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História Seven Seconds ( Vkook - Taekook ) - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Capítulo 4 - Sangria


Capítulo 4 - Sangria


"  Com a morte de See recente, eu era quem teria que seguir com o plano 8707 como ele gostava de chamar, o nome 8707 veio por conta de dois motivos que me surpreenderam , 87 era o número da sorte de See e teoricamente o ano em que ele havia nascido, e 07 eram o total de pessoas em sua lista.

 Apenas nomes renomados, e importante para a sociedade capitalista, justiça em nosso senso era eliminar essas pessoas, que pegavam do nosos dinheiro para desfrutar do melhor e mais caro champagne, fazer viagens na primeira classe, enquanto prometiam mais segurança e melhoras na cidade e na área da saúde. Mentira de político e até mesmo dos policiais com cargos mais superiores.

Mas digamos que eu estrapolava um pouco, como o lance com a família Chang, não estavam na lista porem era meu desejo acabar com quela família, houve um boato, que no caso era um boato verdadeiro, de que o Sr.Chang havia cometido um desvio de dinheiro de sua firma, dinheiro que a cidade iria usar em benefícios públicos, pelo menos era esse o ditado. Então eu estava decidido a acabar com aquilo, e foi oque fiz naquela noite, era dia de jogo então todos estavam em casa com olhos vidrados no aparelho com som alto, era o homicídio perfeito. E foi perfeito. Quatro óbitos em exatamente um minuto e sete segundos. Ninguém ouviu nada, vizinhos não ouviram nada, e ainda consegui pegar o dinheiro do desvio que por tolice de Chang o deixou de baixo da cama do filho, deixei uma faca em cima da cama, mas era óbvio que não continham minhas digitais, a faca estava limpa, mas era só uma distração para os policiais. 

Todos os corpos continham a letra V em seu pescoço, era como uma marca, assim como Ser tinha a sua, eu tinha a minha. Era como um legado de que havíamos tirado mais uma pessoa tóxica do mundo, era como purificar o mal da terra. Mas eu não pretendia viver disso pelo.resto da vida, eu pretendia largar essa vida depois que acabasse com essa lista, pois prometi a See que acabaria com ela. Só faltavam dois nomes, Jackson, esse era um alvo complicado, esperto demais. Ele é líder do tráfico de drogas  e de armas ilegais em toda a cidade, porém ele e See sempre tiveram uma rivalidade pois Jackson nunca entregou o armamento e as drogas que See encomendava, apenas roubava do seu dinheiro, e depois que See morreu, ele assumiu os negócios do mesmo. O outro nome era Jeon Jungguk, não sabia muito sobre ele, mas ele era o maior alvo no momento, foi ele quem atirou em See, e agora tinha ocupado o cargo de Delegado que antes era de Choi, um verdadeiro filho da puta. "


Eu ainda estava encarnado em descobrir sobre Choi e See, não fazia sentindo ter balas disparadas naquele momento, eles não estavam sozinhos, o lance entre eles sempre foi ódio. Choi queria caçar See a todo custo, afinal ele fez um grande estrago em Nova York assim como eu estava fazendo, o lance era deles, entre eles. Algo estava estranho, resolvi falar diretamente com Aisha, a esposa de Choi, para saber sobre a rotina do falecido marido, toda informação era essencial. Liguei para mulher avisando que precisava conversar com a mesma o mais rápido possível e ela me disse que poderia ir agora mesmo na delegacia, afirmei que ela poderia vir e disse que a esperava na sala de interrogatórios.

ㅡ Sente-se, sou o perito Kim Taehyung, senhora Aisha - falei esticando a mão para um aperto que foi retribuido.

ㅡ Prazer Kim. Queria falar sobre meu marido? - sua voz não transmitia nenhuma mágoa sobre tocar no assunto do marido, estranhei aquilo.

ㅡ Se não se importar tenho algumas perguntas para lhe fazer, prometo que serei rápido - falei pegando o gravador e iniciando com a gravação, ela assentiu em silêncio então prossegui com a minha primeira pergunta ㅡ Você saberia me dizer em que turnos Choi trabalhavá durante a semana? 

ㅡ uh... - ela parou para pensar um pouco  ㅡ segundas e quintas ele trabalhava das 07h às 19h, terças e quartas 05h às 22h... sexta e nos fins de semana ele ia quando queria, especialmente no domingo ele trabalhava até tarde, costumava chegar em casa pela madrugada.

ㅡCerto... Então ele não ficava muito em casa certo? ele agia estranho com a senhora, digo alguma mudança no comportamento dele.

