História Sexo - Capítulo 4


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Categorias Dragon Ball
Tags Dragon Ball, Sexo, Universo Alternativo
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Palavras 4.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bulma se vê ignorada pelo marido Vegeta, um geólogo que foi contratado por uma empresa e está em um grande projeto de estudo do solo. Há um mês que ele não dá atenção para ela, mas Bulma é uma mulher inteligente e esperta.

Descubra agora, o que Bulma fez para atrair a atenção de Vegeta.

Capítulo 4 - O presente


A sala da casa estava escura, iluminada apenas pela luz que saia da televisão. Quem olhasse pelo o lado de fora viria que piscava sem parar.

Bulma estava sentada no sofá, as pernas estiradas ao chão. Com o controle remoto ela zapeava alguma coisa interessante.
 

No programa de hoje vamos falar sobre alimentos light.

Pula.

Não perca, no próximo cap.

Pula.

A previsão para a noite de hoje.

Pula.

Chegou o mais novo carro da.

Pula.

O achocolatado mais pedido.

Pula.

A guerra nos países.

Pula.

A nova novela.

Pula.

Suco detox é a nova.

Pula. 
 

O macho dessa espécie, antes de copular com sua fêmea, faz uma tipo de dança. Ele precisa cortejá-la, soltar seu cheiro, para que ela o aceite. Quando a fêmea abre as suas asas ele sabe que foi aceito e imediatamente se coloca por cima dela, introduzindo seu pênis e a fertilizando. Esse processo dura aproximadamente vinte minutos.

Desliga.

Ela teve uma ideia.

- Vamos ver se você vai resistir V. – bufou.

Há um mês que Vegeta trabalhava sem parar. Estava em um projeto que prendia totalmente sua atenção. Era geólogo e fora contratado por uma empresa como consultor para avaliar um enorme terreno.

Com isso Bulma caiu no esquecimento. Ela ia dormir, ele ficava acordado. Ela acordava, ele já tinha saído.

A mulher estava subindo pelas paredes. O marido não lhe dava a devida atenção como antes. Ou estava muito cansado ou muito ocupado. Ela tentara de tudo e tudo não fez efeito.

Acendeu o abajour da sala e foi para cozinha. Colocou um pacote de pipoca no microondas e acendeu um cigarro. Encheu um copo com coca cola e tomou a metade de uma vez. Arrotou alto e riu.

Com a bacia cheia de pipoca cheirando manteiga-cinema ela foi até o escritório do marido.

- Vegeta... - ela chamou suavemente, com um pouco de manha na voz – venha assistir um filme comigo.

Só se via a ponta do cabelo, o resto estava enterrado na tela do computador.

- Vegeta! – ela chamou mais alto.

- Agora não posso Bulma, desculpe. Estou no meio de uma análise. – ele sequer se dignou a olhar para ela.

Bulma encheu-se de raiva, mas guardou para usar mais tarde.

Voltou para a sala e selecionou um filme em um daqueles servidores com catálogos. O filme falava de vingança. Ela comeu toda a pipoca e bebeu toda coca cola. Desligou tudo. Tomou um banho e dormiu, depois de gozar se masturbando, mas dessa vez lhe deu um prazer diferente das outras vezes.

Ela gostou.

 

Sábado.

Bulma acordou cedo, Vegeta já havia desaparecido. Tomou banho demoradamente. Vestiu uma roupa confortável. Seu café estava pronto na máquina programável. Um cigarro.

Sua cabeça funcionava rápido, traçou um plano e já ia colocar em prática.

Foi ao salão de beleza e cortou os cabelos em chanel de bico. Não gostava muito de shopping, mas foi. Entrou na loja que era especializada em lingerie.

Chegou em casa lotada de sacolas, Vegeta não viu e ela não mostrou nada para ele. O sábado foi embora.

Domingo se arrastou preguiçoso, rastejando feito uma lesma despreocupada pelo jardim.

Bulma ignorou Vegeta durante esses dois dias. Não que ele tivesse notado. No sofá ela lia uma dessas revistas femininas, onde todas as mulheres são bonitas e perfeitas, com suas peles bronzeadas, reluzentes e aveludadas.

