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História Sexy Game - Tom Riddle - Capítulo 6


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Capítulo 6 - No mínimo


Fanfic / Fanfiction Sexy Game - Tom Riddle - Capítulo 6 - No mínimo

Point Of View Arya Mary Malfoy  








Havia se passado um mês, poucas coisas haviam mudado, Pansy e Blaise estão namorando — Sempre soube que ia dá namoro — Draco está ficando ou namorando com uma aluna nova, Astória Greengrass, muito simpática até, mas, ela não agradou a meu padrinho não, apesar da garota ser puro-sangue, porém, Draco estava feliz com ela, então eu estou feliz, ver aquele loiro rabugento feliz é tudo que mais me importar. E sobre Riddle. Bom, se tornou mais que normal minhas saídas de madrugadas, e Sirius, eu sei que ele está vivo, e inocentado, é isso que importa não?





Olho para o espelho, e pego o creme que minha mãe tinha me dado para passar no rosto. Meu pai tinha dado a sala dele para mim, eu o convenci na verdade, falei que dava para dormir com os gemidos de Pansy e Blaise. E ele disse que eu podia dormir aqui, na sala onde eu fiz o Elixir para Riddle. Draco e eu, iríamos receber a marca negra em semanas, tinham adiantado, o por quê, nos não sabíamos. Eu só sei que estou cansada, o tombo enorme que eu levei hoje jogando Quadribol, quase fiquei sem costelas por causa do Oliver, quando eu vi, eu já estava sendo arremessada para longe, bati as costelas no banco, e por um momento eu vi Pansy quase voar no pescoço de Oliver, aí eu comecei a rir desesperadamente, uma dor miserável.





Eu estava concentrada em terminar de passar a pomada nas minhas costelas para ir dormir, deitar naquela cama, macia, com aqueles lençóis cheirosos, o creme ardia um pouco quando tinha contato com a minha pele, mas, logo passava, quase derrubei o vidro da minha mão, quando sentir as mãos de Tom rodearem a minha cintura. Olho para o espelho e do para me certicar que realmente é ele.





— Hoje não, Riddle, estou cansada. — Digo enquanto ele beija meu pescoço, e ele rir.



— Posso te ajudar a relaxar, baby. — Ele diz com a voz rouca.




Tom. — Digo e ele me pegar no colo com força desnecessária, me colocando em cima da pia do banheiro, e espelhando beijos por meu pescoço, eu estava realmente cansada, meu corpo obedecia as ordens que meu cérebro mandava, lentamente.





Ele tira meu sutiã, delicadamente, o quê sinceramente é uma surpresa, Tom sendo delicado? É novidade. Suas mãos apertam minhas coxas, e eu suspiro, quando ele massageia meu clitóris por cima da lingerie, mas, logo ele joga a minha lingerie para um lado qualquer do banheiro, e se abaixar, deixo um gemido escapar da minha boca, os lábios de Tom estavam gelados, um gemido alto saí da minha boca, e quando eu estava quase no meu ápice, Tom levantou, fazendo com que eu resmungasse.





— Se acalme, Arya, você irá gozar. — Ele chega perto do meu rosto roçando o nariz no meu, e encosta no meu ouvido sussurrando — Mas, comigo dentro de você.





Ele da breves pinceladas no meu clitóris, antes de entrar com força, eu arranhava as costas dele, e parecia ser incentivo para ele ir mais rápido e mais forte, Tom não escondia os gemidos roucos, e ele gostava de manter o contato visual, sinto minhas pernas tremerem, meu corpo se retrair em esparmos, eu havia chegado ao meu ápice, logo depois Tom também chegou no dele, fazendo com que eu sentisse o líquido quente me preenchesse, todas as vezes que ele chegava ao seu ápice, ele tinha mania de jogar a cabeça para atrás, que de fato, era uma bela visão, Riddle suado, com o cabelo bagunçado e uns fios grudados na testa — Que visão meus amigos, que visão — sinto todos os meus músculos relaxarem, meu corpo ficou mole.






— Quer tomar banho? — Ele pergunta e eu apenas faço um sim com a cabeça, e ele me coloca no chão, me levando para debaixo do chuveiro, e tomamos banho juntos.





E hoje por algum motivo, ele não quis segundo round, ele apenas se deitou ao meu lado na cama, e adormeceu agarrado a minha cintura.




