História Seu Alfa insuportável!《Jikook-ABO》 - Capítulo 21


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Bts, Jikook, Jimin, Jimin Ômega, Jungkook, Jungkook Alfa, Namjin, Vhope
Visualizações 688
Palavras 3.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI MEUS BEBÊS!
Olha que apareceu!? Isso mesmo! Euzinha!
😙😙😙😙
Espero que vocês gostem

Capítulo 21 - Hospital


Fanfic / Fanfiction Seu Alfa insuportável!《Jikook-ABO》 - Capítulo 21 - Hospital

P.o.v Sunhee

Sexta-feira, 11 de julho, 17:33

Eu tava brincando com as plantinhas do jardim do tio Jin quando ouvi um barulhão de algo quebrando vidro. Olhei para trás e vi que o carro do tio Nam estava amassado na parte da frente e que tinha vários vidrinhos pelo chão. Todo mundo que estava lá dentro correu para fora e achei estranho eles começarem a chorar quando olharam o carro. O carro dele era tão legal assim?

Caminhei devagar para perto deles e o meu Appa parecia apavorado; eu estranhei porque o Appa é muito forte e nunca chora, porém ele parecia um bebezinho agora do tanto que chorava... Olhei em volta e estranhei o tio Kinas não estar ali.

- Appa, cadê o Tio Kinas?

Todo mundo me olhou estranho como se eu tivesse falado algo errado. Papai puxou o Appa para um abraço apertado, só que ele começou a gritar para ele soltar e chorou bem alto. O tio Nam tirou o tio Jin dali e eles também estavam tristes. Uma moça loira e um moço moreno estavam falando nervosos no celular, algo do tipo "bulancia" e "pital", mas a Hee não entendeu. A tia Lena estava conversando com um moço que chorava muito, ele falava que era culpa dele, que se ele tivesse ficado quieto nada teria acontecido; ela e uma menina loirinha também choravam com ele, mas a tia Lena secou as lágrimas e se abaixou à minha altura com um sorriso um pouco esquisito no rosto.

- O que você acha da gente procurá-lo, hein? - esticou os braços e acabei subindo em seu colo. - Hee, poderia fechar os olhinhos até eu contar até dez? - concordei com a cabeça e deixei eles meio fechados meio abertos, eu queria ver o que tinha em cima do carro para todo mundo tá chorando. - Ok! 1, 2, 3…- levantou-se e começou a entrar na casa…

Mas eu já tinha visto o que ela tentou esconder.

Tinha três pessoas encima do carro.

O tio Kinas estava abraçado a um corpo pequeninho igualzinho ao moço loiro. O pequeno parecia bem, porém o tio Kinas e o loirinho estavam sujos de suco vermelho, cheinhos de cortes.

Apertei o corpo dela e escondi meu rosto. Eu não queria ver isso, eu não queria vê-los assim!

- Bebê, v-você viu? - quando chegamos à cozinha ela me deixou na bancada, fazendo-a ver meu rosto de bebê chorão. - Por que abriu os olhos?

- P-p-puque e-eu queria v-vê o-o c-carro e-e… - funguei e ela sorriu secando minhas lágrimas.

- Você tá bem? - eu neguei e ela sorriu. - Não se preocupe, Hee, e-eles vão ficar b-bem. Eles vão v-voltar e s-seu tio vai te encher de beijinhos, t-tá?

Ela sorriu mais uma vez, só que dessa vez, não pareceu tentar me convencer e sim a si. Estava tentando convencer-se que ficariam bem. Que daria tudo para ser verdade, mas não acreditava nisso com muita fé.

- … Tia, por que diz tudo isso se não acredita? - sussurrei e ela pareceu ficar triste.

- P-porque se eu não acreditar, e-eu… e-eu…

Então ela começou a chorar igual a um bebê. Puxei sua cabeça para deitar no meu colinho e ela molhou todo o meu vestido com suas lágrimas.

Não sei bem como fazer um adulto parar de chorar porque sou bem pequenininha, então eu fiz o que o Appa faz comigo quando eu tô tiste : cafuné.

Acho que resolveu… bom, pelo menos, ela não ia pensar no titio naquele estado.

Eu acho.

