História Serpente de Prata - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Um demônio, um anjo e uma babá


Fanfic / Fanfiction Serpente de Prata - Capítulo 4 - Um demônio, um anjo e uma babá

3

E assim foi. Após uma longa discussão entre o jovem mago, o demônio, e o Anjo, nenhum deles entrou em acordo, e em satisfação pessoal, o jovem Alec decidiu que enquanto não houvesse uma boa ideia de como resgatar as pessoas da masmorra na mansão Argentum, os dois continuariam presos. “e pretende nos deixar aqui para sempre?” perguntou Salazar

-Por enquanto só até terem uma ideia útil para mim.

-Não é como se fosse conseguir me obrigar... –disse o demônio com displicência –afinal, eu não chamaria fica acorrentado á um anjo de baixa patente como uma máquina de tortura...

-Quem você está dizendo que tem baixa patente seu demônio sujo? –retrucou o anjo que da mesma maneira que se pronunciou de repente, foi completamente ignorado

-É mesmo?- Alec encarou o demônio com ar de veemência – Pois então, te tratarei como uma criança que precisa de um bom castigo –disse ele- você vai ...- ele levantou a mão esquerda em direção ao demônio, que sentiu seu corpo enrrigecer – ficar sentadinho...- o Demônio sentiu sua força ser abalada para baixo - ...de frente para a parede, ali. –ele apontou para um canto onde as paredes mofadas se encontravam. No mesmo instante o demônio não pôde evitar de se virar para o local indicado por Alec, sentar em perna de índio, e ficar a encarar a linha reta sombreada á sua frente, que permanecia desinteressante.

-Você não pode estar falando sério- Disse o demônio

-Se comporte –disse o Garoto, indo em direção aos seus estudos quando então Zaniel aborda o garoto:

-ESCUTE GAROTO EU NÃO VOU FICAR SUBMISSO Á UM HUM- Em um aceno de Alec, Zaniel é arremessado ao outro canto da parede, do lado oposto á Salazar, na mesma posição, como dois irmãos de castigo por terem discutido e irritado sua mãe.

-Com licença meninos, papai precisa ler alguns livros e descobrir algum jeito de libertar 214 pessoas inocentes da morte.  Vejo vocês na hora do jantar.

Alec deixa o cômodo, e vai para seu quarto.

Após algumas horas, Salazar se distrai com paisagem monótona dos mofos da parede, nomeando todos os pontinhos de mofo que pode contar. Do lado oposto da sala, o anjo continuava a resmungar:

-Não posso acreditar que estou sendo submetido á isso. Um garoto, e um demônio sujo...

-Pois fique sabendo que isso é culpa sua – disse Salazar

-Minha culpa?! –disse Zaniel em espanto, com as orelhas já fumegando.

-Se você não viesse pagar de “justiceiro do senhor” e me deixasse em paz, não estaríamos aqui, muito menos acorrentados...

-Escuta, seu monte de lixo depravado, eu estava fazendo meu trabalho como criatura celeste, e limpando o mundo de escórias como você!

-Eu duvido que essa fosse sua missão, levando em conta que anjos andam em bandos, além disso, acha mesmo que o garoto deu sorte de encontrar um anjo sozinho  por aí? Pelo que ele falou, o preparo desse feitiço que nos prende é muito demorado, isso significa que ele já está na sua cola há muito tempo. E  você foi simplesmente muito burro para não perceber.

“CALEM A BOCA!” bradou uma voz vindo do quarto de Alec. Pelo visto, além de mofadas as paredes eram bem finas também.

-Escute garoto -disse Salazar estou começando a ficar com fome.

-Você não precisa comer –gritou a voz de Alec vinda do quarto. –Demônios não morrem de fome.

-Eu não estou com fome de comida

Alec saiu do quarto olhando para o teto bufante: “aaaahg será que da pra ficar quieto?”

-Escute, se eu não me alimentar, minha fome vai crescer, e isso não vai se bonito.

-Daqui a pouco eu passo no MC Donald’s e te trago alguma coisa.

-Parece que você não tem ensinado muito bem o garoto- disse Salazar ao Gato

-Ele nunca foi muito fã de demonologia. –respondeu Baltazhar secamente.

