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História Será Que Vai Ser "Para Sempre" -yoonkook - Capítulo 10


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Capítulo 10 - Capítulo: 10


Fanfic / Fanfiction Será Que Vai Ser "Para Sempre" -yoonkook - Capítulo 10 - Capítulo: 10


Sinto uma dor na minha cabeça, abro os meus olhos devagar... E percebo que eu estou em um quarto de hospital. Passo minha mãos pelo o meu rosto e me sento no sofá... aonde eu estava deitado.


- você acordou? — olho para o lado, e vejo um jeon jungkook com um sorriso de lado.— - oi... você está melhor! — desvio o meu rosto do seu olhar, solto um suspiro e me encosto no sofá.—


- cadê todo mundo? — digo olhando para toda a sala e não tinha ninguém na mesma.—



- ah, seu irmão foi com minha omma comprar alguma coisa... O namjoon foi para casa já que ele irá trabalhar amanhã... O meu irmão e minha cunhada, foram conversar com o médico para saber quando eu irei recebê alta. — diz o jungkook, sem retirar seu olha sobre mim e isto estava me deixando constrangido de certo modo.—



- acho melhor eu ir... — me levanto, do sofá e olho para o mais velho, que arregalar os seus... enquanto me olhava.—



- mas por quê? yoongi, me conta o que eu lhe fiz para você está, agindo deste jeito comigo.— era notável o seu desespero em sua voz, fecho os meus olhos... tentando me controlar para eu não, desmaiar de novo.—



- e-eu-- 


- eu atrapalho... — meu irmão abrir a porta, e entrar com a senhora jeon... que faz uma careta confusão.—


- es-esta tudo bem, eu preciso ir você me levar? — engolir seco, e me virei para  olha-lo. E geum-jae assenti e entregar uma sacola para a Sra.Jeon.—


- obrigada, yoon por ter vindo vê meu filho! — diz a mais velha, me abraçando e eu a retribuo. Olho para o Jeon, que está com um olhar perdido... suspiro e chego perto de sua cama.—



- jeon... Eu já vou, se cuidar! — o mesmo só fez assenti, e logo virá seu rosto para o lado oposto.—



- tchau Sra. Jeon... — digo me curvando, e saio em seguida para fora daquela sala. E nem tinha percebido que eu estava segurando a minha respiração.—



- gi... você está bem! 



- a-ah sim, estou bem... mas eu tenho que ir. — me despedir, da chenie e do jung-hyun e o mesmo pediu que sua esposa fosse comigo e com o meu irmão, para poder fica com jaeHyun... e que ele iria ficar com sua mãe e irmão, aquela noite.—



- então tá, yoongi você me espera... Eu vou lá dentro me despedir da Sra.Jeon  e do jungkook? — eu só consegui lhe responder, assentindo em concordância, meu irmão conversar um pouco com o jung-hyun. Logo a chen saí do quarto, se despediu do marido... E saímos, para irmos até  minha casa.—


Eu não estava me sentindo bem, reaver o jungkook foi um choque e tanto, eu já tinha imaginado mil e uma situação. Na qual eu o encontraria mas, nunca iria poder imaginar o encontrando em uma cama de hospital... E pior que isto, era saber que ele pensava que agente ainda éramos um casal, sendo que agente não é ou tem qualquer tipo de relacionamento... a quase três anos. E por eu está bem, comigo mesmo eu achava,que eu já tinha lhe superado, mas hoje tudo foi por água abaixo... quando o nosso olha se encontraram sentir um arrepio por todo o meu corpo, sentir um aperto no peito tão forte que até, para respirar foi um tanto quanto difícil, eu tenho medo o que irá acontecer daqui para frente, eu não quero sofrer por ter-lo por perto mais uma vez, mas tem uma parte de mim que está ansiando por isso, de ter-lo bem perto de mim.

E isso me fez solta um leve sorriso, que logo se desfez em meu rosto. A cada momento que minha mente iria me afundando nas lembranças, ele me fez sofrer muito... Eu não posso e nem devo me aproveita desta sua amnésia, vai que ele se lembrar de tudo e vai embora de novo. O que eu tenho que fazer é tratar de resolver os papéis do nosso divórcio, por que nessa minha mais  nova vida, não tem e nem terá um "Jeon jungkook", do meu passado para vim atrapalhar-lo.


- gi, você está bem? — chenie, me olhar de um jeito um tanto quanto preocupada... E eu assisti em concordância e a mesma suspirar  e se virar para a janela.—

Só então que eu percebo, que agente já estava no carro e um tanto longe do hospital... Eu estava tão preso aos meus pensamentos que nem tinha percebido a hora em que entrei no carro.


