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História Será que podemos construir um amor? (Kim seokjin - BTS) - Capítulo 34


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Notas do Autor


Olá pessoas

Estou finalmente postando (Guys is happening!) Com tudo que acanteceu aqui em casa eu não tinha força nem para comer, mas melhorei e por fim terminei de escrever esse capítulo que está revelador. Bom chega de papo e vamos ao capítulo.

BOA LEITURA ^-^

Capítulo 34 - CAPÍTULO 33 (Será que eu devo casar?)


Fanfic / Fanfiction Será que podemos construir um amor? (Kim seokjin - BTS) - Capítulo 34 - CAPÍTULO 33 (Será que eu devo casar?)

     Meu irmão falava em fazer ciúmes para o Jin, mas não tinha certeza se isso seria eficaz, e nem se tinha possibilidade de eu tentar fazer isso.

– Ciúmes! – Meu irmão responde com a mesma palavra.

– Não seja ridículo Tae. – Eu sorriu e me solto dele e vou até a cadeira do outro lado da varanda.

– Tente pelo mesmo uma vez, se fizer isso e ele não reagir eu estarei errado. – Tae segue atrás de mim, e senta na cadeira ao lado.

– E se hipoteticamente eu fizesse isso... – Falo gesticulando. – Como eu faria?

– Bom... – Ele fala meio pensativo. – Há... Lembra da primeira noite que jantamos e você falou de um homem que te elogiou?

– Sim. – Ainda não tinha entendido onde ele queria chegar.

– Você tem contato com ele? – Ele pergunta.

– Sim. Ele é modelo da campanha e também filho de uma sócio bem importante. – Falo respondendo sua questão.

– Arrume um pretexto e chame ele para tomar um café.

– Mas como isso vai ajudar? – Pergunto.

– Meus deus S/N! Você vai chamar ele para tomar café.

– Está querendo que eu saia com um homem, mesmo eu sendo “casada" acho que você esqueceu que eu sou uma figura publica agora mano. – Falo preocupada.

– Você não vai flertar com ele nem nada, apenas vai tratar de negócios, arrume alguma desculpa para encontra-lo. – Tae fala já impaciente. – Mas tem um ponto que é muito importante.

– O que?

– O Jin precisa saber o que fez.

– Eu falo para ele?

– Não! Ele tem que saber por outra pessoa.

– E como eu faço isso?

– Não é óbvio. Fale para sua secretaria que sairá, tenho certeza que ele irá descobrir. – Ele fala confiante.

– Não estou certa disso Tae. – Falo desconfiada.

– Apenas faça.

Eu apenas aceno com a cabeça, logo depois que terminamos eu olho para dentro através do vidro e vejo o Jin saindo do corredor e indo para a cozinha.

– Parece que temos que acabar a conversa. Mas você sabe o que fazer. – Ele passa a mão em minha cabeça e se levanta. – Há sim, O projeto que a empresa está realizando aqui está indo bem, então irei supervisionar a distância, irei para Filipinas em dois dias.

– Co-como assim? – Falo um pouco confusa com a notícia súbita.

– Eu vou para Filipinas em dois dias. – Ele repete. – Sei que gosta que eu fique próximo mas eu preciso trabalhar.

Desde que Tae começou a trabalhar na empresa eu o via com pouca frequência, ele estava sempre viajando e agora não era diferente.

– Poderá ter privacidade quando eu for. – Ele fala baixo.

Eu não tinha notado até o Tae falar, quando ele fosse eu iria ficar só com o Jin, faço uma expressão de surpresa como se eu tivesse entendido dessa vez.

(P.V.O JIN)

Ao chegar em casa, tomei um banho e comecei a mexer em alguns papéis, fiquei tão concentrado que não tinha notado a hora passar, ao olhar em meu relógio vejo que já passava da meia-noite e S/N ainda não havia chegado.

Me levanto e vou até a cozinha, ao passar pela sala noto a porta da varanda aberta e em seguida vejo o irmão da S/N e logo atrás dele a própria entrando para dentro e indo em direção ao quarto, seu irmão anda até a cozinha onde eu estava.

– Olá.... Parece que o dia foi cansativo. – Ele pergunta ao notar que eu acompanhava S/N com o olhar.

– Sempre é! – Falo pegando um pote de biscoito no balcão, o abrindo e comendo um em seguida. Sento no banco e suspiro involuntariamente.

