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História Serviço de Conselhos Moon Taeil - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olha só quem voltou!!! Bom, eu demorei um bocadinho pra voltar, mas é que eu realmente queria fazer um bom trabalho dessa vez.
Pra quem está aqui pela primeira vez, eu já tinha escrito essa fanfic, mas apaguei porque quis melhora-la e corrigir alguns erros (tanto de escrita quanto no enredo mesmo).
Outra coisinha que também foi motivo da minha demora é que estou sem beta, então se você conhece ou é um, se manifeste nos comentários porquê estou desesperada.
Agora chega de papo e boa leitura

Capítulo 1 - Um homem de negócios chamado Moon Taeil


Desde que me entendia por gente, meus pais ensinavam valiosas lições, que me ajudariam a caminhar por essa difícil estrada que chamam de vida. Quando criança, essa estrada parecia menos complicada, eu não tinha muitas preocupações e o único caminho que eu devia seguir, era o mais longe do carro preto que levava crianças, para tirar seus órgãos.  

Infelizmente, eu percebi que saqueadores de órgãos seriam o menor dos meus problemas.

Com o passar do tempo minha vida foi se tornando um verdadeiro vendaval de decepções e torrentes de problemas. Na verdade, na maioria das vezes, eu sabia lidar muito bem com meus problemas, entretanto, as pessoas com a qual convivo conseguem elevar o conceito de “complicações”.

Prazer, me chamo Moon Taeil e, se você estiver lendo isso, significa que eu morri.

Brincadeira! Estou bem vivo — ou ao menos, creio eu, que esse meu estado de existência pode ser considero uma vida — e extremamente esgotado. Não achei que ser um jovem universitário, estudante de psicologia e pai solteiro — de um peixe, que é tão difícil quanto uma criança — seria tão difícil. Talvez eu tenha viajado um pouquinho, ignorando o fato que meus pais passavam por perrengues do cotidiano o tempo inteiro e, por incrível que pareça, lidavam com isso com uma maturidade invejável — diferente de mim que choro no banho, pensando na conta de luz, água, gás, material de limpeza, comida, sacos de batata para eu me vestir e ração para meu peixinho. Sem contar com meus maravilhosos amigos, que não davam uma bola dentro.

Como um bom estudante que sou, passei raspando pelo exame de admissão da minha universidade. Em um ano consegui colecionar notas que dariam vergonha para um futuro renomado psicólogo, mas que serviriam para um psicólogo de boteco da esquina — eis meu futuro, galera — e me frustrei com tantos cobranças e insensibilidade dos meus professores — que pareciam ter prazer no sofrimento alheio.

Como se essas dificuldades não fossem o bastante, resolvi arrumar um emprego em uma pequena livraria. E o resultado? Não mudou muita coisa, ganhava um salário mediano e... malditos ebooks de um e noventa e nove. No final das contas parecia mais um trabalho voluntário numa pequena livraria de um senhorzinho good vibes, mas eu adorava aquilo, de qualquer forma. Entretanto, ninguém contava que eu tinha uma carta na manga — admito que nem eu.

Pode parecer um pouco estranho, mas, desde de pequeno, eu gostava de estudar as pessoas. Sabe, entender como elas se comportam, como se relacionam com outros ao seu redor e seus mais profundos sentimentos — e tudo isso como se eu estivesse vendo um documentário de animais selvagens do Discovery Chanel.

Somando meu talento nato na psicologia, com uma ideia infame do meu colega de trabalho, eu abri meu próprio consultório informal de conselhos amorosos — e eu sei que isso pode soar como uma coisa bem estilo quinta série, mas me surpreendi com a quantidade de pessoas com problemas de relacionamentos, às vezes coisas simples que poderiam se resolver sem muito drama —. No final meu negócio deu certo e eu consegui juntar dinheiro suficiente para ter, no mínimo, uma vida digna de um trabalhador.