Ela tinha um certo gosto por essas revistas. Quando queria pensar em nada se enfiava na futilidade delas. Mas foi aí que ela leu algo que a deixou muito interessada.

- Nossa! Não sabia que você podia ser útil! – ela falou para a revista e voltou a ler a matéria.

Depois pegou seu notebook e começou a pesquisar. Um sorriso cresceu nos lábios rosados.

Isso será melhor do que eu imaginei. O cigarro riscou o isqueiro e a fumaça saia em forma de imaginações.

 

Segunda feira – 21h00.

Vegeta ergueu os olhos, após ser chamado por Bulma. Demorou um pouco para assimilar o que estava vendo.

- E então, o que acha? – ela sorria e com as mãos na cintura virava o corpo, na ponta dos pés, se exibindo.

Vegeta ficou com os olhos vidrados nela. Ele não sabia se olhava para cima ou para baixo.

Bulma estava vestida apenas de lingerie, um modelo romântico, rosa bebê. O sutiã modelo up totalmente em renda, forrado e a calcinha modelo caleçon totalmente transparente.

Ela foi até Vegeta e com o indicador empurrou o queixo dele para cima, fechando a boca do homem e saiu do escritório com um sorriso quase maldoso, que ele não viu.

 

Terça feira – 21h00

A porta do escritório estava fechada, mas a luz estava acesa. Ela sorriu e bateu na porta, como se precisasse de autorização.

- Entra. – Vegeta falou distraidamente.

Bulma entrou. Seus lábios estavam pintados de vermelho e ela usava um body de renda preta com uma fenda na parte frontal fechada com um laço de fita de cetim fina. Era chic frou frou, a gola levemente alta e uma manga curta, apenas para fazer charme.

- E este? O que acha dele? – ela esperou a resposta.

Vegeta ergueu a cabeça e abriu mais seus olhos. Bulma se virou de costas e ele viu um decote fundo e a gola amarrada atrás também por uma fita de cetim. Totalmente transparente. Ele se levantou.

- Gostou? – ela virou de frente novamente.

- Sim... – ele estava hipnotizado e começou a andar em direção a ela.

- Que bom! Agora pode voltar ao trabalho. – lhe deu um beijo na bochecha, marcando de vermelho. Vegeta ficou parado, olhando-a sair e fechar a porta.

 

Na quarta feira ele estava distraído no trabalho. Estavam escavando o grande terreno, pois Vegeta suspeitava que ali havia sido um local de mineração há muitos anos.

- Ei chefe?! – Nappa chamou, nada – Vegeta! – ele gritou bem perto do ouvido do outro que se assustou.

- Porra, você tá louco Nappa?! – Vegeta massageava o ouvido que ganhou um zunido por um tempo.

- Você parecia que estava em outro lugar. – Nappa cruzou os braços – Venha ver o que encontramos.

Naquele dia Vegeta voltou rápido para casa. Entrou em seu escritório e ficou esperando por Bulma. Olhou no relógio, 22h00. Ela não apareceu. A casa estava silenciosa, ele resolveu subir para o quarto.

A porta estava fechada, mas a luz estava acesa. Ele abriu com cuidado e entrou.

- Bulma? – a porta do banheiro se abriu.

- Vegeta... – ela colocou meio corpo para fora. Vestia apenas uma cinta liga cinza de cetim modelo baixo.

Vegeta passou a língua nos lábios e deu um passo em direção a ela, mas Bulma voltou, fechou e trancou a porta.

Vegeta rosnou e saiu do quarto pisando duro. Naquela noite não trabalhou, não conseguia se concentrar.

 

Quinta feira – 21h00

A porta estava aberta. Bulma entrou e logo Vegeta ergueu a cabeça. Ela estava com um conjunto branco transparente. A calcinha modelo tanga fio dental e o sutiã meia taça.

Ela virou a cadeira dele e sentou em seu colo. Acariciou o rosto do marido e os cabelos. Ele estava parado.

Ela deslizou sua boca até o ouvido dele.

- Amanhã. – sussurrou e lambeu levemente o lóbulo da orelha. Sentiu Vegeta crescer embaixo dela, sorriu.

