História Sereia - Capítulo 17


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Doentio, Ciumes, Drogas, Morro, Obsessão, Possessivo, Rocinha, Sereia, Suícidio, Trafico, Violencia
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Palavras 2.767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


NOTAS FINAIS!

Capítulo 17 - Perda de memória.


Fanfic / Fanfiction Sereia - Capítulo 17 - Perda de memória.


"Arte é manipulação, use sua imaginação."


Encarava Luna enquanto ela ainda me olhava confusa e com os olhos marejados. Como assim quem eu era? Ela só pode tá brincando com a minha cara! Eu já estava exausto e de saco cheio, então finalmente ela acorda e não sabe quem eu sou? Acho bom ser uma brincadeira.


— Que palhaçada é essa, Luna? — Perguntei calmo, mas eu já tava estressado.


— E-eu... minha ca-cabeça dói... e-eu tô confusa... — Ela falava baixo com as mãos na cabeça.


— Vou chamar o médico. — Saí do quarto, minha cabeça estava uma confusão. Após chamar o médico ele levou Luna para fazer uns exames, três horas depois ele voltou e eu levantei ancioso. — Como ela está? — Ele suspirou.


— Vamos até a minha sala. — Ele falou e começou a andar, o segui. Assim que chegamos eu sentei de frente para o mesmo.


— Então? — Questionei.


— Serei direto, sr. Lombardo. A sua esposa teve uma Concussão cerebral. — Como?


— O que? Como assim? — O que diabos era aquilo?


— Calma, irei lhe explicar. A concussão cerebral é uma lesão que afeta todas as áreas do cérebro e que altera temporariamente as suas funções normais, como memória, concentração ou equilíbrio, por exemplo. Geralmente, a concussão cerebral é mais frequente após traumas mais graves, como acidentes de trânsito, mas também pode surgir devido a quedas ou pancadas na cabeça. — Ele explica, mas eu ainda tô perdido.


— Eu ainda não entendo, ela vai precisar fazer alguma cirurgia? — Suspiro cansado.


— Não, felizmente ela não precisará passar por uma cirurgia. Mas ela terá que ficar internada por uma semana para manter uma avaliação constante e fazer o tratamento com remédios diretamente na veia. — Explicou.


— Então a perda de memória dela é sério? — Droga!


— Sim, sr. Lombardo; a sua esposa realmente perdeu a memória. As sequelas da concussão cerebral dependem da gravidade da lesão no cérebro, ela pode ter tonturas frequentes, dor de cabeça constante, ou perda de memória, por exemplo. Sua esposa ficou em uma espécie de coma por dois dias e isso fez com que agravasse o seu estado.


— Ela só perdeu a memória? — Questiono.


— Sim, não ouve nada a mais que isso. Alguns machucados no corpo devido a queda; mas ela poderá apresentar sintomas como, dor de cabeça constante, tonturas e confusão, náuseas e vômitos, cansaço excessivo e dificuldade para adormecer. — Eu tava atordoado com tanta informação.


— Mas quando a memória dela vai voltar? — Pergunto.


— Infelizmente não posso lhe responder isso, pode ser hoje, amanhã ou até daqui a anos. — Meu corpo ficou tenso. — Durante a semana faremos todo o procedimento recomendável, mas depois não poderei fazer mais nada. Apenas passar algum medicamento que a poupe de dor e a deixe calma. — Assinto.


— Onde ela está agora? — Perguntei.


— No quarto, sedada. Ela estava com fortes dores de cabeça, o que é normal na sua situação.


— Ela não se lembra de absolutamente nada? 


— Infelizmente não, nos exames pude perceber o quanto ela estava assustada e perdida. Nem o seu próprio nome ela sabia.


— Isso parece um filme, não consigo acreditar.


— Eu sei o quanto deve ser difícil ver sua mulher assim. Aconselho a ir com calma e ter paciência, ela não se lembra de nada e você é um desconhecido para ela.


— E como vou fazer? Digo, explicar tudo para ela? — Eu realmente tô perdido.


— Talvez ela lhe pergunte, talvez não. O ideal é mostrar fotos, vídeos, tudo que possa fazer ela sentir confiança. Nesses casos a paciente fica receosa e com medo, é tudo muito assustador. Procure ter calma. — Assinto.


— Posso vê-la? — Pergunto.


— Sim, ela já deve estar despertando. — Assinto e saio da sua sala. Eu tava atordoado, não sei o que fazer. Luna sem memória? Talvez isso seja bom para mim, mas antes ela sabia de tudo e eu a controlava. E agora? Agora tenho que pensar no que vou fazer, e principalmente no que vou falar. Ao chegar no quarto Luna estava acordada e sentada na cama, ao me ver ela se encolheu. Me aproximei e sentei na cama, ela me olhava desconfiada. 


