História Sex, Money, Fellings, DIE. - Capítulo 6


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Categorias Hetalia: Axis Powers
Personagens Alemanha, Áustria, Bulgária, Espanha, Itália do Norte "Veneziano", Itália do Sul "Romano", Japão, Prússia
Tags Gerita, Spamano
Visualizações 18
Palavras 785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Isso foi mais uma explicação meia boca... Decpionados? Também bro~
O importante é ter homem se pegando né? Sei que vocês querem isso ←(*꒪ヮ꒪*)
Estou procurando imagens para os capítulos, ou tentando fazer, no entanto ando meio sem tempo, estou escrevendo uma "fic" nova não relacionado a Hetalia, mas não se preocupem que está fanfic já tem mais alguns capítulo prontinhos.

Capítulo 6 - Segredos Pt:3


Fanfic / Fanfiction Sex, Money, Fellings, DIE. - Capítulo 6 - Segredos Pt:3

Estava preso sobre uma cadeira, antes mesmo que pudesse fazer algo, Lovino havia batido em sua cabeça com o calibre da arma. Agora acordado viu ele andando em círculos assustado, mordiscando o polegar enquanto suava frio.

-Merda. Merda. Merda - cochichava.

 Olhou em volta havia um cadáver caído no chão junto de uma poça escura e vermelha.

-O que aconteceu? 

-Eu matei o cara errado…

 O cara errado? Ele realmente iria matar alguém.

-Do que está falando Lovino?

-Eu. Matei. O. Cara. Errado. - estava assustado, sentou se no chão tentando pensar em algo.

Olhando o cadáver recém morto pode notar de quem se tratava.

-Puta merda! Esse é o Calvalcante?!

 Lovino o olhou assustado.

-Porra.

-Por quê você matou ele?!

-Não era ele quem eu iria matar! Eu me confundi!

-Puta que pariu Vargas! Por quê você ia matar alguém.

-PORQUE EU PRECISAVA, AGORA CALA A PORRA DA BOCA E ME DEIXE PENSAR! - gritou com raiva.

 O silêncio reinou novamente, era quase de madrugada e o italiano nada feito havia.

-Lovi.

- O que é?

-Deixa eu te ajudar. Eu não vou fazer nada. 

-Nem fudendo! Esse cara é quem cuidava da sua economia. Você estava armado! Você vai me matar!

-Eu não vou! Por favor confia em mim.

-Nunca!

-Por que vocês insiste em ser assim?!

 Fechou os olhos tentando pensar.

-Me deixa pensar em algo…

 Jogou a cabeça para trás. Lovino era o mesmo infantil orgulhoso de sempre.

-Tsk… Qual seu plano? - desistiu e perguntou.

-Arranca a arcaria dentária dele.

-Que? Pra que?

-Quando o corpo começar a se decompor as pessoas usam os dentes para identificar a pessoa. Você vai precisar comprar isso daqui, vocês não vai conseguir levar o corpo sozinho.

-Claro que consigo.

-Deixa de ser infantil Lovino - já nem pensava na morte- Quando somos mortos nosso corpo fica mais pesada. Esse cara come cinco hamburguês por dia!

-Ok, ok. Como espera que eu compre isso daqui sem o dono encontrar o corpo?

-Não pensei muito bem isso. Se me soltar sei onde podemos largar esse corpo.

- Eu não confio em você!

-Não faz diferença agora. Nunca confio, mas agora precisa, sou o único que pode te ajudar.

-Por quê se arrisca assim por mim!

-Porque mesmo você me ferrando eu ainda te amo.

 As bochechas coraram.

-Certo vou te desatar. Se tentar alguma gracinha…

-Não vou!


(...)

 Estavam perambulando sobre uma estrada deserta, o corpo do homem inocente foi colocado no porta-malas com grande esforço. Ninguém ousou falar uma única palavra perante todo percurso. O moreno dirigia o carro concentrado e o acastanhado tentava respirar fundo com aquilo tudo.

-Se você não iria matar o Calvalcante… quem seria? - havia sido direto ao ponto.

 Encostou a cabeça sobre o vidro olhando a paisagem desértica.

-Um missionário que me devia…

-Entendi… nunca esperei isso. Então você trabalha com isso mesmo?

-Delicado como sempre… Sim, faz um tempo. Isso nunca me aconteceu.

(...)

 Lovino cavava um buraco muito fundo, a espera de que ninguém encontrasse seu erro. Respirava fundo, assustado e cansado disso tudo.

 Espanha colocou o corpo do buraco e enterrou, entraram no carro tentando esquecer aquela cena drástica.

-Como você confundiu ele?

-A pessoa que eu iria matar estava com o mesmo terno e maleta que a dele, mas essa pessoa saiu mais cedo.

-Que merda… Podemos dizer que você me fudeu.

-Lamento por isso… não posso fazer nada a respeito.

-Acho que pode - sorriu maliciosamente.

 (...)

 Desde então ambos estão assim, era errado vindo da parte de Espanha mas delicioso ao mesmo tempo. Lovino não entendi tudo isso, era novo e estranho para ele. Levando em consideração seu histórico com Espanha talvez não fosse de se surpreender algo como isso, sem contar que o moreno sempre gostou dele.     

 Não poderia reclamar, Antonio poderia facilmente o denunciá-lo. Talvez ele não estivesse errado, não era ruim aquilo tudo, mas poderia ser melhor. No fundo, não desejava ter destroçado o coração de Antonio tantas vezes quando jovens. Desejou muitas vezes poder voltar ao passado e ser alguém melhor, alguém que não viesse a ser tão babaca e ignorante. Olha onde ele mesmo veio parar com isso tudo.

 Já estava indo para fora do Motel quando seu celular começa apitar.

 -O que foi dessa vez?! 

 -Você vai demorar muitoo~?

 - Você é chato! Já disse que vou embora hoje!

 - Tô entediado, e acabou toda nossa pasta. Aproveite e passa no mercado~

 -Vai você!

 - Eu tô com preguiça~

 -Volte logo a trabalhar! Tenho certeza de que não está mais doente.

-Melhor não arriscar.

-Preguiçoso! - desligou a chamada.

 Feliciano está a exatas duas semanas em casa por conta de um resfriado muito forte. É claro que agora estava ótimo, mas aproveitou para procrastinar por pelo mais algumas semanas.


Notas Finais


Espero que tenham gostado...


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