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História Sexual (muito prazer, Sasuke Uchiha) - Capítulo 23


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Notas do Autor


Primeiramente, boa noite. Demorei pra postar porque minhas aulas voltaram, então todo tempinho que tenho eu escrevo uma parte do capítulo. Acredito que vou ter tempo pra postar mais aos finais de semana :( mas a fic não vai parar!
Obrigada por todos os comentários, sério, vocês são incríveis!

Capítulo 23 - Capítulo 23


EU ESTAVA SENDO LEVADA PRO PALCO!!!

O álcool respondeu mais rápido do que eu e quando vi já estava na frente daquele homem musculoso e sarado, com mais músculos que eu já vi nas aulas de anatomia. O homem pegou meu dedo e passeou perigosamente por todo o tanquinho musculoso dele, sentido todos os gominhos, concentrando o chocolate na ponta do meu dedo. Depois, pegou meu dedo e chupou, e quando me olhava profundamente.

Puta que pariu

Eu senti um arrepio da pontinha do pé até o fio do cabelo, juro

- Você permite, chérry? – perguntou no meu ouvido com um sotaque levemente francês e um sorriso galanteador. Eu não sabia o que responder por motivos de estar nervosa e sob efeito do álcool.

- Permito... – acho que consegui dizer. EU NEM SABIA O QUE ESTAVA PERMITINDO! Meu Deus, precisava urgentemente voltar a fazer o Proerd.

O homem pegou o óleo e jogou no meu pescoço, deixando escorrer até onde o vão do meu body permitia, que felizmente cobria meus seios na medida certa. Depois de escorrer e espalhar tudo, o homem começou a lamber o óleo, começando pelo meu pescoço e descendo até o início do vale dos seios.

Caralho, caralho, caralho.

A plateia gritava muito e eu não conseguia entender o que.

Segurei o cabelo do homem, mas eu não sabia se era pra impedir que ele continuasse, ou pra estimular que ele fosse mais.

De repente, eu não estava mais no palco, o homem não estava mais na minha frente e eu estava sendo carregada pra fora da boate. Pronto, ia ser estuprada. Meu cérebro raciocinava lentamente por conta da bebida, as luzes da boate pareciam intensificar o efeito do álcool e e não conseguia enxergar nada. E pra piorar, a posição não favoreceu muito meu estômago que reclamou demais por eu estar balançando de um lado pro outro

- O que você pensava que tava fazendo, Haruno? – Alguém muito bravo perguntou. Por mais porre que eu estivesse, eu conseguia saber que aquela pessoa estava muito puta. Mas eu conhecia aquele cheiro amadeirado misturado com menta que era capaz de fazer todos os meus pelos arrepiarem. Sim, era ele.

- O que? – perguntei confusa – me solta, caralho. Eu tô em uma despedida de solteiro com as minhas amigas!!

- Você – disse o Uchiha com uma cara contorcida de ódio, enquanto me colocava dentro do carro – passou de completamente todos os limites, Haruno.

E foi nesse momento que meu estômago resolveu pincelar a camisa do Sasuke com um belo vômito. Ouvi o Uchiha me xingar baixinho e sabia que estaria muito fodida no dia seguinte.

Senti a porta do carro batendo e logo depois alguém botando meu cinto. Não consegui me manter acordada por muito tempo, porque em outro segundo eu já estava apagada.

 

Por Sasuke

Eu estava completamente furioso.

Tentava me controlar no caminho pra casa, sem pensar na inconsequente que estava completamente apagada do meu lado. Pensava nos faróis, nas luzes dos sinais, em qualquer porra que chamasse minha atenção pra não cometer uma tragédia. Sakura tinha conseguido tirar qualquer resquício de sanidade da minha cabeça.

Estacionei o carro na garagem de qualquer jeito, bati a porta do motorista enfurecido pra caralho. Sentia meu sangue fervilhar por baixo da minha pele.

Peguei a Haruno no colo, me controlando pra não jogar a rosada na primeira lata de lixo que encontrasse e a levei direto pro banheiro. Ela cheirava muito forte a alcool e além de ter vomitado na minha camisa, também tinha vomitado no meu carro e no próprio cabelo.

Tirei minha camisa e joguei fora e se pudesse faria o mesmo com o meu carro. Deixei a Haruno embaixo no chuveiro e abri a água gelada, deixando cair com força em todo o corpo dela.

- CARALHO, SASUKE – gritou a Haruno – por que me trouxe pra uma cachoeira?? Eu quero dormirrr – falava arrastado.

- Só cala a boca, Haruno. Pelo menos uma vez na vida.

Pra completar, percebi que a situação ficaria ainda pior. Respirei fundo e comecei a fazer o trabalho pesado. Tirei aquela porra de body e saia, deixando a rosada de lingerie e meia. Ela me pagaria por me deixar completamente duro em uma situação tão fodida.

- Sasuke – sussurrou provocante. Ou tentando – hum... Tem um pouquinho de chocolate aqui – lambeu meu pescoço. Fechei meus olhos com força e tentei pensar até na minha avó pelada. Porra.

Depois de muitas tentativas da Haruno me seduzir, consegui colocar uma blusa minha nela. Precisava agora dar um jeito no meu pau duro ou acordaria com as bolas doendo. Suspirei. Porra, por que tinha que me dar tanto trabalho? Derrotado, fui pro banheiro terminar o trabalho que a Haruno começou. Ela ia me pagar.

