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História Sex Angel (jikook) - Capítulo 27


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Capítulo 27 - Altos e baixos


Fanfic / Fanfiction Sex Angel (jikook) - Capítulo 27 - Altos e baixos

JIMIN


- Mochi, vem! - jungkook gritou da sala, junto a todos os outros.

- Já vou, calma! - corri até lá, com algumas cervejas na mão e entreguei para todos. - Já saiu?

- Sai daqui a 3 minutos. - Yoon me respondeu, olhando para seu relógio.

- Meu namorado é um idol! - hobi falou jogando palmas, e se jogou sobre ele.

- Onde está fluffy? - perguntei, sentando entre as pernas de jungkook.

- Está lá fora no jardim. Com minha omma e o tannie.

- Está nervoso? - namjoon perguntou a yoongi.

- Um pouco. - ele sorriu torto.
- Sempre sonhei com isso, e agora pode virar o meu fracasso.

- Baby, você nunca será um fracasso.
- Tae falou e sentou ao lado. - Você tem talento, e nasceu para isso, suga.

- SAIU! -  jungkook berrou, clicando no link, onde a produtora bangtan, anunciava o novo álbum, junto ao MV de agust D. - Preparados?

Todos assentimos, e jungkook deu play, no primeiro MV de suga.

- Oh! - jungkook exclamou alto, vendo a imagem de yoongi amarrado a uma cadeira, com imagens oscilando dele a algumas imagens de fogo. - Porra!

- Caralho! - namjoon se ajeitou no chão, atento a tela. - Que foda!

Yoon começou a cantar no MV e era nítido que ali havia muito talento.

Ele, tae e hobi, olhavam atentos para a tela, sem ao menos piscar.
Enquanto todos da sala, estavam de boca aberta.

O mv era agressivo, e tinha a essência que só yoongi tinha. A música falava sobre sucesso. Cantava que ele oque os outros tentavam ser, o rapper da geração. Usando algumas palavras agressivas, para mostrar que sim, ali era o suga cantando.

Cada segundo que ia rolando, mais exclamações altas eram ouvidas.

Yoon já estava com a bochechas vermelhas, olhando para os dois namorados, que tinham as bocas abertas, vendo agora, yoongi no teto de um caminhão em movimento.

- Meu deus, yoon! - jungkook o empurrou devagar, vendo o MV chegar ao fim. - Caralho ficou da hora!!

- Hyung, ficou muito bom!

- Vocês gostaram mesmo?

- Gostar? - jin que estava quieto até agora, falou. - Olha a cara de todo mundo yoon, isso foi maravilhoso!

- Eu amei! - jungkook o abraçou por trás e uma segunda música do álbum começou a tocar. - Com certeza já é sucesso irmão.

- Será que meus pais vão ver? - Ele perguntou, fazendo que todos sentissem o pesar do clima. - Talvez eles assistam... - ele coçou a nuca, desajeitado.

- Eles são o de menos yoon. - Tae disse e atualizou a página. - Olha isso, já tem 112 mil visualizações, em 5 minutos!!

- E mais de 70 mil likes. - hobi falou ao lado. - Amor você é um idol!!

Yoongi sorriu bobo, e foi abraçado por todos nós, fungando baixinho, sem querer que ninguém o visse chorar.

- Obrigado. - ele disse baixinho em meio ao abraço coletivo. - Eu agradeço o apoio de vocês.

Todos nos olhamos, e o abraçamos mais forte, sabendo bem o quão importante era aquilo para ele.

O abraço foi quebrado por um toque de celular, e depois de todos verificarem os seus, vimos que era o do yoongi.

- É minha omma...

- Você quer atender? - tae chegou perto dele, e o abraçou de lado.

- Se quiser, deixa tocar... - hobi o abraçou do outro lado. - esse é um momento muito importante pra você, e nada pode acabar com essa felicidade.

- Eu sei... - ele suspirou e encarou a tela do aparelho. - Mas eu preciso... me dêem licença.

Os dois assentiram, e yoongi foi para o jardim de trás.

- Eu não quero que ele fique triste agora... eles sempre estragam tudo.

- Porque nossos pais tem que ser assim? - hobi falou, sentando no sofá.
- Eu não entendo... o meu, não suporta o filho gay, o seu, foi naquele dia na boate só para te botar para baixo, e agora isso? Eles não tem o direito de nos humilhar ou rebaixar assim...

- Se acalma amor. - tae sentou ao lado dele, e o abraçou. - Eu também não entendo, mas o importante é que nós três, estamos bem.

Ele assentiu, e se agarrou ao outro.

Namjoon e jin, foram até o lado de fora, junto a minha sogra e os dois cachorrinhos.

Eu e jungkook fomos até a cozinha, assim os dando privacidade.

- Pais são um saco, não é? - kook falou baixinho, sentando sobre o banco da bancada e me puxando para sentar junto.

- Bom, não todos. Olha sua omma, ela é um doce.

- É... mas era para todos serem assim, não acha? - concordei com ele e senti o aperto dos braços em minha cintura. - Você tinha que ver chim, o pai do tae foi na boate no fim de semana passado... o lugar estava cheio, e tudo corria bem, mas ele só conseguia ver os defeitos, tirando coisa da onde nem tinha... eu fiquei com tanta vontade de quebrar a cara dele, porque o tae só concordava calado, ouvindo tudo, pra depois abaixar a cabeça.

