História Serendipity - Capítulo 22


Escrita por: ~ e ~Alexsandra_Bi

Postado
Categorias Sergio Ramos
Personagens Personagens Originais, Sergio Ramos
Visualizações 46
Palavras 1.405
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Falta somente mais um, aish tô com aquela bad de termino de fanfic, hehehehehehe, espero realmente que tenham gostado.

Capítulo 22 - Nascimento, Sergio eu te amo


Fanfic / Fanfiction Serendipity - Capítulo 22 - Nascimento, Sergio eu te amo

Pov Beatriz Milla Garcia Leicster

 

Eu estou de nove meses, Sergio e os meninos são uma família muito engraçada, os meninos me chamam de mãe, a mãe de sangue deles nem liga, afinal quase não aparece mesmo, eles são grandes e já entendem, estava no quarto dos bebes, sentadas na poltrona enorme que Sergio quis mandar fazer, uma rosa e uma azul, lendo um livro, enquanto ouvia Mozart, quando acabei senti os bebes se mexerem.

 

- Acho que vocês gostaram desse livro né amores, eu sempre vou ler pra vocês, acho interessante como esse livro acabou e vocês também né - digo carrinhando a barriga que já estava hiper protuberante

- Mamãe, o papai está no telefone - Marco começou a balançar o telefone em minhas mãos 

- Oi amor, vem cá - digo e ele me abraça me entregando o telefone e ficou falando com minha barriga 

- Oi paixão da minha vida, amor da minha vida, como está a concentração - digo animada

- Está bem, como você está vai vir ver meu jogo - perguntou preocupado

- Vou sim, levar os meninos mais tarde - digo sorrindo 

- Papai eles mexeram, eu senti - Marco falou e Sergio ouviu 

- Diz pra ele que eu o amo, eu te amo e estou aguardando vocês, minha família - Sergio falou 

- Eu também te amo, diz tchau pro papai - digo e Marco fala 

- Tchau papai, até mais tarde - ele diz animado e eu sorri encerrando a chamada 

- Vai se arrumar pequeno e chama seu irmão, estou esperando vocês - digo e ele beija minha bochecha correndo pra se arrumar 

 

Todos estávamos com a camisa do Sergio, cada um segurava uma mão minha, ficamos na área da família, Sergio ao me ver, olhou pros lados, correu até mim, deu um beijo apaixonante e eu sorri, ele abraçou os meninos e voltou ao reconhecimento que tem antes do jogo. Ficamos vendo o jogo, até que sinto algo molhar minhas pernas, quando olhei tinha um liquido escorrendo pelas minhas pernas, arregalei os olhos, os meninos me olharam preocupados, eu fiz uma cara de dor, assustando a todos.

 

- Você está em trabalho de parto Bella - Clarisse falou 

- Dói muito, o que eu faço - digo sentindo dor

- Respira devagar, respirações longas e fortes, vem vamos pro hospital - diz me ajudando a levantar e Sergio que estava do outro lado do campo me encarava, no exato momento deu o intervalo e ele correu até mim 

- Amor você está bem, está com dor - ele falou 

- Sergio estou bem, faça um favor pra mim - digo o olhando 

- Qual amor, o que precisa - diz ele 

- Você é Sergio Ramos Garcia, o jogador de futebol, então se concentra no jogo, isso vai demorar, do jeito que eu estou isso vai demorar, AH - gritei de dor e ele arregalou os olhos 

- Amor você está com dor, está em trabalho de parto - diz ele preocupado 

- Estou, AH, mais você tem que se concentrar no jogo primeiro, por favor amor - o beijei antes de ouvirmos que o jogo iria começar 

- Vai, vamos pro hospital - digo e ele afirma completamente preocupado 

 

Fiquei por um bom tempo sentindo dor, quando estava entrando mesmo em trabalho de parto, vou fazer cesária, droga de jogo que não acaba, quando senti uma pontada muito forte e soltei um grito de dor a porta é quase arrombada pelo proprio, eu chorava de dor.

