História Série Sombras: Descobrindo Sion - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance, Série Humanos, Sombras, Vampiros
Visualizações 46
Palavras 1.107
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi babys um pouco do passado do Sion pra vocês

Capítulo 13 - Lost


Fanfic / Fanfiction Série Sombras: Descobrindo Sion - Capítulo 13 - Lost

Terminei meu turno já um pouco tarde e passei em casa pra tomar um banho antes de ir ver Rebeca.

Peguei meu carro e fui dirigindo já que pretendia passar no supermercado. Uma caixa de chocolate depois já estava estacionando na porta de sua casa. Tudo estava apagado e a janela do quarto me parecia trancada, mas nada que uma desmaterialização rápida não resolvesse.

- Rebeca? -dei uma rápida olhada na casa, mas não tinha nem vestígio dela. Talvez tenha ido comprar algo outra vez, não tem motivos pra eu entrar em pânico.

Subi pro seu quarto e estranhei a bagunça, ainda mais pelo fato do guarda-roupa estar entreaberto, Rebeca morria de medo do monstro do armário e ela não gostava dele aberto. Abri o resto da porta e o grande nada me deu as boas-vindas. Abri as gavetas da comoda, também vazia. As fotos não estavam mais lá, nem o violão no canto da cama.

Peguei o celular discando seu número apressado sendo mandado pro caixa postal no instante seguinte.

- Rebeca onde você está? Por favor me liga assim que ouvir isso - desliguei a ligação e liguei pra Blake. Caixa postal - maldito inferno

Me desmaterializei de volta pra casa e fui pro salão principal, como Rebeca era amiga de algumas das mulheres talvez alguém soubesse dela.

- cara a porta não tem culpa dos seus problemas - reclamou Darius insistido com um jogo no telefone

- me diz que você sabe onde a Rebeca está - todo mundo parou o que estava fazendo me dando um olhar preocupado - onde ela está?

- Mia me falou que ela foi...pra Califórnia

- como?

- de avião ue- disse Flint recebendo um rosnado irritado da minha parte - já calei

- o que diabos ela foi fazer lá, sozinha ainda por cima

- não sei, talvez visitar um parente?

- ela só tinha... São Francisco. Tenho que ir, podem me ajudar?

- Sion, eu acho melhor deixar ela sozinha por um tempo

- como é?

- se ela foi levar as cinzas da avó, ela vai querer ficar um pouco sozinha agora. - um rosnado subiu minha garganta quando minha visão ficou vermelha. Eu não queria que ela ficasse longe de mim, não queria ela em um lugar onde eu não podia protegê-la.

Sai da sala me sentindo sufocado, meu peito doía de forma terrível enquanto eu tentava manter minha respiração constante. Entrei no meu quarto e a dor em mim só fez aumentar quando senti seu cheiro lá. A cama ainda estava um caos e o aroma do sexo perdurava no ar, uma fodida lembrança de que ela não estava lá. Por que ela foi embora

Por que você é um monstro

Aquela voz. Fazia muito tempo desde que a escutei. Eu quase podia ver ela sentada em uma cadeira lixando as unhas com um sorriso de desdém no rosto.

- não sou um monstro

Claro que é, devo lembrar o destino que escolheu para as duas pessoas que você dizia amar?

- foi um acidente - cobrir os ouvidos fechando os olhos com força tentando manter a lembrança longe, mas ela ainda estava lá

Foi um acidente quando desejou o sangue delas? Foi acidente quando rasgou a garganta da doce e inocente Sophie?

- eu não queria

Mas fez, assim como também tirou a vida de todas aquelas pessoas

- para

Não aguenta a verdade? Você é um monstro Sion. Quantos acidentes você causou nos últimos dois séculos, sua mãe, sua preciosa Sophie, eu...

- não. Não você. Eu quis te matar, quis te fazer em pedaços, quis te ver sofrer e ainda quero. - senti meu sangue esquentar e meu coração bater mais rápido a medida em que minha raiva aumentava a um nível insano

Isso mesmo querido, venha pra mim. Me mostre a obra prima que eu criei. My monster

****************

-Sion- abri os olhos mesmo com o sono me pedindo pra dormir um pouco mais

- já chega de dormir não acha?

- ah mãe, só mais dez minutos

- nem mais cinco. Prometeu a Sophie que a levaria pra passear, lembra?

- tá bom, já tô indo

- é bom mesmo, ela já até selou os cavalos - observei minha mãe saiu do quarto balançando o longo cabelo dourado cantarolando uma melodia qualquer e desci da cama pra ir me trocar.

- até que enfim, se a mamãe não te mima-se tanto eu teria jogado um balde de água na sua cara - disse Sophie quando eu apareço no quintal

- com esse teu jeito delicado vão te confundir com um garoto

- melhor ser confundida com um garoto do que com uma criança

- a culpa não é minha se pareço ser mais novo do que sou

- bebezão, bebezão, bebezão

- para com isso Sophie, vou conta pra nossa mãe

- ok. Filhinho da mamãe - Sophie subiu no seu cavalo o pondo a galope e soube no meu a seguindo. Sempre era assim, ela me insultava, eu a insultava, mas nós nos adorávamos e se alguém dizia alguma coisa para um de nós davamos uma surra no infeliz

- Sophie fica longe da floresta

- tá com medinho é?

- você sabe que....

- socorro!

- tem alguém lá dentro

- Sophie espera - Sophie correu pra dentro da floresta me deixando atrás indo na direção do grito - SOPHIE

- aí meu Deus - desci do cavalo quando a alcancei vendo uma mulher desmaiada

-ela está bem?

- ela está morta - ouvi o som de um galho se quebrando e me virei vendo um monte de nada

- Sophie, sobe no cavalo

- o que foi?

- vai agora - a empurrei pra cima do cavalo dando um tapa no mesmo o fazendo correr a toda pra fora da floresta. Me virei pra subir no meu e dei de cara com um homem

- droga, eu queria a garota, mas você vai servir

- Troy, transforme ele - me assustei ao ouvir a voz de uma mulher atrás de mim e me virei vendo a teórica morta se levantar

- esse inseto?

- ele é bonitinho, eu o quero pra mim

- o problema é seu, não vou dar meu sangue a isso - foi tão rápido que a única coisa que eu pude fazer foi gritar quando o cara mordeu minha garganta.

- lembre de não mata-lo. Ainda - a mulher entrou no meu campo de visão enquanto eu lutava contra o aperto de ferro do homem atrás de mim. Aquela mulher, eu a mataria, mataria aos dois. Se Deus me der a oportunidade de me vingar eu o faria, Vou matar os dois, essa é a minha promessa.

Meu corpo começou a ficar mole enquanto pequenas manchas escuras dançavam na minha vista. Só espero que Sophie não volte aqui, menina teimosa, espero que ela e a mamãe fiquem bem, sem mim.



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