 

Por Sakura

Acordei completamente tonta. O problema do porre é que ele nunca se lembra da ressaca, mas ela sempre chega destruindo. Minha cabeça latejava  e meus olhos ainda estavam pesados, meu cérebro parecia ter saído em algum momento da minha cabeça pra dar uma voltinha em um parque de diversões.

Uma sensação de pânico me atingiu quando percebi que não reconhecia aquele cômodo e ainda por cima usava uma blusa masculina que cobria minha roupa intimida... Aí caralho, será que eu tinha ido pra cama com o cara do chocolate??? Puta merda.

Só então meu cérebro processou a informação de ontem. Bebida. Vômito. Sasuke. PUTA QUE PARIU. Como eu ainda estava viva naquele momento? Nem eu sabia, mas se ainda não tinha morrido provavelmente ia morrer.

Fui até o banheiro fazer um xixi pós porre. Sim, muito importante manter a diurese depois de beber igual uma alcoólatra. Peguei uma escova de dentes em cima da bancada, eu já estava fudida mesmo, Sasuke não ia se importar com algo tão besta. Fiz minha higiene matinal dando tapinhas pra ver se meu corpo reagia.

Sai de fininho do quarto, querendo ir embora o mais rápido possível. Sasuke parecia não estar em casa, o que facilitaria meu trabalho. Eu deveria estar puta com ele por ter estragado minha diversão, quem ele achava que era? Porra! Ninguém manda em mim.

Peguei um copo de água na geladeira e um comprimido pra dor de cabeça. Não podia esperar menos de uma casa Uchiha, era tudo incrivelmente lindo. Ficava em um bairro nobre que eu não fazia a menor ideia de onde era. A casa não era tão grande quanto a do Naruto, mas era tão confortável quanto.

Minha mente me lembrou que Sasuke agora tinha uma companheira, o que me deixou muito curiosa. Tinha um conflito mental entre o diabinho mandando eu vasculhar a casa toda atrás do rabo de saia e o anjinho mandando eu vazar dali. Nem preciso dizer quem eu escutei. Abri todas as portas e encontrei e os cômodos estavam vazios, como se só o Uchiha morasse ali. Estava fazendo uma fotografia visual da casa e dos cômodos quando um pequeno vulto preto me assustou. Um vulto preto felpudo, devo dizer. A felina me olhava com os olhos avaliadores, como se não estivesse gostando nada de ter visitar.

Então quer dizer que essa era a colega de quarto do Sasuke? Puta que pariu, eu queria me jogar da janela.

A gatinha preta não quis conversa comigo e quando me aproximei pra fazer carinho, ela mordeu meu dedo e foi embora. Porra, não eram os cachorros que faziam isso?

- Tive que botar o carro pra lavar e isso não vai sair barato, Haruno – fui interrompida da minha socialização nada agradável. O Uchiha bateu a porta com força, me assustando. É, ele estava puto. – já conheceu a minha companheira? – perguntou irônico.

- Se tivesse me deixado em paz nada disso teria acontecido. E quem mandou você fazer aquela cena? – cruzei os braços e ignorei a ironia. Precisava mostrar que eu estava no comando, por mais errada que eu estivesse, porque as vezes mulher é assim mesmo.

- Cena? – riu ironicamente – Sakura, eu salvei sua reputação.

- E eu pedi por isso? Não pedi por isso! Que eu me lembre, estava tudo excelente até você chegar – eu estava puta pelo Uchiha ter razão e mais ainda por ele estar me dando uma bronca. Quem ele pensava que era?

- Quer saber, Sakura? Não tenho paciência pra isso agora – massageou as têmporas. Sasuke se afastou da cozinha indo em direção ao quarto – você deveria começar a se arrumar pro casamento.

- Ei, ei, ei. – corri atrás dele e puxei seu braço, fazendo-o olhar pra mim. Droga, por que ele tinha que ser tão lindo? – o que te faz pensar que pode mandar em mim? Eu estava me divertindo com as minhas amigas! Você não pode subir no palco e me tirar que nem um louco.

- Eu não ligo – falou me olhando profundamente. Os olhos dele transmitiam decepção e raiva, muita raiva. Minhas mãos imploravam pra tocar o corpo másculo na minha frente, eu só queria puxá-lo e fingir que não éramos dois imbecis, brigando por uma disputa de ego.  – faz o que quiser da sua vida.

Observei Sasuke entrar no quarto e se sentar na cama, apoiando os braços no joelho e olhando pra baixo.

- Sakura... não quero mais brigar – a mente dele parecia raciocinar demais, o que me deixava aflita

- Por que você me tirou de lá? Me diz! – eu implorava. Meu corpo implorava pra ele dizer que ele fez tudo isso porque eu era dele. Tudo o que ele precisava dizer eram essas palavras. Puxei o rosto dele, me fazendo olhar nos olhos.

- Queria poder dizer o que você quer que eu diga, mas eu não posso – afastou minhas mãos. Meus olhos se enchiam de lágrimas e a parte racional do meu cérebro mandava eu ir embora, não podia mostrar pra ele o quão frágil ele me deixava. – não posso dizer o que eu não sinto.

- Vai pro inferno –  Limpei minhas lágrimas e sai de lá o mais rápido possível. Meu coração estava em pedacinhos e meu peito doía, como se fosse uma dor física. Eu me sentia a pessoa mais insuficiente do mundo todo. Por que tinha quer ser tão complicado? Por que ele insistia em jogar comigo? Parecia que já tinha virado rotina pro Uchiha brincar com meu coração e eu não deixar ele quebrá-lo mais ainda.



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