História SerVo da DOR - Capítulo 21


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Assassinatos, Sobrenatural, Terror
Visualizações 220
Palavras 1.753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oieeee meu povu, naum quero me gabar, mas eu tive meu momento de YouTuber. hehehe
Se vcs puderem ver meu video e dizer o que acharam, ficaria muito feliz. Segue o link nas notas finais.

Capítulo 21 - Matador


Mustafá estava deitado no grande sofá branco e luxuoso na sala de estar. Não porque estava cansado, mas desde que perdeu o irmão mais novo, sua vida tem sido deprimente, tendo que estar dopado o dia inteiro com álcool para aguentar a ausência.

Por ser o irmão mais velho, ele tinha que ter protegido Edward, mas estava ocupado demais sendo um gangster. Batendo em devedores, sem eles terem feito nada para si.

Estava novamente lamentado quietinho, no sofá quando Gary o notou ali. Nenhum empregado teria a coragem de conversar com aquele alfa, não tinham intimidade de interagir com o chefe, fora Gary, que mesmo apanhando, não deixaria de se importar.

Gary: Vai ficar o dia todo ai?

Mustafá: Não estou com vontade de fazer mais nada... – Murmurou abraçando sua pinga. – Kiryan já voltou?

Gary: Arg, não viu que ele entrou agorinha?

Mustafa negou com a cabeça e abriu os olhos minimamente. - E que é essa? – Questiona ao ver a loira magrela próxima de Gary.

Gary: Um projeto que seu irmão abandonou...

Gabriela: E quem é ele? – Questiona para Gary.

Gary: Um ébrio.

Mustafá: Sorte a sua eu não saber o que isso significa. – Bufou se aninhando para dormir mais.

Gary: Quando pretende voltar a ativa?

Mustafá: Porque?

Gary: Estou precisando de ajuda hoje. Tenho razões para acreditar que seu irmão me pós em uma enrascada.

Mustafá: E quando ele não bota? Você é o cachorrinho dele, nós todos somos.

Gabriela: Nossa, quanta depressão! Se fosse meu filho, te dava um sacode.

Mustafa mirou-a por cima do ombro. – Qual é a desse sotaque caipira?

Gabriela: Desculpa, as vezes não consigo controlar.

Gary: Não controle então! Ele está precisando mesmo de um sacode. Seja lá o que significa.

Gabriela: Certo. Vou precisar de ajuda!

Mustafá: Nada que fizerem vai me tirar desse sofá!

Gabriela: E se eu conseguir?

Mustafá suspirou de cansado. – Daí eu vou com vocês.

Nesse momento Gab arregaçou as mangas de sua camisa xadrez. Foi até as costas do sofá e o empurrou, para virar, e assim Mustafá cair no chão.

Gabriela: Oh só, eu consegui! Agora terá que vir cum noís! – Disse permitindo que seu sotaque a controlasse.

Gary mirou bem para Mustafá, checando se ainda estava vivo. O alfa se remexe e então mira para os dois com uma cara de sono fofinha.

Gary soltou um suspiro de alivio.

Mustafá levantou do chão, batendo o bumbum para tirar a poeira. – E pra onde pretendem me levar? – Questiona.

Gary mira a roupa que o alfa trajava, era pior que a de mendigo. – Primeiro vai se trocar!

Gabriela: Você fede mais que meus porcos! Lá da fazenda que eu cuidava.

Gary: Ela tem razão.

Depois de tomar um banho bem tomado, pos uma roupa mais apresentável: Pós uma camisa de botões azul clara, com um colete de terno preto bem acentuado em seus músculos. E pós uma calça jeans branca. Gab penteou seu cabelo longo prateado, e depois fez um rabo de cavalo nele.

Mustafá: Obrigado pela ajuda.

Em fim já estavam prontos. Must pegou uma pistola no criado mudo, e munições.

Os três vão para o carro. Gary quem dirigia. Para quebrar o clima de tensão, Gab começou a cantar um sertanejo.

A primeira parada foi na casa de Gary. – Gab, eu já falei com o meu marido, o Leonard, sobre você. Ele vai chegar daqui há duas horas. – Disse enquanto tirava a chave de sua casa do bolso. – Só irei resolver isso com o Mustafá, quando eu chegar terei mais tempo para você!

