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História Seu por um dia - Capítulo 1


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Notas do Autor


eu tô aparecendo aqui com tanta freqüência ultimamente que sinceramente, tô ficando com medo. Ano passado se não me engano, postei só umas quatro estórias, e todas elas eu apaguei depois porque ficaram uma bosta. Mas enfim... como uma cheshire e uma recém assumida nctzen, eu tava doida pra escrever uma estória desses dois juntos, porque eles são muito parecidos e são fofos demais — e inclusive, a própria Yujin já disse que se fosse pra ser amiga de um idol masculino, ela gostaria de ser amiga do Doyoung, porque alguns fãs já falaram com ela que eles são muito parecidos. E bom, esse plot já é meio antigo, acho que é de 2018. Continuando... a "primeira versão" digamos assim, era com o Jungkook e a Lisa, porque na época que escrevi eu era blink e shippava pacas os dois. Enfim, vou parar de enrolar e ir direito ao ponto. Quem fez essa capa linda para um crl foi o @joyonghi, sério, sem condições. Eu mesmo fiz a betagem, mas mesmo assim pode ter alguns erros, porque eu sou lerda. Bom, sem mais delongas, fiquem com a one.

Capítulo 1 - Só por um dia, entendeu?


Fanfic / Fanfiction Seu por um dia - Capítulo 1 - Só por um dia, entendeu?

SEU POR UM DIA

CAPÍTULO ÚNICO - SÓ POR UM DIA, ENTENDEU?

Yujin encarava seus pais com um semblante emburrado, mostrando para eles toda a raiva que sentia. Já era a milésima vez que pedia por aquilo, mas sempre tinha como resposta um curto porém um tanto grosseiro não. 

— Mas mamãe… — suplicou, entortando os lábios em um biquinho manhoso. — Eu prometo de dedinho que dessa vez vai ser diferente, e olha que eu nunca quebro as promessas que faço!

— Você disse a mesma coisa quando adotou aquele seu cachorro — a mãe da garota revirou os olhos, após se lembrar do pobre animalzinho que graças a um descuido da filha acabou fugindo, porém isso é estória para outro dia. — Nós sabemos muito bem que você não é responsável o bastante para cuidar de animais, então não insista, está bem?

— Não seja tão dura com ela, querida — o pai interveio, soltando uma risadinha discreta. — Mas não adianta nos olhar com esses olhos pidões, nós não vamos mudar de opinião, Yujin.

A morena bufou, se jogando no sofá já meio velho da sala. Apesar de saber o quão desatenta era, sonhava em ter um coelhinho de estimação — até porque ela os achava fofo e um tanto quanto adoráveis. A Choi fechou os olhos, sabendo o quão difícil seria convencer os pais. Eles eram cabeça dura e dificilmente mudariam de ideia, ainda mais porque os dois sabiam do histórico da filha. Porém, ela era insistente e não desistiria tão fácil. Aos poucos, a casa se rendeu ao silêncio, fazendo com que a moça se assustasse com o barulho estrondoso da campainha. Ela tinha se levantado tão rápido que mal pôde ficar de pé, se apoiando em um dos móveis.

— Deixa que eu atendo! — gritou para os pais, que até então estavam na cozinha. E assim que se recompôs, ela foi até a porta. — Doyoung? O que você tá fazendo aqui, mané?

— E isso lá é jeito de tratar seu amigo, sua grossa? — ele riu, fingindo uma carinha triste. A garota nada disse, só revirou os olhos e abriu espaço para que o moreno entrasse. — Que cara de peixe morto é essa? Eles disseram não de novo, né?

A Choi concordou com a cabeça, mesmo que a contragosto. Após o garoto comprimentar seus “tios”, ambos foram ao quarto da garota. Doyoung e Yujin eram amigos há anos, desde a pré escola ou por esses anos aí. Enquanto ela era a típica popularzinha mimada por todos, o Kim era o oposto: um garotinho tímido e mais na dele. Depois que se conheceram melhor, isso não valia mais de nada. Eles eram inseparáveis, como unha e carne. Ficavam juntos desde o começo das aulas até o final delas, porque ambos iam embora juntos também. E por conta disso, a garota até deixou de acompanhar a melhor amiga, Seungyeon.

