História Serpens - Capítulo 6


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Cedrico Diggory, Dobby, Draco Malfoy, Fred Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Ronald Weasley, Sirius Black
Tags Black, Dracomalfoy, Harrypotter
Visualizações 3
Palavras 613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Literatura Feminina, Magia, Mistério
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Descoberta


Fanfic / Fanfiction Serpens - Capítulo 6 - Descoberta

A gárgula dava passagem para a escada que ia até a sala do diretor.

-Professor Dumbledore?- parei em frente a mesa, o professor estava de costas, observando  o céu pela janela.

- Eu já imagina que você seria igual ao seus pais, senhorita Black.- ele disse com uma voz calma enquanto se virava de frente para mim. 

-No creio que isso seja bom.

-Pelo contrário, é muito bom, acredito que ninguém falou muito sobre eles, estou certo?

-Sim, senhor.  Na verdade não falam muito sobre nada comigo.-disse de cabeça baixa

-Sente-se, eu posso te contar o pouco que sei sobre eles.- ele se sentou em sua grande cadeira.

- Eu adoraria- disse me sentando em uma das cadeiras que ficava de frente a mesa.

- Começando pela sua mãe: ela era uma garota incrível, sempre muito feliz, com seus cabelos cacheados logos e escuros saltitando por aí  e rodeada de amigos, ela era a melhor amiga de Lilian Potter e muito próxima de Tiago Potter, Remo Lupin, Sirius Black e Pedro Pettigrew. Você já conhecer o Lupin,  não é mesmo?

-Sim, senhor. Eu passo o Natal com ele de dois em dois anos, mas ele parece ter um pouco de medo de fazer algo comigo, ele é bem carinhoso, mas não fica muito por perto.- dei um sorriso fraco. Nem mesmo Lupin falava sobre meus pais, ele não gostava muito. 

- Ele realmente tem medo de te machucar, isso significa que ele te ama muito. - Eu estava de cabeça baixa, olhando para as minhas mãos,  estava meio nervosa.- Sua mãe veio de uma antiga família de bruxos, sangue puro, todos da Grifinória,  ela também pertenceu a essa casa e fez coisas fantásticas. Me lembro até hoje do dia em que ela descobriu que podia abrir portais. É uma magia muito rara e passada de geração pra geração.  Abrir portais exige muito esforço e  muita concentração, além de presisar de ótimo treinamento, para não sair do controle. É  por isso que pedi ao professor Snape que te ensine a controlar isso. 

- Que?- disse um pouco alto. O senhor sabe que ele me odeia né?

- Ele não te odeia, apenas não sabe lidar com os acontecimentos do passado, mas você não tem culpa nenhuma disso. Pedi para ele ter paciência com você,  você tem um poder incrível em suas mãos, não posso deixar que não aproveite dele.

- Mas senhor...

-Sem mais, você não tem escolha.

-Quando?

- As terças depois do jantar, perto da floresta amaldiçoada. Vá para seu quarto agora, depois terminamos nossa conversa, boa sorte.

Estava tentando entender essa mudança, não quero ter aulas com o Snape, ele vai me trucidar, tenho certeza. Voltei para o mundo real quando ouvi um ruído estranho. Caminhei em direção ao barulho e quando percebi era a cobra gigantesca que tinha visto quando usei o portal. Gina estava ao lado dela, andando tranquilamente, como se fosse algo comum. 

 Peguei um pedregulho e acertei em Gina, não estava muito longe dela, então não fui difícil. Ela olhou em meus olhos e parecia estar com medo ao olhar para o corpo da cobra ao seu lado,ela veio correndo em minha direção, me entregou um caderno e correu na direção oposta. Nesse instante a cobra percebeu que estava sozinha e foi rastejando rapidamente, tentei segui -la sem fazer muito barulho e a perdi de vista no banheiro feminino desativado que estávamos usando . Quando eu entrei não havia nada lá. Eu tinha perdido a cobra.

Já era quase meia noite e eu precisava voltar para o quarto, precisava falar com Hermione, contar a verdade para que ela desista do plano de entrar no salão comunal da Sonserina. 





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