Por um tempo fiquei refletindo se aquilo era só uma sorte passageira — não consigo acreditar que as pessoas eram tão azaradas assim no amor, a ponto de terem que recorrer à um aspirante a terapeuta como eu, invés de procurar uma ajuda mais qualificada —, mas aos poucos entendi que a maioria dos indivíduos que queriam minha ajuda, também queriam soluções rápidas e pouco complicadas, e disso eu tinha de sobra — agora se funcionavam ou não, o problema não era meu.

Na maioria das vezes, eu dava conselhos para jovens solteiros, casais em crise e, os mais raros, pessoas divorciadas a beira de um colapso — vulgo meu professor de psicologia sócio-histórica, mas é um assunto sigiloso —. Enfim, como qualquer outro trabalho que se preze, eu sigo regras — afinal sou um homem de negócios — e, são apenas dois protocolos que sigo a risca desde o início desse meu esquema.

1. Longe de mim ajudo a destruir relacionamentos. Até porquê o meu trabalho é o oposto disso;

2. Não dou conselhos quando estou ocupado ou nos meus momentos de descanso — apenas algumas raras exceções.

Era assim que eu seguia minha vida: organizando tudo e pensando no meu futuro. Mas, enquanto ele não chegava, eu vivia o presente da maneira que eu conseguia — no caso com ajuda da minha amiga, maracugina.

— Tem certeza de que estou bem, Taeil? — o dono da livraria, Sr. Choi, perguntou enquanto ajeitava o terno que usava — Não estou parecendo muito metido, não é?

— O senhor está elegante, a senhora Kwon vai adorar. — me aproximei, lhe entregando um buquê, que eu mesmo havia preparado — Não se preocupe, vai dar tudo certo, então apenas relaxe e aproveite.

— Certo, confio em você. — ele sorriu animado, indo em direção a porta, mas antes que pudesse sair do estabelecimento, se virou para mim. — Taeyong disse que vai se atrasar porque tinha que passar na casa de uma tia dele. Consegue ficar mais uma hora aqui?

— Sem problemas. — respondi com um sorriso, logo o vendo se despedir e sair da livraria.

Assim que o senhor Choi sumiu da minha vista, eu desmanchei o sorriso. Não estava nem um pouco satisfeito em ter que ficar ali por mais uma hora, principalmente por causa de Lee Taeyong.

De fato o movimento naquela hora do dia era extremamente calmo, juro que eu poderia até dormir, que nenhuma alma viva iria pisar ali. Por isso, decidi ir até os fundo da loja e ajeitar os livros novos que haviam chegado, pois sentir o cheiro de livros novinhos e ainda dar uma olhadinha neles era a melhor das sensações.

— Finalmente a sós com vocês, meus amores. — falei abraçando alguns livros, afinal eram edições limitadas de valor inestimável.

— Então é verdade os boatos de que você fala com objetos, leu a bela e a fera hoje, não é?

Quem me conhece, sabe que tenho um coração fraco, logo o grito que eu dei foi tão agudo que quase sentir o vidro das janelas vibrarem. Eu até teria continuado a gritar em desespero — vai que era algum ladrão —, mas me dei conta que era algo bem pior.

Sei que ódio era um sentimento muito desgastante, mas odiar John Suh era inevitável. Tudo era muito automático: meu sangue fervia, minha cabeça entrava em modo defesa e minhas mãos em ataque.

— Mas que droga, Suh! — coloquei a mão em meu peito, tentando recuperar o fôlego. — Perdeu o juízo?! Chega assim do nada nas pessoas!

— Perdão, madame. — ser tranquilo e debochado eram a especialidade daquele cara e ele se achava um máximo por isso, mas pouco me importava, não estávamos no colegial. — Eu não queria te assustar little moon, mas preciso falar com você.

— Primeiramente, little moon um caralho e, segundo, se não vai comprar nada se manda! — talvez eu estivesse um pouco irritado.

— Minha nossa... — ele suspirou, passando a mão pela nuca — queria tanto entender porquê você sempre tem que agir dessa forma comigo.

Ele queria realmente entender? Se entrar sempre em um local, não avisar ninguém, dando um baita susto em quem estivesse por ali, e achar que tem razão não fosse o suficiente, eu tinha outros argumentos irrefutáveis para compartilhar.