P.o.v Hoseok

Sábado, 12 de julho, 00:34

Já tinha se passado algumas horas desde o momento que os três entraram e eu não conseguia parar de chorar. Eles tinham caído do terceiro andar da casa. Era muito alto para eles estarem bem. Jin falou que não tinha sido a primeira vez que ambos tinham passado por isso, e que na última vez Tae tinha tido sequelas.

Sky levou a pequena para a casa dos avós e ligou para a senhora Haneul, dando a notícia para a mesma. Ela chorou bastante e isso chateou a todos nós, mas nada podia ser feito. A merda já tinha acontecido.

Sophie conseguiu entrar na sala de cirurgia de Tae por estar estagiando naquele hospital. Ela me avisou quando passou pelo corredor que Tae tinha atingido a cabeça com muita força e Jungkook tinha fraturado a perna e o braço direitos (mas ele estava recuperando rápido, já que é um alfa lúpus e a necessidade de não estar vunerável era maior que qualquer dor. O coitado deve estar morrendo de dor agora, mas vai sair daqui inteirinho). Jimin era o único que estava sem danos sérios, apenas desacordado.

Jin e Nam sumiram para outra ala alegando que, por causa do estresse, estavam preocupados com a saúde de não sei quem; mas falaram que era rápido e logo voltavam para fazer companhia para nós.

Suga não parava de chorar e o marido dele o segurava firme, como um bebê.

"Eu queria estar assim com meu Tae."

Olhei para o começo do corredor e Kimberly estava com a cabeça encostada no ombro de Josh, enquanto ele acariciava as mechas loiras dela. Eles pareciam cansados, entretanto nada preocupante.

Sky entrou correndo e junto dela vinha a senhora Jeon. Me levantei e a mais velha me abraçou nervosa, chorando.

- Onde está o meu filhote, Hoseok? Onde ele tá?! - eu selei sua testa e pedi paciência para ela, que logo ele estaria bem. - C-como você me quer calma s-se o meu filhotinho está numa sala de cirurgia, Hoseok? - ela soluçava e isso partiu o meu coração mais uma vez.

- P-por que eu p-preciso da sua f-força. - não me segurei. - P-por que meu melhor amigo e minha alma g-gêmea e-estão naquela sala, e-e eu não sei o-o que fazer…

Ela me abraçou. Me abraçou como mãe. Como amiga. E eu chorei, já não aguentando mais tentar ser forte na frente de todos.

- É culpa minha! - falei contra seu ombro. - S-se eu não t-tivesse brigado c-com ele, e-e-eles não estariam aqui! É culpa minha! Culpa minha!

- CALA A BOCA!

Levantei o olhar e Sky estava tampando os ouvidos, chorando. Ela negava com a cabeça e parecia desesperada.

- E-eu não quero mais ouvir isso de você! - Haneul foi para as cadeiras e juntou-se ao abraço do filho com o genro. - Para de falar que a culpa é sua! Para! A culpa também é minha! A culpa é minha! Eu que fiz vocês brigarem, eu que tinha conversado com o Min para ele começar devagar com as desculpas, então eu que fiz com que o Jungkook brigasse com o Jimin… e que eles se afastassem… vocês e a Sophie… - ela começou a perder a voz e a andar para trás. - … Eu sou um monstro…

Movi-me o mais rápido possível para cala-la. Ela ia enlouquecer, era assim que começava. Quanto tentei me aproximar, ela rosnou para que eu não o fizesse.

Josh olhou a cena e fez o mesmo que eu, mas rendeu apenas uma Sky mais assustada e nervosa.

- Nari, você não é um monstro, para com isso.

Eu tentei mais uma vez, porém a garota correu para longe de nós. Ela estava perdida. Eu não queria que pensasse que era a causadora disso… ela não era.

- Eu vou impedir que ela faça alguma besteira e já volto, ok? - o moreno deu um soquinho em meu ombro e segurou na mão da loira, indo atrás da lobinha assustada.

- H-Hobi…

"Flor…"

Olhei para trás e não era Tae que estava lá. Senti um aperto no peito.

- Ah... Diga, Yoongi. - fui até ele e o mesmo me olhou triste.

- Y-Yoongi? - oh, droga. - Por que me chamou assim? - seus olhos ficaram molhados novamente. - Que merda está acontecendo com vocês!? Você, Jungkook, Silena, estão todos estranhos! Brigando! Estressados! Você só me chamou pelo nome três vezes na vida e depois só de Suga! - ele se soltou de Sook e ficou de frente para mim, chorando. Acho que isso virou algo rotineiro na fic; todos chorarem, brigarem… eu não gosto assim. - Fala logo qual é o problema de vocês que está afetando todos nós!