- maninho... Eu sei que para você, ter visto o jeon naquela situação foi um tanto forte... mas você realmente está bem? — meu irmão, me olhar através do retrovisor e o olhei de volta, e  assenti e o mesmo levantar uma de suas sobrancelhas.—


Ele estáva esperando ouvi saindo da minha boca que eu estava bem, mas nem eu mesmo sei se estava bem, ou qualquer coisa do tipo... no meu interior estava acontecendo uma guerra fria dentro do meu peito, que eu não sabia qual lado iria ganhar... tantas coisas em minha mente, que estão me deixando com um certo medo no meu interior.


- sinceramente eu não sei, hyung, eu não sei. — digo, em um tom baixo e encosto minha cabeça na janela fechada já que o acondicionado estava ligado, o carro estava um pouco frio.—


- mais você irá fica bem... poxa, você é o Min yoongi... você sempre ficar bem, lembra!— diz a chen, me fazendo solta um leve riso e o meu irmão também riu um pouco, por mim vê sorrindo.—



- talvez, aquele Min yoongi esteja cansado.— suspiro e os mesmos me olharam confusos... e acabaram deixando de lado aquela minha falar, e eu agradeço por isso...  eu não queria ter soando tão derrotado daquele jeito que parecia, que eu estáva ou talvez eu estivesse mesmo, tão derrotado por ter visto o Jeon jungkook, de novo.—


              >>♡◇♡◇♡◇♡◇<<


- Iai, como foi lá... O jeon mas novo está bem? — minha mãe, perguntar assim que sentarmos no sofá.—


- sim... na medida do possível, ele estar. — digo, dando um grande gole do vinho que tinha na minha taça.—


Nós três já tínhamos chegando em minha casa, a pelo menos uns cinco minutos. Assim que cheguei fui vê o meu pequeno, já que minha mãe me disse que o mesmo já tinha indo dormir, então eu fui lhe desejar "bons sonhos" e dar o seu "beijinho de boa noite"... O yoon-sung, ainda estava cochilando com os seus olhinhos quase fechando, me aproximei do meu pequeno e esse solta um leve sorriso de lado.


- você chegou appa... — diz o mesmo, coçando seus olhinhos... para os manter abertos e acabei sorrindo com aquilo.—



- me desculpe, não ter chegado antes, meu pequeno.— falo me deitando do seu lado e sinto seus bracinhos rodeando a minha barriga, o pequeno colocou seu rosto sobre o meu peito... E eu começo a fazer um cafuné em seus fios negros.—


- appa, não precisa pedir desculpa... O senhor chegou e cumpriu sua promessa.— lhe dou um selar nos seus fios, o mesmo me olhar e eu assisti em concordância.— - então que tal, o senhor  para mim ler a historinha? 


- o certo, é ler para mim a historinha, meu pequeno.— o corrijo, e o mesmo só faz assenti. Estico o meu braço sobre o mesmo, e pego o livro infantil no qual eu estava lendo para o yoon-sung, já fazia uns dois dias.—

Começo, a lê e quando eu tinha acabado de terminar  uma única folha... o mesmo já estáva entregue ao sono. O meu pequeno dormia tão serenamente, lhe dou um outro beijo no seus fios... E digo bem baixinho um "bons sonhos". Como-se fosse um segredo nosso, saiu do quarto e desço para o andar de baixo.


E depois de uns cinco minutos, eu estáva bebendo vinho. Com o meu irmão e a Chen, já que minha mãe... não bebia estava só no suco integral de uva. 


- que bom, que ele esteja bem! — a mais velha diz, colocando um pedaço de chocolate na boca.—


- mais omma, ele não está sem porcento bem. — diz o geun-jae, suspirando e o mesmo olha para o seu namorado... que tinha acabado de terminar o seu banho.—



- e o que ele tem? Eu não o conheço, na verdade eu nunca o vi.— fala o myung-soo, sentando- se ao lado do namorado.—


- é verdade... você não chegou a conheçe-lo, ele já tinha indo embora quando eu lhe conhece no natal, lá em casa! — falo para o meu cunhado que assenti em concordância.—


- até aonde eu sei ele deu entrada, no hospital e ficou em um coma induzido... E que acordou chamado pelo o "jeon yoongi",  e de quê ele não se lembra de nada, dos  três anos que já  passou... Então ele acha que ainda é casado com o yoongi.— a chen diz, fazendo tanto minha mãe quanto o myung-soo... a olharem com os seus olhos arregalados de total surpresa.—



- que de certa forma, infelizmente ainda estamos.— me estico, no sofá para poder pegar um dos chocolates, que estão em uma vasilha de vidro na mesinha de centro.—



- verdade, o que você irá fazer gi?— me perguntar o meu cunhado, e acabo dando de ombros... sem saber o que de fato eu iria fazer, com toda essa situação.—



- parando para pensar, o yoongi não tem muito o quê  fazer em relação a tudo isto.— geun-jae, diz me olhando e vejo que minha mãe acaba concordando com o mesmo.—


- e que tal, agente mudar de assunto... Chen, você irá passa a noite aqui junto com o  jaeHyun, né? 


