História Serial Killer - Capítulo 4


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Categorias Originais
Visualizações 19
Palavras 1.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leiturinha. ^^

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Serial Killer - Capítulo 4 - Capítulo 4

No dia seguinte acordei com o gatinho lambendo minha cara, sorri e levantei indo ao banheiro tomar um banho. 

Depois do banho, me sequei e vesti um short confortável e uma regata, amarrei o cabelo num rabo de cavalo e escovei os dentes.

--Adoro esse cheiro de panquecas, bom dia mama

-- Bom dia querida, academia hoje? -ela pergunta me entregando um prato com duas enormes panquecas

-- Sim, tô precisando -digo dando uns tapinhas na barriga o que nos fez rir --Mama, você leva o gatinho no veterinário hoje pra ver se tá tudo bem com ele? Tô pensando em adotar -digo enquanto observo ele tomar leite em uma tijelinha de plástico

-- levo sim, vou terminar aqui e vou lá

-- Okay, agora tenho que ir -dou lhe um beijo na testa, pego minhas coisas e sigo pra academia. Ligo o som do carro e canto o caminho todo.

*13:30*

-- Tô morta de cansaço e de fome -digo me jogando no sofá ao lado de mama que assistia um programa de culinária

-- Me ajuda a fazer o almoço então

-- Okay, só vou tomar um banho rápido.

Subo as escadas e entro no banheiro, ligo o chuveiro, lavo meu cabelo e em seguida me enrolo na toalha. Visto um short de tecido mole e uma blusa branca. Vou pra cozinha e começo a cortar as cenouras

-- Chegou uma caixa pra você, tinha esquecido de falar

-- Caixa? De quem? -perguntei enquanto colocava as cenouras na panela junto aos outros legumes

-- Não sei, vou buscar

Me sentei na cadeira tomando um copo de água e fiquei mexendo no celular, tirando umas fotos bobas na verdade.

-- Aqui está -mama apareceu com uma caixa enorme, dava pra por uma criança ali dentro.

Procurei o nome de quem tinha me enviado o presente mas não tinha nenhum, então comecei a abrir a caixa que estava muito bem lacrada, lacrada até demais pro meu gosto. 

Depois de tirar toda a proteção finalmente vi diante dos meus olhos duas belezuras de arma, não podia acreditar naquilo, mama arregalou os olhos e pegou o bilhete que tinha

~Não esqueci de seu aniversário, apesar de ter passado faz tempo, espero que goste do presente~

-- Nada, nem siglas. Não tem ninguém em mente que possa ter te dado essas armas?

-- Não, não mesmo, mas tô louca pra testar -disse animada segurando uma das armas

-- Tudo bem, mas agora guarda isso e vamos almoçar


Depois de almoçar fui pra um galpão que tinha na parte de trás da minha casa, não é muito grande mas o espaço é bom pra guardar coisas e é pra cá que venho quando quero ficar sozinha principalmente quando estou com raiva, coloquei até um saco de boxe pra poder descontar tudo nele.

Peguei uma placa com alguns círculos vermelhos desenhados e pendurei na parede, dei uma distância boa e depois de carregar as armas comecei a atira. Uma corrente fria passou pelo meu corpo, uma sensação boa tomou conta de mim, fazia tempo que não manuseava uma arma desse tipo e aquilo era maravilhoso.

Depois de bastante tempo testando meu presente subi pro quarto e coloquei um biquine, o sol estava lindo lá fora e por que não aproveitar lá na piscina? Desci de biquíni mesmo, pulando de dois em dois os degraus da escada.

--Mama, vamos pra piscina, tá um sol lindo lá fora... O que você tá fazendo aqui? Cade minha mãe? -meus olhos percorreram toda sala mas n vi mama em nenhum canto

--Que bom que não demorou minha pequena criança, realmente o sol está lindo, por que não vamos conversar um pouco lá fora?

-- Eu não vou a lugar nenhum com você, Lúcio e eu não vou perguntar outra vez, cadê a minha mãe?

--Aquela empregadinha? Ela está bem, não se preocupe -um sorriso surgiu em seu rosto e meu sangue ferveu de raiva me fazendo avançar em cima dele dando-lhe um soco na boca

--NÃO FALA ASSIM DELA SEU PEDAÇO DE MERDA -disse quando dois homens me tiraram de cima dele e me seguraram pelos braços

-- Sempre violenta, certas coisas nunca mudam, não é mesmo? -uma risadinha escapou de sua boca e ele se aproximou segurando meu rosto com força- Não se atreva a fazer isso outra vez, tá me entendendo? Bem, eu gostei da sua casa, poderia me convidar um dia desses pra um jantar

-- Eu não te convidaria nem pra uma água, Lúcio

-- O seu pai roubou uma coisa de mim pouco antes de morrer e eu acredito que esteja com você- disse dando alguns passos e olhando o comodo todo com atenção- então por que não facilita logo e me entrega?

-- O que? Do que você tá falando?

-- Não seja boba, minha criança, sabe muito bem o que eu quero e sabe que não vou sossegar até conseguir

-- Eu não sei do que vo...

-- A JOIA, EU QUERO A JOIA QUE SEU PAI ME ROUBOU

-- Eu não sei que jóia, não tem nada comigo

Um disparo que acertou um vaso fazendo ele em pedaços fez meu corpo arrepiar

-- Ah, não sabe? Talvez minha amiga faça você saber bem rápido -a arma fria encostou na minha testa e eu fechei os olhos com força esperando ele atirar

-- Eu já disse que não sei que jóia é- insisti mais uma vez já sentindo minha voz fraquejar

-- Traz a velha- ele ordenou pra um dos homens e mama apareceu amarrada e com uma fita na boca, meu desespero surgiu e eu não consegui esconder o medo que estava me dominado.

-- Lúcio, não... Por favor

-- Cadê a jóia?

-- Eu já disse que não sei de nenhuma jóia...por favor

Um, dois, três disparos e meu coração parecia ter parado e por um instante... senti ele panrando 

- MAMAAAAA

-- Você tem uma semana pra me entregar essa jóia ou será a próxima.

Corri até mama que estava caída em cima de uma possa de sangue e não contive meu choro, chorei como uma criança que acabara de presenciar a coisa mais importante de sua vida indo embora

-- Fica comigo mama, fica comigo... Por favor não me deixa sozinha



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