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História Série Amores improváveis - Taeyoonseok, Nanjin, Jikook - Capítulo 115


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Capítulo 115 - Os segredos de Jin


Fanfic / Fanfiction Série Amores improváveis - Taeyoonseok, Nanjin, Jikook - Capítulo 115 - Os segredos de Jin

Pov Namjoon


 Me livrei das roupas de Jin, mais parei ao perceber que ele parecia tenso. - Não quer ir além?



 - Eu quero, muito. Só não posso.



 - Você confia em mim?



 - Sim... — Deitei sobre ele beijando sua boca, seu gosto era como eu me lembrava.



Jin arranhou minhas costas e abdômen, observei ele e meu pau ficou duro como rocha só de vê-lo nu, seu corpo era uma pintura, tão perfeito e delicado, desenhando com detalhes, e eu o adorei, cada centímetro, com cautela.



 Beijei e lambi com desejo seus mamilos, desci até sua virilha e abri e suas pernas, Jin gemeu aos quatro ventos quando o chupei, seu corpo se contorcia e ele cantava meu nome enquanto eu chupava do seu pau até sua entrada. 



Ele abriu mais as pernas e empurrou minha cabeça em sua direção, lambi com precisão sua entrada apertada o vendo gemer, estava corado e apertava fortemente os lençóis da cama.



Quando Jin explodiu parecia supreso, assustado. - O que fez comigo Namjoon?! — Seus olhos estavam pesados, seu corpo completamente relaxado. 



- Nunca gozou antes?



 - Nunca.



- Foram tão ruins suas outras experiências? — Me irritava só pensar que outro já pôde explorar aquele corpo que era meu. 



- Eu nunca fiz nada remotamente parecido. — Olhei pra ele que agora estava com os olhos abertos. - Eu sei, alguém como eu virgem, parece uma piada! — Ele se cobriu e sentou na cama, quase rosnei furioso, não queria seu corpo magnífico escondido de mim.



 - Não é isso, só que você deu encima de mim como se fosse experiente, além disso olhe pra si, milhares mataria pra ser seu homem. 



- Confiança é tudo. — Aquelas palavras saíram do seu coração e eu sabia. 



- Porque nunca teve ninguém Jin? 



- Porque você fez cicatrizes em si mesmo? — Ele não esperava obter respostas e assim não ter que da-las também.



 - Eu gostei de uma humana a séculos atrás, ela vivia dizendo quão lindo eu era. Mais era humana e frágil, quando morreu fui obrigado a levá-la ao paraíso, fiz as cicatrizes na volta, não queria que gostassem de mim novamente e assim não passaria por aquilo nunca mais. — Ele ficou em silêncio, supreso.



 - Sinto muito Joonie. 



- Já faz muito tempo. Agora é sua vez. — Jin olhou pro quarto, parecia tentar achar uma resposta, mais respirou fundo. 



- Minha mãe é conhecida pelos muitos amantes que teve, claro que a fama caiu sobre mim também. Então fui atacado por um bastardo que tentou me agarrar, eu o matei pra me proteger e fui preso. No tártaro conheci meu pai, ele me deu um presente. Uma chave, é ela que Cronos quer.



 - E porque ainda não tomou? 



- Precisa ser dada por vontade própria, se alguém tentar me matar morre no meu lugar. Por isso ele mandou você me matar, pra pegar a chave em meu corpo sem vida.



 - Entregue a chave a ele e não morra Jin. 



- Nunca!



 - Eu não vou dizer que entendo, não tive um pai ou mãe, mais não pode sacrificar tanto.



 - Vai muito além disso Namjoon, se eu der a chave perco as memórias, não lembrarei de nada, nada! Além disso estou vivo graças a ela. — Jin ficou de pé e já usava uma longa camisa, minha. Estava deslumbrante. 



- E se ele achar algo pra trocar com você?



 - Impossível, não quero nada. — Caminhei até ele e o puxei pra mim, ele sorriu ao senti minha ereção.



 - Você quer fazer amor comigo, eu sinto sua excitação, então porque não pode? 



- Você faz perguntas demais flores.



 - Posso te dá mais orgasmos em troca de respostas.



 - Você é safado. Justo. — Segurei em sua nuca e beijei sua boca carnuda, ele ofegou se entregando pra mim, oh sim, todo meu!



 - Responda Anarquia. — Ele rosnou como um gatinho bravo e se afastou, meu pau começou a pulsar. 



