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História Sete Pecados Capitais - Capítulo 4


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Notas do Autor


Queria dizer que eu amo o Obito de paixão e estou feliz com o resultado do capítulo, uma amiga próxima minha disse que o capítulo anterior estava muito pesado então eu dei uma suavizada nesse, espero que gostem.
Muito obrigada pelos 37 favoritos!
Aceito qualquer crítica e dica que vocês tiverem.
Aproveitem.

Capítulo 4 - Inveja


Fanfic / Fanfiction Sete Pecados Capitais - Capítulo 4 - Inveja

- Inveja -

“A inveja (do latim invidia) é o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa tem e consegue. É considerada pecado porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias bênçãos e prioriza o status de outra pessoa no lugar do próprio crescimento espiritual.”

O sentimento de falta de sua antiga superiora se fez presente em Sakura, por mais que não tivesse nada contra a Irmã Kaguya, ainda não conseguia entender o por quê de Tsunade ter deixado o cargo, já que ela nunca deu sinais que faria tal coisa.

A investigação que estavam tendo acabou de vez, Irmã Kaguya havia deixado a biblioteca aberta para o funcionamento normal, além de ter jogado todos os livros de mitologia fora. Ela claramente não queria que Sakura soubesse mais que o necessário sobre demônios, isso incomodava muito a garota.

Toda vez que era questionada sobre o paradeiro de Tsunade, a Irmã Kaguya mudava de assunto rapidamente, deixando Sakura ainda mais frustrada com a situação. Depois de muita insistência, a jovem decidiu aceitar que não obteria suas respostas tão cedo. Focou-se em fazer seus afazeres comuns, ela tinha que manter a cabeça no lugar enquanto pudesse.

Suas pernas ainda estavam um pouco bambas e ela nem se atrevia a lembrar-se da última noite, a intensidade que havia passado anteriormente havia deixado sequelas no corpo da garota. Ela tinha hematomas de cor roxo escuro em várias regiões de seu corpo, Sakura agradeceu mentalmente por todas elas ficarem escondidas debaixo do hábito que vestia.

Apesar de estar mentalmente e fisicamente afetada, ela não conseguia conter o sentimento imprescindível que sentia, cada noite que se passava ela ficava mais destruída, e só queria mais daquilo. Chegava a ser doentio a forma que ela se via no momento, não mais uma freira, mas sim uma pessoa com o único propósito de servir a esses demônios.

Ela desabafaria tudo isso com alguém, se houvesse alguma pessoa que ela pudesse conversar, mas isso já não era mais possível. Tsunade havia ido embora, Irmã Kaguya era estranhamente confiável demais e as outras freiras estavam ocupadas demais cuidando de suas próprias vidas. Tudo que estava sentindo e passando ficaria guardado para si mesma, era seu segredo obscuro, que provavelmente a mataria.

- Sakura! Vamos querida, a missa já acabou. – a voz doce da Irmã Kaguya lhe despertou de seu transe.

Era impressionante como ela ficava momentos pensando sobre isso, esquecendo de tudo que estava ao redor, como se mais nada importasse. Mal prestou atenção na missa. Tsunade a repreenderia se estivesse aqui...

Mas diferente dela, a Irmã Kaguya não parece se importar com a ignorância espiritual da garota.

- Já estou indo.

Sakura saiu dali em silêncio, foi até seu lugar de paz, o jardim. Sentou-se no banco de madeira velho, que rangeu com o contato. Encarou o horizonte, pensativa.

- Sobre o que você está pensando? – a Irmã Kaguya se sentou ao lado dela, olhando para o mesmo ponto que a garota olhava, tentando entendê-la.

- Nada de especial...

A garota não estava com muita vontade de papear, apenas queria ficar sozinha, mas a Irmã Kaguya parecia segui-la por toda a parte.

- Sei que está triste, sobre a saída de Tsunade.