- eu entendo. - suspirei e encostei a cabeça sobre o ombro dele. - os meus são da mesma maneira, mas eu os enfrento... não deixo que me rebaixem, mas sei o quanto dói mesmo assim.

- É, acho que tive sorte...

- Todos nós tivemos. Sua omma é muito boa para todos, e nos trata como filhos.

- Ela gosta de vocês. - ele sorriu.
- principalmente de você. Ela disse que quer nos ver casando.

- Mas nem é permitido aqui na Coréia...

- Eu sei, e disse isso a ela, mas ela disse que se dane a Coréia preconceituosa, e que se possível iríamos para qualquer outro país para casarmos, mas que ninguém poderia nos impedir de formar uma família.

- Sua omma é um exemplo para a vida. Se todos fossem assim, o mundo viveria em paz.

- Ela quer netos sabia? Eu disse a ela que isso era só no futuro, mas ela disse que quer antes que vire uma velhinha gagá porque quer cuidar de todos.

- Ai kook, eu vou roubar sua omma pra mim. - sorri e o beijei. - ela é a pessoa mais incrível desse mundo!

- Mais incrível que eu?

- Mais incrível que você!

Ele sorriu e me colocou sobre a bancada, ficando de pé entre minha pernas, me beijando enquanto sorríamos.

- E então? - tae perguntou a yoon que voltou sorrindo para dentro de casa, fazendo todos prestar atenção neles.
- Oque rolou?

Nos atentamos a ele, e vimos o sorriso aumentar.

- Minha omma disse que estava com saudade de mim... e que queria almoçar comigo amanhã.

- almoçar? Você, ela e seu appa?

Yoongi negou sorrindo.

- Não, só eu e ela... ela disse que se separou a um mês, e que entendia como eu me sentia... meu appa tentou prender minha omma, para ela não ir trabalhar porque estava com ciúmes de um dos colegas de trabalho dela, e isso foi o fim para os dois.

- Sua omma fez a coisa certa yoon. Quem já se viu, prender a própria esposa? - Hobi foi até ele e o abraçou, o guardando dentro dos braços, e beijando o topo da cabeça, devido a diferença notória de altura. - Ela é uma mulher sensata.

- Ela disse que o denunciou, e que já deu entrada no divórcio... ela estava com medo de que eu sentisse ódio por ela nunca se opor a ele, mas eu estou feliz! Minha omma se libertou daquele monstro, igual a mim. - ele sorriu orgulhoso.

- Então novamente, merecemos comemorar! - fui até a geladeira e busquei mais algumas garrafas de cervejas, aceitando a ajuda de jungkook, para as distribuir aos outros. - Um brinde, as mulheres sensatas!

Ergui minha garrafa, fazendo com que todos brindassem, até minha sogra, que estava bebendo sei suco de leranja, gritando em uníssono.

- AS MULHERES SENSATAS!

(...)

- Você quer almoçar comigo e com minha omma hoje? Vamos a um restaurante novo.

- Desculpa kook, mas hoje eu preciso ensaiar. A apresentação é daqui a duas semanas, e nós precisamos ganhar.

- Tudo bem, então mochi. Te vejo a noite?

- Sim, e me desculpe.

- Sem problemas amor. Beijos.

- Beijos.

Encerrei a ligação, e hoseok que estava a minha frente se alongando me olhou.

- tinha compromisso?

- Não, só o kook que me convidou para almoçar com ele e a jiwoo.

- Ah, sim. - ele ficou de pé, e voltou a se alongar. - Vocês não se viram ontem?

- Na verdade nos vimos hoje. E ontem, e antes de ontem... eu estou a dias dormindo com ele.

- Quase casados. - hobi sorriu.

Comecei meus alongamentos também, encarando a minha imagem, no espelho.

- Kook quer contar tudo a jiwoo.

Hobi me olhou e veio para o meu lado, me olhando através do espelho também.

- Contar oque?

- Sobre oque ele fazia... ele quer contar sobre os programas.

- Ele é louco? Ela pode querer bater nele!

- O medo real é que ela vá embora de novo... jiwoo vive questionando de onde veio o dinheiro, mas é aquilo né... uma mãe sempre sabe, então ela deve ao menos desconfiar, mas quer ouvir da boca dele.

- Ele precisa pensar com calma. Contar uma coisa dessa para ela, pode ser complicado.

- Eu sei. - suspirei e me estiquei, estalando alguns ossos. - Ele pensa nisso todo dia, mas quando tenta falar, ele trava.

Hoseok concordou, caminhando até a caixinha de som no fundo do estúdio, e deu play.

- Você ainda está com alguma dificuldade com a coreografia?

- Acho que não. - sorri para ele. - Eu tenho o melhor professor comigo.

- baba ovo. - ele sorriu e veio até a mim, posicionado a minha frente.
- Eu sou o melhor mesmo.

- Convencido.

A música foi iniciada. Eu e hobi estavamos de costas um para o outro, e o movimento de "reflexo" já saía sem erros, fazendo com que todo o início saísse perfeito.