ㅡ Ele estava mais fechado esses tempos, não conversava muito comigo e andava sempre nervoso, ele não costumava dormir em casa todas noites... costumava sair pela madrugada, acredito que ia para delegacia atender as ocorrências... - percebi que a mulher estava mais desconfortável que o normal, e mais perguntas não iriam me ajudar em nada, então encerrei o  gravador e sorri de canto para a mulher.

ㅡ Tudo bem senhora Aisha, obrigado por ter aceitado vir.

ㅡ Precisando... - ela se levantou em seguida e agradeceu se curvando e se retirando da sala, quando eu ia por meus pensamentos em ordem alguém abre a porta da sala em um estrondo.

ㅡ Com que autorização você entrevistou Aisha?! Esqueceu que tudo oque acontece nessa delegacia tem que passar por mim primeiro - era Jungguk, e ele estava bravo.

ㅡ Caralho, se acalma. Eu só fiz duas perguntas para a mulher - disse também já um pouco alterado, mas nem fodendo que eu seguiria as regras de Jungguk.

 ㅡ Esqueça o caso de Choi, já está concluído, você está aqui em Nova York por causa do 667. FOQUE NESSE CASO - ele gritou perto de mim se alterando um pouco mais

ㅡ Como podemos focar apenas em um caso quando o anterior não está interaimente concluído. - tentei soar mais calmo dessa vez.

ㅡ Está resolvido e ponto final. E lembre-se, antes de você Kim, fazer qualquer coisa nesse local deve passar por mim. Eu sou o Delegado. - ele se virou de costas mas fiz questão de passar antes na sua frente

ㅡ Pois diga ao Delegado que eu mandei ele se foder - mostrei o dedo para ele e em seguida voltei a caminhar até minha sala em passos rápidos.


[...]


Batucava o lápis na minha mesa tentando pensar em qualquer coisa menos em Jungguk, tínhamos um jantar, isso mesmo tínhamos no passado. Pois acho que depois da nossa pequena discussão de hoje mais cedo tudo foi por água baixo. 

Tentei me focar no caso de Choi, e aquilo me prendeu por alguns minutos, pois havia uma coincidência boba ou talvez não tão boba assim. Choi e See trabalhavam nos mesmos horários nas terças e quartas e ambos saiam domingo no meio da madrugada, como eu sabia disso? eu tenho sono leve então escutava quando See abria e fechava a porta do seu apartamento e comecei a perceber uma época que nos domingos ele sempre saia as 02h40 em ponto de casa, não havia trabalho ou encomenda para ele receber aos domingos. E quando Aisha me disse que Choi também saia pela madrugada em um estalo de segundos eu liguei alguns pontos que talvez fossem loucos demais.

See sempre falava para não nos envolvermos com nossos sentimentos, inclusive o amor ele fazia questão de reforçar para ficarmos longe. Mas acho que ele mesmo não se ouvia, ele estava apaixonado e era por Choi, e Choi também estava. Por isso as saídas noturnas, por isso o odio gratuito, por isso Choi nunca esteve na lista, por isso da bala disparada naquele dia. Eles nunca iriam poder ficar juntos, um assassino em série junto com um delegado, juntos decidiram que ficariam juntos apenas se morressem, juntos. Tudo fazia mais sentido, ele se envolveu no amor, e isso fez ele cometer essa loucura. 

Arregalei os olhos terminando de concluir aquilo, mas eu precisava de provas, era óbvio que apenas minhas logísticas não iriam servir de merda nenhuma. Então eu tratei de olhar as câmeras da sala de Choi, que agora era de Jungguk. Com facilidade hackiei o programa das câmeras da delegacia com o meu próprio computador e foi olhar as câmeras de alguns meses atrás, especificamente na madrugada, e ali rolando pelos dias achei algo interessante. 

Dia 13 de Março, ás 03h27, Choi e See estavam sentados na mesa conversando sobre algo e pareciam rir juntos, obviamente eu peguei meu celular e fotografei àquilo, deixei as filmagens rolarem e quando eu me distrai pó um segundo os dois estavam se beijando, eu estava certo. Tudo fazia sentido e eu não estava errado sobre os dois, fotografei novamente e em seguida sai do programa da câmeras e desliguei meu computador. Eu já tinha o bastante.


[...]


Não sei oque realmente eu estava fazendo mas, já eram 21h30 cujo horários que eu e Jungguk sairiamos para jantar, e foi quando percebi que eu estava em frente à sua porta já batendo nela e entrando quando ele me deu permissão.

ㅡ Está pronto? - perguntei simplista, ignorando nossa discussão de hoje mais cedo.

ㅡ Vai fingir que está tudo bem entre nós? Você é mais inteligente que isso Kim... - ao menos me olhou nos olhos, um nó se formou em minha garganta.

