História Seven Days - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin)
Tags Colegial, Namjin, School!au, Seven Days, Short Fic, Sunbaexhoobae
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Palavras 2.645
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoje é sábado e esse capítulo é sobre o sábado. Não foi intencional.

Boa leitura.

Capítulo 6 - Saturday


Fanfic / Fanfiction Seven Days - Capítulo 6 - Saturday

Devido à proximidade do término do ano letivo, as atividades do clube se intensificaram e hoje é o primeiro fim de semana que passamos no colégio preparando pratos a serem avaliados para a alteração de nível culinário. Fiquei o tempo todo pensando em ontem. Seokjin-sunbae não continuou o que estava dizendo. Só respirava pesado, não parecia bem. O acompanhei até o ponto e esperei até entrar no ônibus. Quero vê-lo, saber se está melhor.

– Kim Namjoon, meus parabéns – elogiou-me o professor. – Para alguém que pouco avançava e ainda era ausente, está muito bom.

– Seonsaeng, é porque ele tá preocupado – falou um dos secundaristas. – Na quinta-feira ele também estava assim e fez algo decente – todos riram.

– Verdade – concordou o mais velho. – Você deve ter conhecimentos inconscientes que só se ativam quando não está concentrado, mas, mesmo assim, não está pronto ainda para subir. Vamos ver como se sai daqui pra frente.

Pois eu já acho que nem todas as aulas restantes são o bastante.

Encerramos e me apressei em mandar uma mensagem para o sunbae.

– Namjoon-ah, bom trabalho – recebi um tapa nas costas repentino de alguém. Era Choi Sooyeon, uma secundarista de cabelos curtos castanhos claros. – Que bom que está frequentando ultimamente. É péssimo para a imagem do clube alunos desistentes.

– É, fui intimado a não faltar.

– Seokjin-sunbae, né? – colocou o dedo indicador no queixo. – Ele está fazendo isso como algum tipo de responsabilidade de formando.

Se ela soubesse que é porque namoramos...

– Eu sei que isso vai soar estranho, mas... – fez uma pausa mordendo os lábios. – Quer comer algo comigo?

Pôs-se a minha frente me parando. A sunbae é carismática e gentil, provavelmente, está esperando uma chance comigo há tempos.

– Desculpa, mas já vou me encontrar com alguém.

– Rá! – exclamou me assustando. – Eu que tenho de me desculpar. Só porque está agindo diferente essa semana, não quer dizer que não está “namorando” – voltamos a andar. – Tudo bem, segunda-feira eu tento, né? Hã... Namjoon-ah?

Não sei que cara fiz. Talvez uma muito estranha.

Quero continuar com Seokjin-sunbae.

Olhei para o celular, nenhuma mensagem dele. Suspirei. Acabou, depois de amanhã o ciclo recomeçará.

– Sunbae! – Sooyeon se admirou com o belo castanho encostado ao lado do portão do colégio. Estava com olheiras.

– E aí, hoobaes? – cumprimentou com um aceno.

– Por que não me respondeu? – exaltei-me desnecessariamente.

O Kim só me olhou de cima a baixo, encolhi-me envergonhado.

– Olha só o que eu tenho de aturar – falou com a garota risonha.

– O que faz aqui, sunbae? – perguntou a menor.

– Eu te diria se estivesse sozinha, Sooyeon-ah. Não quero que ele ouça – sussurrou para ela com a mão na boca.

– Estou ouvindo muito bem – pronunciei-me.

– Aish, que falta de educação escutar a conversa dos outros – criou uma cerca com o braço me separando da secundarista que gargalhava. – Vamos fingir que ele não tá aqui.

– Jin-sunbae, vai mesmo aparecer no clube semana que vem? – Choi questionou como se o conhecesse a anos.

– Claro, só não sei o que preparar – colocou a mão no rosto. – Que tal me ajudar a escolher algo complicado para espantar dos novatos?

– Será uma honra! Minha vó tem receitas incríveis – Seokjin ergueu a mão e ela bateu completando o high five, então riram cumplices.

Cumplices demais para o meu gosto.

– Namjoon... – chamou-me o mais velho.

Droga, qual cara que eu fiz agora. Sou o pior sentindo ciúmes.

– Ah, você não tinha que se encontrar com alguém? – Sooyeon voltou-se para mim.

– É, eu... – as palavras me fugiram. Não podia dizer que era o sunbaenim, podia? Ele já deu a entender que não está aqui por minha causa.

