História Sexx Dreams - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Yoonmin Smut
Visualizações 94
Palavras 3.692
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Lemon, LGBT, Sci-Fi, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


☀️. Apenas um monte de sexo em realidade aumentada.
Me desculpe qualquer erro, eles serão corrigidos o mais breve possível.

🌙. Todo o feedback, comentário, indicação, é importante. Responderei tudo com muito carinho, até os surtos.

Agora sem delongas, pq eu sei o motivo de estarem aqui, aproveitem.

☀️. Eles não usam camisinha por serem virtuais, mesmo não parecendo — mais doenças são bem reais então usem sempre.

🌙. Eles usam lubrificante pq são duas vadias imundas.

Bjs ❤️

Capítulo 1 - Play


— Está ciente que eu não vou parar até que você se sinta satisfeito não é, Jiminie..?
Por sob o negrume de uma venda que avassalava seus olhos em escuridão total, Park Jimin podia se sentir sorrir com todos os seus dentes, clamando que a promessa sedutora que escorria dos lábios que jamais viu, só sentira por todos os cantos mais inóspitos de seu corpo, fosse acatada com tanta convicção quanto se fazia ouvir. Porém, ele nunca decepcionava.
A voz tão profunda e rouca arranhava nos ouvidos atentos do garoto com as mãos presas em algemas de couro, a mercê dos caprichos de outrem, que por ventura eram os seus, ampliada e morna, queimando-o de dentro para fora e derramando-se por baixo de sua pele direto para seu pau duro e vazando, como mel aquecido, possivelmente manchando a superfície que ele estava pressionado, o atrito o fazendo delirar, febril.
O verdadeiro Jimin, deitado em sua confortável cadeira de couro reclinável, espalhado, suado, ansioso e necessitado, geme ao invés de falar, sabendo que era tudo o que ele queria ouvir, seus lábios grosseiros brilhantes de saliva tremendo de antecipação, sua mão encharcada de pré-gozo apenas provocando seus pontos mais sensíveis sem realmente tocar-se em questão, enquanto seu corpo trêmulo aderia ao couro confortavelmente pelas costas e coxas, o tecido encorpado e delicioso, e projetando a mesma sensação para o mundo palpável como igual sentia no virtual.
Na cena, Jimin, ou usuário Jiminie, estava inclinando de barriga por sob o encosto da mesma poltrona escura, a bunda macia e redonda se apresentando para o vento pesado de luxúria, ainda em uniformidade cor de  pêssego mais escorrendo numa sensação deliciosamente molhada de lubrificante, tal qual como o de verdade.  Ele podia sentir o sabor do cheiro abafado de suor e perversão que circulava no quarto digital projetado como o de um motel barato, tão real quando tudo, enquanto seu amante  rondava-lhe como um animal predador, os pés descalços farfalhando no carpete manchado, a respiração ofegante como se a visão de Jimin amarrado com as mãos para trás e entregue para saciar tudo, disposto a tudo, como sempre, o tivesse mordendo como um monstro, e ele gostava, e grunhia igualmente faminto em resposta. Era a oitava aventura que experimentou em duas semanas depois que ganhara de presente o console de Taehyung, seu melhor amigo, como uma piada ridícula sobre a sua solidão que não fazia muito jus a seu apetite de contato, o qual no início ele recusou-se a aceitar como um religioso atestava suas veementes crenças, mas que agora se entregava como o pecador sedento que era.
Sedento pelo outro; sedento com as suas vontades de se explorar; se permitir atuar as suas mais profundas e sujas vontades.
Jimin nunca se viu tão satisfeito com a coisa de verdade quanto se sentia todas as vezes que encorparava  diversas fantasias em pixels com Suga D, seu amante a todo tempo pronto para tomar sua vontades, e fode-lo tão bem que seu corpo de carne se sentia exausto por dias. Mas ele sempre voltava, querendo mais, e com aqueles olhos escuros queimando acima da máscara que escondia, Jimin se sentia arder também, tomado pelo sólido do ônix fundido.