- sim gi-nie... Se não vou lhe incomoda, é claro? — diz a mesma, me olhando e eu assisti em negação.—


- mas é claro, que não irá incomodar de jeito nenhum! — digo, bebendo o resto do vinho da minha taça. E me levanto do sofá pego os copos sujos da mesinha e levo para a cozinha.—



- você já pensou o quê irá fazer, daqui para frente... digo em relação a tudo? — me viro e olho para a minha mãe, que está encostada na porta da cozinha me olhando... E a mesma distanciar se da entrada. E caminhar até a mesa e se sentar... E eu faço o mesmo me sento do seu lado.—



- tudo está tão confuso, omma? 


- o qual confuso está, aqui dentro? — a mesma, me perguntar  apontado para a minha testa e eu solto um leve resmungo.—



- o tanto quanto... Eu fiquei confuso sobre a minha sexualidade, aos meus quinze anos.— acabo fazendo uma careta, de desgosto e minha mãe... acaba me abraçando de lado um pouco desajeitada, por causa da nossa posição.—



- eu ainda me lembro, deste tempo... você não sabia, o por quê, gostava tanto de vê o jeon jogando basquete. Você só ficava lá vendo ele, jogando. Enquanto estava sentado na arquibancada da quadra do Colégio... comendo uns donuts, que você sempre fazia... dizendo que iria dá-los para o Jeon, nos finais do treino do mesmo... mas nunca teve coragem para ter esse ato então os comia assistindo o mesmo treinar.— minha mãe dizia, e a mesma tinha um lindo sorriso nos lábios... como se estivesse revivendo umas daquelas cenas, em que eu achava tão clichê, mas as fazia tão automaticamente... quê só percebia quando eu chegava em casa, e minha mãe junto do meu irmão me zoava. Dizendo que eu nunca iria fazer a tal amizade com o jeon, já que eu nunca tive nem coragem para lhe entregar os donuts.—



- pôr que, se lembrou justo disto? E não, de mim... lhe contando como eu me sentia em relação a minha opção sexual? — lhe faço uma careta de confuso, e a mesma acaba soltando uma gargalhada.—



- se você achar, que é menos vergonhoso se lembrar justo disto.... porque na minha opinião isto foi mais vergonhoso, do que babar pelo o seu ex-marido no tempo do colegial.— sinto uma súbita vergonha se apossar em mim e acabo, soltando um resmungo de insatisfação... para a mesma que rir e aperta minha bochechas que estão  coradas pela vergonha alheia, na qual a minha mãe me colocou.—



- e que tal, agente esquecer deste assunto... hein?


- então tá... voltando para o assunto inicial. Se sua confusão... for tão complicada assim como foi, quando me contou sobre sua opção sexual... você está travando uma guerra fria dentro de você neste exato momento, e nela estar. Sua razão contra seus sentimentos, sua consciência contra suas reações, e é claro, seu coração contra a sua cabeça.... estou certa?— a mesma me olhar, com a uma das sobrancelhas levantada. E eu acabo assistindo em concordância.—



- sim... e eu não sei o que fazer, omma, se ele estivesse aparecido a dois anos atrás... Eu iria o perdoar, mesmo que tivesse levando dias, meses ou até anos. Eu iria lhe perdoa, porque eu o amava tanto... quê iria até passa por cima do meu orgulho e da minha dignidade, para poder estar com ele, mais agora eu não sei o que fazer... Eu não--.— falo, com um nó na garganta... sinto minha garganta simplesmente fechar. Minhas lágrimas começam a cai mais uma vez, mais só que desta vez não as impedir.—



- filho... Olha aqui, para sua omma! — minha mãe, levantar o meu rosto para eu poder a olha-la, diretamente nos seus olhos.—


- você já, se fez essa pergunta... "você ainda o amar."— minha mãe, me faz essa pergunta e a olho confuso... Sem entender o que ela queria dizer com aquilo.— - sabe, você só colocar o seu sentimento pelo o jeon... no verbo do passado, você nunca disse "eu o amo". Você sempre descreve esse sentimento no passado, como se... você já estivesse o superado, entendi? — assenti, e virei o meu olhar do dela... Eu sempre falo assim para eu me convencer, que eu já não, o amava mais. Que eu nunca, parei para pensar se eu ainda o amo, como um dia já lhe amei.—



- eu não sei, omma tudo o que eu pensava que ja tinha superado... voltou como um avalanche de uma só vez. 



- então pense em si primeiro... em seus sentimentos para só, depois pensar nós sentimentos alheios.— a mesma, me abraça e acabo chorando um pouco mais... depois irei pensar um pouco sobre tudo isto. —

Só que agora, eu irei pensar só no carinho que minha mãe está me dando neste momento... tudo seria tão difícil sem ela, a Sra.Min as vezes sabe agir muito bem como uma mãe, outra nem parece uma... e isso que a torna especial e importante para mim e meu irmão.



"Quando um caminho estiver difícil e sentir vontade de desistir, lembre-se que as maiores vitórias são o resultados de grandes sacrifícios!!"


Notas Finais


Até a próxima...


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