História Série professor: Heated Teacher - Mark Tuan - Capítulo 1


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Categorias Drake, Got7
Personagens Drake, Mark, Personagens Originais, Yugyeom
Tags Ambw, Blasian, Cacheada, Garota Negra, Got7, Kpop, Mark Tuan, Negra, Professor, Romance
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Palavras 7.065
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eai amores, tudo bem com vocês? Espero que sim! 💕


Gente kkk olha a hora que estou trazendo os nova hehehe

@Konni meu amor, essa é pra você. Sei que tem um penhasco no Mark e na minha série professor ele é todinho seu.
Espero que goste e considere um pequeno presente, feliz aniversário viada! Te amo e desejo tudo de bom em sua vida hoje e sempre! ❤️❤️❤️❤️❤️

Obs: não sou tão boa em hots, mas tentei... Seja o que Deus quiser!


Fiquem com o capítulo de hoje e boa leitura! ❤️

Capítulo 1 - The Good In Omission.


Fanfic / Fanfiction Série professor: Heated Teacher - Mark Tuan - Capítulo 1 - The Good In Omission.




Silviane estava na frente de seu computador, fazia um trabalho para entregar o quanto para o professor Mark Tuan. Ele era um homem bem sério e retraído, as vezes demonstrava parte de seu temperamento forte em algumas situações, mas era coisa rara. Porém, isso não tirava o fato de que Silviane sentisse medo dele, sim, ela tinha. 


Mark tinha a fama de pegar pesado com seus alunos, principalmente os que se atrasavam e arrumavam desculpas esfarrapadas. Segundo ele, Silviane se encaixava perfeitamente bem nesse quesito, mas tinha um porque e eu o explicarei a seguir. 


Silviane é uma jovem que desde cedo batalhou muito para chegar onde chegou, sempre trabalhou muito e estudou também, fazendo a medida do possível para conciliar os dois. Depois de anos ela foi recompensada, conseguindo assim estudar o que tanto queria e onde queria. Publicidade, numa faculdade da Coréia do sul. 


Mesmo mudando de país, a jovem não deixou de trabalhar. Ela e as amigas de dormitório faziam assim, todas trabalhavam muito para se manterem em solo coreano. Cada uma tinha um sonho em específico e iriam lutar para os realizar. 


– Ah… que sono! – Silviane bocejou e se espreguiçou. Ela ajeitou os óculos de grau e olhou melhor para a última página de trabalho a concluir. Já se passava da meia noite e o cansaço começava a vencer a garota. Ela escreveu mais um pouco e por fim, decidiu ir dormir. Ela ouviu som de passos pelo corredor, já tinha em mente quem fosse. 

– Olá, ainda está acordada? Vai descansar mulher! – Rafaela falou baixo ao se aproximar da amiga. 

– Já estava indo, falta pouco e eu termino amanhã. – Falou Silviane ao olhar para a amiga. – E você? Não irá descansar? Tá com cara de quem aprontou horrores. – Rafaela riu sem graça, não queria contar o que aconteceu para a amiga horas antes. 

– Não foi nada demais! – Riu sem graça e Silviane a olhou entediada, ela pegou seu celular e mostrou a sua amiga. Ali haviam fotos e vídeos de Jackson a tirando de uma festa. 

– Explica isso direito. O que deu em vocês? Sabia que ele pode ser demitido? – Foram várias perguntas e Rafaela não sabia qual responder primeiro. Sua noite anterior havia sido pra lá de maravilhosa e ela não queria pensar em coisas ruins, logo agora que tudo ocorria bem e ela estava com o cara que ela amava. 

– Eu e o Jackson finalmente estamos bem. Iremos resolver isso juntos, fique tranquila. – Silviane olhou incrédula para a amiga. 

– Espero que isso não resulte em sua expulsão da universidade e na demissão dele, vocês não tem juízo! – Rafaela deu seu costumeiro sorriso maroto. 

– Isso eu deixei de ter depois que o conheci, mas mudando de assunto. Como está seu "namoro"? – Rafaela inquiriu e a amiga sorriu feito boba. Silviane havia conhecido um rapaz pela internet fazia alguns meses, mas não havia se visto ainda. Na verdade, ela nunca o viu em uma foto de corpo inteiro ou uma que tivesse todo o seu rosto. 

– Bom, estamos indo bem. Ele tem sido incrível comigo e até me ajudou com esse trabalho dos infernos! – Silviane fechou a tela do notebook. 

– Que gracinha. Eu teria que me matar para conseguir que o Jackson me ajudasse com os trabalhos que ele passa. Missão impossível eu diria, mas tudo bem, vida que segue. – Rafaela ficou meio pensativa enquanto formulava uma frase. 

– Ele é seu professor, é antiético. – Silviane se levantou e foi em direção ao banheiro. 

– Que seja, eu já vou dormir. Meu corpo todo dói, parece que um trator passou por cima de mim! – Rafaela se espreguiçou e caminhou em direção a porta do quarto de Silviane. 

– Um trator chinês né?! – Silviane gritou para provocar a amiga, Rafaela queria responder, mas de nada adiantaria, Silviane estava certa. 

– Vai dormir! Sem graça! – Rafaela saiu do quarto aos risos. 


Silviane acabou rindo também, ela apoiava o relacionamento da amiga e do professor de psicologia da universidade, mas queria que ela tomasse cuidado. Várias garotas o queriam e poderiam fazer mal a Rafaela e até mesmo a Jackson, nunca se sabe, há louco pra tudo por aí. 


Ela começou a tomar banho, sentindo a água fria se chocar contra o seu corpo cansado. Era tudo que Silviane queria, um banho relaxante para recuperar as energias e ir dormir o sono dos justos. Ela lavou os cabelos e fez uma rápida hidratação, seu corte novo evidência ainda mais sua bela feição, a deixando ainda mais estilosa. 