Deus! Ele se sentia tão bem que beirava a insanidade, a algo doentio que não conseguia se ver livre, mas quando gozava majestosamente por sob os dedos, a boca, o rosto, a bunda ou com o pau de Suga D bem fincando em si, ele sabia que tinha que voltar ao conforto da sua casa e para frigidez da sua cama macia.
Com Suga tudo era sempre caloroso e apesar da aspereza de seus comandos, de suas mãos maravilhosas e do clamar da sua pele tão pálida quando pérola fosca, Jimin se sentia suave.
E depois mordaz.
Sempre insaciável quando se tratava da simulação, um lugar diferente que adentrava novamente e novamente com Suga D.
— É tudo o que eu mais quero... que você não pare...
Sua voz alquebrava de vunerabilidade, mais ainda era doce e bonita, sussurrada e segura, e ele não se sentia nem um pouco fraco por ansiar pelo homem que grunhia de novo de adoração e aprovação, sua audição aguçada pela privação de um dos sentidos captando os pés caminhando para se por de frente a seu rosto vendando com o algodão, tão próximo que o calor que emanava da pele leitosa, ondulava direto para rosto corado nas bochechas, os cabelos que ali eram vermelhos, colando-se na testa e nas têmporas, escorrendo suor pelo queixo e mandíbula, e entre os lábios repartidos. Jimin se provava com a língua curiosa e Suga D sabia o quão delicioso ele era, sua bela mão alva sendo atraída por conta própria para um dos ombros sinuosos e já marcados de magenta de trabalhos passados, a memória do dispositivo implacável, e escovando a garganta numa mistura sutil de afago e desejo, vendo o pomo se mexer quando o outro engoliu.
— Então abra a boca para mim.
As pontas de seus dígitos brincavam com o queixo arredondado, coçando fugaz aquela boca tão pecaminosa quanto o seu emissário e vendo a respiração quente acariciando-os. Jiminie o obdeceu ansiosamente, expandindo os lábios o máximo que pôde, o pedaço de carne molhado tremendo entre a dentição reluzente, esperando para que tudo fosse obstruído por algo grande e grosso o suficiente para fazer-lo engasgar. Suga D podia lhe oferecer o próprio pau latente e rijo como osso preso em suas calças de couro coladas em suas pernas delgadas, mas ele ainda não estava pronto para se enterrar em seu usuário até que o mesmo estivesse preparado para implorar por si, e Suga D o receberia, tão ávido para prova-lo quanto as repetidas vezes que fizeram isso.
Jiminie era seu favorito.
Tão quente, tão receptivo e tão belo quando chegava de várias formas, sorrindo satisfeito como se Suga D fosse o melhor de todo o mundo, alguém que o fazia feliz, sendo que era o jogador que se sentia satisfeito e pleno com os seus encontros.
Principalmente quando o homem mais novo usava da própria língua para revindicar seus dedos para si como se eles os pertencesse, atraindo-o, porém D não iria ceder a essa encanto libidinoso, pois seus dígitos não seriam o bastante para trazer Jiminie até onde ele queria, então se afastou, ouvindo o ruivo sibilar frustrado e lamber a própria boca, tentando sentir o gosto que tinha o fantasma de seu toque.
O loiro, ostentando uma máscara preta intimidadora e misteriosa que jamais tirava durante o jogo, voltou-se para cama, analisando com precisão os lençóis de cetim rubro que se enfeitavam com uma gama moderada de brinquedos sexuais, os preteridos de Jiminie. Eles tinham inúmeras espessuras, comprimentos e larguras, as texturas se misturando entre couro cru, vidro liso e silicone colorido, e alguns até mesmo de metal prateado, pesados e que proporcionavam prazer constante, cujo a pele dourada do ruivo resplandecia lindamente quando eles entravam e saiam de si, nunca ultrapassando seus limites e sempre extraindo os últimos resquícios de prazer de forma sublime.
