História Sete Almas - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 3.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Suspense
Avisos: Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Vejam o link na Notas finais o//
Escutem a música antes de ler :3

Capítulo 7 - Os Criadores e Responsáveis


Mais rápido do que deveria estar acontecendo, mas ainda lento. Vou conseguindo respirar normalmente, a dor em minha barriga vai sessando e meu corpo para de tremer. Então finalmente posso olhar a figura aterrorizante a minha frente. Mesmo após a minha pergunta. Se é que posso chama-la de minha. Ninguém diz nada, nem a sombra. Não sei o que exatamente tudo isso quer dizer.  

Será que aquelas coisas que eu havia visto no espelho ontem à noite teria sido essas coisas indo falar comigo? 

Ainda estou de joelhos e os garotos paralisados pela demonstração da habilidade da figura a sua frente. Então algo que parecia ser seus olhos começam a se forma na face da sombra. Eram olhos semicerrados, de coloração bem escura. Esses olhos junto a sua voz só deixavam bem mais fácil imaginar uma expressão pra ela, uma expressão séria. A alma da seriedade?!

“O que houve Seif? Será que você não consegue mais mostrar sua força e poder?” a voz novamente sai de dentro de mim por vontade própria. Como se outra pessoa estivesse controlando o meu corpo. Outra alma de Zeff?!

“Eu não esperava que você fosse aparecer assim tão facilmente. Estava acreditando que iria conseguir levar esses garotos ao mundo espiritual sem a sua interferência. E claro, está usando sua única artimanha pra conseguir falar comigo.” finalmente ele quebra o silêncio “Acho que quem não consegue mostrar algo aqui é você. Tendo que refletir em si mesmo a personalidade que eu tenho, só mostra o quão fraco é. Que não consegue nem adquirir personalidade própria.”  

“He he...” agora meu corpo começa a se mexer por si só. Começo a rir com a cabeça baixada antes de olha-lo nos olhos mais uma vez “Você ficou maluco? Leva-los ao mundo espiritual? Acha que vou permitir isso?”  

“Não preciso da permissão de uma alma inútil como você. Me deixa inquieto o fato de sermos considerados como iguais.” ele começa a se abaixar para ficar mais próximo ao meu rosto. O tom de sua voz não muda. Se mantem constantemente penetrante.  

“O que você disse?” Parece que o ser que está controlando meu corpo perdeu a paciência.  

“Exatamente o que ouviu. Entre todos nós, sabemos que você é o mais insignificante. Sem personalidade própria. Sem falar que você, por ter passado a vida inteira presa ao corpo do nosso original, se apegou aos sentimentos dele.” ele finalmente chega ao chão, afasta nossos rostos ficando ajoelhado em uma perna “Olha só, estão até usando o casquinho verde dos tempos de criança. Certeza que foi você que que o induziu a vesti-lo" 

“E daí?”  

Num rápido movimento, meu corpo se move atacando a figura a minha frente. Mas é inútil. Ele consegue contra-atacar e me lançar pra trás. Desta vez o golpe não pareceu tão forte e não me lançou pra tão longe igual o seu primeiro golpe. Será que é obra dessa alma me controlando? 

“Ora, ora você é realmente ruim nisso” mesmo com sua voz se mantendo a mesma. Uma voz seria, dá pra sentir um pequeno tom de deboche e provocação da sua parte. 

“Ah é? Será que sou?”  

Meu corpo começa a se levantar, mas pelo que parece essa alma dentro de mim gosta apenas de ficar de joelhos. Me mantenho com uma das pernas ajoelhas e a outra perna dobrada, mas com o pé firme no chão, tendo o joelho direito e o pé esquerdo como base para me manter naquela posição. Sento em meu calcanhar direito e junto aos mão como numa forma de oração enquanto vou fechando os olhos lentamente. Mas antes de fecha-los por completo consigo ver que o Seif não se encontra mais completamente calmo. Seus olhos finalmente deixam de estar semicerrados e ficam um pouco mais abertos. Será que ele sabe o que estou prestes a fazer? Ou no caso essa alma.  