- O início está perfeito. - hobi pausou a música e sorriu ao fim da primeira parte. - está sem erros.

- Graças a deusa! - voltei para a posição inicial. - De novo?

- De novo.

(...)

- Eu estou acabado!! - me joguei no chão frio, completamente suado, respirando alto, depois de duas horas e meia de ensaio.

- Conseguimos! - hobi se apoiou nos joelhos e sorriu com a língua de fora, tentando respirar.

- Está completa! - sorri. - Agora precisamos decidir a roupa. Já pensou em algo?

- Pensei em algo simples, tipo neutro.

- Como assim algo simples? - ergui a cabeça e o encarei. - Cadê o hoseok das purpurinas?

- Se usarmos algo simples, as pessoas irão focar melhor nos nossos movimentos.

- Tenho que concordar. - ergui meu corpo e me sentei. - Então será sem as sapatilhas?

- É... eu pensei em nos apresentarmos descalços.

- Entrega. - sorri. - As pessoas irão sentir a nossa entrega na dança.

Ele concordou e recolheu o som, o guardando no armário.

- Vai para a casa do jungkook?

- Não. - fiquei de pé e recolhi minha mochila. - Ele está com a fluffy, então vou aproveitar para ir ao meu apartamento fazer uma faxina.

- Quantos dias você não vai lá?

- Uns oito ou dez... não sei. - sorri e caminhei até o banheiro.

- Ta vendo? Praticamente casados.
- hobi veio em seguida, entrando no banheiro também.

- Privacidade, cadê? - sorri ao ver ele sentado na bancada, me olhando se despir. - e nos não estamos casados, só gostamos de nos amar... tipo, todos os dias.

- É, eu tô vendo. - ele apontou para minha barriga, que tinham alguns chupões da noite passada. - Chim, cadê o menino virgem, que tinha vergonha de mostrar até o umbigo?

- Jungkook comeu. - gargalhei, tirando por fim minha cueca, entrando debaixo da água. - literalmente.

- Meu deus, quem é você? Oque fez com meu chim puritano?

- Ai nem vem, você mesmo sabe o quão bom é a arte da cupulação, não sabe?

- Oh se sei. - ele gargalhou. - Posso te contar um segredo?

- Preciso responder?

Ele negou e se inclinou para falar mais baixo, mesmo estando sozinhos.

- Taehyung só quer ser o passivo agora. - ele colocou a mão em frente a boca, segurando o riso. - eu e o yoon, sempre invertemos, mas quando o clima esquenta o tae já fica todo mole, nos chamando.

- Eu sempre achei que aquele cara grande e gostoso, era o passivo... mas fazer oque? Julgar? Jamais! Oh eu aqui, o mais passivo do rolê.

- Mas não é sempre sabe, e ele sabe como me fazer gozar sem nem me tocar, e o yoon goza só em nos ver. É uma sintonia muito louca.

- Jungkook as vezes fica assim também... esses dias eu fui fazer um   lap dance nele, e quando eu cheguei no fim, rebolando nele, ele gemeu bem gostoso no meu ouvido, gozando ainda vestido.

- Meu deus, que tesão. - hobi ficou de pé, ao que eu busquei a toalha, assim saindo do box. - quem diria que o puro jimin, estaria assim, fazendo o gostosão gozar sem ao menos o tocar direito.

- É o poder amor bebê. - beijei meu ombro e ele gargalhou. - e do tesão também.

- Poc maldita. - ele tirou a camisa e me encarou, de dentro do box. - Quer sair por favor? Gosto de privacidade para tomar banho.

- Privacidade? - o olhei debochado.
- Quem é a poc maldita?

Ele jogou a camisa encharcada de suor em mim, me fazendo correr até a porta.

- Saí logo daqui sua poc invejosa.

O dei lingua e saí, me trocando ali mesmo, no meio do estúdio de ensaio.

(...)

Eatava mais uma vez suado. Curvado sobre o chão, enquanto passava o pano, limpando toda a sujeira.

Uma música alta tocava no som da sala, com algumas músicas da minha playlist de sexo, que eu sempre usava para limpar a casa.

Depois de dar a última olhada, e ver toda a sala arrumada, fui até a cozinha, me deparando com uma geladeira cheia de coisas estragadas.

- Meu deus, parece que tem um cadáver aqui dentro. - corri e peguei uma sacola de lixo, jogando todas as coisas estragadas ali dentro. - Eu só fiquei uns dias fora, não era pra ta desse jeito, era?

Meu celular tocou, sobre o centro da sala, e fui até lá, para o atender.

- Diz.

- Nossa, cadê o "boa noite amor"?

- Jungkook eu estou ocupado, fala logo caralho.

- Nossa, eu tambem te amo gota.

- Ah meu pai... oque você quer, docinho do chimchim?

- Credo. - ele gargalhou do outro lado.
- Seguinte. Eu, você, minha omma e nossa filha. Vamos fazer um luau hoje.

- Primeiro, "nossa" filha?

- Pai é quem cria, e ela está aqui comigo, recebendo todo o amor do mundo, então não discuta.