Ele estudou tudo por uns instantes, a respirando rarefeita e os sons molhados, ásperos de seu usuário se esfregando, tentando buscar a fricção necessária na posição inclinada, os pulsos apertados nas algemas fazendo música de fundo enquanto Suga D envolvia uma das palmas na mordaça com ligas duplas de cada lado, e em um pênis de um silicone mais robusto, cor de sangue vibrante e que caberia como se feito para a boca de Jiminie. Suga D também alçou com outra mão um belo plug gordo e pequeno de vidro transparente, com uma jóia rubi na ponta, texturizado com pequenas ondulações que o deixaria tão esticado e que estimularia tanto suas paredes anais que seu usuário choramingaria sufocado, como gostava, e voltou para Jiminie.
O ruivo ainda o aguardava com a boca escancarada, a língua pendendo para fora e fazendo uma sujeira de saliva que escorria por todos os lugares, esperando, querendo tanto.
— Oh, uma boca tão bonita... tão bem aberta assim, pedindo para engasgar, como eu faço quando coloco o meu pau aqui... — ele arrulhava baixo, naquela mistura peculiar de ternura e lascívia, afastando um pouco a franja para ver o espetáculo que fez seus olhos e pau tremerem em conjunto, e Jiminie estremeceu ao toque insuficiente, se esfregando mais necessitado na poltrona, entregue a aquele carinho perverso.
Suga D ergueu a mordaça e sem cerimônia nenhuma a deslizou lenta mais firmemente pela boca de Jiminie, que a recebeu com gemidos longos e abafados, seus dentes raspando na superfície e sua língua acariciando o silicone, sentindo o gosto do material artificial e se deliciando quando o objeto transpassou até bater no início de sua garganta. Quando o objeto pareceu roubar seu fôlego e fez mais saliva escorrer por tudo, Suga D quis parar, mas Jimin se contorceu em desgosto e franziu seu cenho, mimado, e o homem loiro tentou ser o mais delicado quanto pôde ao prender as ligas de couro atrás da cabeça do outro enquanto o assistia se contorcer com a nova sensação. O Park real podia sentir o couro rígido roçando em suas orelhas, amassando seus cabelos escuros suados de maneira agradável, e os lábios se comprimiram, tremendo e sugando o que não podia.
Os cílios batiam no vidro de óculos de grau e o gesto se repetiu em sua projeção, fazendo a venda se agitar, o loiro imaginando que os oblíquos olhos castanhos estavam se revirando.
O Jimin de verdade estava tão entorpecido, levando quatro dos próprios dedos até o fundo de sua garganta, e os mantendo ali, enquanto evitava apertar um dos mamilos enrijecidos ou se esfregar, recusando-se a tocar no próprio corpo mesmo que Suga D não o pudesse impedir. Ele suave por toda a sua poltrona, somente sentindo já que assim como seu eu digital, não era capaz de ver, seus olhos tapados pelos óculos de projeção como estavam, mas todos os barulhos e toques vibrando por seu corpo como ondas sólidas quebrando as barreiras invisíveis do som.
— Encaixou tão bem. Tão profundo, perfeito... — sussurrou Suga D, se afastando e admirando completativo o trabalho bem feito, e Jiminie choramingou, o fazendo sorrir e latejar.
— No entanto, você precisa está cheio em todos os seus buracos, não é, Jiminie...? — o homem brincou um pouco com o aço inox em sua mãos, balanceando o peso e o mergulhou sem pensar duas vezes no pote meio cheio de lubrificante já aberto, apoiado numa mesa alta ao lado da poltrona, e o tornando imundo, apesar de Suga D já ter pedido para que o próprio Jiminie se preparasse enquanto provava seu pau antes de o constringir.
