História Sextou! Adrinette - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Personagens Originais
Tags Adrien-dom!, Adrinette, Marinette-sub!, Miraculous, Oneshot, Romance, Sex
Visualizações 233
Palavras 2.113
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Literatura Feminina, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu sou tão besta, que me apaixonei por fazer a capa dessa one só pelo fato de achar os foguinhos e os colocar no “O” KKKKKK

Capítulo 1 - Único;


Eu gosto quando você assume o controle

Mesmo que você saiba que não é meu dono

Eu deixo você interpretar esse papel

Eu serei seu animal”

- Billie Eilish (Bad Guy)

 

SEXTOU

Adrinette

One-Shot

 

18:32 - Sexta Feira

 

Marinette ascendeu a luz do quarto que compartilhava com seu noivo, Adrien Agreste e ao olhar pelo quarto, segurou a respiração ao ve-lo somente de cueca boz cinza da própria marca Agreste, com seu peitoral avantajado a mostra e um pano vermelho pendurado nas mãos.

 

E só de ver o pano e o mesmo sem roupa, sua mente pareceu dar um estalo quando se lembrou de que dia da semana era.

 

Era a maldita-bendita sexta feira — da qual Adrien deixava pra ser o homem mais bruto e selvagem na cama do que nos outros dias da semana —.

 

A Dupan Cheng havia esquecido que hoje era sexta-feira. Tinha passado uma maravilhosa manhã com as melhores amigas — Alya, Chloe, Rose, Juleika, Mylène e Alix ( Sabrina não estava em Paris no momento, infelizmente ) — para ver e escolher algumas coisas pro casamento deles que aconteceria em menos de cinco meses.

 

Seu corpo estava travado perante a ele, e se sentiu arrepiada quando a voz rouca dele se fez presente no dormitório.

 

— Pelo visto se divertiu tanto com suas amigas que esqueceu que hoje teríamos o nosso dia de brincadeiras..... — a voz dele saiu cortante como uma navalha e a mestiça não conseguia mais olhar pro corpo do loiro diretamente daquele jeito, sem conseguir babar e dar suspiros com a visão.

 

— E-Eu.....A-Adrien....me desculpe. — murmurou fechando a porta e dando alguns — medrosos — passos pra frente.

 

— Não precisa se desculpar, My Lady. — Adrien deu um sorriso de canto e foi até a noiva, segurando o queicho dela e o elevando, fazendo seus olhos se encontrarem um no outro. — Fiquei igual a um louco por não ter você por perto na empresa....

 

Marinette se deixou rir pelo modo dependente que o loiro se mostrava por ela. Mas no fim nas contas, não poderia negar que também sentira saudades de infernizá-lo em seu escritório da empresa Agreste’s. Fazia alguns dias que quase não frequentava mais a empresa como a secretária dele. Ela o amava com todos as suas forças desde a adolescência, e até mesmo o estilo — de vez em quando — brutamontes dele ela amava. Marinette Dupan Cheng ama Adrien Agreste por inteiro. E por mais envergonhada que ficava e de certa forma insegura, amava sentir sensações novas com aquele que é o dono do seu coração e de todos os gemidos e orgasmos da sua vida.

 

— Hm. Pronta pros jogos “sextou”, princesa?

 

Mesmo com medo de não conseguir nem se mexer no dia seguinte, Marinette sorriu de canto com um brilho diferente nos olhos azuis.

 

— Ora, gatinho. Estou sempre pronta. — piscou pro loiro que deu uma risada contida e logo em seguida se colocou por trás da azulada, circulando na altura dos olhos, o tecido vermelho como uma venda, o prendendo dando um nozinho sem deixar um fio de cabelo enrroscar, com extremo cuidado e precisão de prática.

 

O Agreste deixou sua mão escorregar pela pele coberta de rouca dela até a mão da mesma que segurava sua bolsa, tirando da mão a bolsa com calma e a colocando no chão.

 

— Tire a roupa, baby. — comandou e foi obedecido sem questionamentos.

 

Mesmo de olhos fechados, Marinette retirou primeiramente a blusa sob os olhos verdes em si.

 

— Deixe o sutiã pra mim. — Adrien grunhiu vendo-a já pronta pra retirar o sutiã, e rapidamente a impediu. Queria ele mesmo ter o prazer de tirar a lingerie.

 

Marinette então se curvou um pouco para poder tirar a calça jenas escura, largando a calça no chão, endireitando a postura com o segurar firme dos braços do loiro em sua cintura.

 

Adrien aproximou os lábios na nuca da mestiça, retirando o cabelo azul e o colocando de lado, deu um, dois, três beijos e uma mordida no ombro da região antes que sussurar muito perto do ouvido da futura Agreste, que lutou para não estremecer perante a ele, ao menos não ainda.

