pro Japão, quero ir atrás da minha felicidade também e quero saber como está o Daiki.

- Eu vou arrumar as malas dele - ela já disse me empurrando, o que me fez rir, e colocou o robe. - arrume às suas logo baka.

**

 

Ela me ajudou e ainda nos levou no aeroporto, olhei para meu filho e o coisinha estava feliz demais, bom, eu também estava. Tinha falado com o Kuroko por mensagens no facebook e ele me passou o endereço do Daiki e disse que ele estava solteiro, mas sabe quando bate aquela insegurança? Vai que ele não me quer mais, ou até mesmo, está conhecendo uma pessoa aí que o Kuroko não tem noção de quem seja.

Meu velho amigo mandou-me uma foto dele com à sua esposa Momoi e o Daiki que foi um dos padrinhos na legenda estava escrito “Só faltou você Kagami-kun”. Às lágrimas caíram dos meus olhos antes que eu percebesse. Saudade me definia naquele momento.

A viagem foi tranquila, meu menino dormiu praticamente a viagem inteira e quando chegamos já estava amanhecendo novamente, fui para meu antigo apartamento, meu pai ligou revoltado sabendo da minha separação com a Cassandra, mas eu apenas relevei. Fui comprar comida e depois de nós alimentar fomos dormir um pouco.

No dia seguinte, uma ligação do Kuroko me despertou.

- Ohayo Kagami-kun.

- Eai Kuroko, como vai?

- Eu estou bem, está em casa?

- Sim sim, naquele antigo apartamento

- Certo estou chegando.

E assim encerramos nossa ligação.

 

Pov Daiki.

 

- Pronto! Aomine-kun ele está no apartamento antigo dele com o seu filho, vamos comprar algo para o café da manhã.

- Certo… - Olhei para às minhas mãos e eu estava suando frio e tremendo um pouco. - Droga.

- Está nervoso Aomine-kun?

- N-não.

- Está

- Oe…

- Aomine-kun isso é normal, estão com saudades um do outro.

Daiki ficou pensativo por um instante, mesmo nervoso com tudo confiava em Kuroko e se ele estava dizendo que o Taiga também estava com saudades então ele estava de fato.

- Certo. Vamos logo!

**

 

Pov Kagami

Levantei rapidamente fiz minha higiene e voltei pro quarto, Idate ainda dormia então resolvi fazer à mamadeira dele logo, eu não tinha que arrumar nada, pois a casa estava em perfeita ordem.

 

Assim que a mamadeira estava pronta eu levei para ele.

- Filho, olha a dedera.. - ele se remexeu na cama mas não abriu os olhos. - vamos Idate… abra os olhos pro papai

- hmmm, papa - ele se ajeitou na cama à abriu às pérolas que iluminavam à minha vida - fome papa

- Eu imagino garotão toma aqui.

Eu fiquei uns 15 minutos olhando ele tomar aquele leite com o mucilon com tanta vontade que chegou a me dar fome. Só que à campainha tocou e eu fui ansioso para ver o Kuroko que estava eu acho que ele trouxe à Momoi.

Mas assim que eu abri à porta, meu coração parou por 5 segundos.

 

Ele…


 

Era ele ali… o Daiki.

 

Engoli seco e ele estava com a mão na nuca, simplesmente estava nervoso, talvez mais do que eu. Nosso término não foi bem um término, não teve nenhum rompimento, nós dois apenas fomos obrigados a se afastar.

- Kagami-kun.

- Entrem, fiquem à vontade.

- Oie Taiga..

Olhei ele dos pés à cabeça, estava tão lindo.

- Daiki…

- Papa quelo maaaais…

 

Eles riram e eu cocei a nuca, afinal, eu tinha um filho agora.

 

- Desculpem…

- Relaxa Kagami-kun eu também passo por isso, vou colocar as coisas mesa.

Assim que o Kuroko saiu nós dois nos encaramos e ele passou pela minha frente entrando no quarto.

- Eai garotão! - ele começou a falar com meu menino. - como é seu nome?

- Idate tio

- Você é fofo

- Não tio eu sou lindao - eu ri do seu jeito fofo - igual meu papa

- Sim - ele me olhou. - igual ao seu papa

Ele pegou a mamadeira de Idate para levar para cozinha e assim que chegou em mim encostou no batente à minha frente.

- Término de casamento?

- Divórcio.

- Vai ficar com ele?

- Sim...

- Vamos ficar juntos para sempre?

- Isso é tudo o que eu mais quero Daiki.

- Vai ter que me reconquistar bonitão, eu não estou facil.

- Eu nunca deixei de te amar farei o possível para te ver feliz.

Ele se aproveitou que meu pequeno estava olhando para janela e me deu um beijo rápido e se afastou sozinho.

- Posso adota-lo como meu também?

- Se assim desejar.

 

- Nós vamos ser uma boa família para ele Bakagami.

 

Dessa vez o beijei, foi um beijo cheio de saudade… Mas eu sabia que agora seria feliz com as pessoas que eu amava de verdade, sem nada para impedir, poderia ser feliz e amar novamente sem impecilhos, por mais que isso custasse a minha interação com meu pai e minha mãe. 

 


Notas Finais


Desde ja agradeço muuuuitissimo *-*

ate a proxima *-*


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