História Sexual Demon - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Dirty Talk, Faculdade, Hentai, Hot, Naruto, Romance, Sasusaku, Sobrenatural, Suspense
Visualizações 398
Palavras 5.915
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ei, psiu! Tranquiliza o coração que é uma repostagem, não plágio :3♡

■ POR FAVOR, LEIAM AS NOTAS FINAIS ( QUEM QUISER ENTENDER O PORQUÊ DESSA REPOSTAGEM ) ■

Enjoy, anjos! ♡

Capítulo 1 - CHPTU - Devasso


Fanfic / Fanfiction Sexual Demon - Capítulo 1 - CHPTU - Devasso

CHAPTER ÚNICO; ESCRITA POR KYPSZ


        •Sexual Demon•        


                                                                                 

                                               

É sexta-feira à noite. Estou finalmente em casa descansando. Não pude evitar um suspiro de alívio ao sair do banho já com o meu pijama preferido, enrolando meus cabelos cor-de-rosa na toalha azul e enxugando-os. 

Uma semana cansativa na faculdade acabou com todo o meu ânimo de sair e me divertir com as minhas amigas, eu só queria dormir bastante e acabar com as dores pelo corpo, assim como a forte dor de cabeça que me enlouquecia. 

Tomei um remédio para ver se passava mais rápido, caminhei em direção a sala da minha pequena casa, havia deixado a televisão ligada antes de ir para o banho, na tela aparecia o fim de um episódio da série de suspense e terror que eu escolhi para maratonar sozinha pelo fim de semana inteiro. 

Sento-me no sofá relaxada, mas infelizmente sou interrompida de assistir pelo toque do meu celular em cima da pequena mesinha de vidro no centro, me inclino para frente para pegar o aparelho e ver quem estava me ligando e atrapalhando o meu momento, acabando por ver o número da minha melhor amiga na tela.  

Atendo a ligação a contragosto, sabia que Ino iria ligar cedo ou tarde para me xingar por não tê-la acompanhado na boate recém-inaugurada.

— Fala - pego o controle e ponho em um novo episódio da série, ouvindo um alto som de música e gritarias ao fundo da ligação. 

— Você não sabe quem apareceu aqui - ela grita, claramente já alterada pelo álcool, algo normal quando se tratava de Ino em boates. 

— É claro que eu não sei, Ino - reviro os olhos. Ela gargalha e continua. 

— O Sasori. E ele está com a Shion — senti um incômodo se apossar do meu peito, uma sensação ruim junto com o amargo na garganta — Os dois estão aqui se agarrando e bebendo muito. 

Afasto o celular da orelha, fechando os meus olhos e tocando o controle na testa, tentando não imaginar a cena da minha ex-amiga com o meu ex-namorado juntos em uma boate se divertindo. 

É claro que eles estariam, afinal, não tinham mais por que esconder a relação deles de todo mundo. 

— Saky? - ouço a voz da minha amiga, havia já me esquecido que estávamos conversando. 

— Oi. Estou ouvindo.

Trato de disfarçar o ciúmes na minha voz, agindo como se aquela notícia não tivesse me incomodado, algo que eu já estava fazendo há um mês e meio. 

 Eu só vivia fingindo agora. 

— Eu sei que é doloroso para você ouvir isso, amiga, mas eu achei que você precisava saber. Se quiser, eu faço questão de ir dar uma surra naquela loira plastificada. 

 Não, está tudo bem - rio, mas sabia da coragem de Ino — Obrigada por me avisar, amiga - forço um tom calmo e tranquilo, todavia Ino me conhece bem o suficiente para saber quando estou mentindo ou fingindo.  

— Amiga, prometo que não vou mais te avisar sobre eles - era a sua maneira de pedir desculpas — A intenção é você esquecer dos dois, principalmente o Sasori.  

— Ino, eu não me importo mais com eles, já superei - largo o controle no sofá, levando minha mão até meus fios rosados, fitando a tevê, mordendo meu lábio inferior ao soltar mais essa mentira. Eu não sou uma das melhores mentirosas, mas acho que ela cairia naquele papo de "superada". 

Bom, pelo menos eu esperava que sim, já não bastava ter que fingir indiferença todos os dias na faculdade quando eu os via pelos corredores, não acreditando na falta de vergonha na cara do meu ex em exibir aquela que já foi minha amiga para todos os seus amigos e ignorar o que me fizeram.  

— Sei que superou, Saky - ela diz, dando uma pequena pausa antes de continuar a falar alto por cima da música: — Você não precisava mesmo dele. Sasori sempre foi babaca com você, amiga, nunca te tratou como você merecia. E eu vou continuar te falando que você só se livrou daquele traste, Saky. Não valia e ainda não vale nada. Você merece coisa muito melhor, e vai ter.  