Sinto algo fluindo pelo meu corpo. Um leve arrepio sobe a minha espinha dorsal. Escuto apenas a batida do meu coração se acalmando a cada batida. Consigo imaginar uma rede de fluxo azul correndo pelo meu corpo. Como se fossem as veias onde corre o sangue. Entrelaço os dedos e deixo apenas o meu dedo indicador da mão direita levantado. E então abro os olhos de vez. 

“Infer-” 

Algo nos interrompe antes que terminasse de pronunciar a palavra. 

“Se acalme, não há necessidade de tudo isso.” não conseguimos identificar de onde a voz vinha, que por sinal, novamente era igual a minha. Só que dessa vez, parecia vir num tom entristecido. Poderia até imaginar um semblante triste com lagrimas escorrendo em seu rosto. Comecei a ficar mais assustado. 

“Achamos que estava demorando demais então viemos dar uma olhada no que tava acontecendo” outra voz e novamente, igual a minha. Essa parecia uma voz mais descontraída, alegre. Facilitando a visualizar em minha mente um grande sorriso como o de um garoto inocente. 

As novas sombras começam a se formar um pouco mais atrás da primeira com quem estávamos conversando. As sombras não vieram igual a primeira, com o rosto completamente apagado. Acho que talvez pensassem não havia mais motivo para esconder suas identidades. Afinal, algo dentro de mim conseguia reconhecer quem elas eram. 

Umas delas vinha com os olhos fechados e algumas marcas que ligavam os olhos até o queixo. Como se fosse o trajeto de lagrimas... A outra vinha com olhos como um de uma criança, e um sorriso de canto. Seus olhos pareciam tão vivos com os de uma criança pequena, inocente e ingênua. 

Após terminarem de formar seus... corpos? Eles permanecem onde estão e me olham por alguns segundos. 

“Ele ta te refletindo?” o garoto com sorriso muda sua expressão sorridente pra uma com uma dúvida. 

“Sim. E não precisavam vir, eu já estava cuidando de tudo”  

“Não era o que parecia” agora com fazendo biquinho, a sombra começa andar para ficar ao lado do Seif “Você ficou completamente paralisado quando sentiu a aura dele e o viu fazer o gesto com a mão..., mas enfim” 

Parece que o grande Seif realmente tinha ficado paralisado com o que o ‘eu’ estava preste a fazer. Acho que ele não deve ser tão barra pesada assim. A sombra que havia acalmado o garoto sério começa a caminhar na nossa direção. Ele se abaixa de vez dobrando as pernas e se apoiando sobre os calcanhares.  

“Bom... você sabe quem sou eu e outro ali?” seu rosto sorridente volta e parece estar sendo simpático comigo. Completamente diferente do primeiro. 

“Você é Solf, a 4° alma de Zeff, a Alma da Alegria...” apenas observo como espectador de dentro do meu próprio corpo. Esperando a hora que eu vá poder controla-lo livremente. Voltando a atenção para a outra sombra “E ele é Darkf, a 1° alma, a Alma da Tristeza” 

Eu não consigo entender. Como podem haver múltiplas almas de uma única pessoa? Como essas coisas coexistem fora do meu corpo? Por que eu não tenho nenhuma lembrança ou conhecimento disso?  

“Com quem vocês deixaram o Expf?” Seif interroga o colega a esquerda. 

“Pedimos para que o ancião o vigiasse enquanto a gente vinha aqui buscar vocês” a Alma da Tristeza. Era exatamente o que aquela voz semelhante à minha transmitia. Calma, um peso enorme e uma tristeza inexplicável. “Ela já está ordenando que você retorne também. Você demorou demais”  

“Então vocês vão mesmo levar todos até o mundo espiritual? Qual o objetivo de vocês?” a Alma dentro de mim apesar de saber quem são aqueles outros, não sabe o que eles querem, o que planejam. 

“Vocês vão entender quando formos até lá. O ancião explicará a vocês.” Seif suspira derrotado. Não pôde fazer à sua maneira.  