Silviane saiu do banho e foi se vestir, optou por usar um shortinho de tecido fino e uma blusa de alcinhas para dormir, fazia calor naquela madrugada. Ela secou os cabelos e foi se deitar, pegou o celular e viu que haviam mensagens num aplicativo de chat e era ele, o cara que ela estava gostando muito, mas que não sabia muito sobre. 


Na mensagem ele desejava uma boa noite e perguntava que ela estava bem, Silviane tratou logo de o responder. Ela largou o telefone e foi na cozinha para beber água, ele não estava online, então decidiu ir se aprontar para ir dormir o quanto antes, não queria parecer um zumbi na manhã seguinte. 


Ao chegar na cozinha, Silviane se deparou com Beatriz tomando um pote de sorvete de dois quilos e ela estava acompanhada. Sentada a mesa, estava Helena, Wanessa e Verônica. Conhecidas das meninas, amigas de vista. Todas cursavam cursos diferentes da universidade e eram do dormitório vizinho. 


– Ah… boa noite garotas! – Falou Silviane ao ir pegar um copo de água na geladeira. 

– Oi, Sil-Sil! – Respondeu Beatriz. 

– Oi! – Disse Helena, a mais carrasca do grupo. 

– Olá, tá joia? – Wanessa e Verônica perguntaram juntas, elas eram muito próximas. 

– Estou e vocês? – Inquiriu Silviane e as meninas aquiesceram. 

– E então, como eu dizia, meu plano é infalível. Jaebum que me aguarde, irei fazer deste ano letivo um inferno para ele! – Falou Helena comum sorriso maligno nos lábios. O fato era que seu professor pegava muito no seu pé, lhe dava trabalhos sem pé e nem cabeça e ainda inventava desculpas para tirar a nota na garota sem ela ter feito nada. 

– Só tome cuidado, aquele cara me dá arrepios, igual ao professor Jinyoung. – Falou Wanessa ao atrair a atenção das garotas, mas todas a olharam desconfiadas. 

– Medo? Até parece, todo mundo aqui tá cansada de saber que você quer é sentar nele, sua safada! – Disparou Helena e as garotas começaram a rir, exceto Wanessa. 

– Vai se foder! – Pegou uma colher e começou a tomar do sorvete napolitano. 

– Bea, cadê a Ana? – Perguntou Silviane sobre o paradeiro da caçula, havia saído mais uma vez e sem avisar as amigas. 

– Ela está no quarto, saiu ontem e voltou meio desanimada. O motivo é um mistério, ela não me disse nada, é provável que não tenha dito a ninguém. – Silviane concordou, a garota não se expressava tão bem. 

– Essa casa tá de cabeça pra baixo, é o fim dos tempos! Alguém cancela dois mil e dezenove? – Bebeu a água e saiu caminhando para seu quarto, deixou as garotas tagarelando sozinhas. Ao entrar no quarto, ela notou que seu celular estava tocando. 

– Só pode ser ele! – Silviane foi até o celular e constatou ser uma ligação dele, mas pelo app de conversa. Ela atendeu na hora. 

– Oi? – Ela respondeu breve. 

– O que faz acordada a essa hora? – Ele Inquiriu, na hora o corpo dela se arrepiou. A voz dele era sexy e rouca. 

– Trabalho e afazeres domésticos, minha rotina é bem corrida. E você, o que faz acordado a uma hora dessas? Não tem aula amanhã? 

– Tenho sim, mas não consegui ir dormir. Eu precisava falar com você antes, ouvir o som da sua voz. – A garota deixou um pequeno sorriso escapar, adorava quando ele expressava seus sentimentos e dizia belas palavras a ela. Diferente do último rapaz com quem ela se relacionou e no fim das contas, não queria nada sério com ela. 

– Também senti sua falta, Yoongi! Quando iremos nos ver? Meu aniversário é depois de amanhã, acho que mereço um presente. – Falou sugestiva e ele deu uma breve e gostosa risada do outro lado do telefone. 

– Tenho pensado nisso, o que te presentear, o momento perfeito que quero criar para que você se sinta bem comigo. São tantas coisas… eu realmente não me entendo, com você eu pareço um garotinho na puberdade, me sinto inseguro. – Ele disse incrédulo, Silviane acabou rindo. 

– Não diga bobagens, não há motivos para isso e você sabe. – O alertou, mas o rapaz crispou os lábios e ficou pensativo. Ele era louco por ela, a queria para si, mas não sabia como fazer isso. 

– Você é uma mulher maravilhosa, não tem como eu não me sentir assim. Mas mudando de assunto, como você está? – O rapaz se deitou na cama, ele usava somente uma calça moletom preta e seus cabelos agora se encontravam escuros. 

– Bem cansada, mas bem. E você? – Respondeu Silviane ao se deitar em sua cama macia. 

– O mesmo. – Ao responder ao rapaz, um silêncio se instaurou entre os dois. Só se ouvia a respiração intensa de ambos pelo celular. – Você quer fazer? – Sugeriu o rapaz, Silviane sentiu um leve espasmo em seu íntimo, ela queria tanto quanto ele. Havia se tornado um hábito entre eles o sexo pelo celular. 

– Você é bem safado. – Riu baixo. – É lógico que eu quero. – Ela não sabia, mas ele havia dado um largo sorriso e o membro dele já se encontrava muito rijo. 

– Me diga o que está usando? Deixa eu imaginar você. – Ele falou sugestivo, fazendo com que ela sentisse um arrepio percorrer o seu corpo. 

– Hoje eu estou usando uma regata simples e na cor cinza, um short preto… 

– E o que mais? Não vai me dizer a cor de sua lingerie? – O rapaz falou necessitado do outro lado da linha. 