— Como se sente? — Perguntei e ela não me respondeu, continuou me encarando. — O que foi? Não vai me responder, baby? — Me aproximei e ela recuou de meu toque.


— Na-não me toque. — Sussurrou. Respirei fundo lembrando das palavras do médico, calma Eros, calma!


— Não vou te fazer mal, baby. — Sorri e ela me olhou desconfiada.


— Quem é vo-você? — Perguntou me olhando confusa.


— Eros, seu marido. — Ela arregalou os olhos.


— Ma-marido? — Questionou assustada.


— Sim, baby. Nós somos casados. — Peguei em sua mão e juntei a minha mostrando nossas alianças.


— Eu não lembro de vo-você. Eu não consigo lembrar de nada, minha cabeça dói toda vez que tento. — Fala chorosa.


— Calma, amor. Estarei do seu lado, pode confiar em mim. — Ela me olhou ainda receosa.


— O médico disse que meu nome é Luna, isso é verdade? — Perguntou.


— Sim, seu nome é Luna. Mas você gosta do seu apelido de Sereia. — Ela franze as sobrancelhas.


— Sereia? — Questiona.


— Sim, por causa dos seu olhos. Você tem uma doença rara em humanos, heterocromia. Seus olhos são de cores diferentes e são perfeitos. — Ela pareceu pensar.


— Isso eu consigo lembrar. — Deu um mínimo sorriso que logo desapareceu. — Mas é tão vago, eu sei disso mas não sei quem me falou, não sei de nada. — Falou chorosa. — Isso é tão ruim, eu não sei quem sou. — Colocou as mãos no rosto chorando baixo. Eu já tava estressado com tanto drama, mas preciso ser inteligente. 


— Calma, amor. Eu estou aqui, tirarei todas as sua dúvidas. Me pergunte e lhe darei as respostas que precisa. — Ela levantou a cabeça e sussurrou algo.


— Mãe... E-eu tenho mãe? Pai? Onde eles estão? — Ela tinha que perguntar logo isso? Pensa Eros, pensa no que você vai dizer.


— Você é órfã, baby. — Ela se assustou. — Você cresceu em um orfanato e não foi adotada. — Sua feição se tornou ainda mais triste e confusa.


— Como nos conhecemos? — Me olhou.


— Eu sou dono de uma grande empresa. E a um tempo atrás eu abri vagas para jovens iniciantes a procura de emprego. — Ela prestava atenção em tudo. — E você ficou sabendo da notícia no seu antigo colégio e apareceu lá querendo uma vaga. Você era inexperiente, mas eu te dei uma chance e você se tornou minha secretária. — Luna parecia tentar lembrar, mas não conseguia é claro. — Com o tempo nos aproximamos e acabos nos apaixonando. Depois de uns meses eu te pedi em casamento e você aceitou. — Sorri, tão fácil inventar uma história.


— Quantos anos eu tenho? — Perguntou.


— 15, baby. — Ela arregalou os olhos.


— E-eu casei tão nova assim? — Questionou.


— Estávamos apaixonados, amor. E você queria sair do orfanato, te tratavam mal lá. Você estava  sempre triste, então eu consegui uma autorização da justiça para nos casarmos. — Ela pareceu acreditar. Ótimo!


— E você? Quantos anos tem? — Perguntou curiosa.


— 29. — Luna arregalou levemente os olhos.


— Nossa, você é bem mais velho que eu. — Disse baixo.


— Isso não foi um problema pra você, agora é? — Fingi chateação. 


— Não, quer dizer, não sei. E-eu... Não me leve a mal, eu tô perdida em minha própria mente. — Abaixou a cabeça.


— Tudo bem, minha Sereia. Com o tempo você se acostuma e vai ficar bem. — Ela assenti.


— Eu quero muito lembrar de tudo, lembrar de você. — Ah você não quer não. — Você disse que eramos apaixonados e até nos casamos, me dá uma angústia não lembrar desses momentos felizes. — Ela diz triste, oh baby você não sabe de nada.


— Relache e confie em mim, ok? — Digo.


— Ok. — Sorri fraco.


...


Duas semanas havia se passado e Luna não apresentou nenhuma melhora. Ela sentiu os sintomas que o médico havia dito, ela tomava o remédio e dormia acordava melhor e isso se repitia sempre. Ela também veio com um papinho de dormir em quarto separados até ela se acostumar mais comigo, óbvio que não aceitei. Tive que manter o controle e não perder a paciência com ela, estou no controle e não pretendo o perder. Estou manipulando Luna do jeiti que eu quero, está sendo ótimo ter ela totalmente em minhas mãos. Agora estamos almoçando e ela se mantinha calada, é sempre assim. O único momento em que ela mostra alguma animação é quando está com o pulguento dela, que apesar de não lembrar dele ela o mima como antes.