O homem ficou de boca aberta, olhando sua mulher, extremamente deliciosa naquele conjunto, sair da sala. Ele demorou mais no banho aquela noite.

 

Sexta feira – 8h00

 

Vegeta acordou  um pouco mais tarde. Bulma não estava.

“Amanhã.” – ele se lembrou. Depois daqueles desfiles de lingerie a semana toda, ele estava maluco. O que ela iria aprontar?

Verificou o celular, ela não mandou mensagem. Nenhum bilhete.

Ele foi para o trabalho. Perdia o olhar em qualquer canto o tempo todo, lembrando-se das peças e de como elas ficavam gostosas em Bulma. Percebeu que estava excitado e cobriu com prancheta. Sorte não ter ninguém por perto.

Olhava o celular de hora em hora, nada. Ligou, ela não atendeu. Ligou em casa, só chamou.

“O que será que Bulma está aprontando? Será que é alguma data especial e eu esqueci?! Se eu esqueci ela vai me matar... puta que pariu!”

O cérebro de Vegeta tentou saber que data era, mas simplesmente não conseguia.

Chegou cedo em casa. Bulma não estava em parte alguma do andar de baixo. Foi ao quarto, havia uma roupa estendida sobre a cama com um bilhete.

“Vista-se com essa roupa, é minha preferida.

Passe aquele perfume que adoro.

Te pego às 21h00.

B.”

Vegeta olhou as peças, realmente eram as que ela gostava. Uma camisa modelo pólo preta, calça de alfaiataria cinza escuro e sapatos pretos.

Barbeou-se e tomou um banho demorado. Sua mente ainda o cutucava para saber se ele realmente não sabia o que aconteceria.

- Eu não sei! – falou áspero e alto.

Vestiu-se. Faltavam dez minutos para ela chegar.

- Te esforça mais, tenta lembrar! – a mente cutucava.

Ele ia responder quando a buzina do carro de Bulma soou. Ele apagou tudo, tirou aquelas ideias da cabeça e jogou para cima da cama e fechou a porta.

Um sorriso vermelho de batom matte olhou para ele. Ela estava deslumbrante. Seu perfume estava pelo carro todo. Ela vestia o body rendado.

- Você está muito cheiroso! – ela falou passando o nariz no pescoço dele, arrepiando os pelos dos braços.

- Você está linda! – ele foi para beijá-la, mas com o dedo indicador nos lábios dele o deteve.

- Ainda não... – sorriu um enigma. Se ele não tivesse deixado as ideias na cama elas poderiam ajudar agora.

Ela ligou o rádio, tocava uma música animada, ela cantava junto, dançando sentada enquanto dirigia. Ele a olhava, sempre foi linda, mas estava especialmente diferente naquela noite.

Andaram de carro por cerca de uma hora, ela saiu da avenida principal e entrou em uma rua residencial. Diminuiu a velocidade, procurando alguma coisa. Seus lábios se alargaram quando ela encontrou.

“A casa do Kame”, estava escrito em um letreiro discreto de luz neon azul clara. A fachada era pintada de preto e bem no meio tinha uma porta de metal, dessas duplas, que se empurra uma alavanca.

- Boa noite! – o vallet foi ao encontro de Bulma.

- Boa noite! – ela sorriu e lhe entregou a chave – Obrigada.

Vegeta logo se colocou ao lado dela quando viu o homem a devorar com os olhos. Bulma ignorou, colocou sua mão por dentro dos braços cruzados dele e um outro homem abriu um lado da porta.

- Sejam bem vindos e divirtam-se! – Bulma sorriu para ele e logo o som que vinha de dentro do ambiente chegou até eles. Entraram.

Bulma foi notada rapidamente por alguns homens. Estava com o body e uma saia preta longa, mas com uma fenda que ia até o meio de sua coxa. Usava uma sandália de salto preta, sua postura era elegante, esbelta.

- Olá! – uma moça sorridente se colocou na frente deles – Já conhecem a casa?

- Ainda não, eu vi alguma coisa pelo site de vocês. – Bulma respondeu e Vegeta olhou espantado para ela – Eu sei sobre as pulseiras, queremos amarelas, por favor.

