História Seriously, i love you (Imagine Park Jimin) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Imagine Bts, Imagine Jimin, Jimin, Park Jimin
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Palavras 985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - A request



Estávamos no carro dele, o Jimin dirigia e eu estava no banco do passageiro, sempre aproveitando para me olhar no espelho.


Por incrível que pareça ele não colocou a mão na minha perna ou algo do tipo, ficou concentrado na pista.


Mandei uma mensagem para a Sohye para avisar que não iria dormir em casa hoje, e ela achou bom porque o D.O iria pra lá, então já estava querendo me colocar em algum lugar fora de casa.


Sinto o carro diminuir a velocidade,pelo visto havíamos chegado.


-É aqui que você mora?- Pergunto intercalando os olhares entre o prédio lindo e ele.


O mesmo confirmou acenando com a cabeça, desliguei o celular e o guardei no bolso.


(...)


Estávamos no elevador e não trocávamos uma palavra apenas.


-Jimin...- Olhava fixamente para o mesmo- Por que me chamou para dormir aqui hoje?- A porta do elevador abriu e começamos a andar.


-Não queria que dormisse na rua...-Respondeu com um ar meio triste, ou até sem emoção alguma.


Ele digitou ó código para destrancar a porta, e eu girei a maçaneta, afinal, não vou mentir que estava curiosa para ver aquele apartamento por dentro.


Empurrei a porta e me dei de cara com uma sala gigante, um sofá que era maior que a minha cama, uma tv gigante, uma mesa que cabiam mais de 10 cadeiras, uma geladeira de 2 portas.


-Nossa!- Dei um gritinho e corri até o sofá me jogando em cima dele.


Escuto uma riso baixo do mesmo,um pouco longe.


Me estico inteira naquele sofá... como é confortável.


-Eu posso morar aqui?- Me sento e olho para ele, que estava sorrindo com aqueles olhos lindos.


Ele se aproximou de mim, ficando próximo ao sofá.


-Está com fome?- Perguntou com uma voz doce, que até agora não havia visto.


Fiquei um tempo olhando para ele, sorri involuntariamente, o mesmo ficou vermelho.


Rapidamente me dei conta do que estava acontecendo e me levantei do sofá rapidamente, ficando a sua frente.


-Sim!- Respondi com uma tentativa de "aegyo" (ser fofa).


Ele não falou nada apenas foi em direção a cozinha e abriu uma porta daqueles móveis gigantes e lindos.


Ele ficou na ponta do pé para tentar pegar um pacote de ramyun.


Dei uma risada contida da cena e ele olhou para trás com uma feição zangada.


Ele fica muito fofo zangado!


-Venha aqui- Olhou para mim e fez um gesto com a mão informando que deveria ir em sua direção.


Fui em passos devagares... o que será que ele vai fazer...


Fico em frente à ele, que me olhava fixamente.


Sem ao menos esperar ele me levanta.


-Ei!- Balanço as pernas.


-Pega o ramyun!-vMe segurava firmemente.


Que homem forte!

Me dei por vencida e peguei o pacote, logo após senti ele me colocar no chão.


-Caramba...- Murmurei.


Ele pega o pacote da minha mão e vai em direção ao fogão para fazer o ramyun.


Eu tento ajudá-lo, procuro uma panela em meio a aquela imensidão de armários e levo até ele, após colocar água.


Fico vendo ele fazer o macarrão e... que homem meu deus.


(...)


Terminamos de comer e colocamos os pratos na lavadoura de louças.


-Onde eu vou dormir?- Pergunto me espreguiçando no sofá cama.


-Pode ser aqui?- Me perguntou.


Me levanto do sofá e vou em sua direção.


Eu não queria dormir no sofá... apesar de ser maravilhoso, lindo e caro.


-Então...- Comecei a passar a mão em seu rosto...- Posso dormir em seu quarto?- Levantei a minha perna levemente.


Mordi os lábios e o olhei fixamente em uma tentativa de sensualizar.


Ele apenas me olhou dando uma risada cínica.


-S/n... você é menor de idade, sabe disso certo?- Começou a brincar com uma mecha do meu cabelo.


-Eu não me importo...- Sussurrei ainda mordendo os lábios.


-Mas eu sim- Disse e me empurrou, me fazendo cair deitada no sofá- Boa noite-Sorriu e saiu andando.


-Ei!- Bato os pés nos sofá ao escutá-lo fechar a porta do quarto.


Olho para o sofá gigante, ele havia deixado um travesseiro gigante e uns cobertores.


Me deito em meio aos cobertores e logo adormeço.


(...)


Escuto o alarme do meu celular tocar dentro do meu bolso.


-6:00...- Murmuro esfregando os olhos que ficaram irritados pelo brilho do celular.


Olho para o lado e vejo o Jimin na cozinha, já vestido e fazendo o café da manhã.


-Acordou?-Perguntou de costas.


Ele usava um terno novamente e as mangas do mesmo estavam dobradas, que deixou à mostra seus músculos.


Me levanto e vou em sua direção olhando as panquecas que ele estava fazendo.


-Nunca comi panqueca de manhã...-Comento ao sentir a fumaça da mesma em meu rosto.


O Jimin se vira em minha direção, me segura pela cintura, me levanta e coloca em cima do balcão.


-Fique aqui enquanto eu termino, ok?-Acenei com a cabeça e fiquei olhando para os meus pés em cima do balcão.


-Ainda tem escola hoje, você vai continuar me dando aula?- O observo ainda de costas.


-Não sei, estou fazendo isso por obrigação do meu pai no momento, vou ser seu professor até ele liberar meus cartões- Tirou a frigideira do fogo e colocou a panqueca em um prato.


Sai do balcão e fui em sua direção, peguei uma calda e joguei em cima das panquecas.


-Eu quero ajudar...- Falei baixo enquanto peguei o prato e levei até a mesinha que tinha na cozinha.


(...)


Terminamos de comer e saímos.


Estávamos no carro.


-S/n...- Acho que ele queria me perguntar algo mas desistiu no meio.


Fiquei calada olhando para as minhas pernas, que estavam descobertas por conta da saia.


-Pode dizer...- Falei sem olhar em seus olhos.


-Você....- Disse enquanto o carro diminuía a velocidade até chegar em um sinal fechado- Poderia não ficar com mais ninguém?- Se virou para mim e olhou em meus olhos.



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