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História Sexo Amor e Traição - Capítulo 48


Escrita por:


Notas do Autor


Oie... Voltei e tenho um aviso para vocês...
Eu sei, meio que chato, mas tenho que avisar.
Esta semana a começar por hoje, vou postar apenas um capitulo por dia.
Mas na próximo volto a postar dois, por dois.

Só isso.
Boa Leitura...

Capítulo 48 - De Conversa à Discussão


Fanfic / Fanfiction Sexo Amor e Traição - Capítulo 48 - De Conversa à Discussão

Izuku:On

Acordo com a luz do dia que invade o meu quarto e ao abrir os meus olhos, a minha visão vai se focando e dou de caras com o Tamura dormindo tranquilamente.

Sinto que o mesmo me abraçava, o que me impedia de me levantar ou até de sair da cama. Por isso, optei por olhar em volta e ver como era o quarto.

Foi então que me lembrei de algo que veio à minha cabeça que nem um raio. Foi mais um flashback, para ser sincero.

Lembrei-me de estar de joelhos, no meio das pernas do Tamura enquanto... Ah... Aí, que vergonha... Não censuro nenhum de nó dois pelo que aconteceu ontem.

Tamura falou que era uma maneira de retribuir um dos favores e até mencionou que se eu não quisesse, não precisa de fazer isso. Porém... Acho que a minha cabeça queria testar algo assim, só que por vontade própria. E por isso aceitei.

E até que gostei... Ah, eu gostei daquilo... Sinto-me um tarado. Kkkkkk. Eu admito, vir para esta escola, foi a melhor decisão da minha vida. Aprendi a ser forte, a não ter medo de nada e a confrontar os meus problemas.

Mas, agora que penso e se eu fizesse isso com o... Ah não, não, não, não... É melhor nem pensar nisso.

Voltei a minha atenção para o Tamura e o mesmo me encarava sorrindo de lado.

Izuku: Bom dia.

Tamura: Bom dia. Dormiste bem?

Izuku: Sim.

Ele me soltou e assim pude me levantar, ficando sentado na cama. Dei um longo suspiro e passei as mãos pelo meu cabelo.

Izuku: É melhor ir andando para o meu quarto. Obrigado por me deixar passar aqui a noite Tamura.

Tamura: Sem problema. Sempre que precisares podes contar comigo.

Izuku: Obrigado.

Levantei-me e fui no armário. Peguei nas roupas que estavam em cima do mesmo e comecei a vesti-las. Ao fim de uns minutos, estava vestido e em seguida, calcei os meus ténis.

Fui na secretária e peguei no meu celular. Olhei para o mesmo e vi que já era meio dia.

Izuku: Ei Tamura... É meio dia. Queres vir almoçar comigo?

Tamura: Humm... Porque não? Dá me um minuto.

Ele se levantou e foi no armário. Pegou numa roupa qualquer e começou a se vestir. Eu sentei-me na cama dele e esperei o mesmo se aprontar para sairmos.

Ao fim de um tempo, estávamos ambos prontos e com isso, saímos do seu quarto e fomos em direção à cantina. Costumamos almoçar lá, nos fins de semana.

Tem poucos alunos, devido à maioria ir para casa, mas mesmo assim são suficientes para as funcionárias da cantina terem de preparar muita comida.

Chegando lá, fomos para a fila e por sorte, não tinha muita gente. Pegamos cada um no seu tabuleiro e em seguida fomos servidos. Em seguida, fomos em direção a uma das mesas e sentamo-nos lá mesmo.

Enquanto comíamos, conversávamos sobre várias coisas. Maioria era sobre filmes. Sobre qualquer tipo de filmes. Ação, terror, drama, comédia e até um pouco de romance.

Depois de um tempo, terminamos o nosso almoço e com isso, decidi voltar para o quarto.

Izuku: Tamura, vou andando para o meu quarto.

Tamura: Eu acompanho-te.

Izuku: Ok. Vamos lá.

Saímos da cantina e voltamos para os dormitórios. E chegando lá, fomo em direção ao meu quarto. Caminhávamos, falando e sorrindo das diversas coisas que falávamos.

Chegando no meu quarto, abri a porta e antes de entra no mesmo, despedi-me do Tamura.

Izuku: Obrigado por me acompanhar Tamura. E também pela noite de ontem.

Tamura: Sem problema. Se precisares, já sabes onde me procurar.

Izuku: Sei sim. Até depois Tamura.

Tamura: Até depois.

Entrei no quarto e fechei a porta. Primeira cosa que fiz, foi me livrar das minhas roupas. Tirei os meus ténis e em seguida entrei no banheiro, despindo-me, ficando totalmente nu. Pra minha sorte, Ayato não estava no quarto, o que significa que posso ficar nu à vontade.

Porém, se ele aparecesse agora, acho que isso seria um problema. Pois, acho que é melhor prevenir isso. Atirei a minha roupa para o cesto e entrei no quarto. Fui no meu armário e a primeira peça de roupa que peguei, foi numa t-shirt. Em seguida num boxer e acho que fico assim.