- Ok. - sorri negando. - E como assim, luau?

- Um luau ué, vamos fazer hoje, depois da faculdade, aqui no quintal.

- Jungkook você é doido?

- Só se for de amor por você.

- É sério cão! Você vai fazer um luau no quintal?

- Sim, qual o problema?

- O problema é que tem formiga lá. Eu odeio formiga, kook. 

- Tadinhas, não fazem nada de mais com você...

- Ela tem um cheiro ruim kook, você sabe que eu odeio aquele cheiro.

- Poc fresca.

- Vai ficar falando igual ao hobi agora, é?

- Me desculpe. - ele riu. - mas é sério mochi, vamos fazer o luau, ok?

- Tudo bem kook. Posso voltar a limpar meu apartamento agora?

- Fique à vontade, gata borralheira.

- Vou fazer greve se você soltar mais uma piadinha!

- Ok, tchau.

A ligação foi encerrada antes mesmo que eu dissesse algo, e não me aguentei, e cai no riso.

Depois de limpar tudo, estava eu, deitado sobre o sofá, observando todo o lugar arrumado, sentindo a paz da dona de casa que habita em mim, exalar.

- Porque isso nem se parece mais com a minha casa? - perguntei a mim mesmo, olhando ao redor. - Mesmo limpinha, não me parece com uma casa... acho que me acostumei com a do kook.

Fiquei de pé e fui até meu quarto, para tomar um banho, e assim que entrei em meu closet percebi que metade das minhas roupas "decentes" para ir a faculdade, estavam na casa de jungkook, então foi mais alguns minutos, até achar uma calça preta básica e uma camisa branca, que desse para ao menos, chegar na casa dele.

Tomei meu banho, e vesti a roupa, indo até o armário, para pegar alguns dos sachês da comida da fluffy, e assim sair, deixando mais uma vez meu apartamento vazio.

(...)

- Mochi, olha a hora poxa! - jungkook falou, encostado na porta do quarto dele.

- Eu estou apenas terminando de passar maquiagem. Olha a minha cara e diz se eu posso sair assim.

- É sério isso? É óbvio que você pode! Jimin você é lindo, e não precisa de maquiagem para isso.

- Oh amor, obrigado. - fui até ele e deixei um selinho. - Mas oque já é lindo, dá pra ficar mais. Eu já estou terminando, juro.

Jungkook bufou e saiu do quarto, me deixando lá, para que terminasse.

Foram cerca de dez minutos, e enfim estava pronto. Aproveitei e peguei uma jaqueta de jungkook, para tentar melhorar o meu look, já que ele não parava de chamar na sala.

- Pronto, vamos! - saí do quarto, encontrando meu amor e minha sogra no sofá da sala, assistindo tv.

- Vamos. - ele ficou de pé e buscou as chaves do carro dele. - Tchau omma.

- Tchau sogra.

- Tchau meninos.

Ela sorriu e jungkook a deu um beijo na testa, em seguida, veio até a mim, entregando as chaves, para que eu dirigisse.

- Como vai a apresentação?
- Jungkook perguntou entrando no lado do passageiro.

- Está perfeita. - entrei e pus o cinto, dando partida no carro. - semana que vem você vai ficar de boca aberta amor.

Ele sorriu e segurou minha mão livre, ficando de lado para me encarar.

- Você está realmente bem?

- Porque a pergunta? - falei, atento ao trânsito.

- Você sabe o porque jimin...

Respirei fundo, e aproveitei o semáforo vermelho para o olhar.

- Eu estou bem sobre aquele assunto.

- É na semana que vem jimin... eu não estou bem com isso.

- Mas eu estou. Já disse jungkook, eu não vou ficar assustado ou com medo daquele babaca filho da puta.

Ele suspirou e apertou minha mão. O semáforo abriu, então minha atenção foi toda para o trânsito.

- Mas jimin, voc-

- Kook eu já disse! - o interrompi, já cansado daquilo.

- Jimin, foi eu que senti na pele, eu que sei quem ele é, e eu tenho medo.

- Jungkook, por favor. - respirei fundo. - eu ficarei bem, ok? E você também.

- Porque você responde como se eu estivesse falando alguma coisa errada?

- Eu respondi como sempre te respondo.

- Como sempre me responde? Oque foi, você acha que eu estou errado?

- Não jungkook, não acho, mas eu sei que você está exagerando... isso ta cansativo.

- Exagerando? - ele soltou minha mão. - sério isso?

- Jungkook por favor...

- Eu fui tratado como a merda de um saco de lixo, e você vem dizer que é exagero? Eu me importo com você, porque o meu ex surtado está para chegar, e você me chama de exagerado?

- Jungkook não foi isso que eu quis dizer...

- Não? - ele virou no banco e focou o olhar para a janela.

- Jungkook amor...

- Eu não quero mais falar sobre isso, jimin.

Suspirei e assenti, dirigindo até a faculdade.

Assim que estacionei, jungkook saltou do carro em silêncio, e me esperou, virado de costas para mim.

- Você vai ficar assim comigo?

- Vou. - ele disse firme. - Você me deixou chateado.

- Jungkook, por favor! Cara eu nem fiz por mal! Eu só não aguento mais isso. Faz três semanas que você fala constantemente nesse cara, é exaustivo!