Era evidente que a garota não estava feliz como sempre, o sorriso radiante que antes decorava seu rosto, agora havia desaparecido. A única amiga dela havia ido embora, a presença da antiga superiora era quase familiar para ela, e ela se sentia triste em pensar que talvez não a veria novamente.

- Ela não virá me visitar em nenhuma ocasião? – Sakura perguntou esperançosa.

- Acho que não. – Kaguya respondeu de forma simples, a situação tinha uma importância diferente para ela. – Não fique assim querida, ela sempre vai estar aqui.

- Não fale como se ela tivesse morrido! – a garota repreendeu, uma lágrima solitária escorria pela sua bochecha.

- Eu entendo Sakura, é difícil aceitar mudanças...

- Eu nunca quis mudar nada, eu já era feliz... – Sakura fechou os punhos, não queria ser confortada, queria apenas sua vida antiga de volta. - Tudo estava bem antes de você chegar!

Kaguya arregalou os olhos, nunca havia visto Sakura usar esse tom de voz com qualquer outra pessoa, ela percebeu que a garota não estava gostando da saída de Tsunade, porém, era tarde demais para traze-la de volta.

- Tudo bem. Vou te deixar sozinha. – Kaguya se levantou. – Fique o resto do dia livre, você precisa de tempo para pensar.

Sakura avistou a mulher sumir de sua visão, deixando-a sozinha no pátio.

A garota respirou fundo, sabia que havia sido grossa com a Irmã Kaguya, mas não deixaria Tsunade ser tratada como somente alguém do passado, ela foi umas das pessoas mais importantes de sua vida, a sua “mãe”

As nuvens tamparam o céu, a brisa que antes acariciava o rosto de Sakura, agora alertava a breve chegada de uma chuva. As gotículas de água começaram a cair do céu, molhando toda a superfície da grama do local, Sakura continuou sentada, não estava com o mínimo de ânimo para se levantar.

Suas mãos foram até seu véu, tirou-o e o deixou de lado, com a exposição de seu cabelo, a chuva encharcou todos os fios. Sakura fechou os olhos, suas lágrimas se misturando com a chuva, apreciando a tranquilidade, limpou a sua mente pela primeira vez naquela semana. Todos os seus problemas foram embora naquele segundo, ela só sentia a pressão das gotas da chuva caindo sobre sua face.

- Se continuar muito tempo aqui vai ficar resfriada. – a voz masculina a acordou de sua tranquilidade momentânea.

Ela abriu os olhos, olhando para o dono da voz, que estava em sua frente, a encarando. Sakura levantou seu olhar até o rosto do homem. Sabia que ele era um demônio, já que o convento estava fechado para visitas naquele dia, ninguém poderia entrar, ninguém humano.

Ele mantinha uma feição séria, seu maxilar marcado estava contraído, um de seus olhos estava fechado, neste lado de seu rosto tinham várias cicatrizes, de certa forma, ele continuava com seu charme mesmo com um lado do rosto marcado.

- Não acha que chegou cedo demais? – a garota perguntou.

Não havia dado nem seis da tarde e esses demônios continuavam a perseguindo. Ela realmente não tinha um momento que pudesse ficar sozinha em paz.

- Se quiser eu vou embora, mas vamos nos encontrar mais tarde de qualquer maneira. – ele se sentou ao lado dela, cruzando as pernas e colocando um braço sobre os ombros dela.

Sakura não respondeu nada, independentemente de suas respostas ela sabia que ele não iria embora. Ela estava começando a se acostumar com a presença desses seres sobrenaturais. Isso a preocupava.

- Você fica bonita sem o véu. – ele elogiou, alisando no dedo um fio róseo do cabelo da garota.

Ela o encarou, como se pedisse que ele calasse a boca. Ele entendeu o recado e deu um sorriso boçal.

- Cheguei numa hora ruim não é? – ele tirou o braço dos ombros dela e descansou as mãos nas próprias pernas.

- Acho que sim.

- Não deveria ficar pensando demais nas coisas. – ele aconselhou. – O que quer que tenha acontecido, você deveria superar, é a melhor coisa a se fazer.