Ela estendeu o braço e depois puxou o braço de Vegeta. A moça sorridente explicou como a casa funcionava e Vegeta não entendia nada. Até que ela parou de falar-fiquem à vontade-divirtam-se e eles foram para perto do bar.

Bulma sentou e cruzou a perna esquerda, revelando a fenda e uma parte de sua coxa roliça.

- Onde nós estamos afinal? – Vegeta olhava ao redor.

- Aqui é uma casa de swing. Viemos comemorar uma data muito especial... – ela ergueu a mão para o garçom – por favor, sua melhor champagne.

Ela viu o terror nos olhos de Vegeta. Acendeu um cigarro, a champagne chegou rápido, foram servidos.

- Brinde comigo. – ela ergueu sua taça – E diga, feliz aniversário Bulma! – ela tomou de uma vez.

- Mas que merda! – Vegeta cuspiu – Por favor, desculpe Bulma... eu...

- Não precisa se desculpar. O que você irá fazer é me compensar. – ela encheu sua taça novamente.

- Sim, faço o que você quiser! – dessa vez foi ele quem bebeu de uma vez – O que você quer?

- Sexo. – ela sorveu delicadamente a bebida olhando para ele, que abriu um sorriso enorme – Com outro homem e você olhando.

O sorriso de Vegeta foi embora tão rápido quanto havia chegado. Sua sobrancelha tremeu. Outro homem tocar em sua Bulma, na sua frente?

Enquanto ele processava aquela informação Bulma tirou de sua bolsa uma caixa pequena e quadrada, era rosa e tinha um laço preto. Empurrou com a ponta dos dedos para Vegeta.

- Me dê de presente. – ela sorriu. Ele abriu a caixa e viu um anel de brilhantes. Bulma estendeu a mão esquerda e ele colocou no anelar.

Então passaram a observar o local que foi ficando cheio com o passar das horas. Já estavam na quarta garrafa de champagne e Bulma não tirava os olhos de um homem que estava encostado no balcão do bar, atrás de Vegeta.

Já haviam sido abordados por alguns casais, mas não tinham se interessado. Vegeta já estava mais solto. As músicas que tocavam na pista de dança eram sensuais. Uma mulher que estava sem par chegou até eles.

Tinha cabelos castanhos claros, pele bronzeada e lindos olhos cor de mel. Usava um vestido azul turquesa, curto e colado ao corpo. Vegeta a devorou, Bulma percebeu.

- Por que não toma uma taça conosco? – ela convidou a mulher e apontou para ela se sentar ao lado de Vegeta.

O garçom trouxe mais uma taça e mais uma garrafa.

- Vocês estão procurando casal ou solteiros? – ela perguntou depois de brindar com os dois.

- Eu estou procurando um homem. Mas se você estiver interessada no meu marido e ele quiser... – Vegeta olhou para Bulma, sua expressão perguntava se ela falava sério.

Ele nunca havia olhado para outra mulher, mas aquele ambiente e a conversa que eles estavam tendo antes dela chegar o deixara excitado. Ela fez um gesto com a cabeça confirmando. Vegeta olhou para a mulher, tinha lábios carnudos.

Ele colocou uma mão na cintura dela e puxou seu corpo para perto dele. Com a outra mão segurou sua nuca e a beijou com desejo. A língua entrou junto com a boca. A mulher gemeu e passou seus braços para trás dele, também segurou em sua nuca.

Bulma olhava séria, estava excitada vendo aquilo. Era diferente, ver Vegeta em ação “pelo lado de fora”. Ele desceu a mão ao traseiro da mulher e apertou uma nádega ao mesmo tempo que a puxava contra si. Ele queria mostrar a ela o que tinha escondido. O tecido fino da calça ajudava.

Ela não se conteve e desceu a mão, apalpou, acariciou. Vegeta gemeu na boca da mulher desconhecida. Bulma passou a língua pelos lábios. Sua respiração começava a ficar mais rápida. Ela se recostou na poltrona, suas pernas de apertaram, seus olhos olharam o homem no balcão. Ela gozou, soltando um gemido alto de olhos fechados, chamando a atenção de Vegeta e a mulher dos olhos de mel.