Gabriela: Hora, homem, deixe disso, eu sei me cuidar! Quando chegar terá merenda e café novinho botado pra você.

Gary sorrir achando seu sotaque uma graça de ouvir. – Certo!

Então os dois seguem viajem.

Mustafá: Para ter que me tirar do luto, espero que seja importante.

Gary: O que eu sei é muito pouco, Kiryan é péssimo com as palavras.

Mustafá: Mas do que se trata?

Gary: Seu irmão se envolveu com madame Rita, e agora há um prostituto no hospital, e pessoas indo atrás dele. Incluindo nós dois.

Mustafá: Então vamos pegar um prostituto que Kiryan roubou da maluca da Rita?

Gary: Isso!

Mustafá: Meu irmão é doido mesmo! - Disse enquanto tirava um pacotinho de cigarros do bolso do colete. - Tem fogo aí? É que não lembro se eu trouxe um isq... - Fica catando nos bolsos até encontra-lo por fim.

Gary fica com um olhar de desagrado em ter que abaixar os vidros do carro. - Vai sair todo o ar condicionado...

Mustafá: Ainda estou um pouco bêbado, isso me ajuda a acordar...

Gary: Nossa, que péssimo hábito.

Mustafá: Qual? Bebê ou fumar?

Gary: Você se matar aos poucos por causa do luto... - Disse fazendo Must rir de deboche. - Acho que já te disseram isso umas mil vezes. Não foi sua culpa o que aconteceu...

Mustafá: Chega, não quero ouvir o resto! - Falou em desagrado. Pós o cigarro entre os lábios e o acendeu. 

Gary mirou-o em reprovação. - Tem que pedir ajuda, você não está bem!

Mustafá: Não estou ligando pro que você acha. Não foi seu irmão que morreu nos teus braços porque você trouxe trabalho pra casa.

Gary: O único que deve se culpar por isso é Kiryan, que te envolveu nessa merda. 

Mustafá: Ele também está triste.

Gary: Mas não como você. Ele saí, transa com prostitutas, desafia cafetinas, ele está vivendo no limite. E você...

Mustafá: Essa conversa está muito chata! Presta atenção no transito e não faz eu me arrepender de te acompanhar, ok? - Disse rispidamente.

Gary revirou os olhos e voltou-se para a direção que controlava. 

Ambos ficam em silêncio desde então. No entanto, nada na mente de Mustafá estava em silencio, ele ficava pensando nas palavras de Gary. O secretário tinha razão, diferente de Kiryan, Mustafá havia se fechado para o mundo, se tornado um recluso e alcoólatra. 

As pessoas enfrentam o luto de maneiras diferentes.

...

Gary é o primeiro a descer do carro. Sua primeira atitude foi abrir a porta de Mustafá para o mesmo descer. 

Mustafá já destravava sua pistola, e então desceu do carro, ficando atento para o ambiente, igual um soldado em guerra.

Gary: Está louco? Guarda isso ai!

Mustafá: Que? Por que?

Gary: Alguem pode ver! Vão perceber o que somos!

O alfa bufou em desagrado. E então guardou a pistola atras das costas, enfiando no cós da calça e cobriu o cabo sobressalente com a camisa. - Pronto!

O secretario novamente revirou os olhos em desconformidade. 

Ambos seguem para o hospital. Em câmera lenta. Algumas mechas do cabelo prata de Mustafá saiam do laços e invadiam seus rosto. Sua expressão estava determinada e seria. 

Quanto à Gary, arrumava os óculos, os raios de sol batem nas lentes, e são refletidos, deixando-o com um jeito característico de vilão. 

Ao entrar no hospital, Must fica atento a tudo ao redor. Eram bastante suspeitos, do tipo que recebe muitos olhares dos pacientes ali.

Gary quem teve a iniciativa em falar com a recepcionista. 

Enquanto isso Mustafá percebe uma dupla mais suspeita que eles. Com trajes de gangster e Poderia ser coincidência, mas tinha que investigar. Os seguiu silenciosamente.

Mais de perto ver que portavam armas. Os dois conversavam, ele pode escutar umas partes.