 

— Fica de joelhos pra mim, bugaboo. — disse dando uma mordida do lóbulo da mulher que soltou um gemido baixo antes de atender o comando dele, se ajoelhando com cuidado no chão.

 

— A-Adrien.....

 

— Siga em frente e se apoie na beirada da cama em pé, com a bundinha empinada do melhor jeito que sabe fazer.

 

Mesmo sem entender direito o que ele dissera, Marinette engatinhou até o que achara ser a cama, ficando em pé com os braços apoiados na cama, ficando de bunda empinada como ele havia dito que fizesse.

 

— Essa é a minha princesa ! — Marinette sorriu, adorava os elogios soltos dele entre esses momentos de lúxuria que tinham. — Agora, eu não quero ouvir um piu. Entendeu?

 

Ela apenas assentiu, sabendo que deveria ficar quieta sem questionar.

 

Adrien sorriu de canto com a cena e não tardou em levar suas mãos para o fecho do sutiã, descobrindo assim os seios róseos de tamanho perfeito pra si, ficarem a mostra. O Agreste então levou suas duas mãos em por trás dela, envolta de cada seio, apertando-os como se fosse uma bolinha de apertar de brinquedo e Marinette cruzou as pernas sem pensar e mordeu os lábios para não gemer, sentindo-se começar a ficar molhada lá em baixo.

 

Vendo isso, Adrien interrompeu um dos seios para dar um tapa não muito forte na nádega direita dela.

 

— Abra a perna Marinette. — dito e feito, a mesma abriu as pernas sentindo o pequeno arder na bunda pelo tapa e a calcinha já se demonstrar molhada. — Hm, assim mesmo.

 

Ele voltou a apertar, mexer e brincar com os seios da noiva que a todo custo se segurava ao máximo para não gemer.

 

— Está tão dura, Marin.....— apertou o bico rígido do seio e Marinette se contorceu, mas foi segurada, mantendo-a fime, por uma das mãos fortes dele. — Disse pra ficar quieta, não reprimir as sensações da minha mão apertando seus seios....bem desse jeito...— balançou um dos seios e o apertou ainda mais se possível. — Tão radical essa minha lady gostosa.... — murmurou dando um beijo nas costas nuas e retirando sua mão dos seios da jovem. — Vamos ver como está agora...estado deserto ou estado praia. — levou dois dedos por cima da calcinha dela bem no local da intimidade, e Marinette já não mais aguentando, segurou com força no lençol da cama e deu um fraco gemido, arrancando um riso do loiro. — Estado praia. Tão molhadinha..... Uma pena ter que sofrer as consequências de seus atos antes de ter meu pau dentro de você. — os olhos verdes de Adrien brilharam em desejo e admiração, quando abaixou a calcinha da rosada e com isso alguns pingos caíram no chão, de tão molhada que ela se encontrava. — Pelo visto está bem pronta pra mim....mas vamos aos castigos primeiro, princesa. 

 

Um, mais um e mais um tapa, um de cada lado na bunda da Dupan Cheng que grunhiu já sentindo que aquele local ficaria um pouco vermelho no dia seguinte e como seria difícil se sentar depois dessa seção de tapas.

 

— Deixe as pernas bem afastadas, amor. — ele murmurou perto do ouvido dela e se afastou do corpo da mulher para ir até um dos móveis disponíveis no quarto, fazendo barulhos ao andar e abrir as gavetas, deixando-a atenta a todo e qualquer som. O Agreste voltou pra perto da noiva com uma palmatória em uma das mãos e um objeto de borracha como se fosse um parafuso. Deixando o “parafuso” de lado na cama, ele segurou com firmeza na palmatória, levando-a em direção no meio das pernas da azulada, fazendo-a tremer na base com o contato repentino mas muito bem conhecido por ela. — Vamos com calma, sim? — passava a palmatória no vão das pernas dela com extrema calmaria, nos dois lados, até parar subtamente em cima da intimidade da mulher. — Prenda a respiração, Cheng.

 

Não foi preciso dizer mais de uma vez, e assim que Marinette prendeu a respiração — que já estava mais do que desrregular —, o som do baque foi emitido antes de qualquer outro som. O baque da palmatória na abertura da vagina dela, a fez querer cair com tudo no chão, quase sem forças por segurar-se tanto. Mas nenhum som foi soltado de sua boca, deixando o loiro orgulho de sua noiva, mas ao mesmo tempo ele queria vê-la perder, então não exitou em dar mais palmatórias naquela região e na perna dela. Marinette não aguentou na sexta palmatória, dando um gemido alto — quase como um grito — melando a ponta da palmatória com o seu pré gozo. 