- Exaustivo? - ele me olha em descrença. - Você tem noção do quanto eu me preocupo com toda essa merda? Caralho jimin, é exaustivo eu querer te proteger?

Suspirei, sentindo toda a frustação do momento me sucumbir, e encostei no carro, o encarando.

- Eu posso me proteger, assim como posso te proteger. Jungkook esse cara pode ser ruim, mas ele não seria louco de mexer conosco apenas por não gostar de nós.

- Jimin entenda. - ele veio até a mim e parou a minha frente, enquanto gesticulava com as mãos. - Eu o deixei, e ele me espancou. Aqui, no meio desse estacionamento. Ele contratou pessoas para fazerem isso comigo, não me matando por sorte, você me entende?

- Eu entendo, mas você também precisa me entender. Eu sei que ele é ruim, e que ele possa fazer mal a nós, mas não é algo que precisa ser citado todos os dias.

- Não é? - ele sorriu debochado, enquanto negava com a cabeça. - ok jimin, seja como quer. Me desculpe por ser a porra do namorado exaustivo que se preocupa com você.

Ele se afastou e corri para o segurar, o impedindo de ir.

- Você vê? Porque estamos brigando por ele? Essa é a quarta vez que isso acontece depois que soube que esse cara está voltando. - falei o encarando.

- Oque você quer dizer com isso?

- Eu quero dizer, é que me desculpe. Eu fui errado, eu sei, ok? Mas por favor, pare de falar tanto disso.

- Jimin-ah eu estou cansado... por favor, me deixa ir.

- Está cansado de mim?

- Estou cansado disso. De brigas, bate boca desnecessário... eu sei que uma relação tem altos e baixos, mas isso já está fora do nosso controle.

- Jungkook-ah me desculpa. - o segurei e encostei no carro, o trazendo para dentro dos meus braços. - Me desculpa por te chamar de exaustivo... eu nunca vou me cansar de você bebê...

- jimin-ah eu só quero o nosso bem.
Se eu estou falando disso constantemente, é porque eu sei o quanto doí, e não quero que sinta essa dor.

- E não vou sentir. - neguei e o toquei no rosto. - Nem eu, e nem você. Jungkook eu te amo. Amo que chega a sufocar até transbordar... eu também estou assustado, mas eu sei que o amor sempre vai vencer a dor, então precisamos ficar bem, para enfrentar isso juntos, ok? Me desculpa se falei algo que te ofendeu ou machucou...

Ele concordou com um suspiro e fechou os olhos, se entregando ao meu abraço, deixando um beijo demorado sobre minha testa.

- Eu te amo também... Só vamos ficar bem, ok?

Concordei, erguendo meu rosto e o encarando, vendo os olhos preocupados sobre mim.

- Ok. - o dei um selinho e sorri. - eu te amo muito jungkook-ah.

Outro suspiro, mas desta vez parece de alívio.
Jungkook desceu a mão por todo meu braço, até tocar meus dedos, e ali deixar os seus, os entrelaçando.

- Vamos enfrentar juntos.

Concordei e me ergui um pouco, para novamente o dar um beijo, mas diferente dos outros, esse foi aprofundado, fazendo com que nossas mãos livres, se agarrasem ao corpo do outro, enquanto as outras permaneciam juntas, como em uma promessa muda, de que jamais nos separaríamos e enfrentaríamos aquilo junto.

Jungkook sorrateiramente retirou a chave de meu bolso, e destravou o carro de vidros escuros, sem ao menos desgrudar nossos lábios.

A língua quente, pediu passagem e logo cedi, me apertando mais a ele, sentindo uma necessidade absurda dos toques, que pareciam ficar cada vez mais intensos e necessitados.

Ele quebrou devagar o beijo, e juntou nossas testas, permanecendo de olhos fechados, com a respiração pesada batendo no meu rosto; ele segurou minha mão, e a levou até seu peito.

- Está acelerado por você. - ele disse, de olhos fechados e respiração atrapalhada.

O observo quieto, e vejo a feição se entristecer, fazendo o semblante calmo sumir, e um fungar, anunciar que ele iria chorar.

- Ei. - toquei o rosto, ainda com nossas testas unidas e senti meu próprio coração falhar. - Não chora bebê.

- Por favor, não vamos mais brigar por causa dele... nos não merecemos isso...

- Eu sei bebê... Eu prometo que isso vai mudar.

Ele concordou mais uma vez, e juntou nossos lábios, desta vez com um pouco mais de pressa, me fazendo suspirar ao toque firme em minha cintura.

Jungkook tateou a porta do carro, até encontrar a maçaneta, e puxa-la, destravando e abrindo.

- Oque vai fazer?

- Amor. - ele disse, adentrando minha camisa com as mãos grandes, me fazendo suspirar. - Com você.

- Aqui? - perguntei meio inserto, o vendo descer a mão para abrir minha calça. - Jungkook...

- Você não quer? - ele ergueu o olhar e me encarou. - Não quer fazer?

- Oque? Hyung!

- É isso?...

- Jungkook claro que não!... eu só fui pego de surpresa. - sorri para ele, e tentei juntar nossas bocas em um beijo, mas ele desviou.

