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História Serial Killer - Capítulo 56


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Capítulo 56 - Isso é um sim?


Fanfic / Fanfiction Serial Killer - Capítulo 56 - Isso é um sim?

- Fala de novo – ele pede mais uma vez enquanto me abraça forte.

- Eu te amo, seu idiota – eu falo e ele ri.

- Meiga, como sempre.

Estávamos a mais de meia hora nos beijando e nos abraçando.

- O que você pensou quando me beijou pela primeira vez? – ele me perguntou certa hora.

- Fiquei meio "oh puta merda, ele beija bem, apesar de ser um pau no..."

- Ok, ok, eu já entendi – ele diz rapidamente e eu rio.

- E você? O que pensou? – perguntei.

- Eu pensei: puta merda, ela é gostosa!- ele disse empolgado.

Bati nele. Com força.

- Aah, então é isso o que você vê em mim? Tarado. – reclamo.

- Claro que não, mas isso vem de brinde – ele brinca ganhando mais uns tapas.

Ficamos mais um pouco até que vimos Caleb passar com Sadie nas suas costas. Ela batia nas costas dele, gritando com ele um monte de palavrão que eu tenho certeza que ela tinha me copiado. Ela aprende rápido.

- Você corrompeu a mente da menina. Está satisfeita? – ele brinca mordendo minha orelha.

- Sim. Ela era muito boazinha pro meu gosto – eu digo e ele me aperta.

- Parece que você não tem carona para casa – ele comenta.

- Eu posso pegar carona com um lindo jogador de futebol.

- Hmm... e quem seria?

- Louis.

- Só por cima do meu cadáver – o cacheado grunhi.

Eu ri com a cara que ele fez e me levanto.

- Eu tenho que ir. – eu falo.

Ele me puxa.

- Vamos dançar uma musica e depois te levo par casa – ele pede e eu assinto.

Fomos para o salão e quando ele me envolveu em seus braços eu perdia a noção do tempo. A música era lenta e suave enquanto ele tracejava seus lábios no meu pescoço.

- Já te falei o quanto você está gostosa nesse vestido? – ele me perguntou.

- Um milhão de vezes.

- E não me canso de falar.

- Você é um puxa saco, Wolfhard – eu comento em tom de brincadeira.

- Me magoou! – ele disse fazendo um biquinho.

- Sério? E o que tenho que fazer para você melhorar?

Uma tossida nos atrapalhou. Quando me virei vi Oona sorrindo abertamente para o garoto ao meu lado. Meus olhos ficaram vermelhos instantaneamente e meu corpo ficou tenso junto de Finn. Acho que ele percebeu isso quando suspirou e passou seus braços em volta meu, apertando firmemente.

- O que quer, Oona? – ele pergunta e vejo uma pontada de surpresa nela quando ouve a hostilidade vindo do cacheado.

- Eu queria saber quando você vai terminar ai, sabe, para dançarmos juntos. – ela sorri e morde o lábio.

Eu não consigo conter minha risada com a tentativa fútil de sedução dela. Ela me olha como se eu fosse de outro planeta.

- Hmm, Oona, acho que não vai dar – Finn fala calmamente.

- Por quê? – ela pergunta.

- Você é lerda assim mesmo ou tá se esforçando? – pergunto com curiosidade.

Ela pisca para mim, surpresa. Sinto Finn suspirar de novo.

- Sério, eu me preocupo com você – eu falo docemente – Você vem para um baile se esfregando de cara em cara, uns até acompanhados, na tentativa imbecil de conseguir alguma atenção de alguém. Ou isso é muita carência ou é falta de caráter mesmo. Eu acho que isso não tem cura – eu sorrio para ela e pego na mão do cacheado – Agora com licença, porque eu e MEU NAMORADO VAMOS PARA CASA! – eu falo e percebo que todos estão nos olhando com os olhos esbugalhados.

Finn ri ao meu lado e depois disso saímos.

Essa foi uma noite e tanto.

- Será que Caleb levou Sadie para casa? – pergunto quando entramos no carro.

- Acho que não – ele disse e depois ficou me olhando sem piscar.

- O que foi? Tem alguma coisa no meu rosto? – pergunto preocupada.

- Você me chamou de namorado. Na frente de todos do colégio – ele diz lentamente.

- Eu gosto de saídas dramáticas – eu afirmo nervosa.

Ele assente e olha para frente.

- Tem certeza que só é isso? – ele pergunta com um meio sorriso.

- O que você quer que eu diga? – pergunto logo de cara.

- Você disse a eles que sou seu namorado – ele diz novamente.

- E? – não entendo aonde ele quer chegar.

- E daí que não somos namorados. – ele diz olhando para mim.

- Já é tarde, Wolfhard, acho que devia me deixar em casa – eu murmuro olhando para a estrada

- Não ainda. Não até conversarmos. E então? – ele pergunta chegando mais perto. – Por que disse a Oona que eu era seu namorado?

- Porque eu não gostei do modo como ela nos abordou. Vai me dizer que não gostou de ver a cara dela? – eu ri ainda pensando na cara dela.

- Tem certeza que é só por isso? – ele pergunta.

- Ai, Finn, você está me estressando! – eu dou um longo suspiro.

- Eu quero saber se você ainda vai se esconder ou admitir logo nosso relacionamento – ele diz com uma voz inteiramente confiante.

- Não temos um relacionamento.

- Ainda – ele rebate.

- Que seja.

- Isso é um sim?

- Um sim para quê?

Ele grunhi.

- Responde logo, Millie. Eu estou ficando louco aqui. – ele diz rapidamente.

- Responder sim a que? – pergunto novamente.

Ele me olha por um tempo até vir para perto de mim, tão perto que nossos lábios quase se cruzam.

- Quer namorar comigo? – ele pergunta.

- Sim – aceito e mergulhamos num longo e demorado beijo.

 


Notas Finais


Os dias de glória chegaram!


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