Sorrio com suas palavras, sabendo que em partes ela estava certa sobre Sasori, nosso relacionamento tinha momentos bons, verdade, porém, assim como qualquer relação haviam brigas e discussões, ele sempre fugia dos assuntos que envolviam conhecer os pais ou futuro juntos.  

Eu demorei para enxergar que ele na verdade não correspondia os meus sentimentos, eu era apenas um prêmio para ele expor aos seus amigos, um brinquedo, algo descartável, como mesmo me dissera duramente na noite em que descobri sua traição. 

Foi doloroso ouvi-lo, eu quis fazer barraco e acabar com Shion, aquela que sempre se disse minha amiga, só que dormia com o meu namorado.  

— Eu não quero saber de caras agora, amiga. Estou muito melhor sozinha - aquilo não era uma mentira, sentia-me bem e feliz comigo mesma, estava curtindo minha vida de solteira muito bem durante os últimos meses. — Irei desligar.  

— Está bem - ouço ela gritar com alguém do outro lado da linha — Eu vou precisar ir também, amanhã nos falamos melhor, Saky. Se cuida.  

— Você também - sorrio.  

Encerro a ligação e fico olhando para a tela, a vontade de procurar por um nome na minha lista de contatos me toma, deslizo meu dedo à procura do número do meu ex, infelizmente eu não exclui o contato dele, o que me torna mais idiota ainda, só que eu queria acreditar que tudo não passou de um mal entendido, uma brincadeira de mal gosto deles. 

Entretanto, Sasori nunca me ligou de volta, não mandou mensagem e muito menos veio até a minha casa se desculpar.  

Clico no número e vou até a opção "excluir", não penso duas vezes, o contato dele desaparece da minha lista e eu jogo o aparelho no sofá, bufando e focando-me em apenas assistir a série e esquecer deles.  

É fácil me entreter, logo já passavam das três horas da manhã, eu nunca fiquei tanto tempo assistindo séries ou filmes assim, quase cinco horas ali, meu corpo já dolorido das posições que mudava a cada vinte minutos, não aguentava mais e só pensava na minha cama.  

Paro a série e desligo a tevê, meus olhos já ardiam e estavam cansados, bocejando me levanto do sofá, pego meu celular e caminho até o meu quarto, porém, antes que eu pudesse entrar no cômodo, ouço uma batida na porta e paro, franzindo o cenho em confusão.  

Quem seria? Estava muito tarde, ninguém bate na porta dos outros àquela hora.  

Decido ignorar e giro a maçaneta da porta do meu quarto e entro, o cômodo estava escuro e bastante frio, o que estranhei logo, pois eu não me lembrava de deixar o ar-condicionado ligado.  

Jogo o aparelho na cama e vasculho o quarto com os olhos e logo vejo que a janela estava aberta, todo o vento frio vinha de fora, eu rapidamente corri para fechá-la e não morrer literalmente congelada ali.  

Grito de susto quando ouço mais uma batida forte na porta, me viro rapidamente e saio do quarto, não sei que tipo de brincadeira de mal gosto era aquela, mas já tinha passado dos limites.  

Com raiva e já pronta para soltar os piores palavrões para quem quer que fosse, destranco a porta e abro, dando de cara com absolutamente ninguém.  

Fico na varanda e olho para os lados, a rua está completamente deserta e silenciosa, não há ninguém, apenas o urrar do vento gélido que me fez encolher, volto para dentro e tranco a porta, espero alguns segundos colada na mesma, esperando que a pessoa batesse de novo, porém, ao invés das batidas na porta, o alto som da televisão me fez pular com o susto, olhei e vi que estava em uma cena de perseguição entre os protagonistas e um monstro.  

Lentamente fui até o sofá e procurei pelo controle, achando-o em cima da mesinha, peguei-o e desliguei a tevê, colocando o mesmo onde estava anteriormente.  

— Merda - olho para os lados, aquilo estava começando a me assustar demais.  

Mais uma vez a tevê liga, e eu estava perto o suficiente para saber que não sozinha, pois assim que olhei para o controle, o mesmo já não estava mais na mesinha. Gelei, meus pés se mexeram rapidamente em direção ao quarto onde eu deixara o meu celular, vi-o em cima da cama e o peguei, desbloqueando a tela e já ligando para a polícia.  

Logo fui atendida, uma moça falou do outro lado da linha, e eu já fui atropelando as palavras, interrompendo-a:  

— Por favor, preciso que venham até a minha casa, acho que tem alguém aqui e- — grito quando sinto o meu celular ser arrancado da minha mão, rapidamente me jogo em cima da cama e vou para o outro lado para escapar de ser pega por quem quer que fosse.  

Vejo uma silhueta alta e forte no escuro do meu quarto, é uma pessoa, mais especificamente um homem, logo deu para perceber. Ele desliga o meu celular, eu podia ouvir a voz da mulher na linha, procurei por algo para me defender caso ele tentasse me atacar.  