– Sei que as vezes minha irmã e meio grossa. – Ele fala sentando em minha frente, do outro lado da bancada.

– Meio? Não sei o que fazer para que eu possa viver de forma pacifica com ela. Se eu sou amigável ela é grossa e eu sou grossa ela é duas vezes mais grossa. – Eu estava realmente frustrado.

– Eu sinceramente nunca a vi se comportar dessa maneira. Mas tente compreender. – Ele tenta amenizar. – Escuta Jin, eu sou um homem direto, então quero que saiba que o relacionamento de vocês é uma coisa que eu fui contra, diversas vezes disse para meu pai que isso não era necessário, que era arcaico e exagerando. Casar minha irmã com alguém que ela não conhece iria deixar um efeito nela.

– Hum... – Eu sorrio desempaciente e o encaro falando tudo isso. – Eu sei que é irmão dela, e vai ver o lado dela primeiro, mas saiba que assim com a S/N foi obrigada, eu também fui. – Pego mais um biscoito e como.

– Acho você teria a chance de negar. – Ele fala sem hesitar. – Você é muito importante na empresa do seus pais, tem poder de fala.

– Taehyung, eu sou um homem de negócios. Dei várias opções ao nossos pais, mas quando eles decidiram tratar do jeito deles e somente assim, eu não questionei, mas não ter negado não significa ter consentido. Entenda que muita coisa estava em jogo. – Falo a mesma coisa que disse no primeiro encontro com S/N. Era complicado explicar o que realmente me fez aceitar mesmo que forçado esse casamento.

        (Flashback antes do casamento)

Era de manhã e estava voltando do aeroporto com a Monbyol, tínhamos ido para o Japão resolver alguns problemas na filial. Entramos no carro da empresa que já nos esperava.

– Vamos para minha casa? – Ela pergunta para mim enquanto entra no carro.

– Não dá, tenho que ir na empresa. – Falo a seguindo.

– Está acontecendo alguma coisa Jin? – Pergunta segurando em minha mão. – Faz alguns dias que tenho notado que está diferente.

– Hum... Você notou? – Falo sorrido forçado.

– Como não notaria, sabe que eu te conheço muito bem. – Ela se aproxima.

– O que ouve? – Mon indaga parecendo aflita.

– Algo que estou tentando evitada. – Abro minha pasta e pego meu tablet.

– Escuta Jin... Não seria melhor contar sobre nós. – Mon pede encostando em meu braço.

– Acha que eu não quero, mas a atual situação e impossível, pelo menos até eu dá um jeito nessa situação. – Ele a olha.

– Por que você não fala o que está havendo. Está me deixando preocupada. – Mon sabia que eu estava escondendo algo.

– Prefiro resolver isso antes de conta-la. – Desconverso e evito fala sobre o que meus pais tinham em mente. – Vou deixa-la em casa.

Na semana passado meus pais me surpreenderam com um notícia que me pegou desprevenido, eles querem me força a casar para beneficiar a empresa, era um casamento de trocas, um matrimônio de bilhões.

Essa notícia me abalou porém minha maior preocupação era que isso chegasse na Mon. Estava certa que poderia me casar em alguns anos com ela mas isso agora estava fora de cogitação. Nunca demonstrei tanto mais ela é uma mulher especial para mim. Agora eu queria resolver isso e evitar esse casamento ao máximo.

(....)

Era de manhã e estava a caminho da casa dos meus pais, fazia pouco tempo que eles tinham se mudado para essa grande casa, tinha um bosque na propriedade, meu pai adorava natureza e voltou para essa casa por sua criação de cavalos.

Chego na frente da casa e entro direto, ando pelo corredor que me direcionava a sala que tinha uma grande visão e nela eu via minha mãe sentada na varanda, caminho até ela.

– Senhora Kim. – Falo perto dela.

– Filho... – Minha mãe levanta e me abraça. – Que bom que veio, estava morrendo de saudades.

– Cadê o pai? – Falo olhando em redor.

– Está nos estábulos. Ele ama mais a companhia dos cavalos que dá própria esposa. – Ela fala sorrindo. – A sim, o seu irmão chegou.

– A finalmente... Será que ele vai tomar jeito dessa vez. – Digo com um tom de deboche.

– Não fale isso Jin, Jungkook tem seus motivos. – Ela fala colocando a mão em meu peito tentando amenizar.

