História SEVEN - Intersexual - - Capítulo 3


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Larry, Lauren G!p, Norminah
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Palavras 1.401
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! seus lindos.. mais um pra vocês.
Espero que gostem!!! <3

Capítulo 3 - Capitulo 2


– SEVEN –

 

NORMANI KORDEI - N.C. AGENT MI-6, BOSTON.

 

Centro hospitalar, área 27 de recuperação do MI-6.

Boston. 10 de outubro, 2021. 11h05min.

 

Após termos uma reunião com a família da Lauren eles concordaram, porque essa era a paixão dela: sempre estar em combate. E na esperança dela ter fleches de memorias, claro que com algumas exigências feitas pelos os mesmos, de visita-la após a operação e ficar ao seu lado durante todo o processo de recuperação.

 – Cuide bem da minha filha Mani, ela é nosso tesouro. Clara falou. Seus olhos ficando vermelhos denunciando que seu choro logo veria.

 – Cuidarei sim, eu sempre cuido dela, lembra? Usei as mesmas palavras que disse a ela, quando Lauren foi selecionada para uma missão no Irã.

– Sim, dês de pequenas, mesmo quando você a fazia de cobaia em seus experimentos, escondidas no porão da sua casa. A mais velha sorriu.

Isso era uma verdade, Lauren sempre foi minha cobaia.  Um dos mais engraçados foi quando estava preste a finalizar o vulcão que seria apresentado na escola e as larvas de ketchup espiraram em todo seu rosto.

 

Preparei meu material e minha equipe para a nossa viagem, teremos que sedar Lauren para ir preparando seu cérebro para a cirurgia. Tínhamos que correr contra o tempo eles nos deram um prazo de dois dias. Uma pesquisa de cinco anos e que ainda não foi finalizada. Dois dias, fala serio! Não sei como a CIA conseguiu convencer o MI-6 a entrar nessa.

– Lauren, eu vou ter que seda-la, vamos fazer uma viagem. Tudo bem? – Se não quiser, você tem direito de escolha. – Falo encarando a de olhos verdes.

– Tudo bem Mani. Se isso for um meio de fazer me lembrar do meu passado e ajudar a todos, vou continuar.  

Ela não é só uma paciente que perdeu a memoria, ela é minha melhor amiga. Tornando a situação mais delicada. No dia que Lauren acordou estávamos todos felizes por sua recuperação depois de vários abraços, beijos e lagrimas. Ela fala que não se lembrava de ninguém que estava confusa e isso foi um balde de agua fria. Pensamos que era temporário mais ai foram se passando os meses, seus fleches de memorias foram voltando, apenas as memorias mais recentes. E com vários exames, chegamos à conclusão que ela não se lembraria da sua infância e metade da sua adolescência.

– Veronica, coloca dez ml de sedativo, vamos deixá-la sedada o voou inteiro. – Tudo bem, Mani.

– Fiquei sabendo que agente que morreu ela tinha uma noiva. – Harry falou colocando medidor de pressão no braço de Lauren.

– Espero que ela não pense que a alma da noiva dela vai ser transferida para outro corpo. Falo em quanto verifico os últimos equipamentos.

– E que ela também é uma agente da CIA, sendo que ela estava de férias. O mesmo completou.

– Será que ela sabe o que estar pra acontecer? E como você sabe de tudo isso em Harry! – Veronica falou do compartimento dos remédios. – Tenho meus informantes querida. O mesmo falou dando uma piscadinha.

– Acho que sim, elas trabalhavam no mesmo departamento.

 

– Chega de conversa e vamos descansar porque a viagem é longa.

 

Allyson diretora de operações CIA.

Base da CIA, Paris. 11 de outubro, 2021. 05h10min.

 

Escoltamos em segurança os médicos e a “cobaia” para nosso galpão devidamente protegido com os melhores soldados e armamentos, nada pode dar errado, essa é única solução que nos temos para acabar com esse maldito plano de extermínio.

– Michelle, ainda estar respirando? – Perguntei para o agente que olhava para os gráficos do cérebro da Michelle e Lauren.

– Ela estar respirando artificialmente. A maquina que estar mantendo o corpo dela “vivo” mais ele já estar morto... Estar vendo esses pequenos pontos verdes na tela? São eles que mandam um sinal para o lobo frontal do cérebro, mesmo com o cérebro parcialmente morto. Eles dão uma forcinha para os neurônios, estimulando eles uma ultima vez e fazemos um mapa cerebral dele. –

– E com isso vocês conseguem transferir tudo que estar na cabeça dela para outra? Dinah perguntou.

– Não é bem uma transferência.