 

- Está pronta, sente isso - o doutor falou e eu não senti nada

- Sentiu o que - falo chorando de dor 

- Calma amor eu estou aqui com você - Sergio falou e eu vi minha mãe, minha avó, minha cunhada, meus pequenos completamente preocupados 

- Vamos pra sala de cirurgia, papai o roupão antes de entrar - o medico disse e Sergio sumiu do meu campo de visão 

- Sergio, cadê você - digo chorando 

- Ele já volta, foi trocar o uniforme do jogo por uma roupa estério - o medico disse e eu afirmei

 

Alguns minutos se passaram e ele apareceu, ficava falando comigo e me destraindo, quando ouvi um chorinho, o olhei e ele estava olhando algo pra ele sorrindo, saiu e voltou com a menininha, morena igualzinha ao Sergio, alguns minutos depois mais um chorinho, Sergio deixou a menininha em meu peito, ela me olhava com aquele sorrisinho , fazia carinho em suas bochechas logo ele apareceu com um meninho muito parecido comigo.

 

- Olha amor, ela parece muito com você - digo sorrindo 

-  Ele parece com você - digo e ele me beija 

- Você realmente quer escolher esses nomes amor - ele falou 

- Sim, Alec e você já realmente gostou do nome - falo e ele sorri 

- Bela - diz sorrindo 

- Alec e Bela Ramos Garcia Leicster - dizemos juntos e ele sorriu 

 

Algum tempo se passou, fui liberada pra voltar pra casa, os meninos vivem paparicando os irmãozinhos mais novos, minha vô e minha mãe vira e meche estão aqui me ajudando.

 

- Amor, pode dormir deixa comigo - Sergio falou quando ouvimos os pequenos chorando 

- Não amor, eu te ajudo - digo me levantando e colocando um hobi, ele apertou minha bunda e me deu um beijão

- Oh maninho calma, o papai já vem - ouvimos a voz do Marco, quando entramos vimos ele brincando com a barriga da Bela enquanto conversava com o Alec, olhei pra Sergio que sorriu 

- A mamãe ela fala que quando vocês estão chorando é porque estão com fome, vou chamar eles, oh oi papai, mamãe - ele diz sorrindo 

- O que está fazendo acordado Marco - digo beijando sua testa e pegando Alec no colo, Sergio Bela

- Eu acordei com vontade de ir no banheiro, quando estava voltando pro meu quarto ouvi eles chorando, vim ver se meus irmãos estavam bem, a senhora falou que provavelmente é fome, então já ia chamar vocês - ele diz e eu sorri 

- Fez bem pequeno, mas não é fome, eles fizeram o mesmo que você - digo e ele ri 

- Posso ajudar - diz animado e eu afirmei 

- Aqui, amor tá usando o talco - pergunto 

- Não já acabei, aqui - ele me entregou 

- Prontinho - digo e Marco falou 

- Boa noite irmãos - ele beijou a bochecha dos dois e as nossas, indo dormir novamente 

- Vem paixão, vamos dormir aproveitando que os quatro estão dormindo - Sergio diz me pegando no colo e eu lhe dou um selinho, o mesmo nos deitou e dormimos novamente abraçadinhos.

 

Pov Sérgio Ramos Garcia Leicster

 

Passou três anos desde o nascimento dos gêmeos, Marco está com cinco anos e Sérgio com seis, o time anda em uma fase difícil, as cobranças sobre mim são maiores que nos demais integrantes, devido eu ser o capitão. Mas a paz que eu tenho quando chego em casa é reconfortante, minha esposa me apoia, cuida de mim e dos pequenos, sempre está ali comigo nos momentos bons e ruins, as vezes eu fico admirando ela, pensando comigo mesmo que quase perdi ela, por medo, por insegurança, a mesma sorriu me vendo a admirar, enquanto ela estava trabalhando, olhou pros lados não viu ninguém, veio rapidinho até mim e me beijou.

 

- Oi amor - ela diz e eu sorri 

- Oi paixão, você está linda - digo e ela sorri

-Você também - diz sorrindo 

- Eu estava conversando com minha sogra, ela concordou em cuidar das crianças hoje - digo e ela me olha confusa 

- Vamos fazer alguma coisa hoje amor - ela perguntou confusa

- Vamos sim, me espera quando sair que vamos ser só eu e você hoje - a beijei e ela sorriu 

- Tudo bem, agora vai lá antes que o Zidane venha te levar pela orelha - diz e eu ri afirmando vendo ela me beijar e voltar pra sala dela 

 

Fiquei treinando, minha pequena ia de um lado para o outro, resolvendo os problemas do time, ela é a melhor, sorrio bobamente quando ela passa e me manda um beijinho, todos riem com isso, eu sempre faço isso, um dia o outro, vira e meche eu levo ela em encontros românticos, para avivar nosso casamento, ela adora, se ela está feliz eu também estou.   


Notas Finais


O próximo é o ultimo capitulo, então espero que gostem.


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