História Sexo, drogas e a bem dita adolescência - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Demorei pra postar por que esse mês foi corrido, PORÉM, as coisas estão se ajustando então vou tentar manter frequência, TENTAR! Em fim, espero que gostem.

~perdoem os erros~

Capítulo 4 - Bem dito seja o rum


Fanfic / Fanfiction Sexo, drogas e a bem dita adolescência - Capítulo 4 - Bem dito seja o rum

O clima estava tenso a caminho da cabana, o silêncio parecia cortar a minha garganta aos poucos, e enquanto caminhávamos todos olhavam para o chão. 

Finalmentes chegamos na cabana, e todos se enfurnaram em seus cantinhos, menos Jonathan, ele foi pintar a porra do casebre de novo. Fiquei alguns minutos na cama, peguei uma garrafa de rum e levei para fora onde estava Jonathan.

— Você não se cansa de fazer essas merdas? 

— Sinceramente até gosto — falou Jonathan com um sorriso sutil

— Seu sorriso me irrita 

— Você me irrita — responde Jonathan sorrindo 

— Tão encantador e perfeito que me da vontade de te socar

— Vou encarar isso como um elogio 

—  Está bem então — digo e logo em seguida abro a garrafa de rum e tomo dois goles 

—  Não exagere na bebida — falou Jonathan com uma expressão de pena no rosto 

— Eu faço o que eu quiser — digo é logo em seguida tomo mais dois goles 

— Nao ouviu o que a infermeira disse? Você não pode beber se está tomando remédio

— Foda-se a infermeira, foda-se meus pais, foda-se toda essa merda, se ninguém se preocupa comigo por que eu deveria me preocupar? 

Jonathan me observa com um olhar de pena e raiva ao mesmo tempo, se levanta e pega a garrafa da minha mão

— O que pensa que está fazendo?! 

— Eu me importo...

— o que? 

— Eu me importo com você seu idiota! — Jonathan diz e logo em seguida parte pra cima de mim para me dar um soco, me assusto e ele quase acerta meu rosto 

— O que você pensa que está fazendo?!— digo e desvio do soco 

Ele não responde e simplesmente avança de novo, mas dessa vez nos dois caímos, ao ouvir o barulho da queda Cris e Bruno correm até onde estamos.

— Que merda vocês estão fazendo?! 

— Nada! — eu e Jonathan dizemos ao mesmo tempo, olhamos um para o outro e começamos a rir descontroladamente. Cris nos olha confusa

— Idiotas — Cris fala dando um sorriso logo em seguida 

— São mesmo...— Falou Bruno 

— Desculpa por hoje...eu perdi o controle — disse Cris, que aparentava estar prestes a chorar

— Que nada, só não repita isso, se não eu juro que acabo com você — falou Brundo, com seu sorriso contagiante 

— Estou morrendo de medo — falou Cris debochando de Bruno 

— Não duvide das minha habilidade — disse Bruno, Levantando os punhos, brincando 

— Quem cê acha que é? O Anderson Silva por acaso? 

— Sou melhor, Hehe.

Todos voltamos para a cabana e sentamos em círculo no chão, igual a crianças da escola primária, Cris subiu em cima da mesa de madeira d se curvou

— Me desculpe por ser uma completa imbessil! Estando bem? 

— Estamos bem! — todos disseram ao mesmo tempo 

— Ótimo, o peso na consciência foi embora — sussurrou Cris 

— Bom pra você, por que acho que o meu nunca vai embora...— falei sem notar que ela estava prestando atenção 

— Você sabe que eu não te culpo pelo que aconteceu com o Jonathan, não sabe? 

— Mas eu me culpo e isso já é o suficiente

— O Jonathan passou por uma fase complicada a culpa não é sua...

— Fui eu que vendi as drogas pra ele! Foi minha culpa ele ter acabado no hospital 

— Se você não tivesse vendido ele teria conseguido com outra pessoa... eles estava com problemas, e eu também não fui de grande ajuda 

— Gosta de rum? — perguntei a Cris 

— Detesto

— Ótimo, sobra mais pra mim

Dou uma procurada e não acho a garrafa, olho para Jonathan

— Onde? 

— Onde o que? — Jonathan responde fingindo não saber do que eu estava falando 

— Não se faça de idiota, onde está? 

— Não sei do está falando

Avanço no pescoço dele e o agarro pelo colarinho, mesmo sendo mais baixo que ele sei botar medo nas pessoas quando quero.

— Me diz antes que eu quebre sua cara 

— Você está destruindo a sua vida

— Não vem com essa não, onde está? 