- Me desculpe atrapalhar... – ela sorriu – mas vocês estavam extremamente excitantes. - Vegeta sorriu, fizera sua mulher gozar com outra. Aquilo estava ficando interessante – Eu vou ao toalete, aproveitem.

 

Um par de olhos negros acompanhou sua saída. Ela iria ser dele aquela noite. Ele a faria gozar mais do que aquilo.

Bulma passava por um corredor de luz vermelha. Casais se esfregavam nas paredes, eram de dois, três e até quatro. Mãos, bocas, gemidos, palavras e palavrões. Sentiu uma mão roçar em seu traseiro, sorriu. Olhou para trás, na espera de saber quem era, impossível.

Quando voltou sua cabeça para frente, uma mulher a encarava.

- Você me parece ser muito gostosa... – a unha vermelha e pontuda do indicador passeou do queixo até o decote do body. A pele de Bulma se arrepiou. Ela olhou para a mão, o contraste da pele negra com a pele branca.

- Por que você não prova? – ela desafiou rouca. Olhou para os lábios que sorriram, Bulma passou seu dedo indicador neles – Beija-me.

Ela fechou os olhos e abriu os lábios, sentiu a língua da mulher tocar a sua, run, quente e muito sensual. Bulma passou seu braço pelo pescoço enquanto a outra mulher lhe acariciava a lateral do corpo. Soltaram-se, Bulma jogou a cabeça para trás arfando, sentiu a língua da outra provar seu pescoço, estremeceu.

- Deliciosa! – a mulher sorriu para ela, olhos brilhantes. Usava um vestido com estampa de oncinha, colado ao corpo violão, esculpido minuciosamente. As unhas vermelhas e pontudas. Uma leoa, selvagem.

Tomaram destinos diferentes. Bulma estava completamente excitada, nunca havia beijado uma mulher. Mas aquela mulher sabia bem o que estava fazendo. Quem sabe na próxima...

Quando voltou para Vegeta, a mulher de cabelos castanhos claros e olhos de mel ainda estava lá. Bulma encheu sua taça novamente e acendeu um cigarro. Olhava para Vegeta, penetrante.

- Vocês não precisam parar por minha causa. Eu adorei assistir. – ela cruzou a perna esquerda, revelando mais uma vez sua coxa roliça. Olhou por cima de Vegeta, ele ainda estava lá. Ela ergueu a taça para ele.

 

- Boa noite... – ele brindou com seu copo de bourbon na taça de Bulma. Entrou nos olhos dela e percorreu por todo seu corpo. Bulma o sentiu, sem que ao menos ele encostasse nela – Kakaroto. E você?

- Bulma. – ela salivou por ele. Vegeta, ao ouvir uma voz masculina se desgrudou da outra mulher – Este é meu marido, Vegeta.

Os dois se mediram. A disputa pela fêmea havia começado. Bulma respirou fundo e o cheiro que eles soltavam quase a fez gozar novamente.

- Esta é Kuri. – Vegeta apresentou a outra mulher.

Kakaroto sorriu e voltou-se para Bulma.

- Procura algo especial? – ele pegou o cigarro dela e tragou.

- Hoje é meu aniversário. Procuro um bom presente. – ela pegou o cigarro de volta. Ele sorriu maliciosamente para ela.

- Quarto privativo? – ela disse sim. Kuri não iria junto.

Kakarato saiu por alguns minutos, Kuri se despediu dos dois. Ele voltou e estendeu a mão para Bulma. Ela segurou e se levantou. Tocava uma música sensual na pista de dança, Kakaroto ia na frente, Bulma no meio e Vegeta atrás, segurando a outra mão dela.

“1, 2, 3

Não só eu e você

Fiquei a cento e oitenta graus

E estou presa no meio

Contando”

 

Bulma lembrou da mulher que a beijara. Run. Quente. Molhou-se.

 

“Querido, escolha uma noite

Para vir brincar

Se estiver tudo bem

O que me diz?

Quanto mais, melhor

A diversão é tripla

Se enroscando no chão

O que me diz?”

 

Sexo. O corredor cheirava a sexo. Uma mulher parou Vegeta. A música soava, cada palavra entrava nos ouvidos de Bulma, tesão.

