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História Settle Down - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


EU VINDO COM PUTARIA PRA VOCÊS!
Olha, sério, muito sério: se você não curte um hentai e coisa e tal, pula esse capitulo e espera o próximo, pode pá?

Olha Catarina, eu falei que não demorava e eu tô seguindo fiel a minha palavra @Moku

Aí, revisei não, quem ver erro me conta!
Boa leitura meu povo e minha pova!

Capítulo 2 - ... we're speaking in bodies


but you're losing your words
we're speaking in bodies
avoiding me and talking 'bout you

 

— Ai Sakura, sabe o que realmente é uma merda? — A mulher parou de secar o cabelo, olhando para ele com curiosidade, e Sasuke podia apostar que haviam quilos de cabelo rosa espalhados na toalha e pela cama onde ela estava sentada. Ele revirou os olhos por não entender sua ridícula obsessão pela droga de um cabelo rosa e foi até ela, tirando a toalha de suas mãos. Sakura resmungou sobre o quanto ele não passava de um grande mal educado. Para a satisfação de sua razão, Sasuke andou com a toalha cheia de fios coloridos até o banheiro e pendurou o tecido no cabideiro ali disposto. — Merda é você ter esse cabelo lindo, volumoso, e com muita queda. Merda é ser bissexual e nenhum dos sexos te querer. Não tem merda nenhuma em ser a única solteira do seu círculo de amigos, se é que você pode chamar encontros uma vez no ano de “círculo de amigos”.

— Mas eu nunca disse que era bi. — Ela disse com confusão, enquanto tentava desembaraçar os fios recém lavados com os dedos. Sasuke estalou a língua levando um pente até ela.

— Quem ‘tá falando de você, criatura? Eu é que sou bi. Garota lerda...

— Ah! Que ótimo! — Ela disse com euforia e Sasuke arqueou o cenho, e Sakura quis desesperadamente esconder a cara em um buraco no chão ou perguntar onde a pessoa que fez a sobrancelha dele atendia. — Quer dizer, eu achei que você era gay. — De um segundo a outro ela ficou corada e começou a acenar as mãos freneticamente. — Não que isso seja problema, tá? Meu irmão é gay e eu não tenho nada contra.

— Ok, Haruno. Eu já entendi. Para de passar essa vergonha no débito, por favor. Eu duvido que tenha tudo isso em conta...

A mulher soltou uma risada de nervosismo e desviou os olhos verdes para outro canto, começando a gargalhar. Sasuke estava começando a ficar com sono e a euforia do álcool estava sendo substituída por um leve mau humor, mas foi impossível não sentir-se contagiado pela risada da Haruno.

No fim das contas, ele achou que fosse mais seguro se a rosada ficasse no hotel e não que pegasse um carro desconhecido para atravessar a cidade sozinha. Foi um ótimo anfitrião, oferecendo uma muda de roupa e uma toalha para Sakura tomar um banho. Conversaram sobre ela por quase uma hora, onde ela contou sobre a carreira de publicidade que tinha, passado amoroso e sobre como ela estava achando péssimo ter voltado para Suna, mesmo que fosse apenas por causa de um evento.

Então além de sentir dores na barriga de tanto rir com Sakura — a atraente ex-namorada do atual namorado de sua irmã, era necessário pontuar para que lhe servisse de juízo — Sasuke estava deitado com a dita cuja ao seu lado em uma cama de hotel.

Sakura Haruno estava longe de ser alguém certo. Não que ela fosse uma péssima pessoa, mas também não parecia boa o suficiente. Ela era alguém que sofreu por influência maior por muito tempo e acabou fechando-se para dentro do próprio umbigo e o egoísmo lhe falava muito alto. E quem estava pensando isso era Sasuke, um leonino assíduo com síndrome de centro do universo. Juntos pareciam uma bomba relógio, onde os primeiros a se ferirem eram eles mesmos.

Mas o que faria com os dedos formigando para tocá-la naquela altura do campeonato? Ela ria da própria vergonha e mais coisas que Sasuke não fazia ideia do que eram. Ainda existia álcool em suas veias, muita coragem e pouca sanidade, e essa lhe falou mais alto quando se levantou num rompante, passando os dedos pelo rosto com nervosismo.