— Não vamos precisar da polícia, boneca, então não há necessidade de chamá-los - ouço a voz grave e rouca do desconhecido, ele parecia tranquilo até, mesmo quando quebrou o meu celular apenas fechando a mão, depois jogou o que restou dele no chão e me fitou. — Bem melhor.  

Ele se vira e caminha até o interruptor, ligando a luz do quarto e eu finalmente posso ver de quem se trata: um homem de pele alva, cabelos rebeldes e incrivelmente escuros, assim como os seus olhos, usava calça jeans, camisa branca e uma jaqueta escura, não teve como analisá-lo melhor, pois ele logo sorriu e veio lentamente na minha direção, parecendo pronto para me atacar a qualquer instante.  

— Quem é você? - foi a primeira coisa que eu consegui perguntar, meu corpo inteiro tremia de medo, eu nunca tinha o visto antes.  

— Não se preocupe, eu não vou te machucar - sorrio de canto.  

— Você invadiu a minha casa, quebrou o meu celular, como acha que vou acreditar no que diz? - meus olhos vão em direção a porta, há um espacinho que eu conseguiria chegar até o corredor e fugir para pedir ajuda, apenas precisaria ser rápida.  

— Não é como se fosse a primeira vez que eu faço isso. Infelizmente foi a única maneira que eu achei de conseguir a sua atenção, boneca - dá de ombros — Agora, seja uma boa garota e venha até mim - para, olhando-me, abrindo um pouco os braços, talvez esperando que eu realmente vá até ele — Não? Tudo bem, eu te pego então.  

Ele se move em direção a mim, e sem pensar duas vezes eu agarro o abajur e o arranco da escrivaninha, ameaçando batê-lo com o objeto.  

O desconhecido para, olha para o abajur na minha mão e ri. Arqueei uma sobrancelha.

— Você acha que isso vai servir para alguma coisa? - ele zombava de mim, o que só me irritou ainda mais.  

— Claro que vai - bato o abajur na face do homem, vendo-o permanecer no mesmo lugar, apenas virou o rosto e pareceu surpreso com o meu ataque, todavia nem mesmo fez um corte em sua pele.  

— Merda - olho-o chocada e temerosa, entretanto jogo o abajur nele e pulo na cama e saio correndo do quarto, não ousei olhar para trás em nenhum momento, atravessei a sala e estava já destrancando a porta quando fui agarrada e puxada para trás — Me solta! — me debatia nos braços do estranho, soquei-o várias vezes e finquei minhas unhas na sua pele, fazendo-o me soltar e eu quase cair de bunda no chão.  

— Você é muito agitada e violenta, não entendo por que está agindo desse jeito - ouço-o murmurar, a voz grave e imponente.  

Ergo o rosto e o fito, não acreditando como ele consegue agir como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.  

— Você é louco - falo, entredentes — Saia da minha casa agora ou eu vou gritar até todos os vizinhos acordarem e chamarem a policia!  

— Eu não posso, estou aqui trabalhando, boneca. Mas vou precisar da sua colaboração, pois eu não sou do tipo que obriga - diz tranquilo, o que me fez franzir o cenho.— Sei que está passando por momentos complicados, então fui enviado para acabar com a sua frustração por hoje.  

— Como assim? - eu já não estava entendendo mais nada ali, o medo que antes eu sentia já não era tanto, porém, não deixo de ficar em alerta para qualquer movimento dele em minha direção, afinal, ainda era um invasor.  

— Eu sou um demônio sexual - disse casualmente, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo, olhando-me sarcástico. — Faço aquilo... - para, sorrindo mais ainda. — Bom, você deve saber o que significa, pois é uma mulher inteligente como já pude perceber só te observando.  

— Você esteve me observando? Desde quando? - indago, incrédula. Ele era realmente um psicopata doente. Um demônio sexual. Tsc, era só o que me faltava.  

— Bom, há uns três dias... Não foi proposital, eu te vi por acaso em um local e você me chamou atenção, boneca, então não resisti, fiquei te observando, esperando o momento certo. Só hoje decidi que era a hora de sair das sombras e... Te fazer finalmente minha - piscou, abrindo um sorriso sacana, este que me fez engolir em seco.  

— Eu quero você fora da minha casa. Agora! - aponto para a porta, séria, vendo-o permanecer no mesmo lugar. — Estou falando sério - digo entredentes, mas o moreno dá um passo a frente, o que me faz recuar um. — Não se aproxime!  

— É claro que não está acreditando em mim. Mas eu vou te provar - em um segundo ele se cola a mim, seu rosto a centímetros de distância do meu, nossas respirações se mesclando, o cheiro amadeirado invadindo as minhas narinas e me inebriando.  