Como hoje é sábado, não preciso de ficar vestido. Também não tenho para onde ir. Já seminu, mas pelo menos com roupa, a segunda coisa que me vem à cabeça, é deitar-me na minha cama.

Subi a escada e engatinhei, até deixar a minha cabeça na almofada e deixar o meu corpo relaxar naquele colchão, tão confortável.

Izuku: Ahhh... - Bocejo, sentindo as lágrimas escorrer no canto dos meus olhos – Acho que vale a pena dormir mais um pouco.

E sem demoras, fecho os meus olhos, e acabo por adormecer.

 

Quebra de Tempo

 

Ayato:On

Fiquei todo o sábado fora. Mas não estive com o Toru nem com ninguém em mente. Passei esse tempo todo sozinho. Pois, estou tendo uns problemas e preciso manter a calma quando os for resolver.

E a pessoa com que tenho de os resolver... É a pessoa que mais me chamou a atenção desde que a conheci. Chama mais a minha atenção do que o meu namorado. Meu colega e melhor amigo... Izuku Midorya.

Já devem ser seis da tarde. Entro no dormitório e vou em direção ao meu quarto. Chegando no mesmo, abro a porta e a primeira coisa que reparo, é num par de ténis vermelhos, mesmo ao lado da porta.

Retirei o casaco que estava usando e pousei-o em cima da secretária, ficando com a camisola preta que tinha. Retirei os meus sapatos e fui em direção à escada.

Subi a mesma e ao chegar ao topo, encontrei o meu querido amigo dormindo profundamente. Subi, ficando em cima da cama e comecei a engatinhar em direção a ele, ficando por cima do mesmo.

Quando já podia ver o seu rosto, fiquei ali o encarando, dormindo. Era tão fofo. Parecia um anjo. A cena diante dos meus olhos, me fazia dar um sorriso de lado, por ver tamanha beleza.

Reparei em todos os seus detalhes, desde as suas sardas, até à sua pele, e principalmente no seu pescoço. Sem me conter, aproximei-me do mesmo e com os meus dentes, mordi de leve, fazendo o mesmo se arrepiar.

Afastei-me, olhando de novo para o seu rosto e pude ver seus olhos abertos, me encarando um tanto confuso e com sono.

Izuku: Ayato?

Ayato: Boa tarde bela adormecida.

O mesmo coçou os olhos e quando se apercebeu de tudo em sua volta, se levantou e me empurrou, me afastando dele. Meu sorriso se desfez e fiquei bem sério.

O mesmo estava assustado e em olhava com um certo medo.

Izuku: O que você está fazendo na minha cama!? E porque estava em cima de mim!?

Fitei os seus olhos, direcionando a minha visão para a escada. Cheguei perto da mesma e comecei a descer. O mesmo só me chamou pelo nome.

Izuku: Ayato.

Ayato: Desce. Precisamos conversar.

Izuku: Está bem.

Desci a escada e me aproximei de uma das cadeiras. Retirei-a do lugar, colocando-a de frente para a minha cama. Izuku desceu a escada e eu pedi-lhe para se sentar na minha cama.

Ayato: Senta-te, por favor – Digo apontando para a cama.

Izuku: Está bem.

Ele se sentou e eu me sentei na cadeira, ficando assim, frente a frente com ele. Um silêncio se instalou no quarto e chegava a ser perturbador, bom, não para mim.

Sem demoras, começo com as perguntas. Este assunto na minha cabeça, já estava me matando.

Ayato: Onde você estava ontem à noite? Esperei você chegar, mas não tive nenhum sinal de você.

Izuku: ... - Juro que às vezes me apetece mesmo... Arh! Como ele tem ainda a ousadia de me perguntar tal coisa. E esperar por mim por quê? Que me lembre ele não se lembrou de mim antes de começar a transar com o seu namorado – Fui dormir no quarto do Tamura. E não precisava esperar, eu sei tomar conta de mim.

Ayato: Podia ao menos ter avisado.

Izuku: Podia, mas não o fiz. E peço desculpa por isso – Se bem que você me deveria pedir desculpa pelo fato de eu nem ter dormido no meu quarto.

Ayato: E o que fizeram lá no quarto dele?

Izuku: Nada.

Levantei-me e arrumei a cadeira, em seguida aproximei-me do Izuku e o olhava ainda mais sério.

Ayato: Não me minta Izuku.

Izuku: Não estou... - Esperam lá. Mas será que... - E como você sabe que aconteceu alguma coisa lá?

Ayato: Eu ouvi.

Izuku: Você o quê!? - Por um tempo perdi o ar dos meus pulmões. Quase que nem podia respirar devido ao que ouvi.

Ayato: Eu ouvi vocês os dois.

Izuku: Mas como?

Ayato: Ué... Eu estava escutando através da porta. E quer saber... - Deitei o Izuku na cama e fiquei por cima dele, agarrando os seus braços acima da cabeça - Eu vou explicar como foi.

Ele assentiu com a cabeça. Eu suspirei e comecei a contar o que fizera ontem.

