História Será que é amor? - Imagine Wonho Monsta X - Capítulo 22


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Categorias Got7, Monsta X, Steve Aoki
Personagens Personagens Originais, Won Ho
Tags Chankyun, Chris Evans, Got7, Hyungwon, Jackson Wang, Jooheon, Kihyun, Lee Hoseok, Minhyuk, Monstax, Romance, Shownu, Wonho
Visualizações 52
Palavras 2.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


SURPRISE!!!!!!!
GENTE EU NÃO TINHA NENHUMA FOTO DO NOSSO AMOR, DE TERNO BRANCO, ENTÃO POR FAVOR FAÇAM DE CONTA QUE É BRANCO ESSE QUE ELE TA VESTINDO TA? BEIJOS PARA TODOS E TODAS QUE ESTÃO FAVORITANDO ESSA COISA LINDA DE ESTÓRIA! ME SINTO LISONJEADA PELO CARINHO DE TODOS VOCÊS!

Capítulo 22 - A festa


Fanfic / Fanfiction Será que é amor? - Imagine Wonho Monsta X - Capítulo 22 - A festa

 

Aplausos eram ouvidos em toda igreja. Estávamos casados perante os homens e perante a Deus.

 

 

O padre finalizou a cerimônia, e nós caminhamos para o lado de fora da igreja. Fomos recebidos por uma chuva de arroz e pétalas de rosas brancas.

Todos os convidados queriam nos dar os parabéns.

 

 

 

Observei ao longe, um carro vermelho muito bonito, parado, e um homem de meia idade encostado nesse carro.  Ele olhava na nossa direção. Eu pensava que fosse apenas um curioso qualquer, ou um paparazzi. Simplesmente ignorei.

 

 

 

A fotógrafa dos meninos fez o nosso álbum de fotos como presente de casamento, então fomos no jardim do outro lado da rua para ela tirar umas fotos de nós vestidos de noivos. E observei que aquele mesmo homem nos segui com os olhos. Comecei a me sentir incomodada com aquela presença.

 

- Amor, algum problema? – Hoseok me pergunta, vendo que eu olhava para algo.

 

- Aquele homem que está parado perto daquele carro vermelho. Ele não tira os olhos de nós desde que saímos da igreja Ho.

 

Hoseok olha na direção do homem, que de repente se move vindo em nossa direção. Ele fica paralisado, olhando fixamente aquele homem, como se o conhecesse.

 

- Você o conhece Hoseok? – pergunto vendo os olhos de meu marido se enchendo de lágrimas.

 

- Parece com meu pai Sam. – responde um pouco sem voz.

 

Me assusto com a notícia. O pai dele apareceu no dia do nosso casamento? Como ele sabia que estaríamos ali e naquele horário?

 

- Oi filho, está bonito. E essa é sua esposa? – ele faz uma reverencia para mim e fala sorrindo pra Hoseok que parece estar vendo um fantasma.

 

- Que você faz aqui? – Hoseok deixa cair uma lágrima.

 

- Calma Hoseok, não vim atrás de dinheiro, se é o que pensa. – ele olha o carro vermelho – como pode ver estou melhor de vida. Só vim te dar os parabéns pelo casamento e conhecer a minha nora. Que aliás é uma linda mulher.

 

Minha sogra corre até o local, e fica espantada ao ver o ex marido.

 

- Porque está aqui? Como sabia onde estávamos? – ela pergunta com certo medo. Talvez porque da última vez que esses dois se encontraram, Hoseok quase mandou o pai pro hospital, segundo o que ela mesma me contou.

 

- Meu filho é muito famoso, e não é porque eu não o visito que não sei nada dele. Acompanho tudo que sai na mídia sobre o Monsta X e sobre meu filho, Lee Hoseok. Apesar do seu sobrenome ser Shin e não Lee, mas é justo usar o da mãe.