– Tsc... Nós vamos sair, Soo-yah – falou com um meio sorriso confiante. – É por isso que estou aqui. Ele não queria dizer que tem um compromisso com um sunbae, pelo visto.

– Ah, me desculpa – abanou os braços constrangida. – Vão, vão – conversas altas se aproximavam – antes que os outros te vejam, sunbae.

Seokjin sinalizou um “ok”, eu fiz uma reverência e corremos até dobramos a esquina em direção ao centro.

– O que foi isso agora a pouco? – indagou quando normalizamos nossos passos.

– A que se refere, sunbae? – retruquei inocente.

– Você fez cara feia para Sooyeon – falou sério.

– Fiz? – Merda, merda, merda.

– Sinceramente, exige que eu não fuja, mas está fazendo o mesmo com a pergunta.

– Ela te chamou de “Jin-sunbae” – expliquei.

– Tá, e daí? – fiquei em silêncio. – É isso? – riu. – Pode me chamar de “Jin-sunbae” também, apesar que só permito isso a quem me conhece há pelo menos um ano, como ela. Nos conhecemos, de verdade, a poucos dias, né... – concluiu pensativo.

Ele passou a minha frente distraído. Eu queria perguntar como estava, se ainda estava com raiva, se tinha planos de me punir ou se, simplesmente, tomaria mais uma decisão no meu lugar e me dispensaria, acabando com os encontros hoje. Me sinto tão inseguro com ele. Nunca passei por isso antes, sempre tendo que pisar em ovos. Entretanto, essa adrenalina de carinho e raiva é viciante. Ter de pensar o tempo todo no que fazer para vê-lo sorrir e se agradar com algo, tentar amenizar quando está irritado e distante. É como se fôssemos namorados a anos. Enfrentando dificuldades, contudo, no fim, ainda correndo um para o outro.

Não pude conter minha risada, talvez só eu estivesse pensando isto.

– O que foi agora? – parou de andar me encarando impaciente.

– Obrigado por vir me buscar – disse sorrindo. – Foi uma atitude bem fofa – alisei a curva de seu maxilar com o polegar.

– Argh, seu submisso idiota – gritou atrás de mim, provavelmente, vermelho como em outras ocasiões.



~ × ~



– O que aconteceu com a garota de ontem? – remexia seu nakji bokkeum.

– A noona? Voltou para o Japão – respondi enchendo a boca.

– Hum... – olhou distraidamente para a janela.

Estamos em um restaurante de renome. Seokjin deve vir aqui com frequência, pois os atendentes o cumprimentaram pelo nome antes dele se pronunciar.

– Por que entrou no clube de culinária, Namjoon? – perguntou mantendo os olhos no lado de fora. – Acho que não foi totalmente sincero.

– Bom, eu não menti, só deixei de contar algumas coisas – cutuquei a comida. – Cozinhar pra mim é independência. Sobreviver sem precisar de alguém. Não ter de esperar que façam algo delicioso para você porque você mesmo pode fazer. O clube foi um dos meus primeiros passos para, o que considero, a maturidade.

– Você é um menininho mimado por acaso? – zombou.

– Não – ri. – Mas é difícil ser filho de um diplomata. Cobranças, cobranças e seguranças.

– Você vai a pé para o colégio – apontou.

– Consegui isso com muito custo.

Ele fez um muxoxo voltando-se para o prato.

– Isso explica ter sido amante da outra – murmurou.

Eu realmente não esperava por essa. Ele se deu conta do que dissera e levantou a cabeça com os olhos arregalados.

– Desculpe, eu não devia... Ah, me desculpe – sua expressão era de puro constrangimento.

– Tudo bem – amenizei. – Você tem razão. Yuiko-noona foi um ato de rebeldia. Alguém com quem tive mais contato e me conformei em cair na sua armadilha. Ambos nos apegamos, mas só eu caí na real. Ainda assim, fui dependente dela – terminei de comer. – Comecei a sair com outras pessoas para me libertar dela, no fim, nenhuma me ajudou.

– Ficou dependente de encontros contínuos e de ter alguém para te fazer se sentir melhor – observou o mais velho.

– Acho que sim – concordei desistente. – Vou demorar a entender o que é independência de verdade.

– Mudanças severas de hábitos ajudam de verdade – aconselhou apoiando o rosto na mão e me encarando da mesma forma de quando saímos pela primeira vez. Olhos atentos, profundos e lindos.

Kim chamou um funcionário e pediu para colocar em sua conta.

– Ah, sunbae! Quando é que vai me deixar pagar? – reclamei.

– Shhh! – pôs o dedo sobre os lábios avermelhados. – Submisso não dá pitaco.

