História Seu abraço é o melhor do mundo (Yuri-sobrenatural). - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Lésbico, Lgbt, Romance, Sobrenatural
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Palavras 1.333
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 1 - Primeiro capítulo: Alguém totalmente desconhecida.


Era uma floresta, mas as árvores eram brancas, o céu estava azul. O chão era de cerâmica, da cor negra. Eu estava assustada, então eu direciono meu olhar pra cima, quando começa a chover algum líquido vermelho.

Uma gota cai na minha boca, divagar eu passo a língua, então sinto o gosto do sangue. Mas, algo está diferente, o gosto é bom, meu corpo todo se arrepia ao sentir aquele maravilhoso sabor.

Eu abro a boca, para poder cair mais dessa chuva na minha boca. A cada gota, eu ficava com mais cede.

Quando de repente, aparece um espelho na minha frente. Me vejo de vestido branco, descalça. Meus olhos totalmente vermelhos, como as daquele homem que me atacou. Então eu recupero a memória.

Eu estava num bosque, sendo quase morta por alguém, oque eu estou fazendo aqui?

Vejo sangue sair da minha boca, assim como a imagem que vi daquele homem sedento por meu sangue.

Eu fico em pânico, me olhando no espelho, me vejo como aquele homem.

- Você é um monstro! - Alguém grita, eu olho para todos os lugares, mas não vejo ninguém.

Então as árvores que antes eram brancas, começam a sangrar, nesse momento, eu já estava mais que desesperada.

Acordo tentando respirar, puxando todo o ar para meus pulmões.

Abro meus olhos, me vendo no meu quarto, me perguntando onde estou.

Toco no meu pescoço, sentindo um curativo. Aliás, todo meu corpo está doendo, como se eu tivesse sido jogada no chão com muita força.

Levanto-me, percebendo que estou de short e uma blusa grande, o chão frio me faz querer voltar pra cama. Ainda assustada me olho no espelho. Me olho, não vejo olhos vermelhos nem sangue, mas, vejo meu pescoço com um curativo. Por curiosidade, abro, vendo dois furos, meio estranhos.

Então, primeiramente, começo a me perguntar oque está acontecendo. Eu não consigo me lembrar oque aconteceu na noite passada. Só lembro de estar no ponto de ônibus, e acordar aqui. Como? Porque não consigo me lembrar?

Vou até minha cama, me sento tentando entender oque está acontecendo.

Como eu parei aqui? Porque esse curativo? Porque meu corpo todo doe?

Só tinha várias e várias perguntas, quando vejo minhas gatas deitadas no chão.

Tudo ao meu redor estava estranho,  sentidos estavam muito mais aprimorados, eu conseguia ouvir a respiração das minhas gatas, e seus corações batendo.

Dava pra ouvir os carros passando na rua, até mesmo pessoas falando coisas aleatórias. Minha cabeça estava doendo, tudo parecia girar.

Então me deito na cama, tentando me acalmar. Quando levo um susto do meu despertador barulhento.

Olho para o relógio que marcava 5:30. Então decido que não vou trabalhar hoje, estou muito dolorida e estranha pra sair hoje.

Permaneço na cama, até voltar a dorme.

(...)

Acordo as 10 da manhã, morrendo de fome. Vou até minha cozinha buscando algo bom para comer, então percebo que não tem nada.

Decido sair pra comprar algumas coisas, coloco uma calça e um moletom grande, pego minhas chaves saindo em seguida.

As pessoas estavam estranhas, eu conseguia ouvir elas falando, mesmo estando muito longe, ouvia seus corações. Tudo aquilo me dava dor de cabeça.

Chego na loja, pegando miojo, e outras besteiras pra fazer de almoço.

Vou até certa prateleira, vendo uma mulher a poucos metros de mim. Ela falava no celular, eu consegue ouvir ela falando, e a pessoa que falava com ela no celular também. Me assustei um pouco.

Sente um cheiro muito bom vindo da mulher, parecia com o cheiro que havia no sonho que tive. Eu olhei pra ela por um breve momento, quando vi suas veias no pescoço pusando sangue fresco. Eu estava salivando, suplicando para bebe-lo.

Quando acordei do meu transe, e fui embora dali.

Por alguém motivo, tinha muitas pessoas na rua agora, eu estava incomodada, porque estava faminta, mais não por comida. E sim por sangue, me sente tão estranha. Todas As pessoas ao meu redor pareciam comida, eu estava faminta.