– Eu até falaria… se eu estivesse usando. – Silviane disse de uma maneira levada, sabia o quanto ele gostava desse lado dela. 

– Estou imaginando aqui a visão do paraíso que é você nua e cavalgando sobre meu pau duro. Consegue imaginar? – Silviane mordeu o lábio inferior, ela havia visto poucas fotos dele, mas não eram reveladoras, porém, isso não a impedia de juntar tudo e o imaginar como ela bem queria. 

– Não queria só imaginar, queria te ver, te sentir. – Pediu manhosa e carente, tudo que ela queria era ele, mas o rapaz achava que ainda não era a hora de se verem, estava inseguro. 

– Em breve, e garanto que não irá demorar. – Falou ao dar um breve risinho. 

– Está bem, vou confiar em você. Bom, já disse como eu estava vestida, só falta você agora. – Falou sugestiva e cheia das segundas intenções. Silviane era uma mulher decidida, se ela queria algo, ela ia atrás e só descansava quando o tinha. 

– Depois de ouvir sua voz e saber como você está, eu fui obrigado a tirar a única peça de roupa que eu usava. Estou da maneira que você é louca pra ver com seus próprios olhos. – O rapaz ajeitou o cobertor sobre si e levou sua forte mão ao seu membro rijo. Não conseguiu evitar de pensar em Silviane, nos belos lábios dela e no possível oral maravilhoso que ela poderia fazer nele. 

– Você deve me odiar, me provoca tanto e não vem terminar o serviço que começou. Sabia que é crueldade, Yoongi? – Ela inquiriu enquanto esfregava as pernas uma na outra, estava quase se transformando numa sereia. 

– Eu vou fazer você se arrepender de dizer isso, mas da melhor maneira possível. Vamos começar? – Falou o rapaz, Silviane se ajeitou melhor na cama e esperou pelas "ordens" dele. 

– Claro, lindinho. 

– Quero que tire tudo, fique a vontade e relaxe. – O moreno pediu e assim Silviane fez, ela tirou peça por peça e ficou nua na cama, mas queria estar nua para ele. 

– Pronto, o que quer que eu faça? – Inquiriu excitada e ansiosa pelo que viria a seguir. 

– Acaricie seu rosto, é a maneira que me imagino agora com você. Vá descendo devagar os seus polegares pelo seu pescoço, pense em mim, em meu toque. – E assim Silviane fez, o imaginou tocando em si, da maneira mais carinhosa e excitante possível. 

– Desça para os seus seios, os acaricie levemente e aperte biquinhos. Acho tão lindo a tonalidade dele, tão bonito quanto a cor de sua pele. – As palavras dele fazia com que ela se sentisse bem. 

– Você é tão bom nisso, suas palavras me tranquilizam. Estou os apertando e imaginando as suas fortes mãos aqui. É tão bom! –  Ela falou baixo ao celular, ele a ouvia atentamente e imaginava cada cena que falava para ela. 

– Eu queria muito estar sobre você, te beijando e acariciando cada parte linda do seu corpo curvilíneo. Te dando o prazer que merece sentir, te amar da maneira que você deve ser amada. – Silviane sentiu seu coração palpitar mais rápido com aquelas palavras, em poucas vezes ouviu um homem falar assim com ela, tão entregue e tão sincero. Ela estava cansada de esperar, o queria logo, ver ele, olhar em seus olhos, acariciar seu rosto e corpo, se sentir única ao lado dele. 

– Yoongi? Precisamos nos ver, eu não aguento mais esperar. – Na hora Silviane se sentou na cama, meio aflita, ela só queria resolver logo toda aquela história com seu namorado virtual. 

– Silviane, eu só preciso de um tempo…

– Tempo é o que eu mais tenho te dado. Afinal, você gosta de mim ou não? 

– Silviane…

– Olha, pra mim já deu. Quando quiser algo sério de verdade, você me procura. Tchau Yoongi! – Falou impaciente ao telefone. 

– Silviane, espera! – Desligou, sem ao menos dar a chance dele responder. 

– Merda! – A garota se jogou na cama, aflita e cansada. Já eram meses assim e ela não aguentava mais todo o mistério do rapaz, ela detestava esses joguinhos. Ele voltou a ligar pra ela naquela noite, mas Silviane não atendeu nenhuma delas. 





No dia seguinte...




– Saí da frente!! – Silviane correu feito uma louca para alcançar a sua sala de aula e antes da chegada de seu temido professor, Mark Tuan. 

– Vai Sil-Sil!! – Beatriz e Rafaela estavam perto da sala dela, aproveitaram para zombar da amiga que havia acordado um pouco atrasada naquela manhã. Ela sussurrou um "vai se foder" para as amigas antes de parar na porta da sala e gelar. Quem ela menos queria ver já estava ali presente e com cara de poucos amigos. 

– Senhorita Santana, o que está esperando para entrar na sala de aula? – Inquiriu o professor Mark ao olhar para ela com o cenho franzido.

– Ah...nada! Bom dia professor Tuan. – Ela entrou feito um furacão na sala e se sentou ao lado de Drake, amigo dela desde o início do curso. 

– Nossa, um trator passou em cima de você? – Falou provocativo para a amiga, Silviane fingiu uma risada e mandou ele se foder. 

– Não enche Drake, tô exausta! – Lamentou ao abrir o notebook. 

– Noite quente? Ou foi maratonar série, anime? Ah já sei, jogos! – Falou animado, Silviane o olhou com tédio. 

– Trabalhos e mais trabalhos, você terminou? – Ela inquiriu. 

– Veja e aprenda. – Se virou para a mesa de trás. – Aí gatinha, terminou o que eu pedi? – Perguntou a uma das garotas mais bonitas e inteligentes da sala. Madison era divertida e adorada por todos, menos por Silviane, nesse mato havia cachorro e ela nunca se enganava quando cismava com alguém. 