– Sunbae... – corei violentamente. Pessoas passavam e me olharam estranho.

Saímos do local, o castanho bocejou.

– Quer sorvete?

– Só se me deixar pagar – rebati.

– Então, esquece – fez bico.

– Quer tanto assim me bancar? É meu daddy por acaso? – começamos a andar sem rumo.

– Foi você que começou com isso, baby – debochou. Grunhi pra ele. – Vamos ao mercado. Acho que é um bom dia para te ensinar bibimbap – sorriu gracioso e dessa vez eu ouvi, com toda certeza, anjos cantando.



~ × ~



Seokjin-sunbae comprou um sorvete pra mim depois que saímos do mercado, nem pude intervir, simplesmente apareceu com ele na mão e me entregou. Como sabia que gosto de coco?

– Minha casa não é longe daqui – colocou uma colherada de sabor framboesa na boca. – Podemos ir andando.

Espera. A casa do sunbae? Estamos indo pra lá? O gelado do sorvete fez efeito em minha barriga.

Subimos uma rua que dava para uma das partes altas da cidade. Geralmente, é onde casas elaboradas e modernas de classe média alta estão. Não deveria me surpreender, estudamos em um colégio prestigiado e caro, os bolsistas que sofrem para se manterem firmes. Soube que o Kim é filho de alguém importante, mas não lembro quem. Paramos de frente para uma casa de dois andares, de cores frias e com grandes janelas de vidro. O mais velho colocou a mão numa fresta do portão e este se abriu. Subimos uns poucos degraus, então ele pegou...

– Um cartão? – indaguei.

– Sim, são práticos – respondeu simples. – Mas também temos chaves físicas.

Adentramos e me deparei com um grande armário ao lado da entrada, pantufas e calçados no hall.

– Oppa! – uma voz feminina gritou e uma menina desceu as escadas de metal e madeira. – Eu te falei que ia sair, por que demorou tanto... - ficou estática.

– Foi mal – desculpou-se Seokjin. – Mas você sempre se atrasa, não faz diferença.

– A-ah... Q-quem é...? – gaguejou com o rosto ganhando cor.

– Kim Namjoon – apontou pra mim com a mão livre –, Kim Jinhyun, minha irmãzinha querida.

Fiz uma reverência. Cabelos escuros nos ombros, olhos grandes e brilhantes, lábios grossos... Sem dúvida são irmãos.

– Pra-pra-pra-pra-prazer... Ai! – exclamou quando o castanho bateu em sua cabeça.

– Foi pro seu bem.

Calcei um par de pantufas e me aproximei dela.

– O prazer é todo meu, Jinhyun-ssi – e sorri.

– Ah, covinha! – seu rosto ficou escarlate, se apressou a por a sandália e se despedir. – Até mais tarde.

– Tsc, sempre de olho no que não é seu – falou o sunbae. No que é seu? – Pode colocar a mochila onde quiser.

Deixei em um dos sofás e o segui para a cozinha.

– Ela é fofa, parece com você – falei.

– Oh, então, me acha fofo? – riu.

– Sim, só nunca disse.

Ficou quieto. Vi seus lábios se comprimirem.

– Jin-ah vai me odiar quando souber que fizemos bibimbap – comentou.

– Por quê? – interessei-me em saber.

– É o prato favorito dela – desensacou os ingredientes. – Bom, vamos começar? – se espreguiçou. – Separe tudo, por favor.

Obedeci. Ele limpou a bancada, pegou as facas e colheres, panelas e tigelas que usaremos. Tirou da geladeira um pote dizendo que usará o kimchi que fez semana passada.

– Sabe, ao menos, preparar arroz, né? – perguntou desconfiado.

– É claro, alguma coisa eu aprendi certo no clube – rebati.

– Ótimo, então o adiante para mim.

A aula iniciou. Sunbae me ensinou formas mais rápidas e eficazes de cortar qualquer coisa, dosagens de temperos e preparos adequados dos legumes, carnes e folhas. Foi divertido ver como ele se irrita fácil quando o assunto é comida mal preparada e foi bom ter toda a sua atenção. Ele se afastou enquanto colocava meu prato, pegou um caderno e disse que está anotando passo-a-passo para eu poder fazer em casa, estava concentrado e reparei que fica ainda mais lindo assim que o normal.

– Aqui – entregou-me o papel. – Guarde com a sua vida – segurei como se fosse o objeto mais frágil e precioso do mundo. – Vamos pra sala ver algo na TV.

