História Sexy Dirty Love - Nemi - Capítulo 48


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Categorias Demi Lovato, Nick Jonas
Personagens Personagens Originais
Tags Demi Lovato, Nemi, Nick Jonas
Visualizações 77
Palavras 1.311
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 48 - Confusão


Fui até a sala encarando Demi esperando que falasse o porque de ter me chamado.

— Nós vamos almoçar, tipo um encontro de casais, oque acha?

Olhei pra Henry, Marissa e volto a olhar minha namorada sem acreditar no que estava ouvindo.

— Você não está falando sério né?

— Qual o problema?

— O problema? Problema nenhum.

— Então vamos, eeeh.

Reviro os olhos com a animação delas e cruzo os braços pra deixar bem claro que eu não gosto nem um pouco dessa idéia.

— Eu preciso fazer algo antes.

— Oque?

— Trabalho.

— Mas...

— É só me mandar o endereço que eu apareço.

Me aproximo beijando rapidamente a bochecha de Demetria e saio da cozinha indo diretamente para a porta, abri a mesma e estava quase saindo quando ouço Henry me chamar.

Ele faz sinal pra que eu saia e fecha a porta atrás de nós.

— Oque você quer?

— Você vai se encontrar com alguém?

— Hein?

— Pensa que me engana? Você recebe uma ligação e logo depois vem com a desculpa que precisa resolver algo do trabalho, tem uma mulher nessa história, certeza — ele cruza os braços.

— Acha que eu faço as mesmas merdas que você?

— Eu não faço isso, pelo menos, não mais.

— Eu não vou me encontrar com mulher nenhuma, ver se acorda, nem todo mundo é um babaca feito você.

Dou alguns tapinhas em seu ombro e ando até o elevador, ouço o barulho da porta sendo fechada e reviro os olhos me perguntando oque Marissa viu em um homem tão insuportável.

*****


Foram mais ou menos dez minutos rodando com o carro pelo local até encontrar Patrick sentado em um banco com um cachorro ao seu lado, bastante rabugento na verdade.


Estacionei o carro e fui até o mesmo, coloquei as mãos no bolso e parei alguns passos ao seu lado.


— Boa tarde, Patrick.


— Aí está você, Jonas! — ele levanta e animado — Pensei que não fosse aparecer.


— Bem...Eu estou aqui — dou de ombros.


— Senta um pouco, tenho algo pra te contar.


Sentei ao lado esquerdo do banco, Patrick sentou novamente ao lado do cachorro fazendo um carinho no animal antes de virar pra mim com uma feição um pouco séria demais.


— Oh...Oque aconteceu? — perguntei curioso.


— Uma coisa que eu aprendi em todos esses anos preso foi saber analisar com atenção cada coisa que acontece ao meu redor — o olhei confuso — E antes que eu me esqueça, não quero mais que cuide do meu caso.


O olhei com a mesma expressão confusa, não sei onde essa conversar vai chegar mas não vai dar em algo bom.


— Certo...


— Certo? Certo.


Ele está debochando?


— Patrick, eu não tenho tempo pra besteira, não trabalho mais pra você então se não se incomoda eu tenho coisa melhor pra fazer.


— Tipo...Se encontrar com a Demi? — fiquei sem reação de imediato — Que coincidência, a sua namorada, minha filha.


— Você está ficando maluco — levanto — Faz anos que você não ver a sua filha, então encontra uma garota qualquer por aí e...


— Não te culpo por tentar proteger ela, te entendo, não te culpo — ele tenta tocar em meu ombro mas eu dou um passo pra trás.

— A nossa conversa já acabou.

Dei as costas e comecei a andar na direção que estava o meu carro, não adiantou de muita coisa já que Patrick me seguia. Parei e me virei bufando de raiva por sua insistência

— Qual o problema?

— A nossa conversa não acabou.

— Sim, acabou.

— Ela só acaba quando ouvir tudo que eu tenho pra dizer.

— Então me faça o favor de falar tudo que você tem pra dizer.

— Eu não quero ir atrás dela e infernizar a coitada pelo resto da vida, te falei a verdade quando disse que não me importa nada sobre essa meni...mulher, mas ela ainda é minha filha... — ele parou esperando que eu falasse alguma coisa mas como continuei calado ele apenas prosseguiu — Vou falar com a Demi.