O tal Solf retorna ao lado dos outros dois e ficam de frente um para o outro. 

“Isso vai ser rápido, só peço que fechem os olhos por 10 segundos” o garoto sorridente parece realmente animado com o que vão fazer. 

Todos nós então fizemos o que o Solf pediu. Lipe tinha vindo até o meu lado para me ajudar a levantar, enquanto os outros permaneciam em seus lugares. Acho que todos estão como eu, cheios de perguntas, mas sem coragem de abrir a boca para falar algo diante das minhas almas. Ao sinal das Almas, fechamos os olhos e não podíamos mais ver nada. Consigo ouvir as outras partes de mim dizendo algo como um sussurro. Seria algum tipo de feitiço?  

Contei os dez segundo e abri os olhos quando Solf que já poderíamos abrir. Estávamos em um lugar completamente diferente. Em cima de uma plataforma em forma de círculo com escrituras estranhas e ao nosso redor um enorme pátio com belos jardins. Mas tinha uma coisa muita estranha nesse lugar. As aparências das coisas nesse lugar eram semelhantes a algum tipo de holograma com uma cor azulada. O chão, os batentes, as paredes e até mesmo as plantas pareciam que estavam desenhadas por linhas azuis e quando se olhava diretamente pra onde seria sua parte física, parecia transparente. 

 Quando tentei tocar o chão com minha mão a sensação era de estar tocando o chão normal. Uma plataforma de vidro azulada transparente? Sou horrível pra teorizar coisas. Mas se realmente estivéssemos em cima de uma plataforma de vidro e as paredes também fossem feitas do mesmo material, como isso explicarias as plantas, folhas e arvores?  

Todos os meninos ficaram com a mesma expressão de surpresa e fascinação pelo lugar onde estávamos. Mas não temos muito tempo pra ficar parado e encantado com a beleza peculiar do lugar. As sombras começam a caminha na direção de uma estrutura que parecia ser um santuário. Subimos uma escadaria que nos leva até a porta de entrada do tal santuário que já estava aberta. Estavam a nossa espera. Seguimos por um salão enorme, o teto erguido por pilastras redondas, vários desenhos e rabiscos como se fossem a decoração do lugar. 

Atravessamos o primeiro salão e adentramos o que estava logo a frente. Este era menor, diria que metade da extensão do outro. La na frente havia uma pequena escadaria que leva a um altar. E lá estava alguém, um velho. Será que o ancião de quem citaram mais cedo?  

Seu corpo coberto por completo com vestes também azuis, e o velho tinha a mesma aparência do local. Azul e transparente como um holograma.  

As sombras continuam caminhando até chega no pé do altar e fazerem uma reverência para o senhor a nossa frente. Quando percebo meu corpo também se abaixa numa reverência, acompanhando os demais.  

“Zeff, meu pequeno. Finalmente vocês estão aqui.” O velho fala calmamente abrindo os seus olhos “Acredito que já pode deixa-lo controlar seu corpo de volta, não precisa continuar com a guarda levantada”  

Assim que ele diz isso, meu corpo desaba no chão e depois de alguns segundos que me dou conta que já posso me mover como quero.  

“Com sua licença ancião, mas os outros três estão bem?” Seif diz retomando sua postura.  

“Ah, está tudo bem com eles. Nada aconteceu enquanto esteve fora” dá pra ver claramente o ar de um suspiro tranquilizado da Alma da Seriedade. 

“Acredito que estavam cheios de dúvidas jovens.” Continua o ancião “Eu irie lhes explicar o que está acontecendo e o porquê dos meus pupilos estarem fazendo o que estão fazendo.”  

“Podemos perguntar algo antes que o senhor comece a sua explicação? Como por exemplo onde nós estamos exatamente?” Aquiles levantando a mão.  

“Ah, certo, certo. Eu já ia me esquecendo destes detalhes.” além de ser diferente em aparência dessas sombras que foram atrás da gente, esse senhor também é bem simpático e transmite uma calmaria. 

