História Setealém (Taegi) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys, Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lemon, Setealém, Suga, Taegi, Taekook
Visualizações 116
Palavras 1.504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoas!
Sejam bem vindos a Setealém!
Espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Epílogo.


Fanfic / Fanfiction Setealém (Taegi) - Capítulo 1 - Epílogo.

"As portas se abriram lentamente. Sua respiração, devido a tensão, era audível. Segurando na alça de sua mochila, começou a dar passos entrando no corredor sombrio. Ele não entendia e nem sabia que lugar era aquele. A única certeza que tinha, era que aquele lugar não era o prédio no qual havia entrado minutos atrás. Ele precisava sair dali. Ele sentia o perigo. Um barulho alto e indecifrável o assustou fazendo com que desse um pulo.

- Preciso sair daqui. – Sussurrou para si mesmo e passou a andar mais rápido a todo momento olhando para os lados. – Preciso encontrar a saída. – Ele podia sentir a presença de mais alguém ali.

Assim que encontrou as escadas, passou a desce-las rapidamente. A angústia tomava conta de si. Quanto mais descia, mais frio ficava. Não era inverno, então o fato de estar sentindo tanto frio piorava ainda mais as coisas. Por sorte ele carregava um casaco em sua mochila e então o vestiu.

Quando chegou ao térreo, a visão do local se tornou mais assustadora. Era como se estivesse em um mundo pós-apocalíptico onde não existissem mais pessoas. Era como se estivesse tudo abandonado. Se encostou na parede tentando absorver toda aquela informação. Com as mãos no rosto e os olhos fechados, chegou a pensar que estava ficando louco.

- Está perdido rapaz? – Uma voz muito próxima a ele o assustou. Abrindo os olhos rapidamente, avistou o que parecia ser uma velhinha de capuz preto.

- Q-que lugar é esse? – Perguntou aflito.

- Ora... Veio para cá e não sabe onde está. Interessante. – A velhinha estava começando a amedrontá-lo. – Bem vindo a Setealém."

Taehyung acordou assustado e logo percebeu que ainda estava no ônibus. Recostou sua cabeça no banco ao mesmo tempo em que respirava fundo. Outra vez ele havia tido o mesmo sonho e toda vez acordava angustiado.

- Está tudo bem com você? – Taehyung olhou para o lado e viu um garoto, que aparentava ser mais novo que ele, o olhando curioso. O garoto tinha cabelos castanhos. Seus olhos eram expressivos e amendoados, mesmo estando atrás dos óculos redondos. – Tudo bem?

- Sim. – Taehyung respondeu forçando um sorriso. – Foi só um pesadelo, nada de mais. Obrigado.

○●○

Taehyung estava apressado. O rapaz de cabelos castanhos caminhava rapidamente pelas ruas da grande cidade sustentando sua mochila apenas em seu ombro direito. Ainda tinha uma hora até que seu horário de almoço terminasse, mas precisava adiantar seu relatório da faculdade. Se não houvesse dormido no ônibus mais uma vez e não tivesse acordado somente duas paradas a frente, já teria chegado na emissora de TV. Taehyung está no terceiro período do curso de Jornalismo na Universidade de Seul e faz estágio em uma emissora de TV local.

O rapaz de 22 anos poderia estar mais calmo, mas haviam quatro fatos o incomodando. O primeiro, era o fato de ter dormido no ônibus e perdido seu ponto de parada. O segundo, era o fato de que novamente havia tido aquele sonho estranho, que por sinal o acompanhava a cerca de um ano. O terceiro, era o fato de que precisava terminar o quanto antes o “bendito relatório”, como o mesmo costumava dizer. E o quarto, era o fato de que o clima estava estranho naquele dia.

Ele tinha certeza de que quando embarcou no ônibus, o céu estava azul e o sol brilhava forte. Mas ao descer do ônibus, o clima havia se tornado pesado. O céu antes azul e bonito, naquele momento estava nublado e havia começado a ventar forte, como se a pior de todas as tempestades estivesse a caminho. E se ele fizesse uma lista das coisas que menos gosta, com certeza tempestades estariam entre os primeiros itens.

Restava um quarteirão para que chegasse na emissora e ele agradecia por isso, já que os músculos de suas pernas haviam começado a arder. O vento forte e gelado vinham de encontro a ele fazendo sua pele exposta se arrepiar de frio, o que o obrigou a abraçar o próprio corpo na tentativa de reter calor. O que ele não esperava era ser atingido em cheio no rosto por uma folha de papel que era levada pela força do vento.

- Mas que droga! – Taehyung exclamou com o susto, ao mesmo tempo em que retirava o papel de seu rosto. Diminuiu um pouco o ritmo de sua caminhada para então ler o que estava escrito na folha.

“DESAPARECIDO

Jeon Jungkook, 20 anos.

Informações ligue para XXXX-XXXX.”