- A Putinha é boa mesmo? - Disse, o mais alto, loiro. Falava com seu parceiro, moreno, ambos bastante malhados. Eram alfas.

- Para, John, eu sei o que esta pensando! - Disse.

- E o que estou pensando, Wil? - Questiona com tom safado na voz.

- Rita quer que matemos o pirralho, e não que trepemos com ele.

- Mas bem que podíamos nos divertir antes de mata-lo. - Inciste, fazendo seu parceiro se interessar pela ideia.

Mustafá seguia-os sutilmente, era meticuloso e sagaz. Se sacasse sua pistola agora, capaz dos malditos pegarem algum paciente de refém. E matar pessoas inocentes não estava em seus planos.

Os acompanhou discretamente, ate ambos entrarem em quarto.

Mustafá segue até o comodo e abre levemente a porta, para ter uma pequena fresta, que pudesse visualizar a posição dos dois lá dentro.

Havia um rapaz novinho deitado na cama, quando viu os dois ficou temeroso. - Q-quem são vocês?

- Olha so, ate que é bonitinho...

Thomas: O senhor Stephen virá logo... Então é melhor irem!

- Que bom então, porque quando ele vier... - Will sacou a arma, e a exibiu. - Eu estarei esperando por ele.

Thomas: Madame Rita quem mandou os senhores?

Os dois acentem.

Thomas: Vieram aqui para me levar?

Os alfas se entreolham, e sorriem maldosamente.

Thomas: Eu não vou demonstrar resistência, apenas, por favor, não machuquem o senhor Stephen. E-ele só queria me ajudar.

O menor começa a liberar feromônios de medo. Deixando os alfas bastante excitados. 

John queria assusta-lo ainda mais. Assim seria mais excitante estupra-lo.  - Você deve ser muito burro pra pensar que vale de alguma coisa pra madame Rita. Ela foi bem clara sobre o que fazer com você.

Wil rir mais, e de uma maneira insensivel. - Vamos te matar.

Thomas arrega-la os olhos. 

Mustafá tiou a arma do cós e a apontou para o moreno. Aproveitando que estava intertido, inalando os feromônios deliciosos do ômega.

Assim que consegue uma boa mira, Must atirou, acertando a cabeça do moreno.

Assim que o primeiro tiro é desparado, foi alto e caracteristico, avisando do perigo para todo hospital.

John era sagaz, atravessou a cama, passando em cima de Thomas. E usou a cama como uma barreira de proteção. E só então sacou a arma e se posicionou para atirar na porta. 

Thomas: O que esta acontecendo?! - Começa a lacrimejar.

- Parece que seu namoradinho chegou! 

Thomas voltou a atenção para a porta. - Por favor, Senhor Stephen, não atire! Es-está me assustando! - Reclamou lacrimejando mais. - Prometeu que não faria mais isso! - Completou entre soluços lembrando a noite passada.

Mustafá trinca os dentes. Agora a coisa estava se complicando. Um dos assassinos estava com o garoto que Kiryan queria. E John não se entregaria tão fácil.

Mustafá pensa rápido em como faria. Correu até o elevador. E o programou para subir até o ultimo andar. E pegou o resto do caminho a pé, até alcançar o topo do prédio. 

Começou à descer o prédio, escalando sua estrutura. Ele tinha essa habilidade em escalar, ainda mais sendo um hospital lotado de grades de segurança nas janelas. 

Desse modo alcançou o quarto do rapaz. O assassino estava agachado ao lado da cama, mirando a arma  para a porta. Nem ligou para o que estava atrás de si.

Mustafá atirou. A bala atravessou o vidro da janela e atingiu em cheio a cabeça do loiro.

Thomás leva um susto e abraça os joelhos, escondendo o rosto entre as pernas. 

Must soltou um suspiro de alívio.

Gary abriu a porta do quarto. - MUSTAFÁ! - Assim que o fez viu os dois corpos no chão. E deparou-se com um garotinho chorando sem parar. - O que aconteceu aqui...?


Notas Finais


Link pro meu vídeo

https://www.youtube.com/watch?v=GG_r5EHCDYQ&feature=youtu.be

Agora já posso dizer que fiz tudo nessa vida.

Vejo vcs nos comentários.


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