“Vocês estão no mundo espiritual, na casa principal do mundo dos espíritos. A casa das chamas puras. Este nosso pequeno plano astral é liderado por 5 casas ou clãs como preferirem chamar. Não acho que irão querer saber sobre as outras casas no momento certo?” sorri simpaticamente.  

“Hmm..” Eli parecia pensativo quando o olho, mas então ele só pede para o ancião continuar “Acho que o senhor já pode continuar de onde ia começar” 

“Certo. Creio que vocês sabem ou lembram vagamente do que aconteceu a cerca de 12 anos atrás, certo? Quando vocês, no colégio onde estudaram, conseguiram abrir por um curto período de tempo uma conexão direta com algo que nunca tinham visto antes...” Ele faz uma pausa olhando nossos rostos apreensivos.  

Não me lembro de nada disto e nem Lipe deve estar entendendo muito bem o que está acontecendo aqui. Quando olho para o lado para ver os meus amigos eles estão com mais que uma expressão apreensiva, eles estão aterrorizados, suando frio e engolindo em seco. Mesmo com um senhor simpático falando calmamente. 

“Naquele dia vocês conseguiram ter acesso ao mundo dos espíritos, mas vocês fizeram algo que não devia. Acabaram jogando o amigo de vocês em um lugar totalmente desconhecido como alguma espécie de cobaia” a entonação da sua voz muda junto com seu semblante calmo e simpático que agora se torna de magoa e frustração. 

“Foi um acidente!” a voz de Eli sai de imediato assim que o ancião termina de falar, quase como se tivesse gritando de desespero. Ele encara o chão. 

“Sei que vocês se convencem disso a vida inteira. E depois de um tempo esqueceram que quase levaram um colega de vocês ao esquecimento total e continuaram tendo uma vida normal. E é claro, o normal de vocês não foi saudável para o mesmo colega que vocês quase apagaram da existência por um acidente. E também, o colega de vocês não lembra de nada e acha que tudo que a vida que estava tendo era igual a de qualquer outra pessoa.”  

 Conseguiram encontrar uma passagem para o mundo dos espíritos? Um colega foi jogado por acidente e o mesmo sobreviveu, mas não lembra de nada? As sombras que tem a mesma voz que eu e são chamadas de Almas minhas? Acho que estou começando a entender. Talvez as paranoias que tinha na adolescência não seja apenas pensamentos bobos. 

“Agora vamos ao motivo dos meus pupilos estarem atrás de vocês.” o ancião acalma sua voz e relaxa sua expressão fechando os seus olhos e mantendo a cabeça erguida. “Há alguém no mundo humano que fez um pacto com o antigo ancião da casa principal há cerca de 20 anos atrás. Esta pessoa está usando sacrifícios humanos para obter poder do mundo dos espíritos por meio do pacto que fez com o antigo ancião.” 

“Por que você mudou o assunto da explicação?” Aquiles  

“Por que os pontos se juntam. Meus discípulos querem ir ao mundo humano e tentar encontrar este homem e dar um fim a isto. Porém, eles não conseguem manter uma forma física no mundo humano e muito menos conseguem usar seus poderes nesta forma a qual eles se apresentaram para vocês.” 

“Precisam de nós para conseguir encontrar este homem.” Eli parecia hesitante de fazer essa pergunta, mas as palavras saíram da sua boca sem ele perceber. Seu rosto deixa bem explicito o medo da resposta. 

“Precisamos mais precisamente dos corpos de vocês” Solf a Alma da Alegria toma a frente na explicação. “Pensamos juntos com o ancião e ele nos deu a permissão de tentamos provar que somos merecedores. De provarmos que atingimos o nível suficiente para ele liberar nosso poder e conseguirmos formar uma forma humana.” 

“Então por que precisariam dos nossos corpos?” Eli de novo, questiona aterrorizado. 