– Claro meu anjo, aqui está. – Ela entregou uma folha para ele. – Olhe em seu e-mail, está tudo lá! – Sorriu para ele, a morena tinha um penhasco por Drake. 

– Obrigada linda, te recompenso depois. – Piscou para a garota e se virou para a amiga, com cara de sabichão. 

– Você não presta! – Ela olhou incrédula para ele e recebeu de volta um beijo no ar, foi então que ouviram um pigarrear, eles olharam para frente e viram o professor Tuan a sua frente, ele analisava os dois e repudiava a maneira que Silviane se portava com Drake, como se fossem mais que amigos. 

– Vocês estão aqui para estudarem e não para ficarem de pegação, caso a aula esteja chata eu sugiro que se retirem o quanto antes. – Falou num sério e rude, fazendo Silviane o xingar mentalmente e Drake segurar o riso debochado. 

– Desculpe professor Tuan, não acontecerá novamente. – Ela o olhou no fundo dos olhos, pode jurar que o conhecia de algum lugar, só não lembrava de onde. 

– Certo, como eu dizia, há várias estratégias para alcançar os diversos públicos e é nisso que devem focar…

– Cara chato! – Falou Drake. 

– Concordo. – Sussurrou Silviane em resposta. 


A aula ia seguindo tranquilamente, o professor Mark tentava a todo custo ignorar a maneira íntima com que Silviane e Drake estavam agindo. Os olhares, os sorrisos, as palavras sussurradas, tudo o irritava. Tuan não sabia até onde ele iria suportar ver outro homem de graça com a mulher que ele queria. 


Ele respirou fundo e tentou manter a calma, Mark tinha uma expressão de pessoa calma e tímida, mas isso era até você o irritar, aí era outros oitenta. Ele falava para si mesmo que não era preciso, a aula estava perto de terminar e ele iria poder falar com ela, matar a saudade e quem sabe, dizer que era ele o cara com quem ela sempre conversava. 


Tuan tinha medo de ouvir um não de Silviane depois que ela descobrisse que era com ele que ela vinha tendo um relacionamento virtual. O rapaz assim como ela, queria muito poder a ver, tocar e a possuir, mas o medo não deixava e aquilo estava se tornando uma bola de neve imensa. 


Faltava menos de cinco minutos para que a aula acabasse e ele ouviu ela cochichando com Drake de saírem para comemorar o aniversário dela numa boate, mas nem fodendo que Mark deixaria. Vai saber quais eram as intenções do amigo mulherengo de Silviane, ele só queria a proteger dos abutres da universidade que não podiam ver uma brasileira bonita que já queriam cair em cima. 


Ele escorou na mesa e ficou encarando Silviane, os gestos dela o encantavam. Ele a adorava e a queria para si, queria mostrar o homem melhor que ele poderia ser ao lado dela. Mark não conseguiu evitar que um sorriso bobo escapasse de seus belos lábios ao ver ela sorrir feliz, queria ele que aquele sorriso fosse somente para si. 


O sinal tocou, dando fim a aula, Mark lamentou, ele queria mais momentos perto de Silviane e não só os dentro da sala de aula. Ela se levantou e junto de seu amigo, Drake como amava provocar a garota, acariciou os cachos curtos da jovem, fazendo ela sorrir. Não bastando isso, o rapaz roubou um selinho dela, deixando ela e Mark estáticos. 

– Te vejo hoje a noite, Sil-Sil! – Falou Drake ao sair da sala, deixando assim Silviane e Mark a sós. Ela olhou para o professor e engoliu em seco, a cara séria dele estava a assustando. Então ela tratou de juntar os materiais e sair dali o quanto antes. Ela ia em direção a porta, mas Mark foi mais rápido e a trancou, deixando assim a garota assustada. 

– O que está fazendo? – Inquiriu confusa e desconfiada. 

– Preciso conversar com você, é um assunto bem sério. – Cruzou os braços, este ato fez a camisa social branca ressaltar o peitoral de Mark, foi impossível não olhar. 

– Então diga, mas não vejo necessidade de trancar a porta. – A jovem apontou para a porta, Mark suspirou exausto. 

– Talvez você tente fugir depois do que eu tenho pra te dizer. – Ele se aproximou dela pouco a pouco e a encurralou numa das carteiras da primeira fileira na sala de aula. 

– Ah meu Deus! – Exclamou temerosa, Mark revirou os olhos. 

– Não vou te fazer mal, apenas me ouça. – Ela aquiesceu freneticamente. – Eu não gostei da maneira que o Drake tocou em você, não gostei nem um pouco. – Silviane o olhou confusa, eles não tinham nada, então tecnicamente falando, ele não tinha que achar ruim coisa nenhuma. 

– Ele é meu amigo, qual o problema? Aliás, o que está acontecendo? Não estou entendendo nada, foi só um simples beijo e nada mais.  Você não tem o direito de querer se intrometer na minha vida! – Falou Silviane, a maneira que ela disse tais palavras, tiraram Mark do sério e só tinha um jeito para ele e desestressar. Ele a puxou pela cintura, fazendo ambos os corpos se chocarem. 

– Ei, o que você está fazendo? – Mark não deixou que ela terminasse de formular a frase, ele a beijou. Silviane estava tão surpresa que nem os olhos fechou, não sabia se correspondia ou se o empurrava. Porém o corpo traidor não ajudou, ela o abraçou e deu passagem para que a língua de Mark adentrar sua boca. 


Ele a empurrou para a mesa e colocou a garota sobre ela, Mark se meteu entre as pernas de Silviane e apertou as fartas coxas dela que estava coberta pelo jeans azul. As mãos dele explorava o que a tempos ele vinha querendo. Silviane já podia sentir algo se formar por debaixo daquela calça de grife cara que ele usava. 