- Desculpa, Suga, mas não sei se você vai entender. - falei um pouco duro e ele franziu o cenho.

- Por que eu não entenderia?!

- Você não entenderia. - repeti. - Não adianta explicar.

- PELO MENOS TENTE ME EXPLICAR! - lágrimas correram pelo seu rosto e eu senti meus olhos arderem. - EU QUERO ENTENDER!

- MESMO QUE EU EXPLIQUE VOCÊ NÃO VAI ENTENDER! - eu fechei meu punho, evitando perder o controle. Como me irritava Yoongi acreditar que entenderia.

- EU VOU!

- O QUE VOCÊ ENTENDE DE AMOR NÃO CORRESPONDIDO ENTÃO, YOONGI!? - ele se encolheu e eu chorei. - O que você entende sobre está perdidamente apaixonado por uma pessoa e não conseguir estar com ela!? Do medo dela não querer te ver!? O que você entende sobre brigar com o amor da sua vida por algo insignificante e acabar com a confiança dela!? De perde-la por conta do seu medo idiota!? O que você sabe sobre isso!? - soltei tudo aquilo junto com minhas lágrimas. Eu precisava gritar, chorar… eu precisava do meu Tae. Só dele. - V-você não entende…

- H-Hobi e-eu...

- Não me chame assim. - solucei e ele me olhou assustado. - Não, por favor. Não me chame assim. - senti meus joelhos fraquejarem e eu cedo.

- Hobi... - ele se ajoelha a minha frente.

- P-por favor, p-para. E-eu não p-posso mais t-te ouvir falar isso. - cobri meu rosto com as mãos.

- Por que? - ele acariciou meus cabelos e eu solucei.

- E-eu quero que s-só o Tae me c-chame assim. - senti suas mãos frias descerem para meu rosto. - Eu só quero o Tae. Só ele…

- Hoseok. - ele ergueu meu rosto e eu pude ver seu sorriso… que não me abalou. Eu não senti o arrepio que me desestruturava, que me fazia sentir culpado. O sorriso que eu supostamente era apaixonado. - Você ama o Taehyung?

Meu coração disparou.

"Ele sorria de forma tão meiga. Apenas aquele gesto, apenas seu sorriso, acabava com toda minha sanidade. Eu queria beija-lo, abraça-lo, torna-lo apenas meu."

"Eu conhecia meus sentimentos, eu sabia que o que eu sentia por ele - mesmo tendo o conhecido em poucas horas - era forte."

"- Tae… Acho que estou te amando. Nunca me senti tão vivo e completo antes. Eu quero que seja tudo para mim, assim como quero ser o seu tudo. Eu te quero tanto minha flor... F-fala alguma coisa por favor.

- Eu também te quero Hobi. Eu também te amo. Te amo demais."

"Eu estava amando."

- Sim, eu amo. Eu amo Taehyung. - ele sorriu aberto e olhou para cima.

- Então vai lá para o quarto dele, pois a cirurgia acabou. E o médico dele já liberou as visitas.

Olhei para trás e vi Taekwon de jaleco encostado na batente da porta, sorrindo de lado. Levantei e corri até ele. Ele não falou nada, só indicou com a cabeça para dentro do quarto.

Quando vi o loirinho com faixas na cabeça e ligado ao soro quase chorei, mas me fiz de forte e caminhei até ele. Tae me olhou curioso, como se eu fosse algo estranho e interessante.

- T-Tae, me perdoa. E-eu juro que. - antes que eu continuasse, ele me cortou.

- Quem é você? - ele sussurrou e eu o olhei… confuso? Eu não sei exatamente como reagi, só sei que não foi bem.

- Ele está com a memória um pouco danificada, Hope.

Virei para Taek sem entender, sem acreditar. Como assim ele perdeu a memória? Ele realmente não lembrava de mim? Mas…

- Calma, criaturinha. - ele riu e alisou meus cabelos, porém isso só fez com que eu segurasse o choro com mais força. - Isso já aconteceu antes e demorou algumas horas apenas, o mesmo vai acontecer denovo… só que vai trazer pequenas sequelas.

