História Serial Killer - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Visualizações 14
Palavras 850
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ois, queria agradecer a quem lê, eu realmente pensei que não teria nem uma visualização se quer então vim apenas na intenção de postar minha história e fim. Eu levei um tempo pra poder me sentir segura do que escrevo, sempre me achei um lixo pra isso, mas eu tô tentando vencer esse medo das críticas e tals. Talvez não se torne uma história famosa, com muitas visualizações e favoritos mas eu amo escrever e pretendo continuar mesmo que flope kkk, bem, é isso. Mais uma vez, muito obrigada a todos quem lêem e acompanham. ^^
Boa leitura.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Serial Killer - Capítulo 5 - Capítulo 5

5meses haviam se passado, eu ainda não tinha superado totalmente a morte da mama, ainda vou vingar minha perda nem que eu vá até o inferno pra isso.

Quase todos os dias ia até o cemitério levar margaridas, eram as favoritas de mama, ficava bastante tempo lá, contava as novidades, desabafava, cantava algumas músicas baixinho...

- ela teria gostado de você -digo enquanto uma mão macia acaricia meus cabelos-

- e eu tenho certeza que amaria ela -

Justin e eu estamos saindo faz um pouco mais de um mês, não estamos namorando oficialmente mas a companhia dele tá me ajudando bastante com a morte da minha mãe, ele me traz tanta paz que me arrisco dizer que logo logo o chamo pra morar comigo.


- eu gosto desse filme, deixa aí

- tá bem, vou fazer pipoca -me levantei indo até a cozinha mas no caminho senti tudo girar, tentei apoiar na parede mas foi em vão e cai no chão

-você tá bem? O que houve? -ele perguntou me pegando no colo e me colocando deitada no sofá

- foi só uma tontura, deve ter sido uma queda de pressão, eu tô bem.

Fiquei deitada no sofá esperando Justin voltar com a pipoca, assistimos uns 3filmes e quando nos demos conta já estava anoitecendo

-preciso ir, não posso chegar atrasado na academia ou sou demitido -disse me dando um selar demorado

-tudo bem, avisa quando chegar?

-aviso sim, qualquer coisa me liga que eu venho, tá bem

-uhum -coloquei os braços envolta do seu pescoço e o beijei com intensidade, eu não queria que ele fosse mas não posso prender ele aqui, principalmente em dia de trabalho.

Tranquei o portão assim que o carro virou a esquina e fui até o galpão aonde costumava testar minhas armas, olhei pra todas elas e decidi descarregar toda tensão que havia em mim.


-Vem, vamos tomar um banho -disse pegando o gatinho que estava deitado perto da porta.

Subi pro quarto e deixei a banheira enchendo enquanto escolhia uma música pra relaxar, uma sensação estranha tava tomando conta de mim e eu não estava conseguindo me livrar daquilo. Entrei na banheira com a água quentinha que fez meu corpo arrepiar e relaxar assim que me afundei toda na banheira, fechei os olhos por uns segundos e vi uma imagem minha com a mama, abri os olhos e as lágrimas caíram

-você me faz tanta falta- apoiei os braços em cima da banheira cruzando eles e apoiando a cabeça em cima.

Sai e vesti um pijama fresco e me deitei, tava tão exausta que cai no sono rápido.


- você nunca vai ter as jóias, desista logo -gritrei deixando visível as dores por conta dos cortes que eram feitos em meu corpo

- você não me da escolhas a não ser - por questões de segundos senti algo perfurar meu peito e me derrubar não chão.


Acordei suando frio e muito assustada com o pesadelo que acabara de ter, me sentei na cama passando a mão pelos cabelos tentando fazer minha respiração voltar ao normal, um vento forte e frio invadiu o quarto fazendo alguns quadros balançarem, me levantei pra fechar a janela e logo ia voltar pra cama quando um barulho no andar de baixo me fez desviar o olhar pra porta, tinha alguém lá.

Peguei minha arma que ficava perto da cama e desci as escadas fazendo o maior silêncio possível, ouvi pratos quebrarem na cozinha e uma sombra se movimentar, dê me paciência pra isso.

- quem tá aí? -perguntei tentando manter calma mas estava assustada, os cachorros não latiram, isso tá estranho- mãos atras da cabeça e não se mexe- falei quando encontrei o rato que tava perturbando

- não é que a vadiazinha tá gostosa mesmo? -o indivíduo se virou dando uma gargalhada- bela casa, seu pai deve tá orgulhoso de você lá do inferno

-quem é você? O que sabe de mim e do meu pai?

- eu sou a pessoa que veio pra acabar com você, mas antes -me olhou de cima a baixo e mordeu os labios- a gente podia se divertir um pouquinho

- eu não tô acreditando nisso -dei um tiro mas ele conseguiu desviar e veio pra cima de mim fazendo com que eu caísse no chão e a arma voasse para o outro lado da cozinha

-xiiii, vai ser bem rápido -disse tampando minha boca com uma das mãos, mordi a mesma e logo senti um soco no rosto

-desgraçado- juntei forças e o empurrei fazendo bater no balcão, me levantei pra pegar a arma mas senti meu pé ser puxado, agarrei uma cadeira e a joguei nele, corri pra pegar a arma e sem pensar duas vezes dei três disparos.

Sentei no chão apoiada na geladeira e deixei um suspiro escapar, o que eu faço agora? Subi e vesti um moletom, arrastei o corpo até o carro e segui em direção a um córrego que tinha 3quadras dali e joguei o corpo lá, com um pouco de dificuldade mas caiu bem aonde devia.

Voltei pra casa, joguei as chaves na mesinha e me joguei no sofá, fiquei assistindo programas aleatórios e quando me dei conta já estava amanhecendo.

-Quero umas férias de mim.



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