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História Seventeen days - Capítulo 4


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Notas do Autor


Ola pessoas, eu realmente demorei muito dessa vez né?? Acho que devo desculpas a vocês, meu computador pifou e perdi até a att 10 (ou seja todas que eu já tinha escrito) e então eu tive que reformatar, e perdi tudo de vez, mas agora estou escrevendo pelo celular (mesmo achando o computador 1.000 vezes melhor para escrever), e então espero que gostem do capítulo, sim ele ficou bem vago, mas minha criatividade não está uma das melhores.

Obrigada por lerem, e curtem a leitura.

Capítulo 4 - .mensage


"Tua mente chora por respostas, teu olhar clama por sinceridade, mas e você, estás a ser sincero com os que estão a tua volta ?"

"Voltarás a viver assim que descobrir, então por que estás a estragar relacionamentos duradouros por simples desconfianças ? Um relacionamento não deveria ter confiança no meio ?"

"Por que tem mais suspeitas em alguns do que em outros ? Tem memórias que não gostaria de ter ?"

"Por que estás a me ouvir ? Eu sou apenas uma voz Renjun, confias mais em uma voz do que em teus amados ?"

"Não estrague tua vida, lhe dei está chance justamente para voltar a viver, não acorde querendo morrer novamente".

"Eu lhe ouvia gritando por ajuda, você estava a chorar, você pediu-me outra chance, e dessa vez não a estrague".

      […]

"Estávamos completamente alcoolizados, eu sentia cada gosta que bebi corroer meu sangue, estava a ficar tonto, meus passos já não eram mais os mesmos de quando eu entrei na festa, e minha mente também não, pois do nada Jaemin e Jeno haviam se tornado extremamente atraentes, pois de repende eu sentia uma imensa vontade de beijar o pomo de Adão charmoso de Jaemin, sentia vontade de passar minhas mãos pelas coxas do Lee, vontade de segurar aqueles cabelos rosas do Na entre minhas mãos".

"Eu já estava completamente alterado, palavras desconexas e emboladas saiam de minha boca quando ia falar com outras pessoas, eu já não lembrava mais quantas bebidas eu havia misturado aquela noite, eu não sabia que lugar mais era aquele, eu estava completamente bêbado, sem total noção da realidade, eu cambaleava sem rumo pela festa".

“— Você realmente está deprimente, Renjun, se eu não lhe conhecesse juraria que era apenas um drogado andando chapado por aí. — Eu jurava conhecer aquela voz, era Jeno, ele estava com as mãos no cabelo como se quisesse se acalmar, e com o braço direito segurava Jaemin, prendia o braço nas mãos dele, fazendo-o ficar agarrado em si, Jaemin parecia deplorável, no meu estado a pior. — O que deu em vocês hoje ? Poderiam por favor não tentarem entrar em um coma alcoólico ? Merda.”

“— Você também está bêbado, Jeno. — O Lee olhou diretamente para mim, e depois para o garoto a seu lado, e então pegou meu braço, assim como o do Na estava, e saiu nos puxando pela casa enorme de um veterano em alguma faculdade por aí, ele realmente parecia ter muito dinheiro, e Jeno parecia conhecer muito bem aquela casa, e mais tarde eu descobri o porquê, aquela era a moradia de seu irmão mais velho, por isso de conhecer la tão bem.”

“— Eu estou bêbado, vocês estão acabados. — Jeno pareceu dar um fim para aquela conversa, e então finalmente entrou no quarto, me sentando e sentando Jaemin naquela enorme cama de casal. — Sinceramente, quem deu bebidas até vocês ficarem desse jeito ? Puta que pariu vocês sabem como eu fiquei preocupado, vocês estão completamente doidos, se bebessem mais um pouco entrariam na porra de um coma alcoólico, é isso que vocês querem ? Querem se matar assim sem mais nem menos ? Gente… Imaginem o meu desespero ao ouvir de outras bocas que o Jaemin estava quase desmaiado perto do banheiro, e que Renjun estava completamente jogado no sofá. — Jeno estava com raiva, muita raiva, e eu não poderia julga-lo, eu ficaria no mesmo estado, havíamos prometido que não sairíamos do lado um do outro, mas acabou que todos foram para um canto.”

“— Me des… desculpe, Jeno. — Jaemin falava, e estava tão, mas tão bêbado que era quase impossível de entender o que falava, mas de esforçando um pouco era compreensível, e aquilo só fez a decepção no rosto de Jeno aumentar.”

