História Serendipity - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Suga
Tags Depressão, Jeongguk, Jimin, Jungkook, Sea, Suícidio
Visualizações 21
Palavras 1.282
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ÚLTIMO CAPÍTULO DA FANFIC AAAAAAAA EU TO CHOROSA
gente, eu to querendo me matar aaa
era pra eu postar de tarde, eu já tinha terminado esse cap. mas eu tive que sair, ai quando eu fui postar o spirit reiniciou e eu perdi tudo aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
mas eu recomecei e tamo ai ne skdk
se vocês chorarem não é culpa minha rs
eu sei que existem outras fanfics com o final parecido, tal, mas eu quis fazer isso porque sim KKKKKJJ
ta bom, chega de enrolação, vamos pro capítulo.
Bem vindos ao acaso, agora vocês sabem o porquê.

Capítulo 4 - ;;eu prometi e irei cumprir minha promessa, Jimin.


Fanfic / Fanfiction Serendipity - Capítulo 4 - ;;eu prometi e irei cumprir minha promessa, Jimin.

seis meses depois do acontecido.


Jimin encontrava-se comendo sua comida, sua tão horrível janta. A comida do hospital psiquiatrico era ruim mas era a única coisa que o Park tinha para comer, ou morreria de fome.



Até os dias de hoje, o mesmo ainda lembra de tudo o que aconteceu no pior dia de sua vida. Ainda lembra-se que espionou pela brecha entre a porta do armário e viu Jeongguk sendo levado à força pelo Min. Sabia que não sairia daquele hospital tão cedo. Mas, estava negando que lembrava das coisas para as enfermeiras, todos os dias. Ele conseguiria sair daquele hospital, mas apenas mentindo. Ninguém apaga nada da mente quando se é forçado.



Enquanto isso, Jeongguk olhava para suas cicatrizes; as quais levará para o resto de sua vida. Olhava pra o chão, com aquele olhar inexpressivo que ganhara quando fora tirado de seu amado. Um dia antes, o mesmo havia descoberto que seu pai ajudara em seu sequestro. Jeongguk, com todos esses meses que passaram-se, estudou cada canto daquela sala em uma tentativa de planejar uma fuga daquele lugar.



Jeongguk percebeu que seu pai e Suga vinham para violenta-lo verbalmente de noite, para ser mais exato umas oito ou nove da noite, provavelmente para não serem pegos. Então, faria alguma coisa para conseguir a chave e algum dinheiro, iria na delegacia, denunciaria, então iria para o ponto de ônibus e assim Jeon estaria no caminho de ver seu amado, vulgo Jimin.



Então, esperou até de noite para executar seu plano. Deitou-se naquele chão frio da sala, mas já havia acostumado-se. Jeon tinha uma estratégia; lembrava de Jimin e seus momentos bons de olhoa fechados, então dormia com o seu amor. O Park fazia tanta falta... 



O de cabelos rosa desbotado estava sendo interrogado, e estava negando pela trigésima segunda vez que não lembrava de mais nada. As enfermeiras ainda estavam desconfiadas, mas poderia sim ser verdade.



— Você está com dor em algum lugar do corpo?



— Não.



— Lembra-se de ontem, o que aconteceu? — outra enfermeira interrogou-o.



— Sim, eu acordei, fiz minhas higienes, lembrei do Jeon, comi um pouco, dormi, almocei, dormi de novo, lanchei, vi televisão, jantei, e dormi.



— Lembra-se do dia em que chegou aqui? 



— Não, eu não lembro de mais nada.



Estava de madrugada, às uma da manhã, quando Suga entrara na sala onde Jeongguk estava posicionado ao lado da porta, e sem hesitar deu-lhe um soco no nariz, fazendo Suga cair desacordado. Pegou o dinheiro do meliante e as chaves daquela sala, trancando-o sozinho. Saiu correndo para a Delegacia. Pediu para a secretária chamar o delegado dali e o mesmo chegou alguns instantes depois.



— Olá, vamos para a minha sala.



Jeon seguiu-o até o escritório e então começou sua denúncia, sentando-se na cadeira. 



— Eu venho sendo violentado fisicamente e verbalmente durante os últimos oito meses, fui forçado a obedecer as ordens de Min Yoongi e Kim Kwang, o primeiro citado me espancou e o segundo violentou-me verbalmente. — falou Jeongguk, com a voz falha e os olhos marejados, mas mesmo assim continuou — eu queria denuncia-los. Como prova, tenho essas cicatrizes — olhou para as cicatrizes, e deixou uma lágrima solitária cair sem permissão em seu rosto. 



— Irei começar a procurá-los. Você sabe mais ou menos onde eles se situam? 



— E-eu... — falou com a voz falha, secando suas lágrimas — eu venho de lá. É na segunda rua a partir daqui seguindo para a esquerda, entra nessa rua e é a décima segunda casa do lado direito da rua.



Jeon sabia exatamente onde ficava a sala que estragou sua infância. 



— Ah, no bairro abandonado... Iremos acionar os policiais e iremos atrás dos meliantes. Agora, você pode se retirar. Obrigado pela denúncia.