— O que você-  

Antes que eu conseguisse terminar de falar, sinto seus lábios frios se colarem aos meus, demorei um pouco para reagir, o moreno pediu passagem com a sua língua, de início não permiti, mas, quando um calor se espalhou por todo o meu corpo e me fez ronronar contra seus lábios, ficou simplesmente impossível de não retribuir, o que o fez me apertar ainda mais em seus braços.  

Sua língua morna e atrevida se enroscava com a minha, seus lábios me devoravam, quase não consigo o acompanhar, ele era intenso, selvagem, suas mãos grandes e fortes afagavam a minha pele já quente de excitação e desejo, só quando estava quase sem ar fui obrigada a empurrá-lo para que se afastasse, mesmo que não fosse exatamente o que eu queria.  

— Não podemos... - tento protestar, ofegante, o beijo fora de tirar todo o meu fôlego, nem mesmo Sasori me beijara com tanta intensidade e fervor.  

— Podemos, sim - murmura, rouco, a boca se cola ao meu lóbulo, lambendo-o e chupando, suas mãos seguram meus fios e puxam-nos para trás, dando-lhe livre acesso para descer a língua provocante pelo meu maxilar, indo para o meu pescoço e ora mordiscando, ora chupando e beijando, enlouquecendo-me.  

Aquilo era completamente errado, ele era um desconhecido que invadira a minha casa e se dizia ser um demônio sexual stalker que resolveria os meus problemas.  

Eu realmente queria empurrá-lo e dar um jeito de escapar, um lado meu gritava para resistir e não me render, porém, o outro lado me dizia para aproveitar das sensações prazerosas que o desconhecido poderia me proporcionar, pois já fazia muito tempo desde a última vez que me sentira tão quente e necessitada daquilo, mesmo que fosse para me entregar a um maníaco louco. 

Estava prestes a cometer uma loucura. Mas, apenas uma vez na vida eu sairia dos eixos e faria algo impulsivo e sem pensar nas consequências que aquilo me traria daqui a algumas horas.  

— Eu vou ter o maior prazer de te foder até o amanhecer, rosada - rosnou, descendo as mãos para agarrar a barra da minha blusa do pijama e arrancá-la do meu corpo, deixando-me nua da cintura para cima.  

Suas ônix brilharam fitando meus bicos já rijos de excitação, ele logo apertou o direito com uma mão e tomou o outro com a boca, passando a língua na auréola e depois no bico, chupando-o rudemente e me fazendo tremer, ofegando alto. Era tão gostoso sentir sua boca me tocando ali, meu corpo estava em chamas e minha intimidade já pulsava de desejo.  

Observei-o descer pela minha barriga e apertar minha cintura com certa força, tomei coragem para perguntar pelo menos uma coisa antes que avançássemos mais.  

— Qual o seu nome? - eu precisava saber pelo menos como ele se chamava.  

Ele riu de canto, afastou-se apenas para tirar a jaqueta seguida da camisa que o deixava extremamente atraente e sexy. Os braços fortes e o tronco tatuado me chamaram atenção, deixando-me com água na boca.  

Ele era simplesmente gostoso demais.  

— Me chama de Sasuke - disse, percebendo como eu estava focada em tocá-lo.  

Minhas mãos subiram por seu abdômen sarado e trincado, tocando-o, sentindo a pele fria em contato com os meus dedos quentinhos, dedilho suas tatuagens até o peitoral, me colo mais nele, olhando-o nos olhos e percebendo que ele se divertia com aquilo, mas não falou nada, apenas me observava com seu sorriso sacana de canto, talvez esperando o meu próximo passo.  

Minhas mãos descem lentamente até chega no V do seu quadril, sem quebrar o contato visual com ele, toco a fivela do cinto e abro-a, a excitação tomava conta de mim, eu não entendia como conseguia desejar tanto um desconhecido, talvez os meses sem sexo é o que esteja me fazendo ficar mais desesperada que o normal, porém eu não ligava, só queria aproveitar tudo o que aquele homem pudesse me dar, mesmo que fosse me arrepender depois.  

Abro o botão e desço o zíper, abrindo finalmente a sua calça e desvio o olhar para sua boxer escura, o volume nela me fez pulsar de desejo, me ajoelho diante dele, dando-lhe uma última olhada antes de tocar seu pênis coberto, aproximando a ponta da minha língua e o tocando, eu o senti crescer mais em minha mão, então lentamente desci o pano e seu mastro pulou para fora, na glande e no falo já visível o pré-gozo, ele estava tão excitado quanto eu, porém menos desesperado.  

Estava estranhamente calmo, sem pressa, sua paciência era nítida e eu logo tratei de tocar sua glande, espalhando o pré-gozo em meus dedos e fazendo-o tremer com a carícia.  