— Não sei o porquê deles não confiarem em mim. — Yujin se jogou sobre a cama de braços abertos, caindo de um jeito desengonçado na mesma. 

— Não é querendo julgar nem nada mas acho que é por causa da sua lista extensa de bichinhos de estimação — o amigo respondeu, parecendo pensar um pouco antes de continuar. — Lembra daquele seu papagaio? E daquele seu gato gordo? Não! E daquele seu peixinho dourado? E olha que eu nem falei daqueles mais antigos.

— Eu já entendi, ok? — o encarou irritada. — Tecnicamente o dourado morreu por causas naturais. O papai quem disse.

— E você idiota acreditou? — ele perguntou, rindo alto. — O coitado do peixe morreu porque você esqueceu de dar comida pra ele por três dias seguidos! Quando o dourado morreu ele tava puro osso! Olha, por que você não tenta outra tática? Sei lá, tipo bichinhos de pelúcia.

Yujin deu um suspiro longo, pegou um dos seus ursinho de mentira e o tacou no melhor amigo, que por muito pouco não foi atingido. Ela estava triste e pior, com raiva.

— E acha que eu já não tentei isso, idiota? Gastei 'mó grana nesse coelho gigante que custou os olhos da cara! — gritou, escondendo o rosto entre as mãos. — Eu amo animais, mas parece que eles me odeiam.

— Ei, eu não disse aquilo por mal… era brincadeira — o Kim murmurou, se sentando ao lado dela na cama. — Quer dizer… fica tranquila, quando você for morar sozinha, você pode ter quantos animais quiser.

— É, pode ser… — sussurrou, mordendo o lábio inferior. — Espera aí! Quer sair comigo amanhã a tarde? Preciso comprar um outro coelho, sabe, ele é cor-de-rosa. 

Envergonhado, o Kim sentiu suas bochechas ficarem quentes. Pelando de tão quentes! Ele tratou as cobrir com com as mãos rapidinho, com medo de que Yujin pudesse vê-las. Aquilo não era um convite para um encontro, era?

— Amanhã? — ele sussurrou em um fio de voz. — Acho que amanhã não vai dar… quer dizer, eu tenho certeza. Eu meio que tenha treino amanhã com os meninos do lacrosse. Sabe como é, né? O Taeyong as vezes tem os surtos dele e inventa uns treinos nada haver. Mas tem a Seungyeon… por que não chama ela?

— A Seungyeon? A Jang Seungyeon? — ela riu debochada, cruzando os braços. — Desde que aquela lá começou a namorar o Jongin eles não se desgrudam mais. Que coisa mais nojenta. Eca!

De repente tudo parou, e o moreno focou somente no biquinho que se formou nos lábios da melhor amiga. De novo aquele sentimento desconhecido o tomou, o deixando ainda mais ansioso. Idiota, idiota, idiota!, ele pensou. Rapidamente ele se levantou e correu até a porta do quarto da garota, deixando Yujin confusa. 

— O que foi?

— Já ia me esquecendo! — ele parou de repente, se virando para ela mais uma vez. — Meu irmão mais velho fez seus biscoitos favoritos e pediu que eu te trouxesse alguns — deu um risada meio sem graça, tirando do bolso um saquinho com biscoitinhos de gotas de chocolate. — Tchau

— Obrigada e tchau… — e antes que pudesse continuar, ele já tinha saído pela porta e a fechado com força.

ו×

— E ele do nada levantou e foi embora — Yujin murmurou, encarando os próprios pés. Enquanto caminhava junto a melhor amiga pelo shopping do centro, contava sobre tudo o que tinha acontecido. — Eu tenho certeza que não fiz nada… quer dizer, eu só taquei a pelúcia nele, mas nem chegou a acertar. 

— Talvez ele só tivesse horário pra chegar em casa — Seungyeon respondeu, dando mais uma lambida no seu sorvete de banana. — Garotos às vezes são complicados, falo por experiência própria. Por exemplo, o Jongin custou a admitir que gostava de mim. Garotos são orgulhosos, bem, pelo menos a maioria. 

— Acho vocês dois tão fofinhos juntos — a Choi respondeu baixinho, como se fosse um sussurro. — Acha que um dia vou conseguir um namorado?

— Ei, ei! Não só acho como tenho certeza! — a morena disse, com os olhos esbugalhados. — Você é a pessoa mais incrível que conheço, e sei muito bem o que não te falta são pretendentes. 