— Nunca 

Quando estou prestes a dar um soco nele Cris me segura

— Qual é o problema de vocês?! Já chega de brigar, uma hora é o Jonathan outra é você, puta que pariu já chega — olho para o chão, nervoso e constrangido 

— É que essa personalidade autodestrutiva me irrita! Só quero ajudá-lo — Falou Jonathan 

— Vocês mal se conhecem, desde quando se preocupa tanto com os outros?

Jonathan dá um soco na parede e se tranca no casebre ao lado da nossa cabana

— Jonathan! Volta aqui! 

— Deixa ele...— falou Bruno 

Acho a minha garrafa e entro na mata, acho um cantinho perto de um arbusto e dou mais alguns goles, e fomeço a pensar em voz alta 

— Quem ele acha que é? 

— Um super herói? — dou uma risada que logo se desfaz, sinto que estou prestes a chorar, mas sou durao de mais para fazer isso 

“Por que ele se preocupa tanto comigo? Só nos falamos algumas vezes antes de eu vir para esse acampamento de merda” pensei 

— Minha cabeça tá doendo — olho para as árvores fixamente e começo a gargalhar 

Bebo até acabar a garrafa, tento me levantar e me manter em pé, dou dois passos e tropeço, fico no chão olhando para o céu estrelado, aponto para uma estrela e digo a mim mesmo 

— Por que você não morre logo?....

Me ajoelho e vomito em uma moita até perder a consciência.

Acordo e são três e meia da manhã, faz 40 minutos desde que eu saí da cabana, mas ninguém se importa. Minha camisa está manchada de vômito e acho que a minha dignidade realmente foi para o ralo, estou fraco de mais para levantar então simplesmente permaneço no chão, minha visão está embaçada, e eu não ouço direito. 

— Quero sumir...

Ouço alguns ruídos e enxergo a silhueta de alguém, e meus sentidos parecem estar simplesmente se tornando inúteis. 

Sinto que estou sendo carregado, mas antes que eu saiba que é fico enconciente outra vez.

— Puta merda! Ele cheira a vômito 

— Cris?...— murmuro 

— Acho que ele acordou bota ele na banheira 

Abro os olhos assustado com o jato de  água gelada na cabeça

— Cacete... que porra é essa?— Bruno joga um jato de água no meu rosto 

— Olá! — falou Bruno 

— O que você está fazendo? E o onde eu estou? 

— Você está no no banheiro da cabana, e eu estou te dando uma lição 

— Desde quando você é tão descontraído? — sorrio e ele aponta o choverinho para mim me ameaçando 

— Ok, Ok 

— Tira a roupa

— O que? 

— Se quer dormir cheirando a vômito por mim tudo bem 

— Esta bem 

Tento tirar a camiseta, mas eu to tão bebado que nem isso eu consigo fazer. Bruno suspira e me ajuda a tirar 

— Por que está fazendo isso consigo mesmo? — falou Bruno com um olhar de pena

— Eu lembro de estar jogando na casa do meu tio, e o dos personagens disse uma frase que me define tanto que eu nem consigo descrever o quanto... ela era assim “nunca tenho coragem para apertar o gatilho, então vou me matando aos poucos” agora você tem a sua resposta... está feliz?

— Não... nao estou

— Sinceramente eu também não — sorrio

Bruno joga outro jato de água em mim, e dessa vez parece estar mais gelado que antes

— se eu pegar um resfriado a culpa é sua 

— Nao, não é, agora tira a roupa 

— Sei tomar banho sozinho, não preciso de ajuda 

— Você não consegue nem se manter acordado, não vem me dizer que não precisa de ajuda

— Ok, mãe — falo debochando dele, e logo em seguida tiro a roupa, Bruno tenta disfarçar o constrangimento, mas mesmo sua pele sendo morena ele estava muuuito vermelho então não dava para esconder 

— Gosta do que vê? — dou um sorriso olhando diretamente em seus olhos 

— D-deixa disso Malcom 

Me aproximo de seu rosto, quase encostando em seus lábios, quando ele estava prestes a ceder tomou juízo e me empurrou

— Por que? 

— Você está bebado e provavelmente nem vai se lembrar disso

— Não tem como eu esquecer de você 

Bruno fica mais vermelho que antes, era interessante ver um cara grande como ele corar 

— A-ande logo com i-isso  — falou Bruno 

— ok, ok, já estou indo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Feito! Espero que tenham gostado, o próximo capítulo PROVAVELMENTE sai semana que vem *^*


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