Sorri, focando-me em suas ônix quando iniciei uma masturbação lenta e calma, descendo a boca para tocar seus testículos, chupando-os e vendo bem quando seus olhos escureceram, a mão dele foi para a minha cabeça e segurou firme meus fios, afastando-me de seus testículos e parando de masturbá-lo.  

— Abra a boca - rosnou, sua voz parecendo mais rouca e mais grave, e eu obedeci, sentindo-o tocar a glande na minha língua e esfregar, enfiando e tirando da minha boca lento, urrando de maneira selvagem. — Que boquinha gostosa, Sakura - ele sabia o meu nome sem eu ter lhe dito, entretanto era de se esperar se ele fosse realmente um stalker.  

Seu pau invade a minha boca, a fecho em torno dele, começando um vai e vem lento, mas logo suas mãos tomam o controle dos meus movimentos, fazendo-o entrar e sair mais fundo e rápido, os seus grunhidos invadindo os meus ouvidos, olhei para cima e o vi tombar a cabeça para trás, suas mãos apertando meus cabelos com certa força e firmeza, estava no ritmo que ele queria, eu o melava com minha saliva e tentava o engolir até o mais fundo que eu conseguia, porém não aguentava o seu tamanho e quase engasguei várias vezes com suas investidas, fecho os olhos o saboreei-o, o canto de meus lábios já doíam, mas eu não queria parar, era possível sentir suas veias pulsantes e ele crescer cada vez mais na minha boca.  

Não demora para eu sentir seu jato quente inundar minha boca, engulo o que consigo, aproveitando para passar a língua pelo seu pau enquanto ele grunhia, perdido no seu próprio êxtase, e eu o observava detalhadamente, suas ônix focaram-se em mim, Sasuke me levanta e passo a língua nos meus lábios, limpando-os para provocá-lo mais.  

Eu sempre fui muito tímida quando se tratava de sexo, mas ali, com ele, eu sentia que podia me soltar mais, me sentir à vontade para falar o que queria e fazer o que desejava. E eu o queria dentro de mim, me fodendo forte e intenso, queria me acabasse com o desejo ardente em minha intimidade encharcada e necessitada de atenção.  

Céus, nunca desejei me entregar a alguém como agora. Era incontrolável, nunca me sentira daquela forma antes.  

— Eu quero você - digo, ofegante, agarrando seu rosto e beijando-o, sendo retribuída de imediato.  

— E você terá - me olha, lascivo — Mas, antes eu vou chupar a sua bocetinha e te provar, estou louco para fazer isso desde a primeira vez que te vi.  

Me pegou no colo em um único movimento, eu o olho, concentrada em suas feições, mordo meu lábio inferior e sorriu quando minhas costas se encontram com o sofá fofinho, Sasuke rapidamente arranca meu short do pijama, começando a trilhar beijos molhados pela minha coxa, apertando a minha pele, com certeza teria marcas no dia seguinte, afinal ele não era nada delicado, mas eu gostava, principalmente quando seus dedos esfregaram minha vagina coberta pela calcinha, me fazendo arfar e arquear as costas.  

— Tão molhadinha pra mim - sua voz rouca me causa arrepios pelo corpo inteiro, sinto-o puxar o pano e rasgá-lo, deixando-me totalmente nua para fazer o que quisesse comigo.  

— Sasuke... - seu nome escapa de meus lábios, eu estou completamente sensível e tomada pelo desejo, seus dedos esfregam lentamente meu clitóris, descendo para a minha entrada e penetrando superficialmente, provocando-me. — Por favor... - implorei, movendo meu quadril para que tivesse mais contato com seus dedos.  

Recebo uma palmada na coxa, o olho surpresa e o vejo abaixar o rosto e sua língua toca meu clitóris inchado, chupando com certa brutalidade, o que me fez tremer e gritar agarrando seus fios e os puxando com força, minhas pernas quase se fecharam com toda a intensidade, porém ele impediu, as ônix se focaram em mim enquanto sua boca me devorava, sua língua afundava na minha cavidade junto com os dedos, fiz o possível para não gritar e acordar todos os vizinhos. Mas, quem disse que eu me importava agora? Estava tendo o melhor oral da minha vida e o que eu mais queria agora era gritar.  

— Sasuke... Espera... - tentei afastar seu rosto da minha intimidade, mas ele não permitiu, segurando meus pulsos e afundando ainda mais a língua dentro de mim, quase chorei de prazer, sua língua me enlouquecia completamente, estava quase gozando e ele sabia.  

Antes que eu pudesse abrir a boca novamente, o orgasmo veio forte, os meus lábios se entreabriram, mas nenhum som saiu, puxava os cabelos dele com força o suficiente para arrancá-los, meu corpo todo relaxou após segundos, entretanto Sasuke não parara de me chupar, sugando todo o meu líquido, e eu, completamente sensível pelo recente orgasmo, inclinei-me para frente e choraminguei, ofegante e com o corpo em chamas.  