Yujin preferiu sorrir ao invés de se lamuriar por aí, porque por partes, aquilo meio que era verdade. Suspirou e deu um gole em seu milkshake de morango já meio derretido, saboreando mais uma vez o sabor docinho da bebida. Ambas as garotas carregavam um amontoado de sacolas, a Choi principalmente. O coelho gigante cor-de-rosa tinha sido comprado e junto com ele veio mais alguns ursinhos. 

— Seu namorado parece fazer bem pra você — ela disse. — Fico feliz por você ter encontrado alguém que te ama de verdade.

— Qual é? Desde quando você é tão brega? — a outra riu, dando um soquinho no ombro da maior. — Aliás, falando nisso, eu e o Kai estamos pensando em entrar na mesma faculdade de artes. Você sabe, meus pais adoraram ele e gostariam de nos ver juntos mesmo depois do colégio.

Com o cenho franzido e com um expressão de surpresa no rosto, a Choi encarou a cena a sua frente um tanto quanto irritada. Doyoung estava sentado em uma das mesas da praça de alimentação e ao seu lado estava Kim Yerim, a garota por quem Yujin queria manter a maior distância possível. Com a surpresa, ela deixou a bebida que tinha em mãos cair pelo chão, chamando a atenção da maioria presente ali. Inclusive, o “casalzinho” também tinha olhado para ela.

— Yu? — a voz do rapaz saiu meio falha, talvez graças ao nervosismo. — O que diabos você tá fazendo aqui?

— Que eu saiba, o shopping é um lugar público, seu idiota! — ela respondeu grossa, puxando Seungyeon pelo braço até que ambas ficassem frente a frente aos dois. — Na verdade, eu quem deveria tá te perguntando isso… não era você que deveria estar no treino com os meninos do lacrosse? 

— O time? Bem… — ele exitou, coçando a própria nuca. — O Taeyong meio que acabou cancelando de última hora e como a Yerim estava livre hoje a tarde, eu convidei ela pra dar uma volta.

— Sério? Interessante… — debochou. — Mas acho engraçado é que eu te chamei e você negou! — ela gritou, e Doyoung jurou ter visto chamas nos olhos dela.

A garota largou as sacolas no chão, encarando ele, olho no olho. Seungyeon e Yerim olhavam tudo aquilo caladas, observando toda aquela confusão de camarote. 

— Para de bobeira, Yujin — disse ele, se levantando da cadeira que estava sentado. — Não tenho só você de amiga, entende? Eu queria sair e você estava ocupada com a Seungyeon.

— Como é que é? — gargalhou debochada, cruzando os braços. Naquela altura do campeonato, muitas pessoas já olhavam a confusão além dos quatro. — Eu também tenho vários amigos além de você, mas nem por isso eu minto pro meu melhor amigo pra poder encontrar outras pessoas em segredo!

Doyoung não teve como rebater na mesma moeda, até porque Yujin já tinha pegado suas compras e ido embora. Então ele preferiu deixar pra lá, uma hora ou outra ele resolveria aquilo com ela. 

— Desculpa, Yerim… — começou: — A Yujin não costumava ser assim.

— Não se preocupa, Doyoung, você não tem culpa de nada — ela riu, o deixando ainda mais envergonhado. — Mas aonde a gente parou mesmo?

ו×

— Que merda é essa, Kim Doyoung? — Yujin perguntou, com os olhos semicerrados. Escorado de um jeito meio desengonçado na batente da porta, estava Doyoung, este que estava vestido com uma fantasia de coelho cor-de-rosa. — Por que você tá vestido assim? E pior, bem na minha porta? 

— Eu quero me desculpar, só isso — ele disse, se curvando. — Sei que fui um idiota e eu tô me sentindo péssimo por isso. Eu sei que você tá querendo um coelho de estimação faz um tempo e vou deixar você me adotar por um dia, que tal?

— Doyoung, você tá brincando, não é? — gargalhou. — Puta merda! Isso é muito vergonha alheia.

— É, eu sei — passou a língua pela bochecha, logo depois continuando: — Mas tô fazendo isso por um bem maior… e olha! Se você cuidar bem de mim, eu posso conversar com os seus pais e convencer eles a te dar um coelho

A Choi parou e pareceu pensar um pouco, brincando com os próprios dedos. Não poderia negar que aquilo era de fato meio tentador, mas também era vergonhoso demais para ela.