— Sasuke, o que foi? — “Some da minha frente”, ele quis responder. Mas Sakura já estava sentada ao seu lado, os olhos verdes brilhando em sua direção, o rosto absurdamente bonito preocupado e as duas pequenas mãos segurando as dele.

— Não… — engasgou com a própria saliva e pigarreou de leve — Não é nada… Hn, você está perto demais. — E quis ter mordido a própria língua. Do rosto de Sakura, um sorriso sacana brotou como quem não quer nada, e enquanto ela tratava de diminuir a distância entre eles, Sasuke teve certeza de que no sangue dela também corria muita coragem.

— Se eu soubesse que te incomoda, eu ficaria mais perto, Sa-su-ke. — Inferno! Maldita a hora que não despachou a mulher da porta do bar. Na verdade, maldita a hora que olhou demais para aqueles olhos verdes e decidiu se divertir um pouco e beber demais. E bem, agora já era tarde… Não teve controle sobre as próprias mãos quando segurou a cintura de Sakura e se virou sobre ela em cima da cama. O gritinho abafado e o rosto assustado dela por ter a provocação respondida foi um brinde para seu ego.

— O que dizia, Sa-ku-ra? — Foi impossível não sorrir em deleite quando a pele do rosto claro da garota ficou quase da cor do cabelo, os lábios que se entreabriram pela surpresa e os olhos se arregalaram levemente. Ele estava a poucos centímetros de tocar os lábios nos da Haruno e a falta de reação momentânea dela quase o fizeram desistir do jogo que ela mesma havia proposto. Mas então o cheiro natural que emanava do corpo menor o desnorteou e por ele não ter se afastado, Sakura juntou as últimas fagulhas de sua sanidade para reagir.

Jogando todas elas no lixo e atracando os braços nos ombros dele, é claro.

Quando ela selou os lábios nos dele, o moreno não pensou duas vezes em prender a nuca de Sakura com uma das mãos e usar a outra para atacar a cintura feminina e desprotegida. A mente do Uchiha era pura névoa enquanto a língua acariciava a de Sakura. Ela não ficava atrás nos toques, e só era mais um motivo para que o rapaz não tentasse afastar-se e culpar o álcool.

Bom, ele culparia sim, mas somente no outro dia.

Em todos os lugares onde as mãos pequenas e atrevidas de Sakura tocavam, Sasuke sentia a pele formigar e seu corpo simplesmente a queria mais. Inclusive, as roupas já estavam atrapalhando demais! Ele ergueu o tronco e tirou a camiseta que usava e os olhos verdes da mulher acompanhavam tudo que fazia com atenção.

E não que a mulher fosse de dispensar caras gostosos e bombados, longe disso; mas o físico nem maromba e nem magro de Sasuke muito a agradava. Era natural e bonito. Ela já estava pronta para puxá-lo de volta e continuar sua sessão de apalpação, mas o moreno segurou a barra da camisa que ela usava e Sakura estava longe de impedi-lo. Pelo contrário! Sentou-se de frente para ele, sem nunca quebrar o contato visual; até porque isso era uma missão impossível: os olhos escuros do Uchiha eram intensos demais para serem ignorados por ela.

Mas Sasuke não estava interessado em ter pressa para nada; com as pontas dos dedos ele percorria o tronco de Sakura não apenas com o objetivo de arrancar fora a roupa dela. A mulher se apoiou nos cotovelos e jogou a cabeça para trás, arfando e aproveitando cada carícia. Não era exagero dizer que nunca havia sido tocada com tanto carinho, nunca havia mesmo.

Com a camisa jogada em algum lugar, Sasuke tocou os joelhos dela, abrindo espaço para a própria cintura, puxou o corpo feminino pela lombar e Sakura gemeu contida quando se aconchegou no colo dele. Uma das mãos a mantinha presa a ele com possessividade e a outra tocava a extensão de suas costas até abrir o fecho do sutiã e mandá-lo para tão longe quanto a peça de roupa anterior. Uma corrente de eletricidade atravessou o corpo da Haruno quando o tórax morno de Sasuke se pressionou contra seus seios rígidos e novamente sua boca era tomada com necessidade.

