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História Serendipidade - Capítulo 3


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Notas do Autor


Oi gente tô postando de madrugada kk fiz uma capa nova, gostaram???

Leiam as notas finais ok

Capítulo 3 - Negação


Fanfic / Fanfiction Serendipidade - Capítulo 3 - Negação

Saí daquele jardim em passos pesados, irritado com a situação. Quem essa menina pensa que é? E o que ela está fazendo aqui? 

Meus pais planejaram isso quando eu era só uma criança, e com meus dezessete, encontraram uma subordinada e fecharam o acordo sobre a minha vida. Não vou negar, ela era uma garota bonita e notei seus olhares sobre mim quando nos encontramos, mas essa história toda me fazia não ter interesse algum nela. Eu, como filho único, herdei a coroa e estou preso. Grande parte das vezes eu gostaria de ter um irmão mais velho que tomasse essa posição para que eu não precisasse fazê-la.

Entrei na baia e fui em direção a Azura, minha égua. Passei a mão nela em gesto de carinho e abri a porta, puxando pelo cabresto para que viesse até mim. Azura é uma égua puro sangue branca, ela é extremamente dócil, meu pai me presenteou no meu aniversário de treze anos, desde então, ela era uma companheira. Ela não é minha única amiga de estimação, eu também tenho um bichano chamado Happy. Quando criança, eu o achava idêntico a mim por ter a colocação do pelo diferente do convencional. Não o vi hoje, acho que deve estar atrás de alguma gata. 

Ajeitei a cela na égua e montei. Quando fomos ao gramado adentro, fechei meus olhos e senti aquela sensação que eu sabia que era minha favorita, sentir a brisa gélida batendo no meu rosto era minha paixão. Galopando em alta velocidade, vejo a grama verde e o formato de árvores e arbustos passarem diante dos meus olhos, respirei fundo e me permiti esquecer de todos os meus problemas, pelo menos enquanto saía em disparada ao meu destino. 

Depois de minutos galopando, cheguei onde queria. O três flechas  é uma taberna fora dos limites de Honória, assim como muitos que frequentam, eu venho quando quero fugir, sem preocupação se me acharão. Deixei Azura do lado de fora e entrei, dando uma boa olhada no lugar e percebendo que Gray se encontrava em uma mesa ao fundo, perto das janelas. Fullbuster veio de um lugar distante, onde é inverno quase o ano todo e as geleiras tomam conta de tudo. O conheci quando separei uma briga no qual ele havia se metido, estava bêbado e era novo aqui, a implicância foi certeira. Depois disso, começamos uma amizade e nos vemos na taberna sempre. 

— E aí, cara. - Gray se pronunciou quando me percebeu indo em direção a mesa onde ele está 

— Gray. - O cumprimentei. — Começou a bebedeira cedo hoje. 

— E eu vejo que você não está muito diferente já que veio na taberna durante o dia. - Soltou um riso debochado. — Vou mandar trazerem cerveja. 

— Sim, você está certo. Estou precisando beber e esquecer que existo hoje. 

— Qual a sua? 

— A tal da minha noiva chegou de viagem hoje. 

— Oh sim, entendo. Agora sei a causa dessa sua raiva toda. – Fez sinal com a mão. — Vai ter que parar com suas saídas para caçar mulheres. 

— Isso é o de menos, eu poderia fazer escondido se eu quisesse. O problema, na verdade, vai ser aguentar essa mulher me enchendo caso eu faça isso. Você consegue imaginar que ela me ameaçou? 

— Como assim?

— Na verdade, não chegou a ser uma ameaça com todas as palavras. Mas eu tenho certeza que se ela soubesse de algo iria correr para minha mãe e faria da minha vida um inferno. 

— Pense pelo lado bom. Você para com sua vida de prostíbulos e começa a vida com sua esposa, ela também tem o que te agrada. 

— Mas nem pensar. - Com o braço apoiado na cadeira e sentado de maneira relaxada, sorri maliciosamente ao ver uma mulher já conhecida vir de encontro a mesa com as cervejas na mão. Ela se curvou deixando o decote à minha mostra e sorriu. — Ela até que é bonitinha mas não é meu estilo. Você sabe que eu gosto de mulher com vontade e ela é uma virgem recatada - Aumentei o sorriso cheio de malícia ao ver a bela traseira da mulher. 

— Você sabe que um dia terá que parar com isso, não sabe? Você não pode trepar com putas a sua vida toda. Vai ser rei e tem suas responsabilidades. - Ele bebia com os olhos fechados, falando arrastado. Suspirei fundo, já sabendo disso e decidi mudar de assunto, afinal, vim para espairecer. 

— Estou cansado de falar sobre mim. E você como está? 

— Estou numa boa. Juvia é ótima para mim, ela prepara chás tão incríveis que quase esqueço que gosto de cevada. 

— Ela voltou a mencionar sobre filhos? 

— Você sabe como é. Estamos juntos há algum tempo, eventualmente ela iria ter esse desejo. Mas, como já disse a ela, não está nos meus planos agora.

— Nunca imaginei que veria você planejando crianças até ver você realmente fazer isso.

— Sabe, Natsu, é realmente bom encontrar uma mulher e amá-la. 

— Eu sei. Por esse motivo que amo minha mãe.  - Ele deu uma risada alta. 