O bibimbap estava delicioso, nem prestei atenção no que estava sendo transmitido.

– Quando o seu tiver esse gosto, então alcançou o nível “perfeição” – piscou depositando a tigela vazia na mesa de centro.

Ri, algumas pessoas falam que o sunbae é um convencido, mas eu não isso um problema. Faz parte de si, além do mais ele tem de se orgulhar do é bom nele.

– Que programa mais chato. Tá me dando sono – resmungou bocejando.

– Você já estava com sono – pus o prato também na mesa. – Não dormiu bem, sunbae?

– Não é obvio? – falou irritado. – E de quem é a culpa, né?

– O que fiz dessa vez? – preparei-me para o que viria.

– Não foi só “dessa vez” – virou-se para mim arrumando a posição no sofá fitando-me no fundo de meus olhos. – Você grudou no meu cérebro com um tumor que não me faz pensar em mais nada além de você.

Não sei o que mais me chocou: sua declaração ou a falta de romantismo desta.

O clima pesou, havia tensão entre nós. Sua perna estava dobrada sobre o estofado, as mãos apoiadas na coxa. Uma pose normal, porém não naquele momento. Do nada, me veio uma onda de calor, meu coração acelerou. Eu não podia mais sustentar aquele olhar, mal conseguia me sustentar com as negras irises me devorando.

Acariciou-me o rosto e passou o polegar embaixo de meu lábio inferior. Minha pequena e quase imperceptível pinta se encontra ali, a mesma que notou na quarta-feira. Ele é a segunda pessoa que a nota, a primeira foi Yuiko-noona. Se achegou com o corpo para mim e aproximou nossos rostos.

– Só quero que entenda o quão sério estou, de verdade – seu sussurro saiu de forma sensual a meus ouvidos.

Fiquei com medo. Eu sabia o que viria a seguir, mas estava assustado e confuso. Meu rosto queimava e meu coração queria sair pelo meu tórax, enquanto seus lábios me chamavam mais do que nunca, suas esferas escuras me possuíam e eu o desejava em meus braços. Nosso beijo não foi como o do rio Han, Seokjin me atacou sedento.

Ele se movimentava com precisão, rodeava minha boca com a língua, puxava e sugava como se eu fosse um doce muito apetitoso. Tive que fazer algo, se não ele toma o controle de novo. Agarrei sua cintura e ele reagiu se envolvendo em meu pescoço. Enrosquei minha língua na dele e sincronizamos por completo. Senti suas emoções em cada mínimo contato: cobiça e prazer; a cada subida e descida de minhas mãos em suas costas, ele se arqueava até que nossos troncos se chocaram. Segurou meus cabelos com firmeza aumentando a velocidade do ósculo e se esfregou em mim mais e mais. Tive dificuldade para respirar depois de um tempo, o Kim, então, desabotoou os primeiros botões da minha camisa, me encarou afiado e ofegante. Lábios úmidos, inchados e vermelhos selaram minha bochecha em brasa.

Tomei partido de voltar ao beijo, só que mais calmo e sentimental. Apoiei um braço no encosto do sofá enquanto o outro descuidadamente escorregava para a coxa do mais velho. Afastei-me no susto.

– Desculpe, eu... – falei de imediato.

– Pelo o quê? – questionou confuso.

– Eu não devia ter feito isso.

– O quê? Me beijar? – fixou-me desacreditado.

– Não. Só acho que deveríamos ir com calma – expressei-me singelo.

– Para uma semana é realmente muito, mas esperava o que de mim? – seus olhos tremiam. – Tudo acabará amanhã.

– Quem disse que acaba amanhã? – aumentei em meio tom.

– Bom, você não diz nada. Quer me matar de ansiedade até o minuto final? – fechou a cara num bico.

– O que mais eu digo? Já falei que gosto de você, sunbae!

– Gosta ao ponto de continuar comigo? De querer algo sério? Ou vai me dispensar amanhã e fingir que não existo? – elevou a voz.

– Não, você continuará existindo pra mim! – declarei.

Mantivemos contato visual até ele olhar para algo na parede, um relógio.

– É melhor você ir – se ajeitou no sofá com cuidado e percebi o porquê, havia um enorme volume entre suas pernas. – Vai logo antes que minha irmã volte e te encontre assim – vociferou nitidamente constrangido. Deve ter notado que eu vi.

Levantei-me arrumando meu cabelo e roupas. Peguei a mochila e saí.

Novamente encerramos um encontro de forma desagradável.


Notas Finais


Pois é, está chegando ao fim. :(

Seis dias já foram, falta um.


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