 

“Três é o segredo

Dois não é a mesma coisa

Não vejo mal algum

Então, você topa?

 

Vamos formar uma equipe

E fazê-los dizer o meu nome

Amando ao extremo.

Agora, você topa?

 

Você está dentro ?

Viver em pecado é a nova onda

Você está dentro ?

Estou contando!

 

1, 2, 3

Não só eu e você

Fiquei a cento oitenta graus

E estou presa no meio

Contando

1, 2, 3”

 

Desceram uma escada pequena. Várias portas. Entraram na terceira, depois da escada.

Kakaroto acendeu a luz, era básico. A cama era grande. Uma mesa, onde já estavam as taças e duas garrafas de champagne. Duas poltronas e quatro cadeiras.

Vegeta abraçou Bulma por trás. Enfiou seu nariz e boca na nuca dela. Kakaroto abriu uma das garrafas e encheu as taças. Os dois se aproximaram e brindaram.

- Ao prazer! – ele disse olhando para Bulma. Ela sorriu. Agora, no claro, via como ele era bonito. Alto, musculoso e tinha uma voz incrivelmente sedutora que combinada com os olhos negros penetrantes formavam um trio de prazeres inimagináveis. Ela sentiu mais um pouco de umidade em seu body.

- Você vai olhar, por enquanto. – ela falou para Vegeta.

Colocou a taça na mesa e se afastou dos dois homens. Vegeta se sentou em uma das poltronas.

- Sou sua. – ela fitou Kakaroto. Ele bebeu mais um pouco e sorriu para ela. Bulma soltou sua saia. Abaixou-se de forma erótica, olhando para ele, soltou a fivela da sandália, depois virou-se para soltar a outra.

Kakaroto estava vestindo uma calça preta, slim, modelo alfaiataria e uma camisa modelo polo cinza claro. Quase o contrário de Vegeta.

Ela olhou para o volume que se formava. Vegeta respirava acelerado, não sabia se ia conseguir deixar outro homem tocar na sua mulher. Mas ao mesmo tempo aquilo era muito excitante. Ele estava duro.

 

Bulma foi até a mesa e pegou uma cadeira. Sentou-se virada para o encosto e com as pernas abertas. Kakaroto imediatamente foi até ela.

- Peça. O que quiser. – a mão dele acariciou o rosto de Bulma. As mãos dela soltaram o cinto e abriram a calça. A boxer branca não conseguiu esconder mais a ereção e o tamanho do pênis dele. Os lábios vermelhos de batom matte sorriram contidos.

- Me dê, na boca. – ela ergueu a cabeça para olhar para ele.

Imediatamente Kakaroto se livrou da boxer. Bulma abriu a boca, fechou os lábios sobre o membro dele. Era grosso. Ela gemeu. Sua cabeça começou a se movimentar, devagar, sentindo, passando a língua. Os olhos azuis abertos, era para ver. Passou a língua toda na ponta, ele gemeu. Ela o colocou inteiro, até a base, ele estremeceu.

Ela parou de se mover, ele tomou o controle. Segurava em seu cabelo. Bulma levou os dedos até seu clitóris, ela estava completamente molhada, sentia o tesão percorrer pelo corpo como uma energia elétrica, despertando cada membro cada órgão.

Vegeta acariciava o pênis por cima da calça. Estava com a garrafa na mão. Seu pau latejava, doía. Ele não conseguia tirar os olhos dos dois.

Kakaroto penetrava a boca de Bulma devagar, colocando inteiro, de olhos fechados, a cabeça um pouco para trás, ele gemia forte. Aumentou um pouco o ritmo, olhou para Bulma, ela se masturbava, se tocava sensual, deliciosa. Ela ergueu o olhar para ele, gemeu. Ele acelerou um pouco mais, com cuidado.

Sentiu seu corpo esquentar, começou a suar, seu pênis pulsava, ficou mais grosso e ele gozou. Se derramou junto com um gemido trêmulo, de olhos fechados, na boca da mulher.

Bulma também gozou, se masturbando, gemeu com pênis dele em sua boca.

 

Kakaroto arrancou o restante das roupas. Ainda estava duro, aquela mulher o deixou maluco. Colocou uma camisinha texturizada.