— Você não tem solução. - Virou o copo na boca terminando com a bebida.  — Bem, eu preciso ir. Prometi a Juvia que faríamos algo juntos hoje, ela diz que eu tenho estado tempo demais fora de casa. Nos falamos depois. - Gray apanhou o casaco sobre a mesa e o colocou sobre os ombros, se despediu e saiu pela porta. 

Corri os olhos e sorri fitando a mulher que esteve o tempo todo atenta em nossa conversa esperando o momento que eu ficasse sozinho. Ela veio em minha direção e parou na minha frente. 

— Há quanto tempo você não aparece por aqui. - Ela disse se abaixando deixando os seios perto do meu rosto. 

— Olá para você também, Cana. Fico feliz em revê-la. 

— Estive com saudades de você. - Ela sentou no meu colo e pôs as mãos no meu colarinho.

— Você pode apostar que eu também estive. 

Cana começou a distribuir beijos em meu pescoço e arranhando as unhas na minha nuca. Fechei os olhos com força em deleite e senti meu membro pulsar. 

— Você ainda tem aquele quarto nos fundos? - Ela assentiu maliciosa e me puxou pela mão. Assim que abriu a porta, me jogou com força na cama e subiu em cima da minha cintura. O beijo era selvagem e cheio de desejo. 

— Ouvi dizer que você vai se casar. Que pena perder isso… 

A mulher se despiu totalmente e ficou de joelhos diante de mim, retirou minhas vestes e pegou meu membro excitado mas mãos, ela era extremamente boa no que fazia. Fiquei por cima dela e começamos aquilo que interessava de verdade, meus movimentos dentro dela eram rápidos e fundos, a sensação gostosa invadiu meu corpo e, quando senti que estava perto, me retirei do corpo dela e me desfiz sobre a cama. 

— Isso foi bom. Obrigado por isso, agora vou indo para casa. 

— Sempre ao seu dispor, Dragneel. - Ela sorriu e virou de costas enrolada no lençol. 

Me vesti e saí pra fora, vendo Azura esperando pacientemente, a montei e fui em direção ao meu lar. Minha relação com Cana era simplesmente apenas sexo. A conheci quando tinha dezesseis anos durante um passeio nos campos, ela é dois anos mais velha e foi com ela que aprendi os primeiros passos da minha vida sexual, perdi minha virgindade com ela e até hoje nos encontramos. Claro que ela não é a única, afinal, a lourinha tem razão, eu sou bastante frequentador de prostíbulos, mas o que eu posso fazer se eu gosto de mulher? E esse é um dos motivos pelos quais eu não quero me casar, não suporto a ideia de dedicar minha vida a uma mulher que não sinto nenhum prazer e não ao menos gosto… Entretanto, o motivo principal é que eu gostaria de viajar pelo mundo. Sou fascinado  pela ideia de conhecer outros mundos, gostaria de ser livre de responsabilidades. Viajar, mulheres e diversão é o que eu gosto. 

Cortei meus pensamentos ao avistar minha casa e suspirei pesado. Já estou preparado para ter meus ouvidos cheios de reclamações.

— Isso é hora de chegar em casa, Natsu? E onde está Lucy? - Foi o que ouvi quando pus os pés dentro de casa. 

— Como que eu posso saber? - Falei irritado 

— Ela é sua noiva, Natsu. Não vou tolerar que a trate assim, haja como o homem que eu te criei para ser. 

— Eu não ligo pro modo como você me criou e muito menos me importo em saber onde essa garota está, pai. Por mim poderia se perder no caminho e não voltar, esse casamento só existe na cabeça de vocês. 

— Já chega! - Minha mãe gritou. Confesso que levei um susto, ela raramente perdia a paciência. — Eu não quero saber de mais nada. Se Lucy não aparecer você é quem vai arcar com as consequências. Já chega de agir como um garoto, Natsu. Já é um adulto e precisa tomar juízo, ela é sim sua noiva e você não tem poder para mudar isso, a única coisa que cabe a você é cuidar dela. 

— Estão muito enganados se pensam que vou ao menos mudar de ideia. Seremos casados apenas no papel e mais nada. 

Me retirei dali e fiquei mais afastado de todos, completamente estressado. Fitei todos preocupados com o sumiço da loura, semblantes tristes e sem ideia de onde ela pode ter se metido. Deve ser horrível para meus pais perder o fundo que traria mais riquezas.

E então a porta abriu retirando o silêncio que dominava o salão. Ela entrou de cabeça baixa com o semblante triste, encarei aquilo com raiva. Como ela consegue ser tão irritante? 

— O casamento será na semana que vem. Eu estava apenas considerando isso, mas agora é uma certeza. - Disse meu pai quando a garota se retirou com sua acompanhante. — Não há brechas para objeções. E, Natsu, se eu souber que você está batendo pernas em prostíbulos, eu terei que tomar sérias decisões. Sua esposa não vai ser conhecida como uma qualquer, trate-a com respeito. 

Ouvi aquilo e pude sentir meu sangue ferver. 

Eu tenho uma semana até que minha vida vire um verdadeiro inferno. 


 


Notas Finais


nesse cap eu falei um pouco sobre o natsu e sim.... A cana eh isso q vcs leram. A cena de sexo foi mixuruca pq o "casal" realmente n faz diferença e eu coloquei mais esforço nas cenas de sexo nalu, vai ter bastante putaria e eu gosto de por palavreado chulo então 🤭🤪

kkk enfim ele e cana são bem amigos e ela é bem legal, n resumam ela a apenas isso q ela faz pra viver ok xauuu até a próxima!!! ❤️


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