— Você vai oque?

— Eu estou tentando mudar de vida, Caramba!! Mas fiz uma burrada a alguns anos e preciso concertar.

—Tem muita coisa que você fez, Patrick! Muita coisa! E você só vai chegar perto da Demi quando passar por mim e sabe quando isso vai acontecer? Nunca.

— Calma, acho que não te expliquei direito, eu não estou perguntando se posso falar com a minha filha ou se você deixa. Estou apenas avisando.

— Não vai rolar.

— Eu nã...

— Não vai rolar, porra! Não me ouviu? Eu posso acabar com esse teu sonho de vida livre em questão de horas se eu quiser, posso arrumar qualquer coisa contra você e te fazer passar mais alguns anos na cadeia então eu acho melhor você não continuar com essa idéia estúpida de falar com a Demi!

Eu realmente estava puto com toda essa situação, e nervoso obviamente. Sentia meu sangue ferver e eu estava prestes a bater naquele homem até matá-lo, mas fiz a melhor opção que era continuar andando até o meu carro, imagina a desgraça que seria eu batendo em um velho no meio da rua, adeus vida, carreira, e tudo que me resta.

Entrei no carro e sai dali o mais rápido possivél ao olhar pelo retrovisor percebo que Patrick já não estava ali oque me deixou um pouco intrigado. Marissa tinha me mandando uma mensagem com o endereço do restaurante, não era muito distante dali, tentei relaxar durante o pequeno percursso, mas era impossivel.

Ao finalmente chegar no restaurante olhei ao redor encontrando Henry, Marissa e Demi conversando em uma mesa.

Sentei na mesa ao lado de Demi e resmunguei um "Oi" para todos antes de beijá-la.

— Wow! Estamos em um restaurante, se querem transar existe motel pra isso.

Finalizei o beijo com alguns selinhos, Demi me olha confusa mas logo abre um enorme sorriso.

— Pensei que fosse demorar mais.

— Foi rápido, amor.

— Rápido até demais — Henry resmunga me fazendo revirar os olhos.

— Já fizeram o pedido?

— Estávamos esperando você, Sr. Ocupado — Marissa fala rindo.

Dou de ombros e olho o cardápio junto com Demi que repetia coisas como "isso não é bom" ou "eca" ou "Já comeu isso?".

Eu gargalhava cada vez mais, Demetria parecia odiar tudo que o restaurante oferecia. A deixei ver tudo novamente sozinha e olhei ao redor distraído até meu olhar cair em um certo homem entrando no restaurante.

Ok, eu fui seguido ou tô ficando louco?

Patrick não nos viu e foi direto até o balcão, perguntar alguma coisa.

— Não gostei daqui vamos comer em outro lugar — levantei rapidamente e puxei Demi pela mão pra que fizesse o mesmo.

— Amor, ai! Calma.

— Mas...Já estamos aqui — Marissa reclama.

— Verdade, na próxima vez a ge...

— Nós vamos embora, agora.

Olhei para Henry praticamente dizendo que tinha uma coisa errada acontecendo, ele percebeu mas não perguntou, faria isso mais tarde, certeza.

Ele falou algo no ouvido da Marissa e eu olhei de relance para Patrick que falava com uma garçonete descrevendo alguém.

Não esperei Henry convencer a namorada, puxei Demi mesmo com suas reclamações e a arrastei para fora do restaurante. Assim que entrei no carro vi Henry fazer o mesmo com Marissa que parecia brava com alguma coisa, liguei o carro e sai dali.

— Nicholas, oque está acontecendo?

— Nada, porque estaria acontecendo alguma coisa?

— Você quase arranca meu braço e sem falar que deu um surto no restaurante, ah, nada, não deve tá acontecendo nada.

Dei de ombros. O celular de Demetria começa a tocar e logo me vem a cabeça de que poderia ser Patrick.

— Quem é?

— Marissa.

— Tem certeza?

— Porra, tem o nome dela na merda do celular — ela atende.

Alguns segundos depois Demetria encerra a chamada e me olha confusa.

— Oque? — pergunto.

— Ela disse que você tem que me levar de volta ao apartamento e que não entrasse ou ela te mataria.

— Ah.

— Nick?

— Oi...

— Oque foi que você fez?

— Trouxe seu pai até você.



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