Bulma se levantou, abriu a parte de baixo do body, mas continuou perto da cadeira e assim que ele se aproximou, ela se curvou para baixo, apoiando as mãos no assento.

Olhou para Vegeta, ele se masturbava devagar. Ela fechou os olhos e ergueu a cabeça quando Kakaroto a invadiu, sem avisar. Ela estava quente, era apertada. Ele rosnou.

Vegeta não aguentou, levantou-se e tirou a roupa. Bulma sorriu. Passou a língua nos lábios e chupou Vegeta para dentro de sua boca com vontade.

Ele precisou segurar firme para não gozar. Bulma estava simplesmente possuída pela luxuria. Dois homens dentro dela, dois deliciosos homens dentro dela.

Kakaroto a estocava fundo, forte. Segurando em seus quadris, ele se inclinou sobre ela, beijando-lhe as costas, passando a língua pela pele macia e quente através do decote da peça que ela vestia. Bulma tinha gosto de tesão.

Vegeta gemeu alto, gozando na boca de sua mulher. Kakaroto aumentou a velocidade.

Bulma fechou os olhos, gemia alto, gemia com gosto, gostoso. Kakaroto gozou novamente, dessa vez, por completo.

Bulma jogou-se na cama. Pediu uma taça e o cigarro para Vegeta.

- Você é gostosa demais... – Kararoto sussurrou em seu ouvindo, deitando ao seu lado.

- Eu quero mais. – Bulma falou séria, sem olhar para nenhum dos dois.

Bulma terminou seu cigarro e virou o restante da champagne. Entrou a taça para Kakaroto e virou-se para Vegeta, sentou-se sobre a púbis dele, deixando sua vagina úmida em cima de seu pênis.

- Me coma. – ela se inclinou e falou firme. Seus lábios, que ainda estavam vermelhos logo tomaram posse dos dele.

Vegeta colocou as mãos na cintura dela, apertando, levantou seu quadril por instinto, como se já fosse se aprofundar na mulher. Ela prendeu nos dedos um pouco de cabelo dele, suas línguas travavam uma batalha deliciosa. Ela se esfregava nele, cada vez mais molhada, o sentindo crescer embaixo, o que ela desejava.

Soltou-se de Vegeta e levantou, foi até a mesa e tirou de sua bolsa um frasco de lubrificante íntimo. Os olhos dos dois homens brilharam quando ela mostrou com um sorriso levado.

Vegeta foi ao encontro da mulher, a pegou no colo e encostou na parede. A penetrou com força, Bulma gemeu alto com um sorriso grande. Deixou o frasco cair, levantou seus braços, apoiando as mãos não parede.

Vegeta abriu o laço do body que ficava centralizado entre os seios dela. Bulma apertou suas pernas cruzadas nos quadris dele. Os lábios de Vegeta se lançaram aos seios, os bicos rosados em riste. Ele gemia, estocando forte enquanto chupava os bicos, passando os dentes levemente, circulando a língua como se estivesse no clitóris dela.

Bulma gemia alto, alisando a parede, os olhos fechados, sentia. Seu corpo sentia tudo, tesão, desejo, sede, vontade. Era como se ela não conseguisse se satisfazer, mesmo estando plena prazer.

Kakaroto alisava seu pênis, olhando o casal. Ele queria usar o lubrificante. Apenas imaginando isso ficou completamente duro. Ouviu Vegeta gemer, gozando dentro de sua mulher. Ele estava ofegante. Sua chance. Pegou uma camisinha e esperou.

Vegeta colocou Bulma no chão. Ela olhou para Kakaroto enquanto se abaixava para pegar o frasco. Seu semblante era sedutor. Os olhos azuis o comiam, ela olhou mais para baixo dele, estava pronto. Ele ia comê-la.

Ela abriu o laço do body que ficava atrás, liberando a peça. Kakaroto já estava com a camisinha. Bulma sentou sobre suas pernas e abriu o frasco, despejando na ponta e espalhando por todo o pênis. Sentiu a textura.

Vegeta se serviu de champagne. O olhos atentos, olhavam a mulher pelas costas.