Então Jeon saiu dali secando suas lágrimas. No caminho até o ponto de ônibus, encontrou sr. Kim Kwang, mais conhecido como pai de Jeongguk, onde o mesmo resolveu dar um susto em Jeon, que estava desatento. Kwang colocou a mão no ombro de Jeongguk, que olhou para trás e depositou toda a sua força naquele soco, e então mais uma vez, Jeon deixou para trás uma pessoa desacordada por sua causa. Começou a correr novamente para o ponto de ônibus. Chegando lá, sentou-se no bamquinho ali presente e começou a esperar. Chegou lá eram três horas da manhã, e o ônibus apenas apareceu quando eram cinco e quarenta. Seu plano havia sido executado com sucesso, e Jeon pagara a passagem com o dinheiro de Suga feliz, pois acabara de começar o caminho direto para seu amado.



Park havia recebido alta daquele hospital, e saiu de lá do jeito que entrou, com a mesma roupa. Aquela roupa lhe proporcionara um sentimento de tristeza, pois lembrava-se de Jeon Jeongguk. Jimin já não tinha mais esperanças que Jeon estivesse vivo, pois Yoongi era imprevisível. Ele poderia muito bem matar Jeon sem piedade, quanto poderia deixá-lo sofrendo. Ele acreditava mais na primeira opção. Park Jimin estava caminhando sem rumo, até que avistou um grande lago e uma ponte acima de si. Abriu um sorriso triste, pois seria ali que sua vida acabaria. Ele realmente não aguentava mais viver.



Enquanto isso, Jeon sentou-se em um dos assentos mais da frente, perto do banco do motorista. Haviam umas quatro pessoas no ônibus, todas dormindo. Ele tentara dormir, mas não conseguiu. Estava ansioso demais para ver sua xiddig. Então, decidiu ficar acordado e olhar o nascer do Sol. Era tão lindo, como Jimin não gostava daquilo? Não conseguia entender, mas respeitou a opinião de seu amado.



Estava olhando o caminho à sua frente quando por acaso avistou uma pequena silhueta, a sua pequena silhueta; que conhecia muito bem. Começou a perceber que Jimin estava direcionando-se para o parapeito da ponte; então gritou para que o motorista parasse acordando todos que ali haviam, mas não ligou para as reclamações e apenas saiu correndo quando a porta foi aberta, indo onde seu amado se encontrava. 



Jimin, por sua vez, encontrava-se encima do parapeito, prestes a se jogar do mesmo. Abriu seus braços e entregou-se ao vento. Fechou os olhos e deixou-se levar, afinal era o que mais queria. Estava quase perdendo o equilíbrio quando ouvi alguém me chamar.



Uma voz doce, misturada com desespero, ecoou em seus ouvidos; fazendo-lhes abrir seus olhos e olhar para o lado, encontrando Jeongguk, totalmente destruído. 



Antes que tomasse alguma providência, Jeon subiu no parapeito junto com seu amado, e fitou-o. 



Jimin pegou-se totalmente preso aos seus olhos, que tinham uma coloração castanho-escuro; não deixando-o sair daquela transe. Despertou ao som de seu sussuro quase inaudível para o Park.



Jeon beijou-lhe como nunca fizera antes; era um beijo repleto de amor, paz e saudade.



Dizem que, quando há um amor verdadeiro, eles enfrentam todos os obstáculos para continuarem juntos; e foi isso que Jeon fez com seu amado.



— Eu sempre te protegerei, Jimin. Eu sempre te amarei, mesmo depois da nossa morte. Eu prometi e irei cumprir, Jimin. Você sempre será minha xiddig, e se a nossa chama ainda estiver acesa, eu estarei feliz;



Pois tudo o que eu preciso para viver, é que você esteja comigo.



Então, os dois abraçaram-se e caíram da ponte, morrendo naquele lago.



Quinhentos anos depois, na data da morte do casal, a história foi reconhecida mundialmente, e casais apaixonados quando o lago congela patinam e beijam-de lá para demonstrar que seu amor sempre será eterno. 



Jimin e Jeongguk amaram-se até a morte, e não pense que viraram só pó; mas estão aproveitando um mundo melhor, amando-se sem barreiras para atrapalhá-los.



Não pense que essa história acabou por ai, pois as almas gêmeas não morreram, estão ali, patinando por aquele lago, e relembrando os momentos de amor que tiveram em sua vida humana.



Agora, eles são anjos e estão ali, ajudando as pessoas para encontrarem sua alma gêmea.






Notas Finais


AAAAAH EU TO CHORANDO
eu queria agradecer a todos que leram essa fanfic até o fim.
a partir de hoje, vocês não iram receber mais uma notificação de Serendipity ;--;
eu queria agradecer também aos que favoritaram e os que irão favoritar, que isso me ajudou bastante.
a fanfic foi pequena, mas é porque eu tenho tanta ideia, mas tanta ideia, que eu quero escrever mais histórias, mas eu não gosto de ter três milhões de fanfics pendentes pra atualizar.
então, um beijo, abraço e sonhe comigo.

Me siga: @s3a

BYE BYE MEUS AMORES


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