 

- Já pode ir embora. – Hoseok parecia muito magoado e ressentido. Num impulso, eu o abraço pela cintura, e o mesmo me abraça de volta, apertando meu corpo contra o dele, como se me pedisse para ampará-lo.

 

- Hoseok, apenas me ouça, eu cometi muitos erros desde que seu irmão nasceu. Fui covarde ao ponto de fugir e deixar vocês sozinhos. Sua mãe merece todos os créditos pela ótima criação que deu aos dois. E por mais que pareça difícil acreditar, eu me arrependo muito de tê-los abandonados, principalmente por ter perdido tudo das suas vidas. Agora os dois são homens casados e logo serão pais, e sei que serão os melhores do mundo. Diferente de mim que nunca fui pai, principalmente para você meu filho, meu primeiro filho.

 

- Tem razão, nunca foi pai para nós. – Hoseok fala cheio de tristeza e sério.

 

O pai de Hoseok abaixou a cabeça:

 

- Hoseok, eu aprendi muito depois daquele dia que brigamos. As coisas que você me disse me fizeram pensar em quem eu era e quem eu queria ser. Não posso recuperar o tempo perdido, mas posso, se deixarem, tentar ser um bom pai agora, e um futuro avô. Não vou pedir que me perdoe pelo que fiz você, seu irmão e principalmente sua mãe passarem, sei que é difícil pra vocês, mas eu estarei a disposição se um dia quiserem conversar comigo. Mesmo que não acreditem, eu amo vocês meu filho.

 

- Vá embora por favor, não estrague o casamento do meu filho. – Minha sogra fala em tom de raiva.

 

- Não quero estragar nada, só queria dizer ao meu filho que estou feliz por ele, e dizer que se um dia ele quiser, assim como o irmão dele, eu estarei aqui. – ele estende a mão com um cartão em minha direção. – Ouvi dizer que você é uma ótima pessoa Samantha, sei que meu filho será muito feliz ao seu lado.

 

 - Obrigado sr. Shin, farei o meu melhor por Hoseok.

 

- Não tenho nenhuma dúvida disso, querida. – o homem sorri fraco, se vira, e sai em direção a seu carro luxuoso.

 

Apesar dos pesares ele pareceu sincero, e Hoseok ficou emocionado ao vê-lo. Mesmo estando a tempos sem ver o pai, Hoseok sentia sua falta, quem não sente falta de ter um pai pra compartilhar as conquistas?

 

- Meu amor, você está bem? – pergunto vendo Hoseok piscar os olhos com rapidez. – Hoseok?

 

- Estou bem meu anjo, não se preocupe, e me dê esse cartão, eu vou guardar. – ele pega o pequeno cartão de minha mão, e coloca no bolso do terno, sem nem ao menos olhar. – Vamos continuar? Seyoung, aquele ângulo ficaria bom, não acha?

 

Ele mudou de assunto, voltando a sorrir, como se o pai nem tivesse aparecido. Tentei falar com ele, mas minha sogra interviu:

 

- Deixa ele filha, da outra vez foi igual. Ele vai desabar, mas não vai ser agora.

 

Respeito a situação e volto pra sessão de fotos, mesmo estando preocupada com ele. Não gostava que ele reprimisse seus sentimentos. Mas era seu jeitinho de ser, então respeitei. Hoseok posava para as fotos como se nada tivesse acontecido, e eu por uns instantes, até esqueci o ocorrido, com tantos flashs e carinhos de meu marido, que me pegava no colo e me mimava muito.

Tiramos fotos juntos, separados, com nossas famílias e convidados. Terminada a sessão, entramos na limusine que nos levou até o local da festa.

 

 

 

 

 

 

No caminho para a festa...

 

- Motorista pode fazer um caminho mais longo por favor? - Hoseok pede antes de entrar no carro. – ao menos uns 20 minutos?

 

- Claro sr. Lee, como quiser.