— Preciso descansar - falo, o orgasmo tirara toda minha força, tanto que logo voltei a deitar a cabeça no sofá, ouvindo-o rir.  

— Você não vai descansar, rosada, pois só temos algumas horas para nos divertirmos, então eu vou te fazer gozar até que esteja completamente saciada e eu também. Vamos aproveitar cada segundo - sua boca se cola no meu seio direito, chupando-o, a mão já começara a me esfregar novamente, os dígitos se misturando com o meu líquido, logo se afundam na minha cavidade, me arrancando um suspiro alto, aperto seu braço e afundo minhas unhas na pele pálida, tirando um pouco de sangue, mas ele nem parece sentir.  

Seus dedos entravam rápidos e brutos, os meus olhos já se reviravam de prazer, meu ventre em chamas e seus lábios trabalhando nos meus seios só melhoravam tudo, logo sentia outro orgasmo se aproximando, os três dedos que usava para me foder iam tão fundo em mim, meu corpo inteiro formigava e tremia, e eu logo explodi forte em seus dedos, inclinando-me para frente e gritando alto, ouvindo-o dizer obscenidades no meu ouvido com seu timbre rouco.  

Sasuke retirou os dedos melados de mim e os levou até a boca, o observei, completamente destruída pelos dois orgasmos seguidos, entretanto ainda me sentia quente, eu ainda queria senti-lo em mim, foi impossível não olhar para o seu pau grosso e duro, e quando percebi que estava sendo analisada por ele, corei de vergonha por ter sido pega olhando-o tão descaradamente.  

— Mesmo estando esgotada, você ainda quer mais - um sorriso sarcástico nasce em seus lábios, logo toma a minha boca de maneira libidinosa, eu o seguro para que não se afaste, deixando escapar um gemido quando seus dentes prendem o meu lábio inferior e solta lentamente.  

Me ergui e agarrei-me a ele, me acomodo em seu colo, o beijo urgente e afoito me tirava o ar, entretanto eu já estava louca para ter mais dele, por tanto não demorei a rebolar em seu colo, nossos sexos se esfregando um no outro, Sasuke grunhio contra meus lábios, focou-se em me observar e mordeu o meu colo quando segurei seu pênis e o levei até a minha entrada encharcada, penetrando-o em mim lentamente.  

— Caralho, muito apertada - rosnou, chupando meu pescoço e apertando as minhas nádegas, afundando mais dentro de mim, quase me fazendo engasgar com um gemido quando estocou forte, saindo lentamente e voltando, iniciando uma tortura para nós dois.  

Rebolei sobre seu colo, ajudando os seus movimentos e logo estávamos num ritmo mais rápido e intenso, eu quicava nele completamente alucinada de prazer, meu corpo estava em êxtase total, Sasuke era grosso e grande, suas estocadas se tornavam fundas e violentas, o pau batendo num ponto dentro de mim o qual eu nem sabia que existia até agora, era impossível de segurar os gritos que escapavam de meus lábios. 

Eu queria mais, me mexia ora rápido, ora lento, ouvindo sua respiração descompassada batendo no meu rosto, suas mãos ajudando meus movimentos, logo estávamos nos beijando com luxúria e desejo, ele desceu os lábios para o meu queixo onde selou beijos, indo para meu ombro e mordendo, sua intenção era com certeza me marcar, porém não reclamei pois estava gostando demais, seus dedos afundavam na minha carne sem dó, sentia-me cada vez mais próxima do terceiro orgasmo. 

Nos olhamos fixamente, não quebramos o contato visual nem mesmo quando ele desferiu dois tapas fortes na minha bunda e, mesmo com a ardência, eu não parei nem um segundo de quicar nele, fazendo o moreno rosnar alto e agarrar meu rosto, aproximando do seu.  

— Isso, Sakura, rebola assim - selou nossos lábios mais uma vez, parecendo já fora de si, suas ônix brilhavam e seus olhos estavam nublados de prazer, luxúria e desejo — Que boceta gostosa, vou encher ela com a minha porra até amanhecer.  

Sasuke nos virou no sofá, ele ficou por cima e eu por baixo, suas estocadas curtas e fortes me faziam choramingar de prazer, eu fincava minhas unhas fundo nas suas costelas, seus quadris se mexiam contra mim sem parar, meus seios balançavam por conta de suas investidas violentas, e ele aproveitava para chupá-los sem delicadeza alguma, segurando na minha cintura e me mantendo no lugar, pois estava mais rápido que antes, eu não aguentaria mais, precisava gozar.  