- Tudo bem. - ele retirou a mão a minha calça, e fechou o botão. - me desculpa.

mas que porra!

- Oquê? Porquê?!

Ele respirou fundo mais um vez e parou ao meu lado, negando. - Eu estou cansado... - ele encostou no carro e fechou os olhos. - Muito cansado.

- Jungkook oque ta acontecendo? Eu não entendo...

- Oque está acontecendo é que tudo ta errado jimin. Tudo. - ele me encarou e bufou. - Olha só pra nós! A gente briga a cada meio segundo, e isso é muito ruim... eu pedi para não brigarmos, mas eu mesmo estou iniciando uma discussão, agora mesmo.

- Bebê, vem cá. - o puxei e o abracei forte, o fazendo soltar um murmurro involuntário. - Lembra oque a sua omma falou?

Ele me encarou e assentiu.

- Que discutir só iria nos cansar...

- Exatamente. - levei minha mão até o rosto bonito e manchado de lágrimas. - te ver assim quebra o meu coração, porque você é a ponta do meu fio... tudo que faz esse coração doer. - pus a mão sobre o peito dele, e em seguida a outra sobre o meu. - Faz esse coração doer.

Ele assentiu, me abraçando forte, e suspirou contra meu pescoço.

- me desculpa.

- Tudo bem. - afaguei as costas largas e o aguardei me soltar.

- Estamos atrasados...

- É. - olhei o relógio em meu pulso e marcava 7 minutos de atraso do primeiro tempo. - não vamos mais conseguir entrar.

- Quer esperar até o segundo tempo?

Assenti ainda abraçado a ele em silêncio.

- Tudo bem. - ele disse, subindo uma das mãos, iniciando um cafuné calmo, e gostoso, tocando meu couro cabeludo com delicadeza.

- Podemos fazer uma viagem? - o perguntei, alheio e entregue aos braços que me rodeavam. - para fugirmos de tudo isso?

- só nós dois?

- É...

- Para onde quer ir? - ele fungou e encostou a cabeça na curva do meu pescoço.

- Para as ilhas de jeju? Ou tóquio, eu ainda não conheço tóquio...

- Quer ir para tóquio comigo? - ele perguntou, sua voz saindo um pouco abafada, devido a boca contra minha pele.

Assenti. - Poderíamos ir a disney também...

- Então vamos à tóquio. - ele ergueu o olhar e sorriu. - Eu quero ir a qualquer lugar com você, contanto que fiquemos bem.

- Nós sempre ficaremos bem, amor. É apenas questão de tempo, e toda nossa paz vai retornar, eu prometo.

O sorriso bonito apareceu sob o lábio desenhado dele, e fez meu coração se derreter, de tão apaixonado que era por aquilo.
Me aproximei devagar dele, e o toquei sutilmente, juntando nossas bocas, com carinho.

- Promete mesmo que ficaremos bem?

- Eu prometo bebê. - roçei minha boca na dele, e sorri. - Nada vai me fazer desistir de você, jeon jungkook.

- Ainda bem. - ele sorriu grande, mostrando os dentes de coelho, enquanto seus olhos se fechavam em duas bolsinhas rodeadas de pequenas rugas. Me fazendo se perder mais uma vez, na imagem perfeita daquele rosto. - Porque eu também não vou desistir de você, park jimin.

Meu lábio inferior foi puxado, e chupado pelo dele, sendo largado, com um estalo alto, logo em seguida.

Sorri e afundei meus dedos nos cabelos longos, me perdendo ali, enquanto minha boca se perdia na dele, sentindo o gosto doce, sutil e familiar, que tanto fazia meu coração acelerar, e ao mesmo tempo, se acalmar.

Era o meu equilíbrio, jeon jungkook. O meu amor dessa vida, e das próximas. O meu destino.

Nossos beijos eram calmos, mas os toques das mãos intensos. Os suspiros poderiam ser ouvidos facilmente, por qualquer um que passasse próximo.

- Você ainda quer fazer amor no carro? - o perguntei, vendo o sorriso abrir, enquanto os olhos escuros me encaravam de perto.

- Quero. - ele buscou minha mão e levou devagar, até a calça dele, sentindo a dureza, por cima do tecido. - Quero como um louco.

Mordi meu lábio inferior, sentindo minha dureza, pulsar. Me fazendo gemer baixinho, sentindo prazer apenas em o olhar.

- Você acha que cabe nós dois aí dentro? - apontei com o queixo para o carro e ele sorriu concordando.

- Para fazer amor, qualquer lugar se molda. - ele mordeu meu lábio, em seguida deixou um beijinho sob meu nariz. - Você tem camisinha?

Tateei meu bolso, e puxei a carteira, a abrindo com pressa, catando um último preservativo que tinha ali.
- Tenho.

- Então entra, que eu quero montar em você. - ele mordeu meu lóbulo, em seguida apertou minha bunda, fazendo meu corpo ir para a frente, roçando de leve na ereção dele. - Você é um puta gostoso, jimin-ah.

- Você quer subir em mim? - o provoquei, levando minhas mãos até minha calça, a abrindo, enquanto os olhos grandes, observavam tudo.

