História Sete é o Número do Azar (Interativa BTS) - Capítulo 4


Escrita por: e Mrs_Linda180

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Cupido, Romance
Visualizações 95
Palavras 734
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


SURPRESAAA!!

Sim, eu trouxe mais um cap, desta vez, para o dia das crianças! Pois eu sei que tem muitas que estão acompanhando o projeto, então parabéns, e não só pra elas, como também para aqueles que já foram uma!

Espero que gostem, pois este é o último prólogo até o dia das aceitas, então aproveitem-o bem!

Capítulo 4 - 0,99;; Elevador Sobe e Desce... (Especial Dia das Crianças)


"Quantos setes, hein?"

 

Ao pegar o elevador do céu, Han deveria escolher o seu destino... Para para onde exatamente ela iria? Tinham tantas opções: New York, Salvador, Buenos Aires, Incheon, Joanesburgo, Osaka... Todas estas estavam com um apartamento reservado pelos cupidos para a mesma. Enfim, inúmeras cidades as quais, a cupido poderia pressionar seu dedo sobre uma das mesmas, que a levaria a tal. Mas, um nome curto chamou a atenção da menina, um nome ao qual lhe lembrava do lugar de onde vinha. "Seul" era um local desconhecido para Wool, mas a sua pronúncia — que se parece com "céu" — era muito familiar. Então, por impulso, Han-Wool pôs seu dedo indicador sobre o botão azul onde se encontrava o nome, e assim, começara a sua viagem.

 

[Uma hora depois]

 

— Então é... Aqui? — se perguntava a garota, surpresa ao ver a frente do pequeno apartamento, onde ficaria pelos próximos sete meses.

Han pegou na maçaneta, com a intenção de abri-lá, mas logo se lembrou de algo.

— A chave! — a cupido esquecera de pegar a chave na mão da síndica do condomínio. 

A menina deixou suas malas em frente à porta e foi procurar a tal mulher. 

Andando pelos corredores do prédio, Wool se deparou com o absurdo silêncio que vagava por ali. A garota entrou no elevador imediatamente ao encontrá-lo. Alguns andares depois, Han percebeu que não sabia para onde estava indo, muito menos onde a síndica se encontrava.

O transporte móvel em que a nossa pequena cupido estava, parou de repente, no primeiro andar. Só aí Wool percebeu que o elevador estava descendo esse tempo inteiro — ela não tem culpa, não sabe usar essas coisas direito, pessoas com asas não precisam disso! — . Antes de perceber, uma menina, que era transportada por um móvel com rodas — mais conhecido como cadeira de rodas — entrou no que Han-Wool estava.

— Bom dia! — cumprimentou, sorridente, a desconhecida. 

— Bom dia. — respondeu a cupido, tímida. 

— É... Você não vai sair? — perguntou a garota de olhos claros.

— Não sei... Acho que não... — respondeu Han sem saber direito o que dizer.

— Hum... Ok! — falou a outra, apertando o botão do andar número sete, voltando à estaca zero, ou seja, de onde veio.

Andares e andares se passaram até chegar no tal em que a menina escolheu e o qual Han estava antes.

— Você não vai sair...? — perguntou novamente a mesma, saindo do elevador e estranhando a atitude da mais velha.

— Eu deveria? — disse Wool, sem saber o que fazer.

— Esse é o último andar... 

— Ah! Eu não sabia! — respondeu Han-Wool, saindo do elevador e seguindo a cadeirante.

— Você é nova aqui, não é?

— Sou...

— E para que apartamento você vai?

Sete deste andar.

— Mas já passamos por ele...

— É que eu preciso da chave. Estou procurando a síndica.

— Sério? Por que você não me disse isso antes?!

— Porque você não perguntou...

— Nossa... É que, bem, eu sou filha dela e estava indo para o nosso apartamento agora!

— Que bom, você poderia me levar até lá? 

— Claro!

E assim dialogaram até chegarem no local onde a mãe da menina, agora conhecida, se encontrava.

— É aqui! — contou ela, abrindo a porta branca da pequena casa.

— Obrigada por me trazer! — agradeceu Han.

— Não foi nada! Mãe, temos visita! — respondeu à Wool e depois, chamou a moça. — Bom, agora eu devo ir! Até logo! — se despediu a menina, entrando no apartamento, pegando um saco com morangos — sete ao total — que estava em cima da mesa, e saindo do local.

— Olá, tudo bem? A quem devo receber? — cumprimentou a mulher, se aproximando da nossa garota e saindo do lugar onde Han apostou em ser a cozinha.

— Olá, tudo sim, e com você? Me chamo Han-Wool e sou uma nova moradora daqui! Vim pegar a chave. — respondeu a cupido, com um sorriso no rosto.

— Comigo está tudo bem. Qual é o número do apartamento? — perguntou a moça, enquanto mexia numa gaveta com inúmeros papéis.

Sete do andar número sete, ou seja, este!

Quantos setes, hein?

— Esse número me persegue... — sussurrou Han, olhando para aonde a síndica procurava seus documentos. 

— Aqui está! Espero que goste do apartamento! Caso perca a chave, tenho uma cópia aqui, mas mesmo assim, tenha cuidado! — falou a moça entregando a chave prata nas mãos da menina.

— Obrigada, vou me lembrar disso, senhora...

— Hee! Me chamo Hee! — contou dando um sorriso. 

— Ok, senhora Hee. — disse respondendo o sorriso da mulher com um ainda mais brilhante. 

 


Notas Finais


Xauuu <3


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