Sasuke desceu os lábios pela mandíbula de Sakura, beijando e sugando a pele do pescoço absurdamente cheiroso, em sua concepção. A mulher gemia baixinho, ora puxando os cabelos negros, ora arranhando seus ombros e braços, atiçando-o ainda mais. A trilha de lambidas e beijos desceu para seu colo e Sakura jogou o corpo para trás; diante do espaço aberto para ele, o moreno se deliciou sugando e massageando os seios medianos.

Sakura sentia que podia explodir pelo contato e seu ventre se contorcia pela ansiedade a ponto de incomodá-la. A boca quente do rapaz contra sua pele não ajudava em nada na questão de raciocínio, cada vez mais entregue ao moreno que não afastava os olhos do rosto feminino por nem um minuto. Sobressaltou-se quando com as duas mãos, Sasuke puxou a calça de moletom emprestada e a calcinha dela de uma vez só. Um gritinho agudo fugiu pela garganta dela, e o moreno escancarou um sorriso sacana; ele não sabia o quanto aquilo fazia mal para a nula sanidade da mulher, sabia?    

Ele deslizou as peças pelas pernas fartas da mulher bem devagar, indo contra a necessidade demonstrada anteriormente. A verdade é que ele queria assistir cada reação dela, gravar os mínimos detalhes em sua mente e se martirizar o quanto pudesse depois; beirava à masoquismo, ele sabia. Ainda sorrindo, ergueu uma das pernas de Sakura, que o observava com ansiedade mordendo o lábio inferior como se dependesse daquilo para viver.

Deslizou os lábios pelo interior da coxa leitosa, apoiando-a em seu ombro ainda mantendo o aperto dos dedos nas pernas dela, o que provavelmente renderia em boas marcas na pele alva e a mulher se retorceu sob seu toque. Sakura estava encharcada para ele, e depois de um sonoro riso ele deslizou a língua quente sobre a vagina molhada, subindo devagar do início dos lábios até o clítoris dela. A Haruno gemeu audivelmente, o que serviu de impulso para que o Uchiha continuasse o que começou. Usou os dedos para abrir os lábios, onde voltou a acariá-la com a língua.

Usando o dedão, Sasuke massageava o clítoris da mulher que se contorcia, apertando o tronco do moreno com as pernas e afundando os dedos nos fios lisos e escuros de sua cabeça. Isso o induzia ainda mais a buscar o prazer dela, sugando a lubrificação natural com a boca. E então penetrou-a com um dedo, depois outro, enlouquecendo com a antecipação de estar dentro dela: apertada, molhadinha e quente. Pronta para ele.

Ainda mais decidido a dar prazer à Sakura, Sasuke voltou a estimular o clítoris dela com a boca e continuou penetrando-a com os dedos. E ela estava quase lá. Praticamente gritou quando sentiu o ventre contorcer e vibrar, cada músculo seu indeciso entre ficar tenso e relaxado, uma onda de prazer incontrolável tomando o corpo da mulher. Apertou ainda mais os fios de cabelo de Sasuke, chamando por ele como se tivesse estado sedenta por isso a muito tempo.

Sua pele se arrepiou quando o sentiu sorrindo contra si, e sem que pudesse perceber, o corpo masculino a cobria novamente e Sasuke voltou a beijá-la, vagarosamente e com intensidade. Ainda sentindo a intimidade latejar, Sakura o prendeu pela cintura com as pernas, causando uma fricção de seus sexos, ainda absolutamente necessitados por contato.

— Sakura, eu queria muito te comer de quatro… — a voz arrastada de Sasuke no ouvido de Sakura a fez ficar totalmente alerta e ainda mais desejosa. — Mas estou com medo de puxar seu cabelo e arrancar metade dele. — Ele gargalhou contra o pescoço dela e Sakura estapeou os ombros nus do rapaz.

— Se você foder bem igual chupa, faço questão de ficar careca! — Então a risada dele foi de diversão à imoralidade em segundos. Tão rápido quanto Sakura piscou, o calor de Sasuke abandonou o corpo da menor, virando-a com brutalidade na cama. Ela arfou com antecipação, implorando a quem pudesse ouvir seus pensamentos que ele lhe desse uns bons tapas e a penetrasse com força. E talvez ela não tenha apenas pensado, mas se falou, nem se lembrava quando.