— Tudo bem, Doyoung. Eu aceito esse seu pedido de desculpas esfarrapado — ela disse, indo dar um abraço apertado no amigo. — Mas com uma condição: nada de mentir pra mim de novo, ok? 

O moreno concordou com a cabeça, sorrindo animado por estar bem com a melhor amiga de novo. Ainda meio acanhado, ele pôs o capuz da fantasia sobre a cabeça, revelando um par de orelhinhas fofas e felpudas. Bastou aquilo para que a garota ficasse ainda mais ansiosa, tudo isso graças ao seu mais novo amigo coelho.

— Doyoung… — o chamou, fazendo o seu costumeiro aegyo. — Vamos ver tv?

E antes mesmo dele responder, ela já saiu o puxando pelo braço e o colocou sentado no sofá da sala, logo depois ligando a televisão. E assim que escolheu um desenho que passava naquele horário, ela se jogou ao lado do garoto, tão alegre quanto antes. 

— Sério isso, Yujin? O desenho do Pernalonga? — ele a encarou. — Que coisa mais clichê!

— Coelhos não falam, então fica calado! — ela rebateu, colocando seu indicador sobre os lábios dele. — E por que dessa neura? Esse desenho é incrível!

O Kim nada respondeu, só pôs suas pernas sobre o sofá e ficou sentado em perninha de índio. Com carinho, a Yujin o puxou para seu colo e começou a acariciar o cabelo do melhor amigo, como já costumava a fazer. Hoje o dia vai ser longo, ele pensou, focando em apenas assistir ao desenho que passava.

— Kim Doyoung! — o grito escandaloso de Yujin ecoou por toda a casa, fazendo com que o garoto acordasse assustado. — Pensei que tivesse morrido, panaca!

— Não precisava gritar, sua grossa! — rebateu, colocando a mão sobre o peito, sentindo o quão rápido seu coração batia. — Só tirei um cochilo, não consegui dormir nada essa semana.

A morena o encarou sorrindo cínica, rindo do desespero dele. 

— Quer comer alguma coisa? Tô morrendo de fome! — ela disse, fazendo mais um dos seus dramas. Yujin o arrastou até a cozinha, sentindo o quão sonolento ele ainda estava. — Fica aí quietinho.

Antes de ir até a geladeira, ela não se segurou e apertou as bochechas do amigo, o tratando como se ele fosse uma criança. Irritado, o moreno inflou as mesmas, vendo a outra rir e saltitar até a geladeira. 

— Choi Yujin!

— O que foi agora, criatura? — ela disse, fechando a cara. — Os coelhos comem alface e cenoura, e como você é o meu coelho, você também vai comer isso. 

— Mas eu não sou um de verdade…

— Caguei. Você disse que vai ser meu coelho por um dia inteiro, então eu quem decido o que você vai comer — ela respondeu, pegando um dos pedaços da cenoura picada e colocando próxima a boca. — Seja um coelhinho bonzinho, Doyoung! 

Aonde eu fui amarrar meu burro?, ele pensou.

Mesmo contra vontade, o Kim comeu o legume, sentindo o quão ruim o gosto era. Ele fez careta, recebendo como resposta um olhar bravo da amiga, que continuava a fazer um sanduíche pra ela.

— Isso é horrível! — ele reclamou.

— Só come, seu reclamão — a Choi murmurou. — Você gosta da Kim Yerim?

— O que?

— É, você gosta dela? —repetiu, se sentando em frente ele. 

— Como assim? Gostar tipo gostar mesmo?

— É, seu idiota!

— Então a resposta é não. 

— Não? 

— É ué, eu não gosto dela — respondeu. — Ela não faz meu tipo, saca?

— E qual é o seu tipo então? — ela perguntou.

— Bom… eu acho garotas educadas atraente — ele sussurrou meio tímido, enfiando mais um pedaço de cenoura na boca. — Por que isso nunca fica bom? Eca!

— Você tá tímido! — ela gargalhou, apontando o dedo pra ele. — Você gosta dela! Olha, nada contra mas… eu não gosto dela, com todo respeito. 

— Eu não gosto dela, Yujin. 