Então pessoal, eu lhes apresento John Suh — que sofre de perda de memória, ou só é sonso mesmo. Você decide o laudo desse indivíduo.

Já que meu dia estava tranquilo, discutir com ele só iria estragar tudo. Por isso, me limitei a ignorá-lo e começar a tirar os livros das caixas, imaginando que o motivo dele está aqui deva ser importante.

A dois anos atrás havíamos feito um acordo de manter um distância saudável um do outro e trocar palavras somente se fosse necessário para evitar farpas. Infelizmente era assim que as coisas funcionavam quando se tratava de Johnny.

— Vai realmente me ignorar? — ele tentava me seguir de um lado para o outro, mas eu o despistava. — Não vou te deixar em paz, fique ciente disso.

Ele realmente não iria me deixar em paz.

— Então, o que te traz aqui? — perguntei em um tom desinteressado, enquanto organizava as prateleiras. — Comprar livros é que não foi.

— Não, mas se sequer saber estou lendo cinquenta tons de cinza nesses dias. — se aproximou de mim e pegou um livro que estava em minha mão — Preciso de um conselho.

— Não faço isso de graça. — respondi, pegando de volta o livro e voltando para a frente da livraria, sendo sempre seguido pelo estorvo.

— Certo, então... — se sentou na cadeira que ficava atrás do balcão do atendente — cadeira esta que eu iria me sentar e com um sorriso canalha, ele perguntou: — quanto você cobra por hora?

(...)

— Você não pode bater no Johnny toda vez que ele te irritar, hyung. — disse Taeyong, meu colega de trabalho e amigo de confiança, me entregando um café, que havia comprado.

Ele vivia me dando conselhos e reprovava minha personalidade “reclusa” e desconfiada — ao contrário dele, que acendia os dentes até para uma ratazana de rua, eu não era ingênuo —. O fato dele não entender a minha situação com Suh, me incomodava um pouco e, pior, tornavam suas palestras sobre convivência, um episódio bobinho de my little pony.

— Não pode brigar com ele o tempo inteiro, vocês são dois adultos. — continuou, em seguida tomando um gole de café — Se bem, que parecem dois adolescentes, se matando.

— Olha, se eu conseguir colocar ele à sete palmos debaixo da terra, acredito que já posso ganhar o Nobel paz por eliminar noventa e nove porcento do mal desse mundo. — sorri, tomando meu café, mas ao olhar para Taeyong, percebi que ele não tinha senso de humor — Fala sério Taeyong. Você é meu amigo, devia ficar do meu lado, pra variar.

— E como seu amigo que volto a dizer: não acho certo esse ódio pelo Johnny. — e vamos de Taeyong, o justiceiro social — Sério, viva sua vida deixando esse tipo de coisa pra lá.

Deixar pra lá... como se eu nunca tivesse tentado.

— Certo, mas você concorda comigo que ele é um insuportável? — Taeyong suspirou, revirando seu olhar. — Ah pelo amor, você pode não concordar, mas isso é inquestionável: ele é extremamente insuportável, não consegue ter uma conversa séria por dez minutos e achar que o mundo gira ao seu redor.

— Talvez, mas ou você continua reclamando dele, ou você pode falar isso diretamente para ele e, quem saber, ajudar a lapidar a personalidade incrível que ele esconde por baixo desse filtro — Taeyong só podia está de palhaçada com minha cara. Eu queria lapidar uma pedra na minha cabeça, isso sim.

Resolvi não prolongar aquela conversa. Passei a arrumar minhas coisas e ir para casa — já que ninguém ligava para minha opinião mesmo.

Nessa história Suh era o carneirinho desprotegido e eu o lobo mal, ranzinza e paranoico.

— Olá amigos. — aquela voz... aquela maldita — Taeil, espero que você não esteja tão ocupado agora, eu ainda quero aquele conselho.

O diabo nem esperava eu chegar em casa.

— Olá Johnny. — Taeyong, simpático como de costume.

— E aí, Taeyong. Como vai no trabalho?

— Sinto muito Suh, mas não vai dar — me meti naquela conversa, para evitar ter que ouvir a voz daquele infeliz.

