História Seu por uma noite... - Capítulo 5


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Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Personagens Originais
Tags Chanbaek
Visualizações 10
Palavras 1.753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aí, ainda lêem essa fic? Espero que sim, pois finalmente saiu babado novo...

Capítulo 5 - Baek... Soo... Kai


Fanfic / Fanfiction Seu por uma noite... - Capítulo 5 - Baek... Soo... Kai

Byun Baekhyun Narrando

10 anos antes
Residência dos Byun (sala de estar)

— Você é uma vergonha para essa família! — gritou ele, Byun Hangyaol. Meu pai. Ele 

— Me desculpe, mas eu… — era o que eu estava dizendo logo antes de ser interrompido.

— Sem mais! — respondeu ele ao dar um forte tapa em meu rosto.

— Pai… — Eu nunca fui uma criança muito forte, logo aquilo tinha me jogado ao chão. 

— Você é ridículo. Uma desgraça! Uma desgraça! — repetia ele incessantemente enquanto dava constantes chutes em minha barriga, e batendo em minhas costas com a cabeça de sua bengala enquanto a segurava pelo cabo.

— Hangyaol! Já basta… — era a minha mãe ao fundo, observando a cena enquanto pedia para que meu pai parasse, mas sua voz não o alcançava, ela nunca o alcançava...

Está não tinha sido a primeira, mas sim a última surra que eu recebi quando mais novo. Já era comum, sempre que eu tinha começado a me tornar mais íntimo de um rapaz. A primeira delas foi quando conheci Jong-in, e então comecei a passar dias com ele. Em um certo dia, meu pai me bateu por quase meia hora, até que eu começasse a cuspir sangue.

— Você nunca mais verá aquele garoto! Jamais! — disse ele ao desferir seu último chute, fazendo com que eu pudesse sentir como se meu estômago estivesse ao ponto de sair por minha boca.

— Ahn… — Eu só conseguia gemer, mas então o sangue já estava escorrendo por minha boca, sujando o piso da sala. Vomitando não só tudo que eu havia comido no dia, mas certa certa quantidade de sangue, mais do que o de costume.

— Hangyaol, ele… — disse Byun Baelay, minha mãe. Ela me parecia estar apavorada.

— Espero que tenha entendido como as coisas funcionam nessa casa, Baekhyun. — ele então saiu do local, indo para o seu escritório, mas não sem antes entregar sua bengala para que uma das empregadas a limpasse, para que tirasse as manchas de sangue.

Eu apenas conseguia encarar o rosto de minha mãe, me encarando com uma expressão de nojo e repúdio enquanto me via chorando no chão, com meu uniforme escolar sujo de meu próprio sangue, vômito e lágrimas.

Seis meses depois fui apresentado à Taeyeon, e nosso casamento foi decidido por nossos pais.

[...]

Tempos atuais

Apartamento de Byun Baekhyun

Já havia se passado 6 dias desde que eu tinha falado com a minha mãe e ela me manteve preso. As janelas estavam totalmente lacradas, tinha coberto aquele andar e todos os de cima com um enorme tecido, como se estivessem sendo reformados, impedindo que a luz entrasse. Duas vezes ao dia a água voltava, mas apenas para a torneira da pia da cozinha, isso durante um curto período de 10 minutos. Por sorte eu sempre guardo garrafas vazias de baixo do balcão da cozinha, então sempre que possível eu as enchia. 

Já a comida… ela tinha deixado três pacotes de biscoitos de água e sal nos armários da cozinha. Tirando isso, não havia mais nada em todo o apartamento, nem móveis, produtos de higiene, ou outras roupas.

Depois de tantos dias eu já estava sem forças para conseguir andar, mas eu insistia, tentando me apoiar nas paredes ou no balcão da cozinha, eu estava indo até a pia, para pegar mais água já que o horário o qual eu havia descrito estava próximo. Mas neste momento, sinto meu corpo fraquejando, e assim vou ao chão, sem aguentar mais nenhum minuto naquele local, jogado ao chão enquanto derramavam minhas lágrimas, como se assim como a mais de uma década, eu voltasse a chorar no chão enquanto recebia um dos castigos de um dos meus pais.

[...]

Narrador normal

Café Le Tao

Kim Jong-in caminhava pelo local, indo em direção às cadeiras onde Kyungsoo e Chen estavam. Logo ficando de frente para o mais baixo.

— O que você quer, cafajeste? — perguntou o menor ao manter seu olhar preso ao livro que lia.

— De você nada. O Baek não me liga ou manda mensagens a mais de de uma semana, eu só queria saber se ele está bem. — respondeu o mais alto ao encarar o baixinho.

— Chen, ele falou com você? — perguntou Kyungsoo ao encarar seu amigo.

— Não, eu pensei que ele estava falando com você.

— Ele não falou com nenhum de nós desde aquele dia. — exclamou Taeyeon ao chegar ao local, acompanhada de Xiumin e Suho.

— O que acham que aconteceu? Depois que ele foi para a casa da Taeyong e disse que era gay e eles oficializaram o término numa boa, ele sumiu. — Xiumin então encara a expressão de surpresa e medo no rosto de Jong-in. — Você não sabia? Calma, ele não gosta de você.

— Quando conheci o Baek no colégio, e ficamos mais íntimos, um dia ele foi para a aula, e parecia estar bem machucado, qualquer coisa fazia o corpo dele doer, até quando quando eu encostava nele. Além disso, no ensino fundamental tinha um garoto que ele sempre encarava, e no dia seguinte ao dia em que eu o vi junto do garoto indo ao banheiro masculino, ele apareceu para aula, e eu notei um enorme roxo nas costas dele, mas ele tentou esconder com blazer do uniforme da época. — disse o mais alto ao encarar Kyungsoo de forma assustada. — Soo, eles sabem!