- Sou amaldiçoado Namjoon, tanto quanto você. — Olhei em seus olhos, mais eles não vacilaram.



 - Que tipo? Porque? Quem? — Eu só precisava do nome pra cuidar do responsável.



 - Calma flores, não precisa matar ninguém. Eu estava sendo cobiçado por um deus que já tinha uma companheira, quando ela descobriu me amaldiçoou. Se algum homem penetrasse em mim eu me ligaria a ele pra sempre. Não veria ninguém mais em minha vida, e se ele deixasse de me amar eu continuaria a sofrer por ele. Por isso matei aquele homem, ele sabia e tentou fazer comigo. 



 Segurei seu rosto lindo entre minhas mãos e beijei sua testa com carinho. — Eu sinto muito... 



- Não sofro com isso flores. 



- Sei formas de curar o seu "não" sofrimento. — Sua camisa caiu no chão e eu o levei pra cama, ele estava por cima e ficou surpreso. - Rebole pra mim, bem gostoso.



Ele se apoiou em meu peito e começou devagar, sem jeito, tentando achar um ritmo, só com isso eu já estava pronto novamente. Segurei em seu quadril quando suas reboladas ficaram intesas, Jin fechou os olhos e jogou a cabeça pra trás, falava meu nome de forma ofegante e cravava suas unhas em meu ombro.



 Apertei sua bunda o ajudando a ir mais rápido, meu pau latejava e eu apertava também suas pernas olhando pra ele que estava lindo daquele jeito, segurei em seu pau e comecei uma masturbação lenta, em seguida no ritmo das suas reboladas. 



Jin gemia e ofegava, quando gozou chamando meu nome eu gozei murmurando o seu. 



Pov Hoseok 



Eu estava sentado na sala principal, perfurando o braço com a ponta da faca, o demônio estava inquieto, susurrando por mais. Em breve. 



Aeron entrou na sala, carregava um olhar sombrio, ameaçador, Namjoon entrou logo depois, a noite provavelmente foi ótima.



 - Está tudo bem Aeron? — Cameo perguntou, ouvi sua voz me fez querer enfiar uma faca em meu coração, Dor rosnou em concordância, ela levava toda tristeza do mundo em sua voz. Era guardiã da infelicidade, qualquer pontinha de felicidade que ela experimentasse o demônio tirava suas memórias. 



- Os deuses me convocaram, acabei de retornar. — Parei o que fazia e todos olharam pra Aeron. - Ele ordenou a morte de quatro pessoas.



 - Bastardos!



 - Porque? — Namjoon olhou pra Jin que entrou na sala, seus olhos brilhavam. 



- Acho que tenho uma idéia. — O pescoço de Anarquia estava vermelho em alguns lugares. 



- Diga. — Voltei a perfurar meu braço, mais fundo, até o osso, a dor passou por todo meu corpo e sorri satisfeito. 



- Pelo que ouvi dos artefatos desconfio que O olho que tudo vê é uma pessoa. 



- Porque um artefato seria uma pessoa? — Perguntou Aeron, estava tenso.



 - Porque O olho que tudo vê tem acesso ao céu e ao inferno, faz sentido que seja uma pessoa, um humano com um dom especial. 



- O que isso não tem a ver com as mortes? — Perguntou Gideon, guardião da mentira, ele não podia falar uma única verdade que seu demônio o castigava. Então tinhamos que entender o contrário do que dizia.



- O olho que tudo vê pode ser usado contra Cronos, o que significa que o bastardo vai querer se livrar, aí vocês entram pra fazer o serviço sujo, então tenho quase certeza que O olho que tudo vê é um dos quatro que Aeron precisa matar. — Terminou Jin como se fosse obvio. 



- Porque Cronos te deu essa ordem Aeron? — Perguntou Namjoon, mais seus olhos não saíam de Jin.



 - Não sei, mais são inocentes.



 - Você tem a opção de negar? 



- Não, fui avisado que ira assumiria o controle toda vez que eu resistisse. Eles até preferem como seja. 



- Então é isso, um dos quatro é o artefato, diga quem são. — Jin ficou de pé. 



Aeron mecheu nos cabelos cortados e eu fiquei tenso.   - O humano que está aqui e alguns membros da família dele. 



- O humano do Jungkook?!



 - Não Hoseok, o outro, Yoongi. 


Notas Finais


A próxima é Yoonkook na 2.0 quem pediu??

Então Yoongi não é humano afinal.


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