Bulma segurou o pênis de Kakaroto e o encaixou, o homem segurou em suas nádegas e ela foi sentando-se devagar. Segurou na nuca dele e seus lábios o provaram. Bulma gemeu abafado quando sentiu que ele estava dentro dela, todo. Puxou o cabelo do homem que sugou sua língua.

Ela começou a se mover. Sentia-o, deslizando, apertado, grosso. Ele apertava suas nádegas,  cadenciava seus movimentos, juntando-as, apertando mais. Bulma soltou de seus lábios e gemeu alto, de olhos fechados, a cabeça jogada para trás.

Voltou seus olhos para Kakaroto, acariciou seu tórax, fincou as unhas nos ombros dele, mordeu o lábio inferior, ele grunhiu. O corpo de Bulma era uma explosão de sensações, ela queria poder olhar de fora também.

Trocou de posição. Foi para a beirada da cama, colocou-se de quatro, empinou o traseiro. Chamou Vegeta com o indicador. Kakaroto lubrificou mais a camisinha e a penetrou, junto com Vegeta, que se colocou por inteiro na boca dela, mais uma vez.

Os dois se moviam no mesmo ritmo. Bulma fechou os olhos. Suas mãos apertavam os lençóis da cama, sua mente se abstraiu, ela se entregou totalmente, ela queria ser preenchida por todos os lugares possíveis.

Lembrou do filme “Ninfomaníaca” de Lars Von Trier. Kakaroto gozou, mas ainda estava duro. Trocou mais uma vez a camisinha.

 

- Me preencham. – ela ordenou. 

 

Sentou-se sobre Kakaroto, Vegeta se lubrificou e a penetrou sem aviso. Ela gemeu arrastado. Estava pressionada por aqueles dois homens. Sendo rasgada ao meio, deliciosamente rasgada ao meio. Ela se mexia sobre Kakaroto, ele brincava com seus seios, Vegeta a penetrava fundo, ela também o sentia, segurando em seus quadris, com força.

Os dois homens rosnavam. A fêmea gemia numa sinfonia excitante.

O perfume dela se espalhando com o suor evaporando.

Vegeta lhe deu um tapa em uma nádega. Estocou com força. Outro tapa. Outra estocada. O corpo de Bulma acompanhava as ordens dele.

Kakaroto enfiou sua mão por baixo dela, alcançou seu clitóris. O corpo dela estremeceu.

Já não havia mais gemidos separados. Os três gemiam juntos, sentiam juntos. Viraram um.

Bulma começou a sentir os espamos de seu corpo, Quase que como uma ameaça epiléptica, os lábios se abriram levemente.

Ela cavalgava Kakaroto enquanto Vegeta se investia contra ela. Ele sentiu pulsar. Kakaroto também. Os gemidos de Bulma era altos. Música para os ouvidos deles.

Bulma sentiu os dois crescerem dentro dela, os dedos de Kakaroto incitando seu clitóris, uma pressão ao pé da barriga. Sua pele se arrepiou, pelo corpo todo. Os homens também a sentiram se contrair. Vegeta aumentou a velocidade, Bulma acompanhou, Kakaroto fez seus dedos trabalharem mais rápido.

Bulma apertou os lençóis, soltando um gemido alto, com a cabeça abaixada, enrijecendo todo seu corpo para soltá-lo enquanto os dois homens gozavam dentro dela ao mesmo, urrando, feito selvagens.

Bulma finalmente soltou seu copo sobre Kakaroto. Vegeta sobre ela.

Sorriu, plena, plácida.

- Feliz aniversário... – Vegeta sussurrou no ouvido dela.

- Obrigada pelo presente... – ela sussurrou de volta.

 

 

“Três é o segredo

Dois não é a mesma coisa

Não vejo mal algum

Então, você topa?”

Quem olhasse pela pequena janela, destinada aos voyeurs, veria dois homens ao lado de uma mulher de cabelos azuis. Os três dormiam, satisfeitos. Um braço de cada um sobre ela, pois nenhum dos dois iria querer perder aquela fêmea, de traços delicados, corpo formoso e desejo insaciável. Era uma daquelas raras, que fazem com que os machos precisem dançar ou lutar para consegui-la.


Notas Finais


música: 3 - Britney Spears


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