-Pois bem, Vou lhe explicar garoto, demônios vivem em sociedade, assim como você, e dentro desta sociedade, existem casas nobres, das quais os demônios pertencem, cada demônio teve origem em uma casa, e os que não tem origem em casas são demônios baixos, não tem muito valor, nem poder. Dentro dessas diversas casas, existem sete principais, que se originalizaram dos sete primeiro demônios criados por Lúcifer, os quais você deve conhecer como os sete pecados capitais. Eu sou da casa da luxúria, isso quer dizer que eu fui gerado de descendentes diretos do próprio demônio da luxúria. Agora veja, cada demônio se alimenta do mau humano, o sentimento humano de perda, desolação, depravação, pânico... e os demônios de casa precisam fazer isso pelo seu pecado, no meu caso, meu pacdo capital.

Alec encarou para Salazar de um modo suspeito, se perguntando se realmente entendera.

-Em outras palavras, ele precisa arranjar alguém pra transar, algém que esteja perdido e desesperado, e afogue seus problemas no sexo. –simplificou o Gato.

-Assim você me faz parecer mau- disse Salazar com um sorriso distorcido no canto da boca.

-E o que acontece se você não se.... “alimentar”?

Salazar riu, e olhou para o gato e arqueou as sobrancelhas com um ar de “você sabe não é?”, e Baltazhar acenou com a cabeça em resposta.

-Bom, primeiro minha aparência vai começar a mudar, tomando a forma que mais agrada o humano mais próximo,  no caso, você. Então eu vou começar a... hum... dar em cima de você, de uma maneira bem influente...

-Desculpa mas não é como se você fosse o meu tipo –Respondeu Alec

-Sweetheart, você não vai resistir á minha influência, e se resistir, meu corpo vai começar a exalar uma toxina que vai te estimular de uma forma absurda, e fará com que eu fique irresistível para qualquer humano. E então, suavemente, você vai tirar as minhas roupas e-

“OKAY OKAY, ISSO NÃO VAI ACONTECER” interrompeu Alec antes que alguma cena indesejada viesse em sua mente. Ele parou, e olhou para o anjo. “por que não transa com ele?” sugeriu.

-Anjos não caem em depravação da mesma forma que humanos, eles se tornam anjos caídos, resumindo, eu poderia foder ele, mas ainda estaria com fome.

-Entendi... e essa fome te incomoda...?

-Ah... você não faz ideia...

-Interessante... eu vou sair, voltarei com algo. –disse Alec se direcionando á porta –Baltz, vigie eles pra mim.

E saiu. O gato se pôs de prontidão á encarar o demônio e o anjo enfeitando a sala como vasos de decoração, quando Salazar solta um risinho de vitória, “pelo menos terei esse prêmio de compensação...” disse ele.

O gato então desviou o olhar para a porta friamente: -eu não estaria rindo se fosse você. Allec não é do tipo que dá o braço a torcer.

Aproximadamente 45 minutos depois Alec retorna a casa com um pacote em suas mãos, e o apoia em cima da mesa. Salazar o mira, descontente, e pergunta:

-O que é isso?

-É uma babá eletrônica –respondeu Alec indiferente. Salazar encarou o objeto mais uma vez, agora desembrulhado ás mãos de Alec.

-Okay... e como é que eu vou foder uma babá eletrônica?

Alec olhou para Saçazar com satisfação, como se ele esperasse por esta pergunta.

-Não vai. Você não vai foder nada. Você vai ficar aqui, com o anjo, sozinho, e eu vou impedir que qualquer humano chegue perto dessa casa. E caso você queira se pronunciar com uma ideia decente ou alguma salvação pra me ajudar, a babá eletrônica vai servir como comunicação...

O rosto bronzeado de Salazar tomou um tom pálido, e ele soltou um grunhido que poderia ser confundido com o chorar de um cachorro. Alec foi até seu quarto, pegou uma mochila velha e surrada com uma alça rasgada, e foi enfiando seus pertences, livros, pergaminhos, penas, velas, um gameboy, o grimório azul, tudo sendo enfiado dentro da mochila que parecia não ter fundo. Então Baltazhar subiu no ombro dele, e os dois se puseram sob a porta:

-Bom eu vou dar uma volta. Mas Baltazhar vai ficar mais próximo de vocês, pois infelizmente o alcance dessa coisa não é muito longo. –Disse ele erguendo a babá eletrônica. –Caso decida se render, é só falar.

-EI, ESPERA, POR QUE EU TENHO QUE FICAR AQUI TAMBÉM?- gritou Zaniel. Alec se virou : “por que nítidamente, ter você resmungando vai incomodar ele tanto quanto me incomoda, além disso, eu preciso de silêncio pra estudar, coisa que sei que você não vai fazer.” Ele deixou o casebre, abandonando os dois á deriva de um breu, com apenas a luz da babá eletrônica que chiava em um sonar de estática no silêncio da noite.



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