ㅡ Tudo bem... Eu pago hoje, é por minha conta - eu não iria me desculpar, e além do mais como eu contaria para ele sobre Choi? como iria explicar que sabia que See também saia nesse mesmo hohorário, era merda na certa.

ㅡ Não estaria fazendo mais que sua obrigação - disse dando de ombros, que audacioso   ㅡ Não me convenceu Kim.

ㅡ Tudo bem Jeon, me desculpe por conversar com Aisha sem a sua autorização. - revirei os olhos me encostando na batente da porta ㅡ Vamos, estou com fome  

ㅡ Agora sim, vamos - ele sorriu satisfeito se levantando e ajeitando a calça de sua farda, que maracava muito bem suas cochas  ㅡ Pode ir indo para o carro, vou pedir para Yoongi ficar no turno da noite e Chen para pegar os relatórios com Hyuna.

ㅡ Te espero no meu carro - eu disse aquilo com tanta tranquilidade que só depois me toquei oque havia falado. Antes que soubesse de sua resposta fui até o lado de fora da delegacia em passos rápidos.


[...]


Estávamos em um dos restaurantes da avenida central, estava lotado de gente, então eu e o delegado bonitão nos sentamos no canto do restaurante, os cardápios já estavam em cima da mesa e em seguida já fizemos nossos pedidos, duas cervejas e uma porção de peixe com Lula grelhado para mim e para o bonitão uma costela de boi mal passada.

ㅡ Então hoje não vamos falar sobre trabalho... pelo amor de deus - ele disse se acomodando na cadeira me olhando com aquele olhar sedendo.

ㅡ Certo, nada sobre trabalho - dei risada e dei uma secada nele rápida, mesmo ele ainda estando com a farda da polícia, não deixava de ser atraente e sexy. ㅡ Oque quer saber sobre mim?

ㅡ Tudo oque você quiser me falar - ele sorriu travesso me fitando, acho que ele acabou de me dar uma secada.

ㅡ Kim Taehyung, 27 anos, nasci aqui na cidade, mas me mudei para Chicago, voltei e cá estou. Apenas eu, por eu mesmo, não tenho  uma história interessante - na real, eu não conseguia mentir para ele, eu ficava todo travado, mas eu não poderia falar " Sabe aquele assassino que você quer matar, então sou u prazer " não seria legal perder a cabeça.

ㅡ Jeon Jungguk, 25 anos, sempre fiquei aqui na cidade, tenho uma irmã mais nova de oito anos, e me tornei policial porque era o sonho do meu pai, ele já está na reserva e ele conhecia Choi. Acho que sempre foi um sonho dele e não meu... - ele disse fraco preso em sua próprios pensamentos procurando pelas palavras certas ㅡ Meu sonho era cursar fotografia, mas minha família smepre achou bobagem, então cá estou hoje, Delegado Federal de Nova York

 ㅡ Corajoso... você foi corajoso - em um ato repentino que surpreendeu até a mim eu estava alisando sua mão , e ele corou por esse toque ㅡ Mas você deveria ter feito que gosta, afinal a vida é sua não de seus pais. - encarei seus olhos que transmitiam pura luxúria, Jungguk era diferente fora da delegacia, ele não era o Delegado que bancava o durão, ele era apenas Jeon Jungguk. E eu me sentia assim com ele, me sentia apenas Kim Taehyung, não o assassino V. Era estranho essa sensação eu não tinha certeza do que sentia, só sabia que era bom mas errado ao mesmo tempo.

ㅡ Você sempre quis esse ramo? De perito? - ele me perguntou meio tímido.

ㅡ Achei que não íamos falar de trabalho - sorri para o moreno que por algum motivo corou mais ainda. ㅡ Você fica muito bem de farda...

ㅡ obrigado?! - ele riu tímido, e por alguns segundos eu olhei para seus lábios e desejei senti-los mas meus pensamentos quase impuros foram interrompidos por uma onda de gritos.

ㅡ SOCORRO! - uma mulher ao fundo gritou e um barulho de tiro foi disparado, arregalei os olhos assustado com todo o tormento, o restaurante estava sendo assaltado, e tentar fugir era a pior opção.

ㅡ Jungguk vai para baixo da mesa - ele não me obedeceu pois estava em choque ㅡ VAI PRA BAIXO DA MESA - gritei e assim ele me escutou e se abaixou, saquei minha pistola que sempre carregava comigo, pois se você era um assassino smepre teria que andar armado. 

ㅡ Taehyung se abaixa, não fica aí, é perigoso - ele falou me puxando pela perna e assim me abaixei ficando em um espaço minúsculo comprimido junto ao moreno.

