História Serial Killer - Capítulo 17


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Categorias Stranger Things
Personagens Eleven (Onze), Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler
Visualizações 17
Palavras 901
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Na boate


Fanfic / Fanfiction Serial Killer - Capítulo 17 - Na boate

Quando chego em casa com Sadie meu pai havia deixado um recado dizendo que iria chegar tarde. Gravo um para ele dizendo que irei dormir na casa da ruiva e coloco minhas roupas na mochila.

- Vamos – eu digo.

- Ele vai ficar furioso porque não falamos com ele pessoalmente.

- Então ele devia ser mais presente – digo trancando a porta.

Já passava das onze quando chegamos a tal boate. O som me impediu de ouvir meus próprios pensamentos. 

Sink estava feliz no começo, mas vi seu rosto desmoronar quando viu Caleb conversando com uma garota no bar.

- Vão escolher suas mesas e eu vou pegar as bebidas, ok? – Lieberher diz e dá um selinho na ruiva.

- Tá – ela diz, seu rosto ilegível.

Caminhamos para uma mesa vazia que estava longe da pista.

- Você esta bem? – pergunto a ela.

- Sim, estou – ela sorri mentindo.

- Hm, eu tenho uma coisa para te falar. E não sei se é para mim falar, mas foda-se. Eu vou. – eu digo rapidamente para Jaeden não ouvir.

- O que foi? – ela parecia alarmada.

Respirei fundo.

- Caleb está apaixonado por você – digo – Pronto falei.

Ela ficou branca como uma vela sob as luzes da boate.

- Sadie? Você esta bem? – perguntei alarmada.

- O-o que disse?

- Eu falei com ele essa semana e ele me confessou que está apaixonado por você. Ele parecia bem sincero – dei de ombros.

- Pensei que não gostava dele – foi só o que ela disse.

- Bem, os amigos dele são idiotas, mas ele nunca me fez nada pessoalmente. Não estou falando que devia largar Jaeden e tal. Só achei que deveria saber.

- Não – ela balança a cabeça. - Não quero saber. Estou bem assim. – ela diz meio rude.

- Ok, garota. Faz o que quiser. – me rendi com as mãos pro alto.

Lieberher chegou em seguida com nossas bebidas.

- Você está bem? Parece um pouco pálida – ele comenta.

- Nada não, é que esta um pouco abafado aqui. Eu vou no banheiro. – ela diz levantando-se.

- Vou junto. – falo.

- Não. Eu quero ir sozinha. – ela fala e sai.

- O que houve? – Jaeden me pergunta.

-Sei lá. Vou ali, volto já. – falo deixando a bebida de lado.

Procuro Mclaughlin por toda a boate e encontro-o na pista dançando com uma morena peituda. Cutuco o braço dele e ele se vira surpreso.

- Então é assim que você gosta da Sadie? – pergunto no seu ouvido – Dançando com qualquer vadia que aparece? – eu falo e saio.

- Millie, espere! – ouço ele gritar através da multidão.

Paro e espero ele chegar até mim.

- O que é quer que eu faça?! Ela chegou com a porra do namoradinho engomadinho!!! Ela não desgruda dele. Como posso competir? – ele parecia meio bêbado.

- Lute por ela, cara! Ela ainda o ama e está machucando o Jaeden. Então corra atrás antes que seja tarde.

- Ela ainda me ama? – ele diz com um brilho de esperança nos olhos.

- Se não amasse, eu não estaria aqui falando com você, tá? – eu expliquei rapidamente – Mas afinal você não é um idiota e mesmo se for, eu arranco sua cabeça fora. De qualquer maneira, ela está no banheiro. Vou manter Jaeden na pista o maior tempo possível – falei e pisquei para ele.

Mclaughlin me puxou e me agarrou num abraço de urso que fez minhas costas estralar.

- Você é demais! Finn nunca ia conseguir me ajudar. – ele ri.

- Aquele mané? Te ajudar? Ele ia deixar você morrer virgem, queridinho. – falei e ele riu.

Atravessei a multidão e vi Lieberher sentado, esperando a ruiva.

- Ela vem já – sorri – Vamos dançar?

Ele deu de ombros e me pegou pela mão.

A musica era eletrônica, bem animada, então não ficamos muito perto um do outro. O problema era que ele ficava olhando para os lados a procura da namorada.

- Ela está demorando, não acha? – ele disse pela milésima vez.

- Hm, eu vou checar ela. Fique aqui. – falei atravessando a multidão.

Soltei um palavrão quando vi Mclaughlin conversando com Sadie -bem pertinho um do outro- e senti Jaeden atrás de mim.

Caleb acariciou uma mecha de cabelo da ruiva e ela suspirou. Lieberher passou por mim como um foguete.

- Fique longe dela, seu idiota. – o de olhos azuis falou agarrando Caleb pela camisa e puxando-o.

- Jaeden, não!- Sadie e eu gritamos ao mesmo tempo.

Mclaughlin se recuperou, saindo do aperto dele e dando-lhe um soco, fazendo-o cair em cima de uma mesa.

- Caleb, pare! – gritei e tentei ir até ele, mas um braço forte me pegou pela cintura.

- Você não vai querer se meter nisso, Brown – Wolfhard falou.

- Mas eles vão se machucar! – eu grito.

Uma roda já havia se formado em nossa volta.

Jaeden se levantou com uma mão no queixo e depois se atirou em cima do moreno. Os dois caíram no chão trocando socos e pontapés.

- Finn, faça alguma coisa. – eu peço.

Wolfhard e mais outro cara interromperam a briga, mas Lieberher ainda estava tentando se soltar para avançar de novo.

- Vou te matar, filho da puta – ele gritava para Caleb.

- Estou esperando. – Mclaughlin sorriu.

Sadie foi até Jaeden, que pegou-a pela cintura.

- Nós estamos indo, Millie. Você vai também? – ele me pergunta.

- Hm, sim – eu dei um olhar encorajador para Caleb antes de sair.



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