– Professor… nós não… não… – Mark foi beijando o pescoço dela, causando arrepios por todo o corpo de Silviane, ela já se encontrava muito excitada. 

– Shii… quieta, me deixe de dar o que tanto quer. Não sabe a quanto tempo eu venho querendo isso. – Na hora que ouviu isso, ela se desvencilhou dele e ajeitou a roupa, não demorou muito para que Silviane ligasse os pontinhos. 

– É-é você!! Você é o Yoongi? Meu Deus! – Levou as mãos a boca, completamente atordoada. 

– Silviane, eu posso explicar. – Tentou tocar nela, mas ela se esquivou. 

– Não, me deixa em paz! Seu maluco, como pôde? Eu confiei em você e tudo não passou de uma brincadeira de um sem vergonha sem escrúpulos! – Mark não soube o que fazer, ele gostava muito dela, mas estava claro que era não o perdoaria tão cedo. 

– Eu realmente gosto de você, tudo que eu disse, fui sincero com meus sentimentos. Eu tive medo, você poderia não me querer por eu ser seu professor. – Explicou. 

– E realmente, você estava certo. Vê se me deixa em paz e não me ligue mais! – Silviane passou por ele, pegou a chave e foi em direção a porta. Ela a abriu e saiu dali batendo a porta com força, sentia a garganta arder, queria chorar, mas não se daria a esse luxo. 





Horas mais tarde...




– Amiga, é sério, sai desse quarto! É véspera do seu aniversário, não era pra você estar triste assim. – Disse Rafaela ao bater na porta do quarto da garota por inúmeras vezes. 

– Já disse para me deixarem sozinha! Que saco! – Silviane se encontrava deitada na cama, ela havia se arrumado para sair com Drake, mas não sabia que realmente iria, vontade era o que mais lhe faltava naquele momento. 

– Deixa ela, é melhor assim. – Falou Beatriz, ela pegou na mão da amiga e saíram dali a passos rápidos. 


Silviane queria ficar sozinha e curtindo a sua dor, ser enganada nunca era bom. O que mais a deixava triste, era o fato de gostar tanto do tal Yoongi/Mark. Ele a fazia se sentir a mulher mais bonita e forte do mundo e com poucos homens ela se sentiu assim. Ela olhou para o relógio, faltava poucas horas para seu aniversário de vinte e quatro anos, uma pena que ela iria passar ele na maior deprê. 





Casa do Tuan 





Enquanto isso, Mark se abria para seu amigo Yugyeom, o mais jovem era mais mente aberta e poderia ajudar o amigo. Ele explicou para Yugyeom a sinuca de bico em que ele havia se metido e não sabia o que fazer, já que Silviane não queria o ver nem pintado de ouro. 


– Eu tenho uma idéia! – Falou Yugyeom ao sorrir vitorioso. 




Mais tarde naquela noite...




Um silêncio ensurdecedor pairava na casa das meninas, Silviane achou estranho, então decidiu se levantar e ir tirar a limpo tudo o que estava acontecendo. Ela saiu de seu quarto e foi em direção a sala, não havia ninguém, foi ao quarto das garotas e nada, foi para a cozinha e nada também. 


Se dando por vencida, ela decidiu voltar para o quarto e ao chegar na porta do cômodo, ela quase caiu para trás. Havia balões vermelhos e e brancos, pétalas de rosas por todo o quarto – Inclusive na cama dela. Na mesa, um pequeno bolo, alguns doces e champanhe. As luzes estavam diferentes também, meio avermelhadas, deixando o ambiente mais sensual. 


– Que diabos aconteceu aqui? – Entrou para dentro do quarto e quase caiu pra trás quando a porta atrás de si foi trancada. 

– Você só vai sair daí quando se reconciliar com esse homem maravilhoso, Silviane! 

– ANAAA!!! EU VOU MATAR VOCÊ!! – Gritou Silviane enfurecida. 

– Amanhã você faz isso, vai curtir a vida sem medo! Tchauzinho e feliz aniversário! Te amo! – Silviane ouviu passos se afastarem da porta de seu quarto. Ela queria matar sua amiga, mas não antes de matar um Mark que estava parado em seu quarto e com duas taças na mão. 

– Você enlouqueceu? O que deu na sua cabeça de vir na minha casa e armar tudo isso aqui? Olha… – Ele colocou as taças sobre a mesa, enquanto ouvia sua bela aluna surtar. 

– Já chega! Mulher, o que quer que eu faça para te mostrar que eu realmente gosto de você? – Disse Mark consternado, tirando um suspiro pesaroso de Silviane. 

– Se vira nos trinta, porque eu não sei! – Cruzou os braços e falou debochada. Mark sorriu malicioso e foi até ela. 

– Trinta minutos, te faço gozar bastante nesse curto espaço de tempo. E vou te provar isso agora. – Mark a puxou pela cintura e a beijou, um beijo intenso, necessitado, erótico e muito gostoso. Silviane não queria aceitar, mas sua calcinha já estava indo para a puta que pariu. 


Mark a conduziu até a cama dela, o quarto agora tinha um novo aroma de algo doce, a jovem achou muito atrativo. O rapaz a deitou na cama e foi sobre ela, Silviane abriu as pernas para o receber melhor, os sexos deles se chocaram e isso acendeu as labaredas escondidas dentro daquela jovem de sorriso simpático. 


Mark a beijava com vontade, como se fosse seu último sopro de vida. Ele desceu seus lábios para o pescoço e clavícula de Silviane, abaixando assim as alças do vestido Midi que ela usava naquela noite. Ele teve acesso aos seios fartos da jovem e sua boca salivou ao olhar para eles, Mark raspou os dentes nos mamilos dela e arrancou gemidos da jovem. 


– Tire essas roupas logo! – Falou afoito ao ir descendo a vestimenta da jovem. 

