História SEVEN - Intersexual - - Capítulo 4


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Camren G!p, Larry, Lauren G!p, Norminah
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Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Delicias, desculpem a demora. estou sem net e nesse momento estou roubado net do vizinho que por sinal estar péssima por causa da distancia.. cry.. cry
Mas K estou eu. espero que gostem e vamos interagir e desculpem qual quer erros.
Vamos começar nessa bagaça.

Capítulo 4 - Capitulo 3


 

– SEVEN –

 

LAUREN JAUREGUI – AGENT CIA/MI-6, PARIS.

 

Base da CIA, Paris. 13 de outubro, 2021. 04h10min.

 

Sabe aquele momento que você acorda mais não tem forças para abrir os olhos?

Eu me encontro assim nesse momento, não sinto mais os apertos nos meus pulsos, oque me fez puxar os braços para cima dos meus olhos me causando um arrependimento instantâneo devido agulha do soro na minha veia. Conto ate dez e crio coragem para levanta, sento na cama e estico meu corpo todo e tiro agulha da minha veia. Por quanto tempo eu dormir?

Analiso os metros quadrados onde me encontro e vejo que me colocaram em um quarto novo, contendo uma poltrona no lado esquerdo do quarto ficando de frente para cama, as paredes pintadas em um salmão bem claro e um armário de madeira maciça. Vou ate a porta que continha dentro do quarto me deparo com um banheiro extremamente organizado uma prateleira com produtos de banho e na pia produto de higiene pessoal.

Desfaço-me da roupa hospitalar do meu corpo, entro em baixo do chuveiro a agua quente fazendo relaxar meus músculos lavo meus cabelos passo a mão na nuca sinto que estar rapada e que tem alguns pontos. Termino de ensaboar todo meu corpo e me deixo relaxa na massagem que os jatos de agua fazem no meu corpo. Visto um conjunto de moletom preto que tinha dentro do armário. Abro a porta e me deparo com um extenso corredor branco e com um cheiro forte de álcool me causando náuseas. Preciso achar um lugar para comer.

Encontro um refeitório que tinham apenas umas cinco pessoas. Olho para o relógio que possuía na parede e marcava 04:45 por isso a mínima quantidade de pessoas. A coisa mais estranha é que esse lugar me parece ser familiar, pego uma bandeja e vou colocando alguns alimentos, apenas torradas e frutas. Fico com medo de comer e colocar tudo para fora devido ainda me sentir enjoada.

Após me alimentar saio da área medica e vou para o lado do pequeno prédio que me encontrava onde tinha vários bancos, faço uma pequena caminhada assistindo o sol raia nas nuvens. Droga, de novo não. Sinto um forte dor na cabeça, minha visão fica turva, meus pensamentos parecem estar entrando em conflito. Droga que dor! Coloco ambas as mãos na minha cabeça para tentar aliviar essa dor.

Sigo um caminho de pedras, passo por alguns guardas e saiu da base, avisto um ônibus a espera de alguns agentes e subo no mesmo, falo um endereço ao motorista sem ao menos perceber e que me parece ser familiar. Assisto atentamente os carros passando na avenida, parecendo foguetes coloridos, pessoas andando apressadamente eles sempre parecem estar atrasados.

O ônibus para em frente de um atelier com parede de tijolos vermelhos e algumas flores que decoram a entrada. Aproximo-me de um painel de segurança e minha consciência grita: “Não Lauren, você não deve entrar ai. Você pode ser presa sua idiota.” digito rapidamente o código e as portas de vidro destravam quando entro no ambiente escuro algumas luzes se acende me fazendo ter um susto. Gosh! Pensei que tivesse sido pega no flagra.

Um ambiente com dois sofás de curo escuro, alguns cavaletes, telas e tintas no chão o pequeno corredor continha uma porta, dando lugar a um banheiro e mais afrente uma pequena cozinha. Subo as escadas e nossa, a área do andar de cima era incrível e bem espaçosa com varias fotografias, cavaletes e pinturas não finalizadas. Olho para as fotos na parede ao lado da grande cama de casal que ficava perto de uma parede de vidro dando visão da cidade, mas as cortinas de cor escura impedia a visão. Em uma das fotos vejo duas mulheres abraçadas sorrindo. Minha cabeça começa a doer novamente e a lembrança desse dia explode no meu cérebro.

“Camila tentava se esquivar dos braços de Michelle numa corrida na praia deserta, a de olhos castanhos tropeçou nos seus próprios pés e caiu. – Não sei com você entrou para o quadro dos melhores da CIA, não consegue corre sem tropeçar-nos próprios pés. Michelle falou rindo da expressão brava que a outra fez.

– Fala isso porque sabe que eu sou melhor que você. Camila rebateu de forma birrenta em quanto puxava a noiva pra ficar em cima de si. – Nos seus sonhos que você é melhor que eu. Falou a de pele mais alva roubando um selinho que causou um lindo sorriso nus lábios da latina.

– Ah é, vou mostrar que sou bem melhor que você. Camila falou com um tom malicioso, iniciando um beijo lento nos lábios da amada. – Estou louca para ver.“

 

Home, Dinah Jane – Agent CIA. Paris. 10h10min.

 

Acordo com um barulho infernal do toque do meu celular, dormir tarde juntando pistas para achar Richard Bank o hacker que desenvolveu um programa que consegue acessar qual quer site do governo, podendo disparar e explodir ogivas, documentos secretos, desviar dinheiros... Ele pode controlar o mundo só basta ele escolher o alvo.

 – Dinah, a Jauregui fugiu da nossa base e não sabemos onde ela esteja. A voz de Ally soa mais alto que o normal. – Calma, vamos encontra-la, em vinte minutos estou ai.