Atendendo seu pedido, Sasuke espalmou as mãos contra a bunda dela, fazendo-a arquear os ombros e gemer. Ele voltou a acariciar a intimidade exposta para ele e quando ela olhou para trás, ele já estava nu, encaixando um preservativo no membro mediano e ereto. Ela automaticamente salivou, arrependendo-se momentaneamente por não ter chupado o moreno antes. Mordeu o lábio inferior com força e resmungou quando o sentiu posicionado na entrada de sua boceta. Sentia a própria cavidade latejando, mas o Uchiha parecia decidido a enrolar o quanto pudesse.

— Sasuke, por favor… — implorou, quase sussurrando e Sasuke a atendeu, penetrando-a com força uma única vez. Ela gritou, suas pernas formigando e seus braços tensos. Apoiou a testa no travesseiro e empinou ainda mais a bunda em direção à Sasuke. Ele estava extasiado, sentindo o membro ser abraçado e bem recebido por Sakura. Saiu de dentro dela e voltou a penetrá-la com força, uma, duas, três vezes; o corpo da mulher solavancando contra o colchão a cada investida dele.

Como prometido, ele juntou os fios rosados em uma das mãos, puxando o tronco de Sakura contra ele. A outra mão guiava a cintura de Sakura com firmeza e necessidade. Ajudando-o na tarefa da penetração, a mulher empurrava o quadril contra a pélvis dele, procurando prazer acima de tudo. Ela levou os próprios dedos ao clítoris, estimulando a si mesma enquanto Sasuke a fodia com força; os gemidos desesperados de ambos cobrindo o quarto.

— Sakura, senta pra mim!

E ela não usou palavras para respondê-lo. Assim que ele saiu de dentro dela, Sakura o jogou contra a cabeceira da cama, sentando sobre suas pernas com pressa. Um sorriso de satisfação cobria o rosto do moreno e ela poderia ficar ali apreciando aquela cena eternamente se não quisesse sentar naquele homem como uma pessoa andando no deserto a dias queria água.

Posicionou a entrada da boceta inchada de prazer em cima do membro duro de Sasuke e desceu devagar, apreciando sua vagina sentir cada milímetro do pau que latejava dentro dela. Com a expressão exalando o prazer que sentia, o rapaz segurou a nuca dela com carinho, unindo suas bocas mais uma vez. Haviam muitas coisas que Sakura se arrependeria no outro dia, mas as sensações que o moreno estava lhe proporcionando valeriam a pena eternamente. Inclusive era uma boa história para contar dentro de alguns anos: “então filha, eu fui lá e sentei gostoso no irmão da atual namorada do meu ex”.

E era melhor fazer por onde, não é mesmo? Voltou a movimentar o quadril sobre o de Sasuke e o beijo foi interrompido. Ele ainda manteve o rosto de Sakura próximo ao dele, as testas grudadas e escorrendo suor. Os movimentos foram ficando mais ritmados, e o moreno voltou a sugar os seios de Sakura, que se contorcia de prazer sendo duas vezes estimulada. Estava perto de outro orgasmo e faria tudo por ele, por isso acelerou ainda mais os movimentos, apoiando as mãos na cabeceira atrás do Uchiha. Quis desabar sobre o corpo dele quando gozou pela segunda vez, mas ele a manteve em movimento, procurando o próprio prazer.

Ela estava totalmente sensível e a sensação do orgasmo parecia estendida enquanto ele ainda a penetrava com precisão, até que finalmente alcançou o ápice. Sakura poderia imaginar que ele sairia de dentro dela e a abandonaria, mas Sasuke a abraçou com carinho, pousou a cabeça suada na clavícula direita da mulher e expirou o cheiro que exalava dela demoradamente.

Sakura se sentiu vazia quando ele se levantou para descartar a camisinha, mas erroneamente completa e realizada quando ele voltou, beijou a extensão de suas costas e a abraçou com cuidado.

Ela definitivamente nunca havia sido tocada daquela forma.


Notas Finais


Mah oi!
Nem tô aqui depois disso, bom dia!

Cola comigo no grupo do zap brown jr. meu e da Bia, lá a galera é meio caladinha mas é legal
https://chat.whatsapp.com/FLNygMbXigvFNBKH5Dqyix

Estou no instagram postando capa de fanfique e no tiwitter postando au e reclamação com o mesmo arroba e o mesmo nyssua
#pas e até o próximo


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