— Vamos para a casa dele, agora! — respondeu o mais baixo ao fechar seu livro, e levantar-se de sua poltrona.

— Espera, o que vamos fazer, se os pais dele tiverem feito algo lá? Tipo, tomado o prédio?  — Chen então começou a encarar o grupo de forma calma, pensando na possibilidade dos pais de Baek terem o prendido.

— Ah… nós temos uma chance na nossa frente, né, Xiumin? — perguntou Taeyeon ao encarar seu namorado, o melhor aluno do último ano de programação e informática.

— Ok. — respondeu o loiro.

[...]

Entrada do prédio onde Baekhyun mora

Jong-in, Kyungsoo, Taeyeon e os outros caminhavam pelo saguão do local, indo em direção ao elevador enquanto Xiumin mexia em seu tablet, tentando acessar o sistema das câmeras de segurança do local, e assim que conseguiu, desligou todas as câmaras do local, do elevador e as que haviam no andar do Byun.

— O elevador tem uma trava que impede que ele pare no andar do Baek. — explicou o loiro ao encarar Taeyeon, enquanto todos esperavam as portas do elevador abrir, para que entrassem.

— Tem como remover ela? — perguntou à jovem.

— Sim, só preciso de alguns minutos.

— Então acho que vamos esperar um pouco mais no andar de baixo. — respondeu a loira ao ver as portas do elevador se abrindo.

 Após isso, o grupo enfim subiu até o andar desejado, e logo chegando ao corredor que dá caminho ao local onde o desaparecido mora.

— Xiumin, dê um jeito na porta elétrica do Baek. Abra ela, por favor. — pediu à jovem ao encarar seu namorado.

— Claro. Só me dêem um minuto, por favor. — respondeu o mais velho ao voltar sua atenção para a tela de seu aparelho. — Para um edifício dos Byun, o sistema de segurança é bem mixuruca .— respondeu ele ao ver a porta ser destrancada. 

— Assustador e genial. — disse o Soo ao encarar o loiro ao seu lado.

— Nem tanto. Você é assustador e genial, Soo. — respondeu Jong-in ao olhar de lado para o mais novo, isso enquanto ia em direção a porta.

— Baek, você está bem? — Taeyeon já estava andando pelo local. Os demais então se espalharam a procura do jovem.

— Achei! — disse Jong-in ao gritar enquanto ia até o outro lado do balcão da cozinha, apoiando a cabeça de Baekhyun em seus braços ao vê-lo inconciente. — Baek, acorda! Acorda, por favor!

— Meu Deus. Ele parece horrível, precisamos levá-lo a um hospital! — disse Taeyeon ao ver o estado deplorável do Byun.

— Sim, vamos Jong-in, carregue ele. — continuou o Soo ao encarar o quão magro e aparentemente desnutrido Baekhyun estava.

— Não! Os pais dele tem o maior hospital da cidade, se registrarmos ele em um hospital qualquer é questão de tempo até eles descobrirem, e depois não vai demorar para que coloquem as mãos nele de novo. — Jong-in parecia assustado com a ideia, voltando seu olhar para Kyungsoo.

— Mas, se não levarmos ele… — respondeu Chen ao encarar o estado de Byun. — Kyungsoo, o que você acha?

— Soo, volte a confiar em mim só dessa vez, podemos cuidar dele nós mesmos. Acreditem pessoal, depois do Soo eu sou o amigo mais antigo dele, sei o que aqueles velhos podem fazer. Parece ser só exaustão e desnutrição, podemos conseguir um soro no hospital onde o Suho é estagiário, e tratar dele na minha casa. — Kai não desgrudava os olhos do mais novo, o fazendo refletir sobre a situação.

— Se ele piorar vamos levar ele para um hospital. — respondeu o Soo ao virar seu olhar para o outro lado do local.

— Obrigado, Soo. Chen, procure e traga o máximo de roupas que você achar, Suho, ajude. Xiumin, Taeyeon, vocês vão sair primeiro, e distraiam os seguranças. Soo, você me ajuda com o Baek. — o Kim parecia confiante ao encarar os demais e logo em seguida sorrir para Kyungsoo.

— Vamos salvar você, Byun...

[...]

Byun Baekhyun Narrando 

Residência de Kim Jong-in

04:12 A.M

Eu não lembro quando acordei, mas lembro de ver o Jong-in com seu rosto deitado na cama enquanto estava ajoelhado no chão. Ele parecia cansado, como se tivesse ficado lá até que eu acordasse. Eu estava na casa dele, afinal eu não tinha como esquecer o quarto onde passamos tantas noites jogando vídeo-game.

Kyungsoo e Chen estavam juntos no sofá, o mais alto segurava o Soo em conchinha, ficando juntos no local. Já Taeyeon e Xiumin estavam nos pufes do quarto, enquanto Suho foi deixado para dormir no chão.

— Vocês me salvaram, né? — eu perguntei em baixo com ao começar a analisar melhor a cena.

— Sim. Você sempre foi trabalhoso, Baekhyun. — Kai então abre seus olhos aos poucos, começando a sorrir para mim.

— Kai… desculpa te acordar.

 — Vou fazer algo para você comer. Descanse, afinal amanhã podemos conversar mais sobre tudo. — ele então se levantou, indo em direção a cozinha.

— Obrigado, Kai. 


Notas Finais


De novo, desculpa a demora para postar. As aulas voltaram e agora a vida tá corrida de novo.


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