Ele caminhou para as costas de Jiminie, admirando as omoplatas torcidas pela força de seus braços puxados para trás, a curva perigosa de sua cintura, as ancas fartas de sua bunda bem feita e as coxas torneadas, onde Suga D podia ver as marcas dos próprios dedos e de seus dentes em diferentes nuances de mais carmim. O amante gemeu do fundo da garganta e levou a palma para afastar uma das bandas, um pouco ansioso demais, e presenciando como o pescoço de Jiminie se levantou e as costas arquearem com o contato inesperado, não dando tempo nenhum ao usuário para indagar sobre o próximo passo quando ele sentiu a gelidez do aço molhado se esfregando em contato com o seu buraco, que contraiu e relaxou, tentando capturar o que Suga D o oferecia.
Mas ele só provocava enquanto Jiminie se agitava, se remexendo para obter mais da sensação, que lhe dava tudo mais não lhe dava nada, e acabou por receber dedos mais incisivos arranhando e apertando sua carne macia, a abrindo ainda mais, provocante e enlouquecedor. Quando o amante ruivo reclamou abafado pela mordaça, a garganta se contraindo e a saliva escorrendo, Suga D pressionou o plug anal por sua abertura lambuzada e não parou mesmo sobre a agitação de Jimin; não parou até que todo o metal estivesse o esticando, ardoroso, cheio e delicioso até o seu final, roçando levemente em seu nó de nervos ao mexer de suas pernas e quadris.
Era inacreditavelmente rígido e inflexível, e Jiminie sentia tudo.
Suas paredes tentando se fechar e o fazendo produzir barulhos do fundo do estômago quando não conseguia que nada cedesse nem um pouco ao seu redor. A frigidez em nada apagava a quentura de seu corpo, que culminava em seu baixo ventre e fazia seu pau chorar por sob o couro.
Ele podia sentir seu cuspi grosso escorrendo pela jugular e a sensação rastejante o fazia gemer e se abalar ainda mais, a jóia avermelhada resplandecendo sob o dourado da luz de um único abajur, o quarto encoberto de pecado e chiaroscuro.
Jiminie estava tão bonito, preenchido em todas as partes mais saborosas de seu corpo, mas faltava ainda mais estimulação, como requerido na programação de hoje assim como as constrições, e Suga D estava sempre disposto a levar o seu melhor cliente a experimentar tudo o que ele mais desejava, e até determinadas coisas que fugiam ligeiramente do protocolo do jogo, um segredo particular que ele guardava a sete chaves da empresa responsável pelos "sonhos".
De volta a cama e os acessórios, Suga D buscara o grande e intimidador massageador vibratório, ligando-o na tomada e ajustando-o numa frequência intermediária, e a medida que seu calor voltava para a parte traseira do ruivo, o jogador se admirou ao ver os minúsculos pêlos de Jiminie se arrepiaram em meio a sua pele brilhosa de suor, o barulho constante muito mais altivo em sua cabeça tonta que sua carne pulsante se contraiu de maneira tal, envolta no plug, que seus dedos dos pés encurvaram. Foi pior e melhor quando o homem loiro encostou a frequência da vibração em seus testículos tensos e Jiminie guinchou o máximo que a mordaça permitia, convulsionado com todos os estímulos que recebia de uma vez, e todas as texturas variadas que adorava se expôr.
Ele respirava o quanto podia com o nariz, seus pulmões reais queimando enquanto uma poça muito verdadeira de pré-gozo se formava em seu umbigo, os dedos enterrados no fundo de sua garganta, e seu pau digital roçava com volúpia no couro, diferente do sólido, que se fazia dolorido em seu estômago.
Seu buraco se apertava no aço, e isso se refletia no de verdade, esse mais livre, e seus dentes fechando-se no silicone, a baba quente caindo agora por seu peito e fazendo um caos tão lindo. Suas pernas tremiam cedo demais vibrando junto ao massageador. Os músculos das suas coxas e barriga se contrairam, tencionados até o limite.