A expressão do rosto dela mudou, de certa forma, tinha que concordar com ele. Ficar chorando no banco velho do pátio não adiantaria nada. Por mais luxurioso que parecesse, ela teria vários consolos durante a semana.

- Obrigada. -ela agradeceu, sorrindo levemente para ele.

Naquele momento, ele se lembrou de sua antiga paixão. Mas afastou as memórias rapidamente, se levantando do banco.

- Até mais tarde, Sakura.

- Até... – ela ainda não sabia o nome dele.

- Obito, meu nome é Obito.

A tempestade continuava alagando o pátio, os clarões la fora iluminavam o quarto escuro. Sakura estava deitada, com sua camisola, esperando seu convidado (não convidado) chegar. Foi a primeira vez que um dos demônios havia demorado tanto para chegar. Ela estava começando a querer desistir de esperar e se render de vez ao sono.

Como se tivesse lido sua mente, depois de um forte clarão, ele apareceu em seu quarto. Sakura se levantou rapidamente da cama, apoiando o peso do corpo nos seus cotovelos, o encarando.

- Desculpe pelo atraso, houve alguns problemas...

- Problemas no inferno?

Ele riu irônico.

- Não se preocupe, não te farei esperar mais. – ele se aproximou dela, subindo por cima do corpo dela.

A língua dele invadiu a boca dela e seus lábios se colidiram, movendo-se em sincronia. Obito moveu a perna que estava entre as coxas dela, para sua objeção, mas depois a levantou. Instintivamente, seus braços em volta do pescoço dele e suas pernas em volta de sua cintura, onde ela pôde sentir a protuberância crescente dele contra ela. Os lábios dele voltaram-se para a parte sensível de sua clavícula e a chuparam com força, fazendo com que Sakura levasse suas mãos até os fios de cabelo dele e apertasse. Ele se aproximou dela e a deixou cair na cama. Enquanto ele ainda estava de pé, Obito tirou rapidamente a camisa pela cabeça enquanto ela se recostava e admirava o corpo tonificado dele.

Sakura rapidamente se sentou de joelhos e colocou os braços em volta do pescoço dele, puxando-o para si pegando-o desprevenido e puxando-o para um beijo profundo. Ela usou o choque dele para puxá-lo para baixo e virá-lo, então agora ela estava montando nele. Não sabia da onde havia tirado essa coragem, mas estava adorando. As mãos dele alcançaram seus quadris enquanto suas mãos se entrelaçavam nos cabelos dela. Sakura começou a mover os quadris para frente e para trás, meticulosamente devagar. Ela sentiu Obito rosnar contra ela quando ela empurrou seus quadris contra os dele, deixando-a mais molhada a cada segundo.

Ele sorriu contra os lábios dela enquanto lentamente se afastava e começava a mordiscar sua orelha, fazendo-a soltar um suspiro trêmulo. Obito começou a descer pelo pescoço dela até encontrar o ponto ideal logo abaixo da mandíbula. Ele começou a chupar e mordiscar e suas mãos se arrastaram até a cintura dela e apertaram sua cintura.

A mão dele dançou suavemente ao redor da parte interna das coxas dela, ocasionalmente flutuando sobre onde ela mais precisava dele. Ele a virou, colocando-a embaixo de si, puxando a camisola dela pela cabeça, tirando qualquer peça que estivesse no caminho de seus corpos. Os olhos dele caíram para os seios médios dela e ele deu um sorriso atrevido, claramente gostando da visão.

Ele a empurrou de costas e sua boca começou a se arrastar do pescoço até o peito. Sakura gemeu e seus olhos rolaram para trás quando sentiu a boca dele sugando seu mamilo enquanto a outra mão subia e massageava o outro seio. Ela arqueou ligeiramente as costas, tentando obter mais dele, sentindo-o morder a sua pele, sabendo que iria machucar.