Saí o mais rápido possível dali, chegando em casa com falta de ar.

Estou tão diferente, oque está acontecendo comigo?

A comida que eu havia comprado não me dá mais interesse, então eu vou pra sala assistir filmes aleatórios.

(...)

Se passou umas duas semanas desde o ocorrido, da minha estranheza. Mas, eu só fiquei pior, não entendo porque vejo as pessoas como comida, o sangue me chama. Estou morrendo por dentro com todas essas sensações, quero saber oque tanto me consome.

Estou saindo do trabalho agora, as  ruas estão silenciosas, mas eu não estou sozinha. Sinto alguém me perseguindo desde que eu saí do trabalho. Ando mais rápido, com medo, de coração desparado.

Não é a primeira vez que isso acontece. Essas duas semana eu sinto perfeitamente alguém me seguindo. Tento não ligar, mas eu estou fraca demais pra isso.

Faz tempo que não tenho comido, meu corpo está rejeitando tudo, qualquer coisas, eu só penso em sangue.

Eu andava rápido, quando passo por um beco, onde vejo alguém bater em outra pessoa, paro ali mesmo, observando a imagem a minha frente, é estranho, porque eu meio que sinto que conheço quem está apanhando ali.

Me aproximo tentando não chamar a atenção. Então vejo uma garota toda machucada, sangrando no chão frio, e um cara chutando seu corpo fraco.

Meu extinto foi de sair correndo da situação ali, mas eu fiz outra coisa. Fui até lá, tirando o homem de cima da garota.

- Por favor pare! - eu disse, chegando perto, não sabia oque fazer, mas não podia deixar aquilo continuar.

O homem a minha frente se aproximou de mim, minhas pernas tremeram, meu coração falhou por um momento.

- Corra, saía daqui! - a menina que estava no chão, disse com medo nos olhos.

- Não posso. - eu falei baixo.

- Garota, não sabe no que está se metendo. - o homem disse olhando nos meus olhos. Então eu pensei rápido. Seus olhos eram vermelhos demais para serem normal, suas mãos estavam cheias de sangue.

- Eu chamei a polícia a uns minutos atrás, já devem estar chegando, é melhor você correr. - falei mais minha voz falhou algumas vezes, enquanto tentava ser convincente.

Ele me olhou com ódio, então em um piscar de olhos, ele sumiu. Eu fiquei tão assustada, que acredito ter ficado pálida.

Olhei a garota no chão, então decide ir ajudar. Ela estava quase desacordada, tinha vários ferimentos, e estava pálida demais. Eu conhecia ela de algum lugar, mas não conseguia me lembrar.

- Você tá bem? - perguntei assustada com tanto sangue.

- Socorro... - ela disse, desmaiando.

Eu entrei em pânico, tentei achar seus batimentos, mas não se ouvia nada, mas ela respirava, então com cuidado, a peguei no colo, eu era pequena, foi um pouco difícil, ela era pesada e bem maior que eu.

Levei ela pra minha casa, ela estava fria, parecia morta.

Oque eu tô fazendo trazendo uma morta para minha casa?

Botei ela no meu sofá, então fui buscar os curativos no meu quarto. Eu tremia, minhas mãos estavam sujas de sangue, meu coração estava acelerado demais.

Peguei a caixa de primeiro socorros, e umas toalhas pra enxugar o sangue.

Chegando, percebi que ela parecia dorme, sei lá, como se estivesse apenas descansando.

Abri sua blusa, seu sutiã era preto, sua barriga tinha três cortem, mas, parei pra perceber que estavam curando sozinhos, me afastei surpresa. Mas minha curiosidade foi maior. Estavam se curando muito rápido, ela era incrível.

Limpei tudo, então a deixei dorme ali, fui ao meu quarto, tomei um banho. Enquanto estava no banheiro, tentei lembrar de onde a conhecia.

Então uns flash de memória apareceram. Lembrei que estava sendo atacada por alguém, e ela me salvou.

Estou ficando louca, só pode. Tudo está tão estranho, oque está acontecendo comigo?

Terminei meu banho, e fui checar se ela estava dormindo. Sentei no chão, e fiquei observando ela, seu rosto era lindo, cabelo cortado de um jeito masculino, seu corpo. Para de pensar nessas coisas, que estranho.

Sem percebe, eu dorme olhando para ela. Uma desconhecida no meu sofá, totalmente estranha. 


Notas Finais


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