Taehyung olhou a foto que estava logo abaixo da escrita e seus olhos se arregalaram. O garoto chamado Jungkook tinha cabelos castanhos e os olhos expressivos. Ele conhecia aquele garoto. Era o mesmo garoto que, uma semana atrás, quando estava no ônibus, havia perguntado se ele estava bem. Mesmo tendo o visto apenas uma vez e mesmo não o conhecendo, Taehyung torceu para que o garoto estivesse bem e fosse encontrado logo.

A primeira gota de chuva atingiu o papel nas mãos de Taehyung, o fazendo olhar para o céu e então recebeu outra gota em sua testa, e outra, e outra. A chuva rapidamente se tornou forte e não lhe restou outra alternativa, a não ser correr os últimos metros restantes até chegar na portaria do prédio da emissora de TV.

Ao perceber que ainda estava com o papel nas mãos, guardou o mesmo no bolso de sua calça e se apressou para chegar ao elevador. Mesmo dentro do prédio, ainda era possível escutar o barulho dos trovões e dos raios causados pela tempestade. Quando o elevador chegou, o rapaz entrou e pressionou o botão de número 13, que correspondia ao andar em que trabalhava.

Ao pressionar o botão e as portas do elevador se fecharem, Taehyung teve um sentimento estranho, como se aquilo já tivesse acontecido. Claro que ele usava o elevador todos os dias para chegar ao andar no qual trabalhava, mas naquele momento parecia diferente. Dejavu é uma expressão originária da língua francesa e sua tradução significa “eu já vi”. E talvez naquele momento, dejavu pudesse descrever o tal sentimento estranho que Taehyung teve.

Enquanto os números no visor subiam, 01, 02, 03... Taehyung encarava seu reflexo no espelho. Ele se sentia estressado nos últimos dias. Talvez fosse devido ao seu ritmo frenético de estudos e de trabalho, que estava consumindo suas energias. Ele precisava urgente de férias. Talvez fosse viajar, ir para a praia ou até mesmo visitar seus avós que moravam no campo. Seu devaneio foi interrompido quando a luz do elevador piscou.

- A não. – Taehyung disse apreensivo. Ele temia que houvesse uma queda de energia e ficasse preso ali naquela “caixa de metal".

Mais uma piscada. Andar 06.

O rapaz acastanhado procurou seu celular, que estava em um dos bolsos de sua mochila, já imaginando que algo poderia acontecer. Claro que ele só queria chegar logo ao andar 13 e terminar seu “bendito relatório”, apenas isso. Mas o rapaz precisaria adiar o término do tal relatório, pois todas as luzes do elevador se apagaram e o mesmo parou de se mover. Silêncio.

- Ah, mas que ótimo! – Ligou o visor de seu celular, a fim de telefonar para a recepção do prédio e informar o ocorrido, mas estava sem sinal. – Maravilha! – Levantou os braços no ar.

Taehyung se encostou no fundo do elevador, fechou os olhos e respirou fundo. Ele agradecia por não ter nenhuma fobia a lugares fechados. Mas não podia negar que estar preso em um elevador e ainda por cima sozinho, estava lhe deixando apavorado. Abrindo os olhos, lembrou do interfone que todos os elevadores possuem e então decidiu tentar usá-lo. Mais uma tentativa em vão. Estava sem comunicação.

- Calma Taehyung, a luz acabou por causa da tempestade e já vai voltar ao normal. – Falava para si mesmo na tentativa de se acalmar.

Cinco minutos haviam se passado e o mesmo silêncio perturbador continuava. Apenas a luz do visor do celular iluminava o ambiente. O rapaz se sentou deixando sua mochila de lado e usou os braços e joelhos para então apoiar seu queixo. Ele esperaria, não lhe restava outra opção.

Quando Taehyung estava quase cochilando, percebeu uma claridade. Abriu os olhos piscando algumas vezes e então percebeu que o visor, no qual o número dos andares eram indicados, estava ligado. Mas apenas ele, já que todas as outras luzes ainda estavam apagadas. O andar indicado no visor era o de número 07. Na esperança de que a energia estivesse voltando, o acastanhado se levantou pegando sua mochila e então as portas se abriram.

Taehyung quase sorriu de felicidade ao perceber que poderia sair, mas no mesmo instante o sorriso cedeu lugar a uma feição de espanto. Seus passos eram curtos e lentos ao sair do elevador, já que seus olhos percorriam toda a extensão do corredor do andar 07. A iluminação era baixa e as vezes piscava. A decoração não era a mesma que ele estava acostumado a ver no prédio, era algo um pouco sombrio. Bom, muito sombrio para falar a verdade.

- Mas que palhaçada é essa?


Notas Finais


Bom, esse foi o epílogo.
O que vocês acharam?
Eu gostei bastante! (Sou meio suspeita)
Enfim, deixem um comentário pra eu poder saber a opinião de vocês. É muito importante.
Muitos beijos 😘😘😘


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