 

Eu ouço, seu pedido, e presumi, que ele queria conversar antes de irmos pra festa.

Ele entra no carro, e me beija com um fraco sorriso.

 

- Quer conversar meu amor? Estou aqui, pode desabafar. – digo, o olhando com ternura.

 

Hoseok não aguenta, ele inicia um choro doloroso, mas que era sua maneira de desabafar. O abraço apertado, para que ele se sentisse amado e seguro:

 

- Pode chorar meu amor, estou aqui para você. – beijo-lhe o rosto e deito sua cabeça em meu peito, deixando que ele se desfizesse daquela dor que o atormentava.

Depois de chorar muito, ele seca as lagrimas com um lenço, me olha com ar aliviado e diz:

 

- Meu pai veio me ver Sam.

 

- Sim meu bem, ele veio. Você está bem com isso?

 

- Não sei. – Ele parou por um instante, respirou. – Acho que ele queria apenas me ver não é? Ele não parecia o mesmo de antes, parecia outra pessoa. Você é boa em saber se as pessoas são verdadeiras, que achou das palavras dele?

 

- Sinceramente, meu amor, achei ele sincero. Mas só o tempo vai dizer, e a convivência com ele. Quer ligar pra ele Ho? Convida ele pra festa.

 

- Será que ele vai? – Hoseok estava receoso, o que era normal, pois há anos ele e seu pai não se falavam, mas o pai sempre estava por dentro das notícias relacionadas a ele, e isso mexeu com ele de certa forma.

 

- Quer que eu ligue por você? – me ofereci.

 

- Não, muito obrigada meu amor, pode deixar, eu ligo. – ele pegou o cartão do bolso de seu terno e ligou, colocando no viva voz:

 

- Alô, pai?

 

- É você Hoseok?

 

- Sim. – ele estava nervoso e tremia muito.

 

- Que bom que me ligou. Reconheci sua voz. – o homem parecia contente no outro lado da linha.

 

- Quero saber se quer ir à festa do meu casamento, eu te envio uma mensagem com o endereço. – Hoseok tranca os olhos como se esperasse uma resposta negativa.

 

- Se você quiser que eu vá, eu irei meu filho. É o seu casamento, e eu gostaria muito de  passar uns minutinhos com você seu irmão. Sua mãe está confortável com isso?

 

- Eu não disse a ela, mas minha mãe não vai se incomodar, eu sei disso. Vou mandar o endereço.

 

- Está bem filho, então eu vou.

 

- Ok, ate depois. – hoseok se despede.

 

- Até.

 

Hoseok desliga o celular com um leve sorriso no rosto.

 

- Está feliz meu amor? – pergunto sorrindo, percebendo que meu marido está contente.

 

- Por incrível que pareça, eu estou sim. Mesmo depois de tudo, Sam, ele ainda é meu pai.

 

O abraço e beijo sorrindo e feliz por vê-lo também contente. O sorriso dele é meu maior presente.

 

 

 

Chegamos no local da festa e, nossas mães nos esperavam do lado de fora. Hoseok aproveita e avisa sua mãe:

 

- Omma, convidei meu pai para vir até aqui.

 

- Você acha boa ideia filho? É seu momento filho, deveria deixar pra depois.

 

- Eu quero falar com ele omma, eu preciso, e meu irmão também. – o irmão de Hoseok concorda com ele.

 

- Se é o que querem, eu não vou impedir.

 

- Obrigada omma.

 

 

 

Entramos no salão e uma chuva de confetes cai sobre nós. As pessoas aplaudiam e gritavam “viva os noivos”.

A decoração fazia tudo parecer um conto de fadas: Flores brancas enfeitavam todo o ambiente. Arranjos sobre as mesas, tinham um coração vermelho escrito nossos nomes em dourado, música ao vivo, garçons vestidos a caráter, e um tapete vermelho na entrada que levava até a mesa embaixo de um enorme coração feito de rosas brancas e vermelhas, onde eu e Hoseok ficaríamos. Mas não por muito tempo.