— Por que não dá? — maldito seja Lee Taeyong, por se meter onde não é chamado — Seu expediente já acabou à uma hora atrás, já era para você ter indo embora.

Me virei para encará-lo, e o encontrei com um sorrisinho no rosto. Era inegável: eu estava cercado de amigos da onça e o pior é que eles não paravam de aparecer — e desparecer que era bom, nada.

Terminei de arrumar minhas coisas com a força do ódio e, como forma de vingança, deixei alguns papéis espalhados no balcão só para sentir o gostinho de ter Taeyong tendo mais trabalho.

Ainda irritado, puxei o responsável por todo o meu mal humor e saímos da livraria com pressa.

— O negócio é o seguinte: você me conta a situação, eu te dou o conselho, você me paga e some da minha vista. — falei de uma vez, sem enrolação e com uma enorme vontade de terminar aquilo.

Estávamos na calçada. Ele encostado no carro dele e eu em pé, diante dele. Teríamos apenas trinta minutos para resolver sua situação, já que livraria seria fechada daqui a alguns minutos, logo isto seria a oportunidade perfeita para Taeyong ouvir a nossa conversa — e quem sabe se meter também.

— Certo, é um pouco complicado... — ele parecia tenso, mas era evidente que tentava manter uma postura séria — mas eu acho que tô apaixonado.

De repente, um milhão de pensamentos vieram a minha mente. Estes iam desde a explosão do Big Bang, até o momento atual, onde naquele, silêncio contemplativo, se ouvia os passos das pessoas na rua. Assim que a minha mente recobrou, eu fiz o que qualquer pessoa sensata faria: comecei a rir daquela piada.

Eu era um defensor do amor e achava que todos nós tínhamos o direito de amar e ser amado — mas se você preferir ficar sozinho, está tudo bem também, sou desse time —. O problema era que eu já havia perdido as esperanças de achar que o menino John Suh podia, em algum momento, querer se envolver com alguém por mais de um dia. Logo ele o líder do clubinho “machos solteiros quebradores de corações de menininhas”, que vivia de festa em festa se gabando por ter ficado com a Bruninha, a gostosa do curso de cinema ou a Solange, a intercambista bronzeada da turma de teatro — e a lista continua.

— Já terminou de rir da minha cara, Moon? — perguntou, impaciente, enquanto eu limpava a lágrimas do canto dos meus olhos. 

 — Espera um pouco... — ri só mais pouquinho, mas depois me recuperei — Isso é sério mesmo?   

— Não, eu só estava querendo tirar sarro com a sua cara mesmo — claramente um comportamento mal humorado, misturado com uma sutil ironia, afim de disfarçar seu incomodo. Ele realmente estava desesperado.

— Sendo assim, eu vou para minha casa. — estava a dois passos de ir embora, quando ele me segurou pelo braço. Encarei seu rosto, desviando apenas para jogar um olhar de reprovação para sua mão — sem nenhum tipo de permissão, me tocando.

Ele me soltou assim que percebeu meu semblante austero.

— Olha... — ele suspirou, como se tentasse recobrar a razão — sei que a gente combinou de manter distância e tudo mais, só que eu não teria vindo aqui se não precisasse. Você tem os melhores conselhos, sempre sabe o que falar e é por isso que estou aqui, pedindo a sua ajuda. Por favor, Taeil.

— Tá bom. — aceitei por pura curiosidade. A vontade de saber quem havia feito a proeza de capturar o coração de Suh aumentava — Me diz quem é então.

 — Não sei se quero revelar.   

Eu não era tão especialista assim como ele dizia. Talvez o fato de eu ter nascido com um dom de entender as pessoas tenha me ajudado nessa gambiarra. Mesmo assim, em algum momento da minha vida, jurei entender John Suh, mas estava completamente errado. O cara havia se tornado uma verdadeira incógnita, cheio de comportamentos duvidosos, que dificilmente alguém conseguiria desvendar.

— Você só pode tá brincando comigo! — perguntei estressado, tomando controle da minha consciência — Como assim não quer falar quem é!?