— Isso, goza pra mim, Sakura - ele sorria, suas pupilas dilatadas, a boca entreaberta, estava me olhando, sabia que eu estava perto e seu pau grosso e latejante bombava cada vez mais rápido e bruto em mim, e eu abria mais minhas pernas, querendo cada vez mais senti-lo.  

— A-aah - gemi mais alto e, quando Sasuke investiu mais uma vez, o orgasmo me atingiu com tudo, fazendo-me tremer, meus olhos reviraram e eu amoleci no sofá com ele ainda me estocando.  

Mesmo quando o orgasmo me tomou, Sasuke estocava fundo, não demorou para sentir seus músculos tensos, ele afundou o rosto no meu pescoço e mordeu, soltando um grunhido alto e quase animalesco, despejando-se dentro de mim em jatos fortes, dando mais algumas estocadas até cair por cima de mim, quase me matando sufocada com o seu peso.  

Ficamos ali, deitados, tentando normalizar nossas respirações, ele permaneceu dentro de mim, meus olhos se fechavam pelo cansaço, estava mole e precisava pelo menos de um descanso antes de me aproveitar mais daquele homem.  

Sasuke ergueu o rosto, seus dedos acariciaram minha bochecha, eu fiz um pequeno esforço para sorrir, sentia-me completamente esgotada.  

— Eu vou te dar um descanso, rosada - disse, calmo e rouco, selando nossos lábios brevemente — Vou precisar de mais energia para te foder de novo, mas dessa vez na cozinha e de quatro - sorri, devasso.  

Meu rosto esquenta com suas palavras, eu fecho completamente meus olhos, aproveitando a carícia dele em meu rosto, não demora muito até que eu caia no sono sentindo-o se acomodar no sofá espaçoso e abraçar-me forte.


-❈-❈- 


Três Meses Depois 


— Você não está pensando em perdoar ele, né? - Ino me olha, ela me mataria se eu dissesse que sim, sua preocupação comigo era notável, sabia tudo o que Sasori e eu passamos, e agora, mesmo depois da traição e as humilhações que me fez passar, ele simplesmente veio até mim para pedir perdão e voltar.  

Suspiro, tomando mais um gole da minha bebida, dando de ombros e desviando o olhar para o lado, focando minha atenção em algumas pessoas que bebiam próximas a nós.  

Sinceramente, eu estava pensando em dizer não, porém quis falar um "irei pensar" para lhe dar falsas esperanças, queria ver qual era a dele e ter certeza se estava me testando ou se estava realmente arrependido. E isso já faziam dois dias, eu o via na faculdade, mas não chegávamos a nos falar muito, apenas cumprimentos e sorrisos.  

— Eu estou enrolando de propósito, Ino. Sasori já é página virada há muito tempo, eu não sinto mais nada por ele - e era uma verdade, meu coração não estava totalmente curado, mas já não doía como antes, eu estava bem e quando o via não sentia nada.  

Era como se o amor que um dia eu senti por ele tivesse desaparecido, como se nunca tivesse existido.  

— Ah, eu sei, principalmente depois que você encontrou aquele moreno misterioso e gostoso, hum? - ela sorriu maliciosa, e eu logo mordi meu lábio inferior ao lembrar de Sasuke.  

Depois da transa eu apaguei, mas acordei com seus beijos e suas mãos me acariciando, transamos na minha cozinha e no meu quarto, foram horas de puro prazer, eu ainda me lembrava de suas palavras obscenas enquanto me fodia com força, me fazendo gozar incontáveis vezes. Infelizmente, quando acordei já de manhã, ele simplesmente desaparecera, deixando apenas uma carta com uma mensagem:  

"Infelizmente não pude ficar para vê-la acordar, mas eu juro que essa não será a última vez que nos veremos, rosada. Eu ainda vou te comer muito, e isso é uma promessa. Espere por mim. Seu Sasuke".  

Lembro de esperar por ele nas madrugadas, talvez porque a vontade de vê-lo mais uma vez estava quase me enlouquecendo, eu esperei, esperei por várias noites, mas nada dele voltar. E isso fora há três meses, hoje eu ainda tenho a mania de acordar no meio da noite pensando ouvir sua voz e sentir seu toque na minha pele, mas nunca chego a vê-lo, então volto a dormir frustrada comigo mesma.  

— Olha essa carinha - Ino ri, e eu saio de meus devaneios, sorrindo vergonhosa. — É uma pena que ele não tenha deixado o número dele, talvez ele fosse casado e traía a mulher com outras sem ela saber - ela me fita, agora apavorada, sua mente bolando mais um escândalo amoroso — Aí, amiga, ele devia ser o chefe da Máfia, aqueles que se disfarçam, mas te encontrou e se sentiu atraído. Cuidado, Saky, você pode ser vítima de um sequestro porque se envolveu com um homem poderoso e perigoso.  