– Pelo amor de Deus quando vão ensinar responsabilidade para ele? – Pergunto desbotoando meu palito e sentando na cadeira.

– A hora dele chegará como a sua chegou. – Ela se senta novamente.

– Hum... – Não falo mas nada.

Ficamos alguns minutos em silêncio até que meu pai e meu irmão chegam pela entrada do jardim.

– Jin... – Meu pai me chama. – Vamos até minha sala.

– Oi Hyung. – Meu irmão me cumprimenta.

– Olá irmãozinho, como vai sua vida irresponsável? – Eu realmente não gostava da forma diferente que meus pais tratavam a mim e o meu irmão.

– Jin! – Minha mãe tenta me repreender.

– Não, tudo bem mãe, acho que é bem melhor que uma vida sem controle próprio. – Ele fala descontraído, eu me levanto e o encaro.

– Parem os dois com isso. Você não me escuto Jin. Vamos para minha sala.

Isso tudo era frustrante para mim, enquanto eles permitiam que Jungkook fosse para onde bem entendesse, eu era responsável por tudo, era o que tinha mais responsabilidade, sempre o mais cobrado e o que nunca decidia por conta próprio. Agora eles querem empurrar um casamento em benefício de um negócio com uma empresa influente.

Eu estava a mais de uma semana tentando contorna a decisão de meu pai e desse outro senhor que era pai da mulher com quem queriam me casar. Estreitar laços por um casamento é tão antiquado, mas o que eu podia espera de dois velhos.

– Então o que quer me falar? – Pergunto fechando a porta da sala.

– Sei que está resistente quando ao que conversamos, mas um casamento seria muito bem visto por todos, além do mais não é qualquer mulher. – Ele se senta no sofá.

– Eu já dei várias outras saídas para essa sociedade. – Sabiá que quando essa notícia estourasse a mais prejudicada seria a Monbyol. – Por que o Jungkook não pode casar com essa mulher?

– Seu irmão é imaturo, não quis fazer faculdade e vive em seu próprio mundo e também sempre se mete em polêmicas, já você é uma homem serio tem uma boa reputação tanto profissional como pessoal. – Ele fala com orgulho por mim.

– Não acha que seria a situação perfeita para ele, se casar pode ser que o ajeite e de um pouco de senso de responsabilidade a ele. – No fundo eu falava a verdade, mas era a única saída tentar empurrar meu irmão para esse absurdo de casamento.

– Jin, eu sou seu pai e você sabe que eu sei de tudo. – Ele que antes falava de forma apaziguadora agora era algo parecido com uma ameaça. – Por isso seja lá qual for o relacionamento que tiver com a Monbyol é melhor deixar de lado e me obedecer.

– O que o senhor está falando? – Eu estava em choque com o que ele acabará de dizer.

– Meu filho não bote um império que eu e sua mãe construímos em perigo. – Ele levanta e vem até mim.

– O senhor está me ameaçando? – Meu maxilar estava trincado meus olhos avermelhados e isso era raiva pura.

– Não, estou sendo realista. – Ele tinha um senso franzido. – Você me disse que poderia fazer qualquer coisa pela empresa. Seu amor por ela é maior que o seu senso de responsabilidade?

– Isso é sem dúvida uma ameaça. – Eu o respondo abaixando a cabeça.

– Será melhor para ela também. – Ele bate levemente em meu ombro. – Mandei que sua mãe informasse a Monbyol sobre o casamento ontem a noite.

Quando ele fala isso eu congelo, minha visão fica embaçada e um frio em minha espinha sobe.

– O senhor sabia e mesmo assim insistiu em fazer isso. – Me viro para ele.

– Ela iria saber mais sedo ou mais tarde. Hoje ela mandou um e-mail pedindo para se transferida para o Japão, ela que vai tira suas férias até que sua transferência ocorra. – Ele fala abrindo sua caixa de fumo e preparava seu cachimbo.

– Eu vou atrás dela. – Eu me viro e vou em direção da porta.

– Quer mesmo a felicidade dela? –Meu pai estava calmo, enquanto conquistava o fumo no fornilho do cachimbo com um socado. – Se a resposta é sim, acho melhor se despedir dela e voltar para o seu compromisso com a S/N. Esse é o nome da sua esposa, melhor se acostumar.


Notas Finais




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