História Serendipity - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, J-hope, Jin, Jungkook, Park Jimin, Princesa, Principe, Selecao, Suga
Visualizações 25
Palavras 891
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prisão


Fanfic / Fanfiction Serendipity - Capítulo 1 - Prisão

Antes de começar a contar como está sendo a minha vida no castelo eu preciso explicar como vim parar aqui. Bom a uns 5 anos atrás o rei da região onde eu morava faleceu e meu pai que era o seu conselheiro acabou sendo dispensado, mas como foram anos de serviços prestados a realeza do sudeste o seu filho e rei atual foi muito generoso e nos deu uma boa quantia dinheiro. Esse dinheiro nos ajudou principalmente quando uns 2 anos depois a minha mãe foi diagnosticada com câncer e apesar de termos gasto tudo o que podíamos nos tratamentos fora do país ela acabou não resistindo. Foi complicado demais perder a minha mãe e ainda mais sob aquelas circunstâncias e isso com o tempo acabou com o papai. Ele passou a beber e fumar, gastar o que restou do nosso dinheiro com prostitutas e outras coisas totalmente desnecessárias para nós e o resultado disso tudo foi a nossa falência. Ficamos tão na merda que nossa casa foi a leilão devido a falta de pagamento dos impostos, mas antes disso acontecer meu pai a vendeu e nós fugimos para o sul. Meu pai que havia estado naquela região algumas com o rei sabia de alguns lugares que poderíamos ficar e foi assim que conseguimos nos manter escondidos por quase 2 anos antes de sermos descobertos. O único problema que tivemos foi que eu e ele as vezes íamos para a cidade fazer alguns serviços para conseguirmos comprar comida e numa dessas vezes ele acabou indo até a casa de um militar do sul para consertar algo e acabou encontrando um antigo amigo. Apesar de conhecer boa parte do exército do sudeste e manter uma boa relação com todos, meu pai era considerado um foragido da lei e foi inevitável que ele não fosse preso. Como tinha cometido crimes em uma região e estava em outra ele foi julgado da corte dos 5 reinos que fica na região centro-oeste. Todo o processo demorou cerca de dois dias, mas mesmo com um bom advogado do seu lado no final ele acabou sendo sentenciado a 10 anos de prisão devido a diversos agravantes. Eu não acompanhei a sentença já que não quiseram me levar junto, mas quando o trouxeram de volta me entregaram as duas únicas coisas que ele tinha antes dele ir preso definitivamente: o relógio e a caneta do seu bisavô. Foi horrível ter que ver ele partindo assim desse jeito, mas eu ainda poderia ir visitá-lo, certo? Eu ia ser forte por nós dois e aguentar por esses 120 meses que iriam se iniciar agora. Apesar de ter sido muito profissional e gentil comigo o advogado público que nos arrumaram não serviu para me dizer que como eu já estava para completar 20 anos a coroa não tinha mais nenhuma responsabilidade sobre mim e que como não tínhamos mais posses nenhuma eu estava na rua. Para me sustentar eu poderia dar aulas de inglês, francês, espanhol ou qualquer outra língua que eu soubesse, mas sem uma formação acadêmica ninguém ia confiar em mim para isso, eu pensei em voltar a serviços domésticos pelo reino, mas depois da repercussão que teve sobre a prisão do meu pai eu acho meio difícil poe agora alguém querer me contratar (as pessoas mais velhas desse lado do Brasil são extremamente reservadas) e então eu me via sem escolhas. Apesar da longa ligação que a minha família tem com a do rei Filipe eu também estava achando difícil eles me deixaram voltar para lá porque ele não tolerava nenhum tipo de traição, e pelo o que eu ouvi ele falar estava magoado com meu pai, segundo as suas palavras, "deveria ter me avisado que estava com problemas que eu poderia te ajudar, mas você preferiu agir pelas minhas costas. É por esse motivo que eu voto a favor da prisão de José Paulo Andrada". Não tendo para onde ir eu recebi abrigo da igreja e passei toda a noite sentada em uma das centenas de fileiras de bancos, chorando e xingando mentalmente tudo e todos. Após a noite horrível que passei deitada naqueles bancos de madeira eu fui acordada por um dos funcionários do castelo e foi assim que eu acabei chegando aqui. Pelo o que ele me disse durante o caminho o rei ficou sabendo que o prisioneiro tinha uma filha e ficou curioso em saber qual era o seu paradeiro.

"Agora entendi porque isso aqui é chamado de casa azul" pensei assim que passei pelos portões da propriedade, e de fato tudo era azul, desde as gigantescas bandeiras com o brasão da família Kim (a grande águia de rapina) até o uniforme dos funcionários. Eu havia entrado em diversos castelos na minha vida por causa do trabalho do papai, mas nunca nesse aqui e agora eu posso dizer com certeza que ele é maior que o do sudeste. Enquanto eu andava com o senhor Francisco para dentro do lugar íamos sendo cumprimentados por todos, até que paramos em frente a uma porta grande (também adornada com a águia símbolo) e enquanto eu esperava do lado de fora ele entrou. Ele saiu e antes de sumir pelos corredores ele disse que o rei me esperava lá dentro. Eu comecei a tremer, mas para não correr o disco de desistir de falar com ele, eu entrei.



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