 

Andamos pelo tapete até a mesa e fomos cumprimentados por todos que estavam ali. Eram beijos e abraços de felicitações.

De repente, o irmão de Hoseok vem ao seu encontro:

 

- Hoseok, ele chegou.

 

Ele me olha como se pedisse permissão.

 

- Vai meu amor, vai fazer as pazes com seu pai, eu te espero. – Sorri para ele que retribuiu.

 

Ele sai apressado, passando entre os convidados, que não entendem nada. Meu pai se aproxima:

 

- Filha onde ele está indo?

 

- Falar com o pai dele, pra se acertarem.

 

- Shin apareceu então? – meu pai fala como se soubesse.

 

Me surpreendo com a fala de papai.

 

- Como assim, apareceu? Que quer dizer com isso pai?

 

- Sua mãe comentou comigo sobre a situação dele e do pai, e então eu entrei em contato com uns amigos que fiz na embaixada coreana em São Paulo, e eles localizaram o Shin. Ele sabia do casamento, mas não tinha coragem de falar com o filho.

 

- Falou com ele pai? – digo surpresa.

 

- Na verdade, um interprete falou por mim. Antes de ir até sua casa te ver, eu me encontrei com ele, e falei sobre o que Hoseok havia feito por mim, e o encorajei a vir falar com o filho que é um rapaz de um coração enorme. – Papai falava na maior naturalidade. – Hoseok é um bom rapaz, merece ficar bem do pai, assim como eu e você minha filha!

 

- Pai, você é incrível! – estava impressionada.

 

- Quero mudar Sam, não quero mais ser quem eu fui, por você e seu irmão.

 

Abracei meu pai. Não podia conter minha alegria em ver como ele estava mudando.

 

 

 

Alguns longos minutos se passam, e Hoseok retorna sorrindo, e vem ao meu encontro:

 

- Onde está seu pai meu amor?

 

- Ele teve que ir, está em horário de trabalho, mas vamos marcar um encontro, entre nós três, eu, meu irmão e ele. – Hoseok estava tão feliz, e eu podia compartilhar de sua alegria, isso me deixava imensamente feliz. Ele me  abraçou forte e me rodou por todo o salão.

 

Dançamos uma valsa, coisa de minha mãe, e nos dirigimos até nosso lugar especial.

 

 

 

 

 

Era por volta de 8:00hs da noite, quando Shownu veio até Hoseok e lhe entregou a chaves da Ferrari:

 

- Tudo ok Wonho, abastecida e revisada.

 

- Obrigado hyung. – Hoseok lhe da um largo sorriso, olhando pra ele e Carly que dava um joinha de longe.

 

Pergunto desconfiada:

 

- O que estão aprontando amor?

 

- Já vai saber. – ele sorri pra mim malicioso. Eu sabia que tinha algo acontecendo.

 

 

Hyungwon assume a trilha sonora pondo sua mesa de DJ H. ONE para funcionar, tocando uma música que faz todos se animarem pra dançar. A pista fica lotada, ate nossas mães e meu pai vão dançar no meio dos outros.

Hoseok me pega pela mão, e eu inocente, achando que ele vai me tirar pra dançar, me levanto. Ele me pega no colo e sai comigo em seus braços, pelas portas do fundo onde a Ferrari estava estacionada.

Quando ele me coloca no chão, e abre a porta, eu vejo duas malas no banco de traz.

 

- Que significa tudo isso meu amor? – apesar de já saber a resposta, eu ainda pergunto.

 

Ele se aproxima de mim, pega em meu rosto, me olha dentro dos olhos:

 

- Significa que estamos fugindo juntos, pra nossa noite de núpcias, minha princesa. Planejei algo especial para nós.


Notas Finais


SEGURA ESSE CASAL GENTE!


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