“Por que a única forma que conseguiríamos tomar no mundo humano seriam iguais. Pessoas não desconfiariam de talvez duas pessoas extremamente idênticas andando por aí, mas seis já é de mais” 

“Como vocês vão provar algo ao seu ancião então?” Dessa vez, eu que questiono  

“Vai ser simples” dessa vez, é hora de o Seif tomar a palavra “Iremos fazer algumas disputas com seus amigos de infância. As disputas podem ser tanto de uma luta, um jogo simples a um combate psicológico.”  

De repente começa aparecer outra sombra vindo de uma entrada ao lado esquerdo da escadaria do altar. Vem caminhando lentamente com uma mão na nuca e o corpo o tronco jogado pra frente, como se estivesse com extrema preguiça. A marca do seu rosto era os olhos semiabertos, como se estivesse com sono.  

“Perdão ancião, acabei cochilando durante a meditação.” também fazendo uma pequena reverência “Uau, o que temos aqui. Vocês já trouxeram nossos criadores, isso vai ser divertido.”  

“Criadores, como assim? E por que vocês têm que ter disputa com a gente?” Eli continua a questionar.  

“Nós não podemos lutar com vocês, não temos esses algo que se compare com poderes especiais” Jay entra na conversa ainda tentando esconder seu medo e falha de novo. 

“Estão enganados. Há algo que ainda falta explica para podermos ligar os dois pontos. O Zeff, colega cujo foi jogado na passagem instável para este mundo, tem uma certa habilidade.” o ancião retorna a explicar enquanto a alma que aparecera se junta as outras no pé do altar virado de frente para nós “Aquelas pessoas que se ligam a ele profundamente, que cria um laço de conexão firme entre duas pessoas. Tem chances altas de conseguirem despertar habilidades.”  

Ele não poderia esconder meu nome por muito tempo, uma hora teria que falar onde eu me encachava. E eu estava certo. Agora só falta explica como essas almas foram criadas. Se elas têm algum proposito. E o quem realmente eu sou, mas acho que essa explicação ele não poder me dar. 

“Vocês iram enfrenta-los por que vocês são seus criadores. Vocês que fizeram com que, durante o crescimento de Zeff, as suas personalidades criarem vidas, vontade e desejo próprio. Vocês são responsáveis pelo Zeff e pelas suas almas.”  

As sombras deixam de ter a aparência que estavam usando até agora. E bem na nossa frente, eles revelam suas aparências. Eram todos iguais a mim. Todos eram... eu.  

“A 1° alma de Zeff, a Alma da tristeza, Darkf” diz terminando de se revelar por completo. "Mas podem me chamar de lagrimas, eu adotei este apelido." tenta dar um sorriso, mas é bem notório que é forçado. Acho que a Alma da tristeza não pode sorrir.

“A 2° alma de Zeff, a Alma da Seriedade, Seif.” 

“A 3° alma de Zeff, a Alma da Inteligência, Expf.” o que havia chegado atrasado. 

“A 4° alma de Zeff, a Alma da Alegria, Solf” o sorridente Garoto inocente 

Todos usando peças de roupas que vieram do Colégio. Da mais padrão, camisa branca com gola e o brasão da escola no peito esquerdo e uma calça folgada azul escura, e as combinações com as camisas dos evento escolares. Jogos internos, Feira de ciência e entre outros que agora não me lembro. 

“E ainda há as almas da Irá e psicopatia. Mas permanecem em sono profundo por serem perigosas e incontroláveis” acrescenta o ancião. “Junto com a alma dentro do próprio Zeff, a Alma da Adaptação, formam as Sete Almas de Zeff”  

 


Notas Finais


Escutem antes de ler, como se fosse um opening :3
https://www.youtube.com/watch?v=NxVr1Hf3KCk

E sobre a parte do mundo espiritual. Pra quem já assistiu kuroko no basket, existe uma coisa chama Real Zona Mode e acho que o ep que o time Seirin consegue entrar nessa Zona mode pode ser uma referência pra imaginar essa parte da história:
https://www.nautiljon.com/images/univers/00/65/kuroko_no_basket_la_zone_56.jpg
https://i.ytimg.com/vi/0vEIDij8Q9k/maxresdefault.jpg


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