“— Não se preocupem agora, quando estiverem mais sóbrios nós conversamos sobre isso, mas no instante eu só quero saber, quem deu isso a vocês ? isso é forte, vocês poderiam muito bem ter morrido com essa bebida, eu amo vocês demais para deixar isso assim”.

[...]

E naquele momento, no qual eu lembrava, uma mensagem chegou ao meu celular, fazendo um sonzinho de notificação, tal som que chamou a atenção dos namorados a minha frente, desbloqueio o celular normalmente, até ver que a mensagem é de um número desconhecido.

“Não pense que estás seguro, estou observando-lhe, a cada momento, a cada segundo, e a cada passo teu. Não penses que só porque faltam 16 dias, estás longe, está mais próximo do que imaginas. Não olhe para os lados, não me verá. Não olhe em com a intenção de procurar alguém, eu já sou de casa”.

Eu não respondo, não sabia o que responder no caso, não tem o que responder, a cada momento a mensagem ficava mais tensa, e vinham outras logo em seguida.

“Não olhe para cabeças curtas, olhe para os longos pescoços e grandes olhos. Não olhes para o grande corpo, olhe para o pequeno, porém eficaz e ágil.”

Meu coração batia cada vez mais rápido, eu estava com medo, medo do que a pessoa poderia fazer comigo, medo do que poderia estar acontecendo, medo de morrer novamente.

“Oculos capillos ante te respice finem gloriosus laciniatis inferius aspice gentem fallacem tibi pulchro pulcher.”

A língua no qual a pessoa mandou a mensagem, parecia ser latim, deixou-me confuso e sem reação a nada.

“Non mortem timemus, timor mortis iter.”

Mensagens continuavam chegando, decidi ignorá-las, aquilo já havia enchido muito da minha cabeça, então decidi ir para a casa, Jaemin e Jeno entenderam me, entenderam tão bem que eu acharia que soubessem de algo.

— Hey Jun, venha aqui. — Era uma garota que chamava, seus cabelos eram loiros, ela vinha em minha direção, e agarrou meus pulsos enquanto eu tentava entrar na floricultura de Chuu, e puxou me para outro local, um tipo de Beco, estava quase um completo breu, e então a garota parou a minha frente. — NÃO A ESCUTE, A PESSOA TE QUEIMARÁ, ELA LHE FARÁ GRITAR, NÃO ACREDITES, SUA MENTE É RANCOROSA, SEU OLHAR É AMEDRONTADOR, VOCÊ FARÁ O QUE ELA PEDIR, PORQUE SENTIRÁ MEDO, MAS NÃO FAÇAS, ELA VAI LHE MANIPULAR ATÉ NÃO TER MAIS CONSCIÊNCIA DA REALIDADE... por favor não acredite nela.

Eu estava assustado, meus olhos estavam tão arregalados que eu não fazia ideia que poderiam se esticar tanto. Porém a garota aí falar aquilo, apenas olhou nos meus olhos por alguns segundos, e então olhou para os lados e correu, correu rápido, e em seu rosto pude ver lágrimas, suas mãos tremiam, e ela sentia medo, seu medo era tanto, que eu pude sentir em mim.

Então após uns dois minutos ali olhando para o nada, eu decidi voltar para a casa e tentar dormir um pouco, eu estava exausto, meu corpo não aguentava mais, meu cérebro muito menos, meu cansaço era tanto que nem respondi as boas vindas de meus primos, e apenas me joguei em minha cama.

Mas antes de realmente cair no sono profundo, eu fui ler a última mensagem que a pessoa havia me mandado.

“Você nunca está sozinho, estou contigo o tempo todo, e tua morte serás doce para mim.”

“Mensagem apagada.”

“Mensagem apagada.” “

Mensagem apagada.”

“Crie um Holocausto Único mas ao mesmo tempo Universal em ti.”


Notas Finais


gente edit aqui Rapidão, eu fui ver no Google tradutor, e a tradução está errada

então na primeira

“Oculos capillos ante te respice finem gloriosus laciniatis inferius aspice gentem fallacem tibi pulchro pulcher.”

"olhes cabelos longos antes de olhar os curtos, olhe para a linda franja a tua frente, olhe para o lindo hipócrita debaixo dessas franjas, e olhe o lindo mentiroso por debaixo desse lindo corpo"

ou algo do tipo, eu realmente esqueci de quando eu escrevikkkk

e o segundo

"não tema a morte, tema o jeito que irá morrer"


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