- Q-quais? - voltei a olhar para o ômega e seus olhos azuis estavam focados em mim. Ele sorriu e eu acabei fraquejando por um segundo.

- Algumas perdas momentâneas durante a vida, nada que vai impedi-lo de viver e de te amar. - ele deu uns dois tapinhas no meu ombro e eu me senti culpado.

- … Você... Está bem com isso? - ele me olhou confuso. - D-de eu amar seu ex? - ele riu.

- Estou, Hope, vocês se merecem. Eu já amei o Tae, mas isso foi antes da Anne e do Leo entrarem em minha vida.

- Quem? - Taehyung comentou e demos atenção para ele.

- Minha futura esposa e meu filho, Tae. - ele acariciou o rosto dele, porém o corpo dele fugiu do toque. Taek pareceu magoado, mas sorriu.

- D-desculpe, e-eu não queria... - Tae pareceu assustado com a própria ação e logo arrependeu-se.

- Está tudo bem, Tae. - suspirou e voltou a me olhar. - Se me permite, senhor apaixonado, posso fazer com que ele demore menos para recuperar as memórias.

- Como? - confesso que corei um pouco com o comentário dele.

- Por conhecê-lo há mais tempo que vocês e por Jimin estar inconsciente para fazer no meu lugar, eu poderia estimular, barra forçar, as memórias dele de volta.

- F-forçar!? - por instinto, segurei a mão de Tae com força. O mesmo me olhou curioso e depois para Taekwon.

- Calma! - ele ergueu as mãos em rendição e riu. - Não é como você pensa. Vou levá-lo a lugares onde tem lembranças mais fortes e mais felizes, para assim tentar "forçar sua mente a abrir-se".

Olhei para o loiro que agora brincava com as linhas da palma de minha mão, as contornando com atenção… e depois fazendo um pequeno coração nela.

Sorri e olhei para o mais velho, que tinha um sorriso enquanto olhava para a cena. - Eu… eu poderia ir junto?

- Claro! - ele cruzou os braços e sorriu mais abertamente. - Mas peço para que me deixe conversar com ele…

- Sobre?

- … Sobre minhas desculpas.

Quando entendi o que queria dizer, concordei rapidamente. Pelo menos, ele tentaria pedir desculpas; se Tae ia aceita-las ou não, era algo que não sabíamos.

P.o.v Jimin

Sábado, 12 de julho, 01:56

Eu estava no topo da pequena colina, encostado na árvore. Meu corpo pesava e eu sentia a necessidade de chorar.

- Ommaaa…

Uma garotinha de cabelos castanhos e olhos dourados iguais aos meus chegou chorosa até mim.

- Omma! - ela se jogou em meus braços. - Você quase me perdeu… - chorou contra meu peito.

- O que… - eu acariciei seu rosto, confuso.

- Quando você caiu - ela fungou e acabou com um bico nos lábios. - Você quase me perdeu. Omma, não faz isso de novo, por favor! - começou a chorar mais alto. - Eu quero nascer pra ficar com o Omma e com o Appa! Por favor, não me perde! Não me perde!

Por instinto, a abracei, tentando protegê-la de tudo. Eu não tinha entendido muito bem o que estava acontecendo, eu só sabia que eu quase perdi aquela menina… e eu não queria perde-la.

- Shhh, não chora, bebê. - a afastei o suficiente para secar suas lágrimas que corriam livres por seu rostinho fino… igual ao de Jungkook... Ela era o meu bebê… - Omma não vai te perder.

- Promete? - sorri com o muchocho que ela tinha nos lábios.

- Sim, bebê, eu prometo.

Ela sorriu e me abraçou apertado.

"Agora você precisa acordar para ver o Appa, Omma. Boa sorte."

Sonho off

Abri os olhos com um pouco de dificuldade e senti um aperto em minha mão direita. Olhei para aquela direção e vi Jin sorrindo cansado. Quando viu que eu estava acordado, sorriu e me abraçou com dificuldade.

- Como se sente? - sussurrou e sentei na cama.

- Talvez um pouco quebrado, mas nada além disso. - sorri e ele também. - Quanto tempo se passou? - minha cabeça doía.

- Quase oito horas! - o olhei espantado. Como assim oito horas?! - Fiquei com medo de você não acordar...

Comecei a sentir-me tonto e algumas imagens um pouco borradas de ontem passaram por minha mente.