É claro que eu não cheguei a dizer a Ino que Sasuke na verdade era um demônio sexual, até porque já era meio óbvio que não acreditaria e acharia que eu enlouqueci de vez. Eu apenas inventei um pouco que nos conhecemos na rua e nos sentimos atraídos e acabei o levando para a minha casa.  

— É, faz sentido - sorri, concordando.  

— Ah, Karin acabou de chegar - nos viramos para ver nossa amiga se aproximando de nós, acompanhada por dois caras que eu não conhecia.  

Eu não conhecia um até que estivesse perto o suficiente para eu reconhecer. O cabelo negro e rebelde era inconfundível, os olhos escuros, a roupa estilosa e que o deixava extremamente gostoso, eu não consegui acreditar quando ele parou quase do meu lado, suas ônix demoraram para focarem-se em mim, e quando fizeram, nossos olhares se encontraram e eu corei, vendo-o abrir um pequeno sorriso de canto, analisando-me.  

Karin abraçou Ino e eu, sorrindo abertamente e apontando para os dois caras ao seu lado.  

— Meninas, esse é Suigetsu, o meu ficante - ela diz, dando um selinho no platinado e apontou para o moreno — E esse é aquele meu amigo, o que eu falei no telefone, Sasuke.  

— Que bom conhecer vocês - Ino os cumprimenta, eu apenas observo, sorrindo timidamente, desconcertada com os olhares que o moreno me lançava.  

Ino colou-se ao braço de Karin, começando a perguntar coisas sobre ela e Suigetsu, o cara com dentes afiados, mas que era bem bonito.  

Tomei toda a minha bebida de uma só vez, vi pelo canto do olho quando Sasuke se sentou onde antes Ino estava, ao meu lado, olhando para as mãos e depois me fitando, sorrindo fechado, e eu virei o rosto para ele, concentrada no seu sorriso e nas suas feições.  

Céus, ele estava ainda mais bonito e atraente do que três meses atrás. Bom, como eu via seu rosto todas as noites nos meus sonhos, ficava meio difícil não lembrar dele.  

— Você é a Sakura, né? - a voz rouca invade meus ouvidos, mordo meu lábio discretamente, disfarçando com um sorriso o arrepio que senti na nuca ao ouvi-lo pronunciar meu nome.  

— Sim.  

— Muito prazer, Sakura. Como já sabe, meu nome é Sasuke. Sasuke Uchiha - se inclina no balcão, fitando-me intensamente.  

— O prazer é todo meu, Sasuke - murmuro o seu nome de modo sensual, percebendo como surgiu efeito nele, o que me fez sorrir ainda mais, sem quebrar nosso contato visual.  

Talvez a noite ficasse mais divertida, principalmente se fosse para ficar na presença do moreno que me olhava de maneira sedutora e com um sorriso travesso nos lábios.


Notas Finais


Bom, por onde começar? O que aconteceu foi que eu tive aí nesses últimas dias enfrentado problemas familiares que me causaram muitas coisas, principalmente a volta da minha depressão ( algo que não acontecia há bastante tempo ).

Surtei, apaguei TODAS as minhas redes sociais, incluindo meu perfil aqui no spirit. Mas, como eu não sou louca de não guardar minhas coisas, a fic estava lá no seu cantinho.

Voltei ontem com o Whatsapp, e nisso eu recebi conselhos dos meus amigos virtuais mais maravilhosos ♡ e também das meninas do grupo no qual faço parte ( obrigada, anjas! ♡ sei que estão lendo essa one hahaha! Espero :3 )

Não voltei e nem pretendo voltar com Facebook e Instagram, para mim só o Whatsapp e o Spirit estão de bom tamanho, porque não quero ficar mais longe dos meus amigos e, claro, não queria deixar de aproveitar mais essa vida de autora de fanfics. Eu gosto muito de ler, sério mesmo. E, como a leitura inspira a escrita, eu sou dessas que tenta pelo menos escrever algumas coisitas básicas e clichês e gostaria muito de compartilhar com quem curte também.

Eu não ia voltar, mas, de repente, pensei: "Por que não? Eu gosto. Pode me fazer bem". E aqui estou.

"Autora, cê vai surtar de novo e apagar tudo outra vez, é?"

Vou não, amor. Prometo. Só saio daqui se algo de muito grave acontecer. Sério mesmo! :3 ♡

Quero agradecer as meninas do @animesdesign pelo banner e pela capa! ♡ O trabalho delas são incríveis, sim! ♡

Obrigada a quem leu e espero que tenham gostado.

Peço perdão aos leitores que antes favoritaram e leram a fic, ou os que não tiveram a oportunidade porque ela fora excluída antes que pudesse completar a leitura. A one não foi editada, okay? está do mesmo jeitinho, no máximo com menos erros, não se preocupem!
obrigada novamente e... beijos e tchau! ♡


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