História Seven months - Capítulo 6


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Palavras 1.209
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oe povo, turu baum? ta ae mais um cap, ok?
dessa vez eu não me arrependi de escrever, então aproveitem!



:D

Capítulo 6 - Uma promessa que não precisa de palavras


Fanfic / Fanfiction Seven months - Capítulo 6 - Uma promessa que não precisa de palavras

Espera!!!- uma figura sai correndo pelo corredor, com uma seringa na mão.

-Pai?- responde Kageyama, duvidoso.

 

‘’ Cada escolha, uma oportunidade.
Cada queda, um aprendizado.’’
 

 

 

‘’Cada atitude, uma consequência.’’

 

   Numa noite fria e chuvosa, 2 adolescentes se encontravam no Hospital. Um gravemente ferido e outro apertando sua mão. Em fim, era uma noite chuvosa, como as outras. Sons de raios ecoavam pela sala, e só se escutara a palavra ‘’óbito’’.

   Quando o mundo estava prestes a desabar a Tobio, encontrou uma pequena faísca ainda acesa no seu coração queimado. E era quem menos esperava. Alguém que era carinhoso, bondoso, amigo, legal, e tudo de benefício. Mais que agora se tornou algo semelhante a um demônio hipócrita. Sim. Era Sharo Tobio, pai do Kageyama. Estava encarando-o cara a cara, e gotas de suor derramavam sobre a camisa do mais velho.

-Espera! Não determine a hora do óbito. Eu tenho o sangue O-!- exclama o maior, olhando para Tobio, com um sorriso de conforto.

   Tobio sente um aperto no coração. Apesar de tudo e todas as coisas que fizera, seu pai era seu pai. Se doasse um órgão para alguém, definitivamente iria morrer. Era de alta idade, e não tinha como sobreviver sem um órgão.

   Depois de a enfermeira bater um papo com ele sobre os riscos e sobre sua saúde, foram para a sala de cirurgia. Tobio estava paralisado, não piscando um segundo sequer e encarando o pai.

-Pai!- grita o filho, abraçando-o.

-Que foi? Antes me odiava, e agora está com pena?- responde o mais velho, desfazendo o abraço- me poupe, Tobio. Eu tratei sua mãe e você como gado, e aquele pivete ruivo me fez entender uma coisa. Viva sua vida como se fosse o último dia de viver. Bobo, não? Em fim, já fiz muitas besteiras na minha vida, e essa é uma forma de me redimir. Adeus Tobio, viva com seu sol, assim como um dia eu vivi com o meu.

-P-pai...- o menor enxuga as lágrimas, onde sua boca, antes fria e com tristeza, se tornara livre e alegre. Não um sorriso forçado, um sorriso de conforto e a mais pura sinceridade- obrigado, por tudo. Vá.

   Os parentes se despedem. Se encaram, depois ficam de costas um para o outro. Tobio só viu passos cada vez mais distantes, e percebeu que seu pai já não estava mais naquele local. Tentou pensar positivo, que Shoyo iria viver, mais, derramava lágrimas de saudades mesmo assim.

   Quando horas se passaram, anunciaram a Tobio que o seu pai já não se encontrara mais vivo. O transplante foi um sucesso, e de qualquer forma, não conseguiu deixar o mais velho vivo. Transportaram o órgão para Shoyo, onde o mesmo abria seus olhos lentamente, se encontrando com a luz do teto.

 

‘’Em cada despedida existe a imagem da morte.’’

George Eliot

   Shoyo finalmente retomou a consciência, olhava para os lados e sentia costuras roçando no seu umbigo. Se levantara, estava cheio de tubos, um nome só fixava em sua mente, Tobio.

   Quando estava prestes a sair da cama e procura-lo, se deparou com o moreno dormindo serenamente em uma poltrona, com manchas secas de lágrimas em seu rosto. Estava acabado, e quase caíra da cadeira se não acordasse na hora.

-Kageyama...- uma voz doce percorria até a espinha de Tobio, o fazendo até prender a respiração.

-H-Hinata?! Está acordado!- o maior correra até o menor, abraçando-o cuidadosamente, para não o machucar.

-Bem, vejo que estou. O que ta acontecendo? O que faço aqui?