Ayato: Como você não apareceu no nosso quarto, eu decidi ir te procurar. E como você e o Tamura tem estado juntos ultimamente, pensei em ir no quarto dele. E adivinha só... Quando cheguei no mesmo, pude ouvir ele gemer seu nome.

O mesmo me olhava estático. E até corado pelo que disse. O que revelou que parece ter sido o que pensei que fosse.

Ayato: Então... Você fez mesmo aquilo com ele.

Izuku: Não foi bem... Foi apenas um boquete, mais nada.

Em um movimento, agarro na sua t-shirt e puxo o mesmo, deixando os nossos rostos bem próximos.

Ayato: E porque raio fez isso!?

Izuku: Ayato, estás a assustar-me. Foi apenas uma mamada, mais nada. Além do mais, não foi o Tamura que me obrigou, fiz porque quis.

Ayato: E ainda isso!? Porque você fez isso de boa vontade, hein!? Porque você foi ter com ele ontem!?

Izuku: Basta!

Ele retirou os meus braços e me empurrou fazendo em eu ficar de pé. Em seguida ele se levantou e me olhou com ódio.

Izuku: Quer saber... Nós nãos somos crianças, por isso não vamos agir agora como umas! Eu fiz isso porque quis! E eu fui ter com ele porque um certo alguém se esqueceu que compartilha quarto e ficou transando com o namorado sem pensar no seu colega! E esse alguém, é você Ayato Yuri!

E novamente um silêncio se instalou no quarto. Eu olhava para ele com um semblante sério e meio com raiva e o mesmo retribuía com o mesmo olhar.

Sem me aguentar, deixo escapar o que tanto tinha preso na garganta.

Ayato: Você... Você não devia ter feito isso.

Izuku: E porque não!? O que é que tem de mal eu ter feito algo a mais com o teu melhor amigo!? 

Ayato: Tem tudo! Você não deveria e nunca mais vai fazer isso! Entendeu!?

Izuku: O que há de errado com você!? Você namora alguém e no entanto, fica com ciúmes de mim, só por ter mamado o seu melhor amigo! - Aproximo do mesmo e empurro-o - Você não faz ideia do que eu passei! - Volto a empurra-lo – E o que fiz ontem só libertou a pessoa que eu sou! - E mais um empurrão - Então porquê!? Porque você tem que reagir...

Ayato: Cala-te!

Além da minha voz, o som que mais se ouviu, foi do tapa que dei na sua cara. Por trás destes óculos, meus olhos se arregalaram com o meu ato.

Ele levou a sua mão na bochecha, deixando no local onde dei o tapa. Seus olhos começaram a se encher de lágrimas e as mesmas começaram a descer. Ele se afastou de mim e quando me apercebi do que fiz, tentei remendar o meu erro.

Ayato: Izuku... Izuku, desculpa, eu não...

Mais um som de um estalo ecoou pelo quarto, mas desta vez foi eu que levei. Nem precisei de passar a mão na cara para saber que foi real. Ver o meu colega à minha frente chorando e com a mão levantada, já eram motivos para acreditar no que aconteceu.

Izuku: Você está morto pra mim! - Dito isso, saí do quarto correndo, sem olhar para trás.

Assim que ele saiu correndo a última coisa que pude ouvir foi o bater da porta. Baixei a minha cabeça e meus dentes faziam força uns contra os outros. Sem pensar, peguei na cadeira e atirei-a para o chão. Em seguida sentei-me na cama e retirei os meus óculos, pousando-os ao meu lado.

Levei as minhas mãos ao meu cabelo e agarrei no mesmo, deixando as lágrimas descerem pelo meu rosto.

“O que é que eu fiz?”

 

Izuku:On

Corri pelos corredores, nem me importando estar seminu. Minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto e sentia-me mais uma vez um ser desprezível aos olhos de quem pensei que seria meu amigo.

Ao fim de um tempo, cheguei no quarto que tanto queria. De frente para a porta, bati na mesma e comecei a gritar desesperado.

Izuku: Tamura! Por favor abre a porta!

Após isso, nem fez minutos e a porta foi aberta, revelando o Tamura só de calça e com os olhos arregalados.

Tamura: Izuku?

Sem responder, abracei-o e deixei-me cair no seu corpo, deixando as minhas lágrimas caírem, sem parar. Ele me abraçou de volta e me levou para dentro do seu quarto, fechando a porta de seguida.

Tamura: O que aconteceu?

Izuku: Não quero falar sobre isso... Tamura – Levantei o meu rosto e pude ver seus olhos azuis – Posso dormir aqui, por favor?

Tamura: Claro.

Ele me pegou no colo e me pousou na sua cama. Em seguida, deitou-se ao meu lado e em abraçou. Com o tempo, minhas lágrimas foram secando. Tamura deu-me um beijo na testa e ficou fazendo carinho na minha cabeça. Com tudo isso, fui adormecendo, tentando esquecer do que aconteceu.

 

Continua...


Notas Finais


Espero que tenha sido d vosso agrado. Até ao próximo capitulo. BYEEE!!


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