— Luna? — A chamo


— Hum? — Ela me olha.


— A noite iremos sair, quando eu chegar esteja pronta.


— Para onde? — Pergunta.


— Tenho um jantar de negócios. — Respondo, apesar de ser um jantar de negócios os homens vão com suas mulheres.


— Eu não vou. — Voltou a comer. Como é? Quem ela pensa que é?


— É claro que você vai, me espere arrumada. — Estou me controlando ao máximo para não estragar minha atuação de bom moço.


— Você não manda em mim. — Eu não ouvi isso. — Eu não quero ir. — Ela perde a memória, mas não perde essa mania de me contrariar!


— Eu estou perdendo a pouca paciência que tenho, Luna. Você vai comigo e ponto final. — Grunhi raivoso e ela engoliu em seco.


— Sou sua mulher, não sua boneca que você faz o que quiser! — Ela quer apanhar?


— Cale a boca! — Bati as mãos na mesa e ela deu um pulo na cadeira. — Você vai, não discuta comigo!


— Calma, Eros. Eu não quero brigar, eu só não quero ir. Pra que? Se eu não vou lembrar de nada. — Disse e eu fingi calma.


— Relache, tudo vai dar certo. — Eu queria mesmo era lhe mostrar quem manda! Esse fingimento de bom moço não vai durar.


— Está bem, vou com você. — Como se você tivesse escolha, minha cadelinha.


...


Estávamos todos na mesa, as mulheres conversavam entre si e eu percebia Luna totalmente perdida. Talvez pelo idioma desconhecido por ela, tenho certeza que ela irá me questionar; vou logo pensar em uma boa história para ela. Os advogados e empresários discutiam sobre os assuntos a ser tratado, mas eu não me concentrava. Ficava imaginando tirando aquele vestido que Luna estava vestindo, um vestido vermelho que a deixava mais gostosa que o normal. Eu precisava fode-la, duas semanas e dois dias sem sexo; eu vou morrer desse jeito. Preciso meter naquela bocetinha até não aguentar mais, de hoje não passa! Ao final da reunião/jantar, os assuntos foram resolvidos. Pedimos a conta e nos despedimos, eu iria para um mothel com Luna. Não suporto mais ficar sem foder. Como imaginei no caminho para o mothel Luna me questionou.


— Eros? — Me chamou.


— Sim? — Respondi.


— Porque aquelas pessoas falam diferente de mim? — Me olhou.


— Porque elas falam a língua local, baby. — Respondi.


— Como assim? — Questionou confusa.


— Você é Brasileira, amor. — Ela ficou mais perdida ainda.


— O que? Eu não estou entendendo nada. 


— Calma, vou te explicar. Você não nasceu aqui, você nasceu no Brasil. Só que seus pais vieram morar aqui e você já estava habituada ao idioma de lá e... — Ela me interrompeu.


— Mas você não disse que eu era órfã? — Oh merda!


— E você é, Luna. Quando seus pais morreram você tinha sete anos. — Disse parando no sinal vermelho.


— Então eu posso ter outra família, tipo avós, tios e... — Isso já tá me irritando.


— Não, você é minha! — Digo grosso e ela se assusta. — Desculpe, baby. O que eu quero dizer é que você só tem a mim. 


— Mas e se eu tiver mais alguém? Nós podemos... — A interrompi, eu tô puto já!


— Luna, você não tem ninguém além de mim. Se você tivesse parentes a justiça não tinha te encaminhado a um orfanato, entendeu agora? — Voltei a dirigir.


— Ah, poxa. Por um minuto eu achei que não estava mais sozinha. — Abaixou a cabeça. Que drama! 


— Você não está sozinha, você tem a mim. — Que saco.


— Eu sei, mas você é apenas o meu marido. E se você se cansar? Quero dizer, você não tem meu sangue, entende? E-eu não lembro de você, eu só quero ficar bem. — Que puta drama, af!


— Eu não vou me cansar de você, baby. Até que a morte nos separe. — Ela sorriu.


— Aquela mulher é brasileira também? — Que mulher?


— Que mulher, Luna? — Agora eu estava confuso.


— Maripeta, não, Mariceja, não é Marceja, arg! — Ri com aquilo.


— Marieta, baby. — Virei a esquina e pude avistar o mothel ao longe, sorri malicioso.