– Cretino, eu deveria socar sua cara. – Falou Silviane tentando conter o riso. 

– Eu que vou socar em você e não vai demorar. Quero te ver ofegante e gemendo o meu nome. – Beijou Silviane nos lábios, com direito a mordida no final do beijo, ela sorriu ao fim do beijo. 

– Faça o seu melhor então, professor Tuan. – Falou de maneira erótica, fazendo o pau de Mark latejar dentro da calça jeans preta. 

– Não fala assim, não respondo por meus atos. 

– Não me importo, faça com que eu não me arrependa de nada esta noite. – Ele apertou as coxas da jovem enquanto seus olhos estavam conectados. 


Mark foi beijando o vale entre os seios dela, ele massageou um seio, enquanto o outro sentia o calor da boca quente do rapaz. Foi então que ele o abocanhou, sugou o seio de Silviane com vontade, fazendo sons estalados naquele quarto pouco iluminado. 


A garota gemia baixo e continha a respiração, Mark sugava com intensidade e ainda por cima, roçava seu membro duro na boceta de Silviane, que já estava pra lá de molhada. Verdade seja dita, Mark era um tremendo de um gostoso e deixava qualquer mulher louca para foder com ele, mas somente Silviane seria a agraciada de receber o membro rijo e latente dele dentro de si. 


Mark passou para o outro seio e fez o mesmo, o beijou por diversas vezes, lambeu, sugou, mordeu, deixando assim os mamilos mais durinhos. A boca quente e pecaminosa de Mark foi descendo, beijando o abdômen de Silviane e causando arrepios por seu corpo, as vezes ele alternava entre beijos e leves chupões. 


Ele foi chegando perto do íntimo dela, ele o beijou por cima da calcinha de renda rosa claro. Silviane mordeu o lábio inferior e alisou os cabelos do rapaz, pedindo assim que ele prosseguisse com aquilo o quanto antes, tudo que ela queria era um oral maravilhoso e um orgasmo bem forte. 


– Você é tão cheirosa, por diversas vezes eu imaginei seu cheiro, seu sabor e hoje eu finalmente irei provar tudo isso. – Mark sorriu para Silviane, ela retribuiu, não iria conseguir ficar brava com ele por muito tempo. Quem conseguiria? 


Mark massageou o íntimo dela por cima da calcinha, ele a afastou para o lado e viu o quanto ela estava molhada, pronta para ele. O rapaz massageou devagar, fazendo com que Silviane ficasse ainda mais excitada e lubrificada, do jeitinho que ele gostava. 


– Isso é tão bom! – Silviane falou baixo e fechando os olhos quando sentia um breve espasmo. 

– Vamos começar logo o que quero tanto fazer! – Mark foi puxando a calcinha dela e a tirando do corpo de Silviane. Ele umedeceu os lábios ao olhar para o íntimo dela, pronto para ser abocanhado por ele e explodir de prazer. 


Mark foi beijando a virilha de Silviane e dando leves lambidas, todas muito próximas da boceta dela. A garota segurava firme nos lençóis da cama, já na ânsia de o sentir, foi quando ele deu um beijo molhado na fenda dela. Silviane arqueou as costas do colchão e soltou um gemido alto e sôfrego, fazendo Mark sorrir satisfeito. 


A língua dele pincelou desde a fenda encharcada até o clitóris sensível, fazendo com que o corpo da jovem tivesse espasmos. Silviane sentia sua respiração ficar irregular aos poucos. As mãos de Mark apertaram a cintura dela, sentindo nas palmas das mãos o calor e textura daquela mulher. 


– Aah Mark! – Silviane estava sensível aos toques dele, já era um bom tempo sem sexo e Mark era muito bom no que ele estava fazendo. A língua dele fazia movimentos circulares no clitóris duro e sensível de Silviane, a garota se controlava para não gozar tão rápido, ela queria aproveitar cada segundo daquele oral. 

– Oh Deus! – Silviane fechou os olhos. Mark queria prosseguir o quanto antes para poder foder ela da maneira que ele queria, fundo e forte. Ele apertou os seios dela com vontade e foi descendo suas mãos e acariciando o corpo dela, até chegar lá. 


Mark introduziu um dedo no íntimo dela e o chupou em seguida, fazendo o tesão dela aumentar. Silviane viu o desejo no olhar do rapaz, viu que não adiantaria de nada o evitar, pois ele lutaria por ela o quanto preciso fosse. Tuan começava a penetrar a boceta dela com dois dedos, fazendo com ele ela gemesse mais alto. 


– Isso delícia, geme assim. É tão gostoso te ouvir ao vivo e não pelo celular. – Depois de falar, ele voltou a boca para a intimidade de Silviane e voltou a sugar com vontade, fazendo os sons estalados e os gemidos dela ecoarem pelo quarto, tornando assim tudo mais excitante. 

– Mark! Aah Mark! Isso! – Silviane implorava por mais, seu orgasmo estava próximo e seria avassalador. Dito e feito, ela gozou com intensidade e nos lábios habilidosos de Mark, as costas dela arquearam do colchão devido aos fortes espasmos, deixando Silviane completamente satisfeita. 

– Seu sabor é delicioso. – Mark deitou sobre ela e a beijou, fazendo com que ela sentisse seu sabor nos lábios dele. Silviane aproveitou para acariciar o corpo de seu professor, sentindo o calor da pele alva dele. 

– O contraste da nossa pele e tão bonito, assim como você é. Linda, incrível, perfeita e só minha. – Silviane não sabia como reagir, Mark estava totalmente louco por ela e ela queria retribuir, ela iria e era agora. Ela o virou na cama em um movimento brusco, fazendo o rapaz rir malicioso. 