Ele estava encoberto de seus fluídos por todos os lados e o calor do orgasmo crescia vertiginosamente para devorar seu interior de forma infernal, o quarto e a escuridão cumprimidos, e Jiminie, tanto o de carne quanto o digital, não aguentava mais, gemendo com tudo que podia, tentando engolir, se foder e se roçar no que alcançava, quando toda a pressão crescia e crescia, e dobrou ainda mais quando sentiu os quadris de Suga D se aproximarem justo no ponto onde a jóia pendia.
O homem loiro simulou uma estocada, forçando o objeto prateado com sua dureza demarcada sôfrega em sua calça, e pressionou a próstata de seu usuário, usando da rouquidão de sua voz poderosa, um dos  fetiches de Jimin, como o último recurso para quebra-lo de uma vez por todas.
— Goza para mim...
A mente de Jimin super excitado através dos elétrodos conectados por onda eletro estimulantes e químicas rompeu-se num frenesi, descarregando uma quantidade imensa de endofirna ao absorver o quase comando final de Suga D, destravando todas as defesas de Jiminie, tanto as artificiais quanto as reais, e o fazendo tremer compulsoriamente, gozando em jatos quentes por sua barriga e pela poltrona ao mesmo momento que o de verdade vinha, intocado, sujando tanto seu peito quanto seu abdômen.  Ele sentir-se escorrendo por sua virilha abundante, imundo e super sensível, seu corpo ficando mole e dessossado e sem nenhuma gota de ar, mas logo se enrijecer novamente, seu orgasmo sendo prolongado com a sensação de Suga D puxando sem cerimônias o plug de si, arrancando-lhe junto um gemido.  Jiminie só pôde registrar em meio a seu torpor branco, sua carne cantando em formigamento como se fosse uma entidade viva e através dos pontos em sua mente, que Suga D estava se despindo, o couro se desprendendo de sua pele quente e suas coxas batendo da parte de trás nas pernas de Jimin, meio o sustentando, meio continuando com as suas investidas, agora sem tecido.
O Park real não pôde deixar de gritar quando ele teve a sensação verídica de ser adentrado outra vez, cru e nu e estigado ao extremo, e Suga D começou a investir em si com grunhidos estalando-se altos pelo quarto, os pés da poltrona arranhando no assoalho e as mãos finas, de dedos ossudos bonitos, cheios de anéis, escorregando por suas costas até acariciar seus ombros e se envolverem-se em sua garganta.
Os pulsos de Jiminie queimaram no couro e seus ossos mesmo sendo flexíveis, arderam quando suas costas se arqueadam naquele ângulo contrário, fazendo sua espinha real dobrar-se na poltrona reclinável em um quarto banhando em luz carmim. A virilha de Suga D forminagava em igual fogo em sua bunda, seu pau deslizando inconstante no delírio molhado e pulsante que era o outro e todos os sons se prendiam nas conexões mais profundas do cérebro de Jimin a cada batida mais forte, voraz em sua próstata, seu dolorido do intensivo orgasmo anterior nã amolecido, e a glande hipersensibilizava era tão bom, tão gostoso.
Jimin se deixou contrair novamente, fazendo seu ar faltar deliciosamente quando Suga D sentiu toda a sua pressão, e sem dizer nenhuma palavra, ele acelerou, e arrancou dele um contorcionismo mais rígido de seus pés quando mais um orgasmo veio menos intensificado do que o último, mais ainda magnífico, ainda mais quando Suga D parou, travando seu próprio corpo e se despejou contorcendo-se dentro de Jiminie.
Ambos, o eu de digital e o eu real de Park Jimin se deixaram ser amaciados pelo couro, cada qual em posições ao contrário, os peitos subindo e descendo em sincronismo, e as bocas abertas por motivos variados.