-Bem... você passou mal la no parque, lembra?- o camisa 9 gesticulava com as mãos, explicando-o.- Aí você passou mal, e te trouxemos ao hospital. E então, estava na hora de fazer a cirurgia.

   Hinata estava prestando bastante atenção no que o maior dizia, seus olhos negros como as trevas, que antes demonstrara um vazio, agora está cheio de felicidade e alegria. Seus cabelos pretos e úmidos pelo suor o deixara sexy, seus lábios vermelhos e macios estralavam em cada frase que o maior fizera, o ruivo, quase não ouvindo o maior, nem percebeu que babava.

-Hinata?- pergunta, olhando-o.- Está babando, Boke!

-Ah, Gomen- o menor limpa a baba, permitindo Kageyama de continuar.

-E então, quando eu pensei que você iria morrer, meu pai chegou correndo... e ele disse que tinha o sangue O-! ele te salvou, Shoyo.

-Sério? Eu tenho que agradecer a ele! Onde ele está?

-Ah... isso- o maior olho para baixo, apertando suas mãos- ele está morto.... sabe, ele já era velho... e ele não tinha condições de ficar sem um órgão... então... ele te salvou, mais você está vivo!

-Ah.... então ele morreu.... nee, Kageyama, eu gostava dele... ele era legal, mais se fez isso por mim, deu sua vida... isso é de eu agradecer infinitamente. Estou muito grato.

-Sim, o que ele fez foi realmente preciso.

-Kageyama...- o menor abana sua mão, chamando-o. O mesmo vai, e fica surpreso com a iniciativa do alaranjado.

   O ruivinho deposita um beijo em seus lábios, se tornando meloso e quente. Tobio pede permissão para adentrar a língua, e o mesmo permitiu, dançando uma valsa lenta e sexy pela suas bocas. Ambos se separam por falta de ar, e se olham envergonhados. Um sorriso surge nos lábios dos namorados, e os mesmos encostam suas testas uma na outra. Era um amor recíproco, um amor sem igual. Um amor com muito carinho e conforto, que, mesmo se não demonstrasse com palavras, selaram uma promessa de sempre ajudar o próximo, mesmo nos momentos difíceis.

 

 

‘’ Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la.’’

Augusto Cury

 

 

                                                                                      --Seven Months—

 

   3 dias se passaram, o ruivinho finalmente recebeu alta, e fora para a escola. Estava ansioso e animado para encontrar o pessoal, e para tocar o lábio do seu moreno.

   Quando finalmente chegara a escola, Hinata estacionou sua bicicleta e saiu correndo para a sala. Viu uma figura de um moreno alto lendo um mangá, sentado em sua cadeira. O baixinho nunca se cansara em observar esses olhos negros intensos, e sua linda forma de rosto. De fato, amava loucamente Tobio.

-Kageyama!- o menor corria em sua direção, abrindo suas mãos em forma de abraço.

-Oe- o maior foi interrompido por um abraço vindo do menor, forte e apertado. Não demorou tanto tempo para virar um tomate- Hinata, boke!-. escondeu seu rosto nas suas mãos, e o ruivo riu.

-Bom dia, bakageyama!

-Bom dia!

-Saudades?

-Mais é claro! Tomara que essas aulas acabem cedo, quero ver o pessoal.

-Eu também! Estou muito ansioso, sério!

-de fato, seus olhos não deixam por desperceber.

    Seus olhos claros e amarelados como o mel era tão viciante de se olhar, que Tobio tinha cuidado para se segurar. Seus olhos brilhantes como o sol, seus cabelos alaranjados que lembrava o fogo, tanto ousado como puro. Já Tobio, tinha seus olhos negros, como um mar violento e intenso. Seus cabelos lisos e finos, que tinham um tanto brilho que parecia estrelas. Seu cabelo inteiro parecia um céu estrelar. Tobio era a Lua, Hinata o Sol. Agora me diga, caros leitores, essa não é uma combinação perfeita?

 

 

 

 

‘’ A distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga o pequeno, inflama o grande.’’

Roger Bussy-Rabutin


Notas Finais


Baum, gostaram?
kisus de uva


U


V


A





'u'


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