Eu tinha caído, outra vez, do telhado. Só que dessa vez com Jungkook e Taehyung.

Meu Deus.

Os meninos.

- Onde eles estão?! - tentei me levantar, porém quase que eu caí se Jin não me segurasse.

- Calminha, ChimChim. - ele me sentou na beirada da maca e sorriu. - Não levante tão rápido, vai te fazer mal.

- Jinnie… onde eles estão? - droga. Eu sentia os meus olhos ficarem umidos.

Ele sorriu. Tae estava com Hope no quarto 560 e Jungkook estava no 168. Ele me ajudou a levantar e não demorei mais nenhum segundo.

Corri como se minha vida depende-se disso.

Minhas pernas estavam bambas, fracas, mas isso não impedia que se movessem. Eu não ia parar enquanto não estivesse nos braços do meu alfa.

154, 156, 158… Por que não chega!? Onde ele está!? Eu só quero meu alfa! É pedir demais!? Sinto meus olhos queimarem tanto… eu só quero meu Kookie.

Quando eu ia virar o próximo corredor, um alfa moreno com aparência latina apareceu em minha frente… wow. Por essa eu não esperava.

- Ji… Jimin?! - ele falou surpreso, coisa que eu não estava diferente.

- Josh..? - que estranho. Até tive vontade de rir.

Ele analisou meu rosto por um segundo e sorriu. - Terceira porta à direita. Depois conversamos.

Sorri e fui na direção que ele indicou, parando de frente para a porta branca. Eu não cheguei a bater na porta, apenas entrei. Jungkook estava abraçado a uma mulher num vestido escuro e junto deles tinha um casal de betas.

- Kookie…

Ele abriu os olhos e me encarou, choroso.

- Meu Anjo…

Corri para seus braços e o agarrei sem intenção de soltar.

Suas lágrimas molhavam meu pescoço e as minhas já tinham encharcado sua roupa. Ele afastou meu rosto dali e o segurou da melhor maneira que pode - já que sua mão direita estava enfaixada numa gaze.

- Eu fiquei com tanto medo de te perder… - ele falou secando minhas lágrimas e eu ri entre soluços. - Eu fiquei tão preocupado… - sequei seu rostinho e ele soluçava também. - Jiminnie, não me deixe, nunca mais. - sua voz saiu engasgada, partindo meu coração. - P-por favor, é só o que eu te peço, por favor…

Segurei seu rosto e o fiz olhar em meus olhos… Só a ideia de deixá-lo, de ficar um dia, não! Um segundo! Um segundo sem ele perto de mim, fazia minha sanidade sumir.

Sorri e apertei suas bochechas com delicadeza.

- Kookie; - ri. - se depender de mim, eu não vou a lugar nenhum. A lugar nenhum sem você.

Ele sorriu e ele me puxou para um beijo puro, doce, completamente único. Como eu amava a maciez dos seus lábios, da sua essência de chocolate, do vício que eles me causavam. Eu não conseguia parar de chorar pois a dor de perde-lo por um instante ainda era muito forte; mas eu não conseguia parar de sorrir. Eu estava com ele, era o que realmente importava.

Quando o ar nos fez falta, juntamos nossas testas e um sorriso doce se fazia presente nos meus e nos seus lábios.

- Eu te amo Park Jimin, eu te amo mais que tudo.

- Eu te amo mais, Jeon Jungkook, eu te amo muito mais.

Ele riu e eu sorri, enxugando algumas teimosas que ainda queriam cair.

- … Uau.

Abri os olhos e olhei para os lados, deparando com três olhares sobre nós.

O homem moreno tinha um sorriso malandro na cara, de quem achava a situação engraçada; a senhora que estava vestida de negro estava horrorizada, bom, parecia. O platinado - que foi o que chamou nossa atenção - parecia surpreso.

- Não achei que íamos acabar nos conhecendo tão cedo. - sorriu e abraçou o moreno pela cintura. - Cunhadinho.

… Meu Deus.

Que vergonha.


Notas Finais


Ebaaaaa! Deu tudo certo! ... Bom, o Tae perdeu a memória novamente, mas, como o Min disse, é temporário.
Alguém entendeu os números em itálico?
😊😊😊
Bom, quem entendeu, sabe o quão importante eles são (principalmente o segundo) para mim.
Beijinhos e até semana que vem!


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