Des do descobrimento desse maldito programa ele vem consumido nossa equipe como um tumor se alimentando de nós.

A sala do departamento parecia que tinha passado um furacão, pessoas correndo com papeis...

Gritos da Ally!

A mesa cheia de papeis...

Gritos da Ally!

As grandes telas com varias imagens ao mesmo tempo. – Que loucura, Allyson, seus gritos estão deixando os agentes malucos. Falo olhando para a mesa que estava Normani, à bela morena com lábios apetitosos que estava ajudando uma pessoa que não conheço, deve ser da área de imagens.

– Ally, mantenha a calma, vamos conseguir achá-la.

– Sei que vamos acha-la, Jane! Mas lembrar das informações será que ela vai? Vamos estar todos ferrados o caos vai se instalar, caso isso não aconteça. A mais baixa falou.

 – Calma! Pensa que não sei. Mas com seu estresse não vai ajudar em nada.

Tomo as rédeas da situação, Allysson não estar com condições para nada. O fato da morte de Michelle a sua amizade com a Camila estar arruinada, os superiores apresando-a toda hora para finalizar o caso. Isso estar a consumindo. 

– Pessoal, vamos manter o foco e calma, conseguiremos. Falei com o restante da equipe e percebi que a baixinha loira não estava na sala. Alguns minutos depois Charlie achou fotos da Lauren, entrando no ônibus particular da sede.

Aproximo-me mais da tela, reproduzo o vídeo da câmara de segurança. Chamo os dois assistentes.

 – Katy, eu quero todos os vídeos das câmeras de segurança da casa da Camila nessas ultimas horas e quero também a ultima vez que foram usados os códigos de acesso da mesma. E John peque a placa do ônibus e rastreei o GPS e descubra onde ele parou conforme a hora que Lauren embarcou nele e o vídeo de onde ela desceu.

– Sim, senhora. – Ok, senhora. Ambos responderam.

– Chega de tanto senhora aqui, esse termo só fica com a Ally, estamos entendidos?

– Sim. Escutei o pequeno coral.

Aproximo-me da morena a minha frente, fico analisando seu perfil, meus deus que mulher gostosa! Fico rente ao seu ouvido. – Você me daria a honra de dois minutos seus? Pergunto e me aproveito para sentir seu perfume. Além de linda, gostosa, é cheirosa! Ela vira e nossos rostos ficam poucos centímetros de distancia.

 – Que surpresa! Ela sabe ser gentil às vezes. Ela fala erguendo o corpo e saindo da sala.

Tenho que admitir que agir de uma forma bem filha da puta com ela durante esses dias, na verdade a maior parte do tempo que ficamos juntas. Mas a pressão de encontrar uma saída estava em nossas mãos o que já é responsabilidade suficiente. Sei que ela estar fazendo o máximo para nós ajudar e tenho que reconhecer isso.

– Dra. Gostaria de pedir desculpa relacionado como tratei você e duvidei da sua capacidade. Falo tentando me aproximar dela.

– Aguas passadas não movem moinhos, mas devo confessar que estou bem chateada com você, espero que isso mude. Agente Jane.

– Se depender de mim, isso já mudou. Passo as pontas dos meus dedos no seu ombro e continuo – Sabe? Despois que passa essa confusão, o que acha de um jantar que eu mesma prepararei como um pedido de desculpas? Falo encarando seus apetitosos e recém-molhados lábios. Mais antes que ela respondesse Katy atrapalhou. Fuck!

– Senhoras, desculpe interromper mais achamos o paradeiro da Lauren, aqui os vídeos.

Tinha vários vídeos de Lauren na tela. Ela saindo do ônibus, destravando a porta do atelier usando o código.

– Será que as memorias de Michelle estar mesmo voltando? Pergunto a Normani.

– Eu acho eu sim, por isso temos que deixar ela sozinha, acho que locais que significou muito para Michelle faz o neurônios dela trabalhar mais rápido e ter relapsos de memorias.

 

Home, Camila Cabello – Agent CIA. Paris. 14:00min

 

Saiu do chuveiro, coloco meu roupão e enxugo meus cabelos. Escuto o toque do meu celular, vou verificar e vejo no programa de segurança uns dos meus códigos de segurança foi usado. Só eu e a Mitch que tinha acesso. Não pode ser a Sophi ela não iria sozinha para lá e nesse horário ela estar na escola. Com essas pequenas suspeitas, troco de roupa rapidamente e meu instinto de alerta grita que alguém invadiu o atelier.

Pego uma arma que estava dentro da gaveta do criado mudo. Desço a escada a caminho da saída, entro no meu carro e saiu em velocidade, para minha felicidade o atelier eram apenas algumas quadras de distancia da minha casa, estaciono no beco ao lado.

Em passos leves e me deparo com os objetos tudo intacto, escuto alguns passos vindo do andar de cima, subo as escadas em passos leves para não chamar atenção. Quando avisto uma mulher de pele alva, seus cabelos negros caindo em cascata por seus ombros sentada na cama olhando minhas fotos com minha noiva que estavam espalhadas no colchão.

– Quem é você? Como sabia da senha? Pergunto mirando a arma em sua direção. Ela olha para mim com um olhar de espanto, seus olhos verdes contrastando com seu rosto angelical, seus lábios rosados. Pergunto mais uma vez o que ela estar fazendo aqui e a mesma demora a responder, parece confusa.

– Eu não sei explicar, e... Eu só sabia a senha. A mesma levanta com as mãos para cima.

– Qual o seu nome? Pergunto mais uma vez. – So... Sou Lauren Jauregui.

– Não pode ser ela, isso é impossível.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Beijos seus delicians! vamos comentar nessa bagaça <3
Vou tentar voltar o mais rápido possível


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