 

Soltando a palmatória no chão, Adrien se prontificou em segura-la e levanta-la antes que a mesma perdesse o equilíbrio. Ajudou-a a se deitar de barriga pra cima, sentindo a mesma com a respiração desrregulada e os lábios firmes segurados pelos dentes dela para que nem mais um som saísse de sua boca — saindo até mesmo poucas mas presentes gotas de sangue —.

 

Aproveitando o “descanso” dela, se despiu ficando completamente nu, indo até a noiva deitada e pegou o “parafuso” de borracha, empurrou o tecido que cobria os olhos da Dupan Cheng pra trás, deixando-a com uma dorzinha nos olhos ao abri-los e ter de ver a luz novamente. Mas assim que Marinette ergueu a cabeça e o olhar pro Agreste, se martirizou por isso quando sentiu-se ser penetrada por alguma coisa gélida e de textura grossa. Marinette gemeu sem controle, arqueando as costas, agarrando com força o lençol e jogando a cabeça pra trás ainda mais. Adrien a penetrou com dois dedos no ânus da mulher — já haviam feito anal, então a Cheng já estava um tanto habituada a isso — enquanto esfregava o objeto pra dentro da vagina dela num vai e vem de diferentes frequências e intensidades. Ora lento e fundo, ora rápido e não tão fundo. E seus dedos trabalhavam no ânus dela de um lado pro outro, girando e entrando e saindo.

 

— A-Adrien..... — Marinette alcançou as mãos nos cabelos loiro dourado dele e segurou com força ali.

 

— Não consegue mesmo ficar quieta.... — murmurou de forma divertida e provocativo, recebendo um grunhido em desagrado como resposta. Riu estimulando os movimentos com mais frequência.

 

— Humm..... Ohh....

 

Adrien negou com a cabeça sentindo-a estar pronta pra gozar de novo mas isso ele não permitiria! Então mesmo com o pequeno protesto dela, ele jogou o “parafuso” em qualquer canto do quarto e tirou os dedos de dentro dela. Segurou e empurrou pra cima a cintura dela, deixando Marinette mais pra cima na cama e se colocou por cima dela, com suas intimidades em choque com o leve roçar entre eles.

 

Marinette briu os olhos azuis quase como se estivessem arregalados quando viu que o mesmo estava por cima dela. Retribuiu o pequeno sorriso que estava estampado no rosto do noivo. O suor em seu corpo a deixava incomodada, mas nada reclamaria.

 

— C-Chaton.... — gemeu manhosa quando ele tocou bem em seu clitóris de maneira muito calma pro seu gosto.

 

— É uma tagarela mesmo.....— comentou em divertimento e ouviu-a bufar irritadiça.— Hm.....bem que eu queria brincar mais, mas estou com tanta vontade de me enterrar em você, futura Sra. Agreste....

 

A confissão do loiro teve efeito verdadeiro e nada lento, e em segundos o órgão genital dele se adentrava na vagina dela com fervor, arrancando gemidos dos dois.

 

Adrien se enterrava pra dentro de Marinette com rapidez e brutalidade. Os corpos deles iam e vinham pra frente e pra trás, quase levando a cama junto conforme os movimentos que faziam. Marinette agarrava Adrien com os braços no tronco dele e as pernas agora envolta da cintura dele, intensificando cada vez mais o contato de seus corpos um no outro e o suor deles se misturava ali, deixando-os bem mais deslizantes entre eles.

 

E faltando pouco para o ápice dele chegar, Adrien apoiou as costas dela nos braços e deu dois tapas na bunda dela antes de se retirar minimamente e a virar com brusquidão de barriga pra baixo e a penetrar profundamente sem seguida. Com o rosto grudado na cama, Marinette precisou virar a cabeça de lado pra soltar o ar sentindo-se acabada pelas investidas dele nela.

 

Mais um tapa e mais profundo ele foi pra dentro dela, quase acabando com o útero da mestiça que sentiu seu corpo entrar em combustão de êxtase.

 

E quando o gozo deles veio, ele caiu por cima dela, tentando ao máximo não fazer tanto peso nela.

 

E ambos murmuraram juntos com um sorriso cansado no rosto, trocando um selinho logo depois.

 

— Je t'aime!

 

Dez minutos depois, lá estavam eles de novo como dois animais selvagens no cio, loucos por sexo.

 

FIM.


Notas Finais


Mais uma adaptação qq :P
Espero que tenham goxtado :)
Me perdoem por qualquer erro ;-;
Kisses da Uchiha <3

Já adianto que farei uma viagem em breve e o meu sumiço vai ser previsível e notável durante um tempinho BUT vou tentar ler as atualizações de fanfic que veem :P


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