 

O procedimento foi iniciado fazendo todos ficarem ansiosos com o resultado da cirurgia. Tivemos que tomar as, mas serias e difíceis decisões. A parte mais difícil foi falar para Camila, a mesma ficou arrasada. Omitimos a parte que ela foi torturada não quisermos causa-la mais dor. Ela não aceitou essa ideia louca de deixar dois dias o corpo da sua noiva servindo de experimento, causando um desconforto em todos nos e desestabilizando nossa amizade. Mas essa era única saída para sabermos o paradeiro da testemunha que só Michelle sabia.

Violamos seus direitos mais foi necessário e espero que ela me perdoe um dia e sei que ela busca vingança tanto quanto eu. 

 

– Mani, o que aconteceu com essa mulher do meu lado, o cérebro dela estar com metade para fora? – Escuto Lauren perguntar estando um pouco sedada.

 

E o agente que fica monitorando toda operação fala cada passo da cirurgia. – Vamos colocar os dornos. Eles são interligados entre si formando uma teia, se transformando em uma toca que é colocada na cabeça da pessoa.

Quando as luzes dessa toca foram ligadas em poucos segundo Lauren dormiu.

 

Operação voice, Harry.

– Preparar para a perfuração. – Começou a furar o crânio ate o limite demarcado.

– Receptor pronto para a inserção. Movendo a mão robótica alinhando no local com o furo.

– Fibra ótica pronta pra inserção. – A agulha fina que sai da mão robótica entra no furo ate seu lobo frontal, e ativa às ondas tetas.

– Estimulação das células iniciada.

– Testando teta. – A temperatura estar subindo, eles esta tendo uma hemorragia, Harry falou em quanto olhava o monitor.

Operação voice, Harry. Off.

 

– Vamos resfriar o cérebro dela antes que ela morra. – Vejo verônica começar a resfriar. – Vamos tirar o lizer, ela não vai suporta. Normani fala, quando é surpreendida por mim.

– Não faça isso! Acha que eu estou me importando se ela morrer? Eu quero que continuem!

 

Base da CIA, Lauren Jauregui, Paris. 12 de outubro, 2021. 09h35min.

 

Acordo sentindo varias dores no meu corpo, e na segunda tentativa fracassada de abrir meus olhos. Começo a me sentir frustrada. O que eles fizeram comigo, minha cabeça parece que vai explodir preciso de remédios.

Olho para os meus braços e eles estão algemados, tento puxar meu braço numa tentativa de me livra das algemas. Por que estou algemada? Ate onde eu sei não sou uma procurada pela policia. Escuto um barulho vindo da porta com a visão meio turva reconheço a morena com a prancheta na mão. Era Normani, ainda bem que ela estar aqui.

 – Mani, me solta daqui, meus braços doem, meu corpo todo dói. Suplico na esperança dela me tirar daqui. – Shi.. Calma Laur, eu vou te ajudar. Mas primeiro vamos fazer uns teste, ok? Afirmo rapidamente em sinal positivo.

– Vamos lá.. Tome esses remédios aqui. Após o teste de visão, pressão e respiração, ela falou que estava tudo certo.

– Sua visão estar um pouco turva por causa do sedativo que ainda estar em seu corpo, mas isso vai passar rápido. Estar tudo certo com você. Depois que tomar seu café da manha eles veem falar com você se prepare.

– O que eles querem comigo?

– Lauren, você não se lembra de nada? Dou uma resposta negativa.

E como Normani falou, eles vieram falar comigo, me enchendo de perguntas e ameaças. Mostrando-me fotos de pessoas que nunca vir às três mulheres me perguntando se lembrava delas, que meu nome era Michelle Morgado. Minha cabeça começou a doer.

– Eu estou ficando tonta, Mani me ajuda. Olho suplicante para minha amiga.

– Parem de fazer tanta pressão, ela praticamente acabou de sair de uma cirurgia? A negra gritou dentro do quarto.

A baixinha loira gritou mais uma vez comigo. – Presta a tenção! Você se chama Michelle Morgado e trabalha para CIA, e você vai ter que se lembrar de cada uma dessas pessoas nas fotos, estar entendo! Eu não gastei a droga do meu tempo, em vão com você!

Ela começou a passar as fotos e pergunta se eu lembrava, quando chegou à foto de uma mulher extremamente linda, ela estava sorrindo deitada na praia ao por do sol, fixei meu olhar e ela percebeu.

 – Lembrou-se dessa? Me fale, Lauren!

– A.. Acho que sim, sentir uma dor muito forte na minha cabeça me fazendo fechar os olhos. – Qual o nome dela? Perguntou mais uma vez.

– Ela... Acho... Camila Cabello. E minha mente apagou.


Notas Finais


Então seus lindos, vamos interagir, deem suas opiniões o que estão achando da fic.
Se gostou da um fav, compartilha com a galera.
Tchau seus deliciaaas. beijos! <3 <3


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