- Eu quero foder, jimin-ah... Foder com amor.

Sorri e abri a porta, entrando no banco de trás, o encarando.

- Então vamos foder com amor.

Jungkook observou tudo, mordendo o lábio inferior, e olhou ao redor, apenas se certificando que não tinha ninguém por perto, enquanto abria a própria calça.

No carro, eu já estava com a calça no joelho, com minha cueca baixa, e meu pau duro, sendo coberto pelo latex.

Jungkook entrou afobado, puxando toda a calça para fora do corpo, a retirando, e jogando ao lado.

- Não temos lubrificante. - o avisei, o vendo tirar a cueca também, sem pudor, ficando quase completamente nu, se não fosse a camisa cobrindo seu tronco.

- Não tem problema. - ele subiu no meu colo, e me encarou de cima, levando dois dedos até a boca, e os babando, para em seguida, se lubrificar.

- Você é um pecado. - apertei a bunda branca, e mordi o mamilo, por cima da blusa, o fazendo soltar um gemido alto. - Senta gostoso em mim, bebê.

Ele assentiu, e ajeitou as pernas ao lado do meu quadril, segurando meu ombro com uma mão, enquanto a outra, me segurava pela base, me guiando até sua entrada pulsante.

Ele não foi calmo, assim que minha glande o tocou, ele a empurrou para dentro, e minha visão focou no rosto sôfrego, mas ainda bonito, que se derretia de prazer, ao ser penetrado assim, duro e forte.

Ele se forçou de uma vez para baixo e se encaixou por completo, soltando todo o ar que prendia, enquanto meus dedos passeavam por dentro da camisa, tateando as costas largas, a arranhando sutilmente, enquanto acarinhavam.

Ele assentiu em silêncio, e ergueu o corpo, minimamente, para em seguida cair novamente, repetindo o movimento, vez atrás de vez, se acostumando com o duro que o preenchia.

Minhas mãos, que agora, se aterravam em seus glúteos, permaneceram ali, o dando suporte nas quicadas, enquanto minha boca, procurou o caminho de seu pescoço, deixando beijos e mordidas leves, sob a pele alva e quente, deixando um rastro até sua boca.

Jungkook intensificou, e o som ecoado de nossas peles se chocando ficou alto.
Um gemido alto foi dado, quando a próstata foi acertada, fazendo com que ele curvasse o corpo para trás, jogando a cabeça no mesmo sentido.

Levei minhas mãos até a cintura fina, o segurando firme ali, para que as investidas, que comecei a dar de maneira incontrolada e rápida, não o fizesse cair ou machucar.
E foi ai, que os gemidos altos dele, se tornaram rotineiros, com a próstata sendo surrada, em um ritmo quase repetido, vez atrás de vez, com os olhos liberando pequenas gotículas de lágrimas, mas lágrimas de prazer.

- Mochi... eu preciso gozar. - ele avisou, respirando com dificuldade, e sem parar de quicar, guiou a mão até a parte da frente do carro, procurando no porta luvas, a franela que sempre ficava lá.

- Você não vai se limpar com isso né?
- O perguntei, enquanto investia forte, fazendo o corpo acima do meu subir e cair.

- É oque temos. - ele sorriu, e sem largar a franela, segurou em meu ombro, começando a quicar por conta própria, ondulando o corpo, toda vez que tremia, com seu ponto sendo surrado, o incentivando a se derreter.

- Eu não vou aguentar muito bebê.
- Apertei a cintura fina, e fechei os olhos, setindo a sensação gostosa vir.

- Me fode forte, amor. - Ele gemeu suplicando, jogando a cabeça para trás novamente, quicando forte, enquanto sua boca se abria em um gemido mudo.

A imagem era perfeita. Os cabelos longos, grudados sob a testa. Os olhos fechados, e as bochechas vermelhas.

O senti me apertar, e o arranhei de leve, onde meus dedos estavam, sentindo o corpo subir e descer, me fazendo chegar ao ápice, com um gemido bruto e arrastado, vendo a mão rápida dele, cobri o pau com a franela, para que assim, seu gozo não nós sujasse, enquanto a boca se abria em um perfeito "O", com o corpo viajando na sensação alucinante de gozar juntos.

Quando enfim, ele tombou o corpo para a frente, largando a franela ao lado, minhas mãos se soltaram da cintura, caindo sem forças, enquanto meus pulmões, queimavam atrás de ar.

- Eu te amo. - ele disse baixinho, com um pouco de dificuldade.

Assenti e o toquei na coxa, tentando respirar. - Eu... eu também... te amo.

Ele riu, e se ergueu devagar, me tirando de dentro dele, sentando ao lado.

- Essa foi a melhor foda com amor, que fizemos...

- U-hum. - Apenas concordei, ainda normalizando minha respiração, vendo os vidros do carro, todos embaçados.

Jungkook ao meu lado, sorriu e permaneceu sentado, se recompondo, até reunir forças, e voltar a se vestir.

Eu tirei a camisinha, e a amarrei, deixando junto ao pano sujo, e subi minhas roupas, me ajeitando.

- Aqui ta quente. - jungkook disse, se abanando.