— Isso! Ela fala igual a mim, então ela é brasileira? 


— Não, ela só aprendeu a falar o seu idioma. Ela fala a língua local.


— Ah. E os outros empregados? É que eu só falo com a Marieta.


— E continue assim, além de mim apenas ela fala o seu idioma.


— Que lugar é esse? — Luna pergunta assim que  adentro o mothel.


— Um lugar que sempre vinhamos, você adorava. — Minto.


— Sério? Que bom. — Sorriu, tadinha tão inocente. — Assim que entramos no quarto eu a agarrei e ela deu um pulo. — O que você tá fazendo? — Perguntou corada, eu fiquei mais duro ainda.


— Estou com saudade das nossas noites. — Beijei seu pescoço e ela se arrepiou. — Você não? — Desci minha mão até sua bunda e apertei.


— E-eu não lem-lembro. — Arfou quando a encostei na parede e pressionei minha ereção na sua barriga.


— Então vamos fazer você lembrar. — Subi minha mão por baixo do seu vestido e acariciei seu clitóris coberto pela calcinha, ela gemeu.


— Eros, pa-para. E-eu não posso fazer isso. — Era só o que me faltava!


— Porque não? Sou seu marido, baby. — Ataquei seus lábios e ela correspondeu, desci meus beijos por seu pescoço enquanto acariciava sua intimidade.


— Mas... hum... e-eu não lembro... hum... de você... ah! — Era a primeira vez que eu a via assim, eu estava muito duro!


— Baby, eu preciso de você. Confia em mim? — Perguntei olhando nos seus olhos que brilhavam em excitação.


— Confio. —Ah minha Sereia, estou adorando ter você sem memória. 


Voltei a beijar sua boca, a peguei fazendo ela entrelaçar suas pernas em minha cintura. Caminhei até a cama e a deitei ficando por cima dela enquanto a beijava e roçava meu membro na sua calcinha encharcada. Luna gemia e aquilo me deixava cada vez mais excitado. Seu vestido tinho botões frontais e foi muito fácil tirar o seu vestido. Ela estava com uma lingerie também vermelha, olhei para ela e a mesma estava corada. Me levantei ficando em pé a sua frente e tirei minha roupa ficando de cueca box branca. Voltei a ficar por cima dela e tirei seu sutiã/top. Abocanhei um de seus seios enquanto massageava o outro, Luna gemia gostoso e eu ficava cada vez mais louco para fode-la. Desci os beijos por sua barriga e quando cheguei na sua intimidade ela tentou fechar as pernas mais eu não deixei. 


— Calma, baby. Relacha. — Ela assentiu. 


Tirei sua calcinha e dei de cara com o meu paraíso particular. Passei dois dodes pela sua entradinha molhada e ela se contorceu em prazer. Sem demora eu comecei a chupar sua bocetinha e ela gemia louca de tesão, comecei a me esfregar no colchão na tentativa de amenizar a dor de tão duro que eu estava. Coloquei dois dedos dentro da sua intimidade e não demorou muito pra ela se derramar em meus dedos. Tirei minha cueca e meu membro saltou duro, Luna olhou e corou em vergonha. Eu queria que ela me chupasse, mas eu tava tão duro que só pensava em me enterrar na sua bocetinha quente e molhada. Olhei para Luna enquanto pincelei meu membro na sua entrada molhada, ela fechou os olhos gemendo.


— Isso, geme pra mim; gostosa! — Entrei de vez e ela gemeu/gritou alto. Comecei a meter enquanto ela gemia abraçada a mim, eu não ia demorar a gozar.


— Awn... Mais rá-rápido! — Luna pediu. Comecei a bombear rápido dentro dela, eu sentia que estava perto; logo eu gozaria. Aumentei as investidas, podia se ouvir o barulho do meu pau entrando e saindo da sua boceta. — Ahh, Eros! — Gritou meu nome enquanto gozava, isso foi o fim e eu me derramei dentro dela. 

Essa perda de memória está sendo ótima!






















Notas Finais


Olá, meus amores! Primeiramente quero pedir desculpas pela demora e pelo capítulo ruim. Mas eu tenho um motivo pela demora, um motivo muito doloroso. Perdi uma amiga, sim ela morreu. Foi inesperado, uma surpresa que me pegou desprevenida. Foi tudo muito rápido, eu perdi o chão. Quem já perdeu uma pessoa amada sabe como dói, espero que me entendam. Meu coração ainda está abalado, ainda não caiu a minha ficha. Talvez eu demore em postar, talvez não. Só peço do fundo do meu coração que me entendam.
Beijos e fiquem bem, meus anjos!
💗💗💗


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