– Vamos inverter as posições, quero fazer você se lembrar de mim para o resto de sua vida… professor Tuan. – Sussurrou rente aos lábios dele antes de o beijar. Silviane desabotoou a calça jeans dele e com a ajuda de Mark, eles se livraram da calça e cueca do rapaz. Ficando Assim ambos nus. 

– Ooh… nossa! – Silviane o beijava no pescoço enquanto se remexia no colo de Mark, fazendo com que o pênis dele entrasse um pouco em sua boceta. 

– Vou te deixar bem marcado. – Sugou a pele alva de Mark, deixando marcas vermelhas e roxas pelo corpo do rapaz, aquilo só o deixou ainda mais excitado para foder ela. 

– Não vejo a hora de ver uma boquinha linda no meu pau, já te imaginei tanta vezes assim e acredite, eu gozei muito! – Silviane soltou um pequeno riso e o empurrou na cama. Ela apertou o pênis de Mark e fez leves movimentos de vai e vem, ele arfou baixo.

– Você gosta? – Silviane o encarava fixamente, sua mão mal de fechava em torno do pênis grosso e grande de Mark, ela se questionou se iria conseguir sentar no dia seguinte. 

– Em breve te mostrarei se gosto ou não. – Piscou para a sua jovem aluna. 


Silviane passou a língua da base até a glande avermelhada, sentindo o calor e sabor em sua macia e quente boca. Mark sorriu satisfeito, foi tanto tempo imaginando como que seria que ele nem acreditava que ela realmente estava ali e fazendo o oral que tanto quis um dia. 


Mark pegou em meus cachos e forçou a cabeça da garota  para frente, fazendo com que a cabeça de seu pênis batesse no fundo da garganta dela. Ele umedeceu os lábios e olhou para ela com um sorriso safado nos lábios. Ele começou a ditar o movimento e as estocadas, Silviane optou por respirar pelo nariz e deixar seu amado e não mais temido professor trabalhar em sua boca. 


Mark ia rápido e fundo, Silviane achava tudo aquilo muito excitante, sua boceta estava molhada e pronta para outra. O pênis de Mark latejava muito dentro da boca dela, dando claros indícios de que ele iria gozar, mas Mark tirou o membro dele de dentro da boca de Silviane, a deixando confusa. 


– Não aguento mais esperar por isso! – Ele se levantou da cama e a beijou com vontade antes de a virar e colocar Silviane apoiada na cama e numa posição parecida com a de quatro.

– Mark, eu AAHH! – Um tapa forte foi desferido na nádega esquerda dela. – Hmm cachorro! Você me paga! 

– Pago sim, vem cá. – Se aproximou da jovem e colocou a cabeça de seu pênis na entrada da boceta dela. Sem aviso prévio, Mark foi introduzindo seu pênis dentro de Silviane. A garota apertou com força os lençóis da cama e mordeu o lábio inferior, ardia um pouco, mas em breve iria de acostumar com ele. 

– Você é tão apertada, uma delícia! – Fez um movimento lento de vai e vem, fazendo com que Silviane clamasse por algo mais selvagen. Mark não tinha cara de quem fodia de maneira delicada e Silviane estava constando isso agora. 

– Ah Mark… – Gemeu baixo. 

– Está gostando? – Ele apertou a cintura da jovem com uma mão, enquanto a outra ia acariciando as costas delas. Os movimentos dele eram lentos e isso estava a deixando louca, queria mais e queria com mais força. 

– Me fode com força, Mark! – Falou autoritária, mas ele riu. 

– Por? – Inquiriu sugestivo. 

– Mark! – Rebateu desesperada. 

– Vamos, é tão fácil pedir. – Segurou no ombro de Silviane e foi fundo, mas de maneira lenta. 

– Por favor, me fode com força! – Implorou como uma cadela no cio. Foi então que Mark começou a estocar fundo e forte na boceta de Silviane, fazendo ela sorrir como uma safada incurável que ela era. 

– A-assim? – Falou enquanto estocava forte em Silviane, a garota pedia por mais. Os gemidos de ambos pareciam melodia, ecoavam pelo cômodo junto do som de suas peles suadas e quentes se chocando, como uma dança erótica. 


Silviane começou a rebolar enquanto Mark lhe adentrava sem dó e nem piedade, tudo para sanar sua vontade de gozar naquele pau grosso que estava fazendo maravilhas. Silviane segurou firme no colchão, seu corpo estava sendo impulsionado para frente e ela estava perdendo parcialmente o equilíbrio, resultado de um próximo orgasmo. 


– Isso, vai mais fundo! Mais forte, Mark! – Gemeu alto quando seu segundo orgasmo chegou e abalando estruturas. Ela ofegava muito e o suor escorria por seu pescoço e seios. Ela sentiu Mark passar a mão pelas costas dela, então se virou e viu que ele ainda permanecia duro. 

– Temos dez minutos antes de dar meia noite, vamos para a sua terceira? – Inquiriu ao beijar a bochecha de Silviane e logo após dar leves selinhos nos lábios dela. 

– Você não se cansa? – A jovem o olhou surpresa. 

– Não, nem um pouco. – Ele deu um belo sorriso molha calcinha, então Silviane o jogou na cama e subiu sobre ele. O membro de Mark resvalou para dentro da boceta quente e sensível dela, fazendo ela soltar um gritinho com o choque das intimidades. 

– Você tá latejando bastante. – Constatou Silviane ao começar a se mover no pênis de Mark. 

– A culpa é toda sua. Agora cavalga gostoso no seu homem! – A maneira autoritária que Mark falou, deixou Silviane excitada. Ela o puxou pelos cabelos e o beijou com vontade, enquanto começava a rebolar no pau dele.


Silviane começava a se movimentar da maneira que Mark queria, rebolando devagar sobre o membro rijo e pulsante dele, Silviane mordia o lábio para abafar os gemidos escandalosos que ela queria soltar. Ela descia e subia num ritmo mais frenético, queria fazer Mark gozar ou então não iria descansar até ver isso acontecer. 