Suga D voltara ao silêncio, aproveitando para deslizar-se ameno, o pau irritado e ainda meio duro para fora de seu usuário favorito e puxou as calças só um pouco, a deixando repousar em seus quadris. Ele afastou os cabelos loiros úmidos do rosto, os jogando para trás e pacientemente usou dos dedos trêmulos para abrir as ligas de couro ao redor de Jiminie, puxando o silicone escorregadio e encontrando aqueles lábios cheios tremendo pelo esforço, clamando por um beijo de tão avermelhados, então ajeitou a máscara escura em seus próprios lábios, se certificando que os expusse.
O jogador loiro aproveitou-se da privacidade da venda do ruivo apenas para se pôr a frente do outro e colar suas bocas ainda clementes, as línguas meio ressequidos, mais não menos apaixonadas quando se encontraram, explorando com calma e porquê não, carinho, reconhecimento e naturalidade as cavidades mornadas e aveludadas, contradizendo toda a sujeira que  haviam feito a alguns poucos minutos atrás.
Só quando deixara um cansado Jiminie ansioso e arfando apaixonadamente, foi que Suga D se afastou, reposicionando a privacidade em forma de tecido que exigia seu trabalho, e se repreendendo pois sabia que se tudo não fosse assim, ele poderia ser incapaz de entrar em contato com o usuário Park Jimin outra vez, algo que nem saberia lidar caso acontecesse por causa de algum deslize estúpido feito esse.
Cuidadoso e amável, D livrou os cabelos de Jimin do rosto e desatou o nó nem de longe apertado, encontrando aqueles olhos oblíquos piscando para a luz e se ajustando até o encontrarem e recebendo o típico sorriso que os perdia, seu próprio olhar de ônix se estreitando quando ele continuou a desatar Jiminie, agora livre das algemas de couro, e se acomodando como uma criança em seus braços enquanto Suga D suavemente o levava até a cama, onde os brinquedos sexuais haviam contado ao seu arquivo agora que não eram mais solicitados. Afagos posteriores as cenas só eram perdidos se o usuário pagasse uma pequena taxa extra, mas Jiminie não tinha como saber disso, já que Suga D escondera aquela cláusula de seu contrato alguns dias depois que percebera que seu contratante não a tinha lido, e agora ambos estavam entrelaçadas por sob os lençóis baratos, suados, sujos e satisfeitos enquanto Suga D afaga a vermelhidão que eram as madeixas de Jiminie e o ouvia suspirar, lindo...
Mas nem todas as regras ele podia quebrar, então com a voz arranhando, Suga D murmurou ao pé do ouvido, tentando usar do tom que se mesclava sempre entre o sombrio e o cômico, para provocar Jiminie a encerrar a sessão.
— Você está satisfeito, Jiminie...?
Suspirando, e involuntariamente se lamentando por um corpo artificial ser tão quente e ao mesmo tempo não ser, Jimin balançou a cabeça mais depois se deixou dizer:
— Sim... — e fechou os olhos, sentindo pouco a pouco o calor artificial desaparecer e restar apenas o seu, e depois disso, só sobrara o vazio, a escuridão, as letras para a programação de outra sessão para o próximo dia, ou quando Jimin quisesse subindo.

Desejar continuar com o programa ou encerrar a sua transmissão?

( ) Continuar ou ( ) Encerrar

Jimin piscou, aturdido, e retirou os óculos de realidade aumentada vagarosamente assim como os eletrodos em suas têmporas e testa, seus músculos amolecidos pelo nível de relaxamento mais seu coração tão real quanto aquela solidão gritando num aperto impossível. Ele ficou por minutos observando a luz rubra de seu quarto até que todos os seus fluídos secassem e só se erguera de rompante, quando uma ideia louca lhe surgiu.
Bastava saber o RM, ou Kim Namjoon, o hacker mais inteligente de sua faculdade, e que já conseguira invadir o sistema de exportação web internacional iria cobrar para caçar a identidade de um simples jogador do simulador de realidade aumentada para adultos, o famoso: Sexx Dreams. 


Notas Finais


Eu acredito piamente que o final é esse mesmo, porém posso mudar de ideia. Por via das dúvidas, vou deixar em aberto.


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