— Tenho medo de você caçoar de mim.

— De onde você tirou isso?

— Há alguns minutos atrás você estava rindo de mim — verdade, perdi a moral — E isso só porque eu disse que estava apaixonado.

Esses são os momentos que percebo ser uma péssima pessoa. Entretanto, o fato dele ocultar a identidade da pessoa ainda seria um problema. Como raios iria ajudá-lo sem ter noção de quem é a pessoa? Como um padre perdoa o pecador se não sabe o pecado? Não tinha como eu ajudar naquelas condições — no fundo eu nem queria mesmo —, mas eu precisava tentar, pelo menos se eu quisesse ver o desenrolar dessa história.

— Pode pelo menos me dar uma pequena descrição da pessoa.  

— Ela não gosta muito de mim, no fundo parece me odiar, mesmo não admitindo. — ele dizia tudo com uma cara de paisagem — Às vezes eu fico irritado com ela, mas eu sempre termino por pensar nela com uma sensação boa no meu coração. Ela é fofa, um pouco impaciente, mas dona do sorriso mais lindo desse mundo — e ele suspirou, não um suspiro qualquer, mas com um ar realmente apaixonado. — Eu quero proteger ela desse mundo Taeil, você me entende?

— Agora que você disse... — pensativo, coloquei a mão em meu queixo, analisando cada detalhe — não, não entendo.

Nem prestei muita atenção para as lamúrias de Suh. O bobalhão realmente teve o coração capturado pelo cupido e, pelo visto, eu estava enganado sobre sua capacidade de se apaixonar.

Com um pouco de paciência, somado à minha modéstia genialidade no ramo da psicologia e com minha consciência gritando “não deixa ele na mão, Moon Taeil” — até as vozes da minha cabeça estão do lado de Johnny, incrível — eu decidi ajudar o desamparado.

— Vamos fazer o seguinte Suh — logicamente eu iria impor minhas condições. Já disse que sou um homem de negócios? — hoje tenho muitas coisas para fazer e meu humor não está lá um dos melhores, então amanhã resolvemos seu contratempo. — ele apenas concordou — Até lá, sugiro que pense bem sobre isso. Vai que é um sentimento passageiro, ou no linguajar popular, uma paixonite? De qualquer forma reflita, isso é uma recomendação de um profissional.

Não, eu não um profissional em paixonites, mas não nego que já lidei com muitos casos de pessoas apaixonadas que simplesmente desapaixonaram, depois se apaixonaram de novo e isso virou um ciclo — e já não fazia mais parte do meu departamento.

Bem, a história aqui era outra.

— Certo, então, amanhã nós resolvemos isso. — Johnny concordou comigo? Olha, parece que não é só Jesus que sabe fazer milagres. — Quer uma carona?

— Eu tenho pernas e sei como usá-las. — disse da forma mais seca possível. Quem sabe se eu deixá-lo de mau humor ele desista, né? A esperança é a última que morre mesmo.

Achei que aquilo daria certo, já que ele entrou em seu carro sem pestanejar. Porém, achei errado, pois foi apenas uma tática para me matar de susto com aquela buzina desgraçada. Ainda pude ouvir sua risada quando foi embora, loucamente acelerado, quando peguei uma pedra e ameacei jogar no seu carro.

— Filho da... — segurei minhas palavras, a Sra. Suh não tinha culpa de ter tido um cabeça de camarão como filho.

Eu sabia que a partir dali estava assinando um acordo com o diabo, por isso esperava no mínimo receber uma boa grana daquele playboy metido a Don Juan.

Voltei para a casa pensando que a pessoa, pela qual Johnny jurou proteger desse mundo, deveria ser muito especial para ele. E isso era...

Complicado, diria Avril Lavigne.


Notas Finais


Foi isto, não mudou muita coisa de certa forma. É bem provável que o próximo também demore pra sair já que eu estou sem um beta. Mas a vida é assim mesmo: uma hora tá ruim e na outra pior ainda.

Até a próxima atualização (que só deus sabe quando vai sair).
♥️♥️♥️


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