Os gemidos de ambos estavam descompassados, Mark a olhava nos olhos e sussurrava o quanto ela era quente, gostosa, apertada, e tantas outras palavras mais que só contribuíram para o tesão de ambos. Silviane estava com seu íntimo sensível, facilmente teria outro orgasmo e Mark ajudaria a chegar lá. 


O maior espalmou as mãos nas carnes de Silviane e a ajudou a ditar o ritmo, que agora era intenso. Ela subia e descia com força e ele ondulava o quadril para ajudar na penetração. Vez ou outra eles se beijavam desesperados. Silviane sentiu que estava perto de ter seu terceiro orgasmo naquela noite, então apertou os ombros e Mark com força. 


– Aah… e-eu vou… eu vou! Ah merda! – Mark estocou mais forte no íntimo de Silviane. 

– Ooh, isso! Goza comigo, Silviane. Como sua boceta é quente! Porra! – Eles gozaram juntos, Silviane caiu sobre o corpo de Mark, totalmente exausta e satisfeita. Ela o olhou nos olhos e sorriu largo para ele. Mark afagou os cachos dela. 

– Eu amei o seu novo corte, acho mais a sua cara. – Elogiou Silviane que se sentiu muito bem ao ouvir aquelas palavras. 

– Obrigada, Mark. Também gostei dos cabelos escuros. – Tirou os fios que estavam grudados da testa do rapaz devido ao suor. O rapaz olhou no relógio e em seguida para a garota que estava sobre si. 

– Parabéns, feliz aniversário! – Ele a abraçou. – Eu te desejo tudo de bom, que você continue sendo essa mulher forte, guerreira, inteligente e determinada. 

– Obrigada, por tudo, pela surpresa e por essa noite incrível ao seu lado. – Silviane saiu do colo de Mark e ambos se sentaram na cama. 

– Posso te garantir outras mais, é só querer. – Mark a olhou esperançoso, tudo que ele queria era ter Silviane em seus braços e fazer dela a mulher mais feliz do mundo, ela merecia isso. 

– Está me propondo… 

– Só um instante! – Ele se levantou e foi rápido e pegou uma caixa com um belo embrulho. – É pra você, espero que goste. Silviane pegou o embrulho desconfiada, mas o abriu rapidamente e seus olhos brilharam ao ver um lindo moletom do seu grupo de kpop favorito, o BTS. 

– AAH MEU DEUS! É TÃO LINDO, OBRIGADA! – Pulou da cama e caiu nos braços de Mark, o beijando várias vezes no rosto e fazendo o rapaz dar um belo sorriso. 

– Esse não é o único, tem mais. Me dê sua mão. – Ela o olhou desconfiada. 

– Não me diga que vai me pedir em casamento, você quer me ver desmaiar aqui? – Cruzou os braços, suas palavras acabaram arrancando risos de Mark. – Qual é a graça? – Inquiriu confusa. 

– Está cedo pra isso. Eu quero saber se você aceita ser minha garota. – Mark tentou imitar aqueles rappers cheios de swag, mas acabou ficando cômico. 

– Se você não fizer isso de novo eu aceito. – Silviane sinalizou para que ele colocasse a aliança em seu dedo. 

– Estraga prazeres! – Falou Mark sem humor, mas ao ver a garota exibir o anel em seu dedo, ele deu um largo de um sorriso. 

– É lindo, obrigada. – O beijou rápido nos lábios. 

– Quero muito ser feliz ao seu lado e somente isso, você não sabe o quanto me faz feliz Silviane. – Eles se abraçaram. 

– Saiba que é recíproco. – Ela olhou no fundo dos olhos dele e viu o amor e a paixão que ambos nutriam um pelo outro, Silviane iria fazer de tudo para ser feliz ao lado dele e com Mark era a mesma coisa. 

– Precisamos de um banho. – Disse Silviane ao se afastar de Mark. 

– Sim, e tem mais. Sugiro que tome uma pílula do dia seguinte. – Disse Mark ao pegar uma toalha e seguir para o banheiro. 

– Droga, esquecemos a proteção! O que me deixa aliviada é que não estou no período fértil! – Silviane sorriu aliviada. 

– Mesmo assim, na minha família costuma ter gêmeos, trigêmeos, quadrigêmeos e por aí vai. E olha que minhas tias nem filhos podiam ter! – Gritou do banheiro. 

– AAH MARK! E SÓ AGORA QUE VOCÊ VEM ME AVISAR ISSO? EU VOU MATAR VOCÊ! GAROTO IRRESPONSÁVEL DO CARALHO! – Silviane se enrolou no lençol e saiu em busca da tal pílula, possivelmente uma de suas amigas teria. 

– VAI LOGO AMOR, VOCÊ QUER QUATRO MINI MARKS CORRENDO POR AÍ? – Mark ria alto de dentro do banheiro. 

– Misericórdia, só um já tá bom! – Silviane correu para o quarto das amigas a procura da tal pílula e ela a achou nas coisas de Ana, ficou surpresa, para ela a caçula nem namorado tinha. 


Silviane voltou para o quarto e tomou um banho com Mark, os dois brincavam felizes e ela havia esquecido tudo que ele aprontou por ter medo de dizer que gostava dela, agora era hora de recomeçar e dar uma chance a um novo amor e quem sabe o verdadeiro amor. 









Notas Finais


É isso pessoal!


Comentem o que acharam e não deixem de favoritar e indicar para os friends 💖


Sil-Sil, espero que goste e perdoe se sua personalidade não foi tão bem expressa aqui - você é uma pessoa maravilhosa em todos os sentidos e você merece o mundo! 💖



Corrijo assim que possível!



Até o próximo capítulo ou nova estória e beijos da Escorpion 💋💋💋


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