ㅡ Eles vão passar mesa por mesa para pegar os celulares, você tá com o seu aí? - era óbvio que eles iriam fazer isso, eu tinha a mente deles e isso era tipico de ladrões de restaurante

ㅡ Não, esqueci no carro.

ㅡ Tudo bem... - a gritaria ainda era presente e mais um tiro foi disparado, apenas para causar mais desespero nas pessoas. ㅡ Segura a minha mão, não solta ela em hipótese alguma... - falei entrelaçando nossos dedos forte enquanto olhava nos seus olhos . ㅡ Pega sua pistola, nos vamos prender esses filhos da puta - eram três, eu podia ouvir as vozes deles ordenando para passarem a carteira e seus celulares. ㅡ Confia em mim.

ㅡ Confio. Só não leva um tiro por favor, não quero ter que ir ao seu funeral. - acabei rindo com a sua fala mas vi que ele falava sério.

ㅡ Tudo bem... vamos - o puxei para cima novamente e assim saímos de baixo da mesa, todo o resto das pessoas estavam deitadas renditas éramos os únicos loucos de pé.

ㅡ POLÍCIA FEDERAL, PARADOS  - acabamos gritando aquilo juntos apontando a pistola para os três, nossas mãos se soltaram mas era por uma causa maior.

- Abaixa essa arma - um dos bandidos falou amor apontando a arma em minha direção ㅡ EU VOU ATIRAR 

ㅡ ATIRA NELE QUE VOCÊ É SEUS AMIGOS NÃO SAEM DAQUI VIVOS - gritei me aproximando do mesmo , de três deles dois estavam armados, dois com uma pistola comum e um com uma faca. 

ㅡ Se você não se afastar iremos atirar no policial - o outro com a pistola fala apontando para Jungguk, e de repente o alvo vira apenas Jungguk, meu coração tremeu .

 ㅡ OH OH, PARA DE MIRAR NELE - gritei destravando a pistola caso precisasse atirar ㅡ Se atirarem nele vocês são homens mortos

Jungguk nada falava apenas apontava a pistola para cara de faca, então apenas com um olhar nosso cruzado eu entendi seu plano, e um arrepio se formou por eu entender apenas com um olhar. 

Peguei a chave do meu carro que estava em meu bolso e mostrei aos assaltantes. ㅡ Peguem o meu carro, meu celular minha carteira então na mesa 06. - eles pareceram aceitar então estendi minha mão com a chave do caror para o assaltante armado e assim que ele se aproximou deixei a chave cair ㅡ  Opa... - ele se abaixou para pegar e chave e em seguida atirei no pé do cara da faça fazendo o mesmo cair no chão e rapidamente deitei o que estava se abaixando par pegar a chave do carro. Jungguk conseguiu deitar o outro cara que havia ido buscar as minhas coisas, afastei a arma do cara e Jungguk fez o mesmo com o dele

ㅡ Você está preso em nome da lei - Jungguk disse vitorioso e autoritário e em seguida pegou uma algema que tinha e algemou o cara, em seguida ele ligou para polícia e assim levaram os três para cadeia e uma série de interrogatórios. As pessoas nos agradeceram imensamente por ter as salvado e o dono do restaurante nos abraçou e também nos agradeceu imensamente

Agora estávamos, eu e Jungguk do lado de fora, sentados no meio fio da calçada rindo a toa nos lembrando do ocorrido agora pouco.

ㅡ Você me entendeu com apenas um olhar - ele disse sorrindo fixando seu olhar em mim.

ㅡ Também posso te dizer que achei muito louco isso, parecia que eu conseguia ler sua mente... foi irado -  sorri junto a ele também olhando em suas orbes escuras.  ㅡ Me perdoa pelo péssimo jantar...

ㅡ Você tá brincando? foi o melhor jantar da minha vida! - ele disse rindo dando um saquinho em meu ombro. ㅡ Obrigado por hoje.

ㅡ Eu que te agradeço - nos levantamos e ficamos nos encarando por alguns segundos,havia uma tensão sexual ali, mas era óbvio que nenhum dos dois admitiria. E também eu nunca admitiria  sobre o aperto que senti hoje quando ele estava sendo alvo das duas pistolas.

ㅡ Até amanhã... Tae - estremeci ao  ouvir ele me chamando pelo apelido e não por Kim, ele sorriu.

ㅡ Até amanhã Guk. - sorri de volta sentindo meu coração palpitar. Não sabia oque era aquilo,era bom mas ao mesmo tempo tão errado.


Eu estava fodido, pois isso

Não fazia parte do plano.





Notas Finais


CARALHOOOO QUE CAPÍTULO FODA❤❤❤❤ OS TAEKOOK TÃO SE ENTENDENDO?!?


ATÉ O PRÓXIMOOOO


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