- Vamos sair. - apontei o queixo, e ele assentiu, abrindo a porta e saindo, parecendo respirar melhor o ar livre.

- Eu amo foder com você mochi. - ele disse alto, rindo como uma criança que fala seu primeiro palavrão longe dos pais. - Eu posso gritar isso aqui, que ninguém vai ouvir.

- Jungkook. - sai do carro rindo. - Nem ouse.

Ele sorriu sapeca e se afastou, juntando as mãos em concha, ao lado da boca, para gritar.

- EU AMO FODER COM O JIMIN-AH!

meus olhos se arregalaram, e olhei ao redor, desesperado.

Um grupo de estudantes, que estavam a cerca de 40 metros de nós, começou a rir alto, e a única coisa que consegui fazer foi correr atrás dele, para o bater.

- EU O AMO!!!

- JUNGKOOK CALA A BOCA INFELIZ!

A cena era linda. Eu, todo descabelado, e ainda aéreo da recém foda, correndo atrás do meu amor, que ainda tinha as bochechas vermelhas e o cabelo assanhado, correndo e gritando, feito dois idiotas.

Foi difícil, mas o alcancei, depois de rodar o carro umas dez vezes, o segurando e tampando a boca.

- Cala a boca, caralho doido!!

Ele me mordeu e gargalhou, quando o soltei rápido.

- Vem calar. - ele se encostou no carro e me chamou com o dedo.

Neguei da cena, e me aproximei sorrindo, levando ambas as mãos para os cabelos cumpridos, os ajeitando, enquanto um bico, tentava me beijar.

- Caralho, como eu te amo. - ele disse beijando minha bochecha, em seguida minha testa, queixo, pescoço e minha boca.

- Eu também te amo, idiota. - o dei um tapinha no peito, e subi a mão, as amarrando ao pescoço vermelho, me aproximando da boca dele. - Amo pra caralho.

Ele sorriu e me deu vários beijinhos.

- Estamos bem? - o perguntei de perto, aspirando o cheiro bom dele.

- Estamos. - ele me garantiu, apertando minha cintura, me deixando perto. - E mesmo que não estivéssemos, nós ficaríamos, sabe o porquê?

- Por quê?

- Porque destinos, são para viver juntos. Você é a ponta do meu fio, não dá para não ficar bem, estando com a sua alma gêmea por perto.

- Inferno hyung, você é fofo.

Mordi a bochecha dele, de leve, o fazendo rir.

- Eu quero viver isso pra sempre, jungkook-ah!

- Então viveremos. Eu não me vejo com outra pessoa no futuro, jimin-ah.

Sorri e encostei a cabeça no peito dele, ouvindo o som gostoso do coração.

- Minha omma, vai te fazer um pedido hoje, no luau.

- Que pedido?

- Para vir morar conosco. - o encarei debaixo, e esperei que continuasse.
- Você passa dias com a gente, e a fluffy também gostou do lugar... se quiser pode pensar, mas ela disse que é muito bom nos ver juntos, porque fazemos bem, um ao outro.

- Ela vai perguntar hoje? - ele assentiu me encarando. - Então vou fingir surpresa!

Ele sorriu, e me segurou, me fazendo suspirar com o aperto bom.

- Você quer pensar?

Neguei. Eu até poderia, mas já era óbvia a resposta.
Aquele apartamento nem parecia ser mais meu mesmo... era certo, que acabariamos assim.

- Esse é um passo muito grande, você tem certeza?

- Tenho. Eu quero dormir e acordar com você todos os dias, mochi.

- Terão dias ruins... dias em que brigaremos, e dias em que ficaremos sem nos falar, apenas por birra, você sabe né?

- Eu sei... mas terão dias em que nossos sorrisos se acenderão, apenas com a companhia um do outro.
Terão dias que nos amaremos pelas manhãs, tardes e noites, e as vezes nas madrugadas. E temos uma filha, ela vai gostar de ficar definitivamente perto, dos dois pais.

- Então tudo bem. - o beijei. - Eu vou esperar ela perguntar, porque o sorriso da sua omma me transforma, mas já saíba que minha resposta será positiva.

- Então moraremos oficialmente juntos?

- Sim... e depois iremos para outro país, para casarmos.

- Sim. E levaremos todos os nossos amigos. - Ele me respondeu todo euforico. - E a fluffy e o tannie podem entrar com as alianças.

Gargalhei, porque sim, seria assim.

- Eu quero viver o hoje e o sempre com você jeon jungkook.

- Eu também amor. - ele sorriu e me abraçou forte. - Eu também quero. 

O sinal do segundo tempo, nos assustou, nos fazendo separar e rir.

Busquei minha bolsa, junto a de jungkook e o esperei travar o carro, para assim, entrar no local, de mãos dadas, feliz.

Era certo que aquela noite, era uma das mais felizes da minha vida, até ali.

E eu não poderia me sentir melhor. Estava com meu amor, com nossa filha,  agora sua omma, que era a nossa família.

Eu e ele estamos completos. Felizes e juntos.

- CONTINUA -



Notas Finais


Só queria dizer aqui que sou muito boiola por jikook.

Lembrem: #SexAngelJikook

Amo vocês 💙


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