Ela sentiu os lábios dele se reconectarem ao seu pescoço enquanto ele beijava seu corpo. Quando ele alcançou seus quadris, Sakura sentiu as mãos dele deslizarem para cima e para baixo em suas pernas, seus dedos explorando cada centímetro de pele que ele podia tocar. A provocação de Obito estava lentamente fazendo seu núcleo queimar e ele mal havia tocado nela. Sakura só pode imaginar como seria quando ele finalmente o fizesse. Felizmente, ela não teve que esperar muito.

Sua respiração ficou presa na garganta quando ele se posicionou entre suas pernas. Ele observou cada centímetro do corpo dela antes de descer sobre sua intimidade. Sakura engasgou com a sensação estranha da boca dele em seu clitóris e gemeu alto quando a língua dele começou a desenhar círculos ao redor de seu clitóris. Sua mão agarrou o cabelo dele, Obito sentiu seu aperto ficar mais forte e começou a circular a língua mais rápido.

A respiração dela se acelerou e ela girou os quadris, precisando de mais para empurrá-la para o seu clímax, mas a mão forte dele rapidamente a agarrou e a segurou no lugar. Sakura se contorceu sob ele, mas sem sucesso. A língua dele disparou para frente e para trás, o novo movimento fazendo com que ondas de prazer percorressem todo o corpo dela. O calor começou a aumentar e ela estava prestes a gemer o nome dele antes que tudo parasse. Sua cabeça se ergueu para vê-lo sorrindo para ela.

Ele pegou dois dedos e os colocou na boca, cobrindo-os. Ela estremeceu quando sentiu sua língua de volta em seu clitóris e ela praticamente gritou quando sentiu dois dedos dele deslizarem nela. Seus dedos se curvaram e acariciaram o ponto G dela enquanto suas costas arqueavam para fora da cama e seus olhos reviravam em sua cabeça.

O calor estava ficando intenso e as pernas dela começaram a tremer. Seus dedos do pé se enrolaram e você estava segurando os lençóis, chegando finalmente ao orgasmo. Obito agarrou os quadris dela com força e a virou, deitando-a na cama, de costas para ele. Suas mãos nunca deixaram seus quadris enquanto ele dava tempo para Sakura se apoiar nos cotovelos.

Obito alinhou seu pau com sua entrada e lentamente alisou para cima e para baixo na intimidade molhada dela. Ele se empurrou de vez para dentro dela, fazendo-a choramingar.

- Valeu a pena esperar não é. – ele disse num tom divertido, entrando num ritmo de estocadas confortáveis.

Sakura finalmente se ajustou ao tamanho dele e foi capaz de ver a maior parte dele quando ele finalmente começou a acelerar o ritmo. Suas mãos caíram nos quadris dela e ela sentiu uma mão firme em suas costas, empurrando-a para baixo. Ela obedeceu, arqueando as costas o máximo que pôde, deixando o rosto apoiado no travesseiro. De repente, ela sentiu um forte tapa na bunda e ofegou de choque, dor e surpresa. Imediatamente ela sentiu a mão de Obito acariciando o local que ele acabou de bater. Depois de se recuperar da primeira palmada, ela sentiu outra. Desta vez, um gemido escapou de seus lábios quando a dor se transformou em prazer.

A mão de Obito agarrou um pouco do cabelo dela, puxando-a de forma que as costas dela ficassem contra o peito dele. Este novo ângulo permitiu que ela absorvesse totalmente o pau dele, fazendo com que eles dois gemessem de prazer. Cada vez que ele batia nela, Sakura o sentia atingir seu colo do útero, causando um prazer doloroso em todo o seu corpo. Cada estocada foi recebida com um gemido.

Ele rosnou no ouvido dela, agarrando seus quadris com precisão, quando ambos atingiram o clímax. Os dois deitaram suados na cama, Obito puxou-a para si, fazendo com que ela encostasse a cabeça em seu peito. Sakura se aconchegou nele e fechou os olhos, se preocupando apenas em dormir, esperando pelo próximo dia.


Notas Finais


Supera a Tsunade Sakura. SUPERA!


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