— Sabe, eu acho você muito areia pro caminhãozinho dela, se é que me entende. — e continuou a tagarelar, o irritando aos poucos.

— Eu não gosto dela, que droga! — gritou, batendo as mãos na mesa, a assustando. — Você não consegue entender isso?

— Ok… eu entendi, seu grosso — ela murmurou, fazendo bico. — Mas se um dia você gostar, olha, ela é muito areia pro seu caminhãozinho.

— É, você já disse isso — ele sorriu. — Mas eu não vejo ela desse jeito, na verdade.

— Tudo bem então…

E silêncio, daqueles gritantes, que chegam a incomodar de tão ruins. Yujin comia seu sanduíche, enquanto Doyoung continuava a comer a contragosto os pedacinhos de cenoura e as folhas de alface. E assim ficou, até ambos terminarem o que comiam. E agora com a cabeça do Kim sobre seu colo, Yujin continuava a acariciá-lo, o encarando hora ou outra. 

— Dá pra parar de me encarar? Sei que sou bonito, mas precisa ficar olhando toda hora. — ele disse, sorrindo travesso.

— Aí, seu idiota! Quer me matar do coração? Achei que você tava dormindo… — ela gritou, o socando no ombro. — E você nem é tão bonito pra tá se achando isso tudo. Aliás, tem garotos mil vezes mais bonitos que você por aí, idiota…

— Ah é? Então quais são eles?

— Bom… — começou: — Tem o Taeil, o Johnny, o Taeyong, o Jaehyun… e tem o Yuta também!

— Todo aí namoram, ou seja, será bem difícil você namorar com um deles algum dia, sinto muito. Ainda mais o Taeyong! Você já viu a namorada dele? 

— Olha aqui! O Taeyong terminou com a Haneul já faz um tempo! Ou seja, eu tenho uma chancezinha, seu mané! — ela rebateu.

— Os dois voltaram na semana passada, esqueceu que ele é meu melhor amigo? — sorriu. 

— E o Yuta?

— Você já viu a namorada dele? — ele gritou. — A Elkie é bonita pra caramba! 

— A Elkie? A minha Elkie? Eles tão namorando?

— É ué.

— Ela não me contou…

— Que pena, pelo menos o Yuta deu sorte. — ele murmurou.

— Por que?

— Porque ela é bonita pra caramba, oras!

— Você nunca falou que eu sou bonita.

— Porque você não é. — ele disse, logo depois recebendo um tapa na testa.

— Pede ela pra ser sua amiga então, babaca!

— Aí! Eu tava brincando, sua sem graça! — rebateu. — Você é tão ciumenta, credo!

— Eu não sou ciumenta, você que fica elogiando outras meninas perto de mim sendo que você nunca me elogiou! — fez bico. 

— Acho você bonita… 

— O que?

— É, você é bonita.

— Acha mesmo? — ela perguntou, o olhando de relance. 

— Sim, eu já te disse. — repetiu.

— Aí, você é tão fofo! — o abraçou apertado. — E é melhor você não está mentindo, se não eu mato você!

— Eu não seria louco de mentir pra você, Yujin.

— Acho bom… 

— Eu gosto muito de você, Yujin — continuou: — E espero que sejamos amigos pra sempre.

— Que papo é esse? — ela perguntou, franzindo o cenho. — É claro que vamos ser amigos pra sempre!

— Por que você acha isso?

— Porque eu não consigo ficar sem você e vice versa. 

— É, você tá certa… — ele murmurou, suspirando. 

— Mas por que disso agora, Doyoung? — ela perguntou.

— Nada… é que tipo, a gente vai ir pra faculdade ano que vem e eu não sei se a gente vai continuar com isso, entende?

— O quão idiota você pode ser? — ela riu. — A nossa amizade não vai terminar por causa da faculdade, jamais!

— Eu te amo muito sabia? — ele disse, se levantando e ficando sentado ao lado dela.

— Eu também te amo muito, coelho bobão! — ela disse, depositando um selinho nas bochechas do amigo, que em resposta sorriu ainda mais. — Muito.


Notas Finais


cs gostaram? Bem, espero mesmo que sim... Eu apesar de estar meio insegura com esse final, eu gostei muito de reescrever essa estória. Enfim, obrigada a quem leu até aqui e favoritou.


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