No outro dia 





Acordo ainda colorida, sinto um peso sobre minha cintura, e tiro os braços de Riddle da minha cintura, e me levando para me arrumar para ir para as aulas. Tomo banho e visto uma saía verde clara, com uma blusa de frio verde escura colada por dentro, solto o cabelo. Vejo Tom sentando na cama resmungando algo, me seguro para não rir.





— Bom dia. — Digo e ele me encara, e levanta para procurar a sua camisa.




— Bom dia. — Ele diz, ainda em direção a poltrona, aonde estava a blusa dele, e eu arrumo a cama com o feitiço — Que horas são? — Ele pergunta e eu olha em direção ao relógio.




— Seis e quarenta e três. — Respondo procurando os meus livros, sinto as mãos de Tom rodearem a minha cintura, novamente, sorrio, tirando as mãos dele da minha cintura e me viro para ele — Pode ir parando, eu não posso me atrasar para o café.






— Ainda temos quase três horas até que suas aulas comecem. — Ele argumenta e eu concordo.




— De fato, mas, eu preciso fazer algumas coisas antes das aulas começaram. — Digo e ele resmunga novamente, apertando minha bunda, e me puxando para si, e iniciando um beijo.





— Tem certeza? — Dou risada da sua insistência e saío do seu abraço.





— Tenho sim, tenha um bom dia, Riddle. — Digo me virando para pegar meus livros porém ele me puxa para atrás, roçando seu membro na minha bunda.





— A noite eu volto. — Ele diz e eu olho cínica para ele, que mantinha seu sorriso sacana no rosto, balanço a cabeça em discordância, e saío dali.





No salão principal 




Eu estava sentada ao lado de Pansy, Blaise, Draco e Astória, na mesa da Sonserina, equanro nos riamos por quê Pansy reclama que ela não aguentava mais comer torrada. Vejo minha amiga ficar um pouco tensa e dou um sorrisinho de lado, e um beliscão em Blaise que me encarou confuso.




— Sete e meia da manhã, Blaise, pelo amor de Merlin. — Sussurro no seu ouvido e o mesmo da risada, e tira a mão da coxa na minha amiga.





— Então quer dizer que você quase foi para a Corvinal? — Astória pergunta e eu concordo.




— Na verdade, era para eu está na Corvinal, por quê minha inteligência fala muito mais alto do que a minha ambição, mas, o Chapéu me deixou escolher. — Respondo mordendo a torrada.





— De fato, você tem cara de ser Corvina. — Blaise diz e eu dou um soco no ombro dele.





— Querido, eu exalo Sonserina, calado. — Digo e ele rir alto.




— É verdade, ela até pode ter características da Corvinal, mas, ela exala Sonserina, afinal a única pessoa da família dela à ir para uma casa diferente foi Sirius. — Dafne a irmã de Astória diz e meus amigos engolem seco.





— Sirius é apenas um conhecido meu, eu sou filha de Severus Snap e Narcisa Malfoy, por tanto, de todos os lados familiares, são Sonserinos, por qual motivo em estaria em outra casa? — Digo e Dafne engole seco, eu sabia intimidar quando eu queria.





— Desculpe, eu não sabia que era um assunto delicado. — A garota diz e eu concordo com a cabeça, voltando a comer, e Blaise começar a brincar, para tirar o clima tenso que havia se estalado.





— Posso falar com você, Arya? — Ouço a voz atrás de mim e nem preciso me virar para saber quem era cara de Draco entregava.






— Primeiramente, bom dia, Potter. — Digo me virando, e vendo o moreno de olhos verdes e cabelos bagunçados e uma pequena cicatriz de raio na testa, a minha frente.




— Bom dia, Merlin, posso falar com você? — Ele diz sorrindo e eu reviro os olhos, pegando meu cajado e levantando da mesa, e saíndo de lá com Potter, o quê resultou em todos os olhares vidrados em nos, e cochichos quando nos estávamos perto de passar pela porta e quando Potter agarrou minha cintura, me puxando rápido para longe e me colocando contra a parede.






— Que isso, Potter? — Pergunto cínica.




— Eu vi você e Draco saindo de madrugada na terça-feira, o quê vocês estão aprontando, Merlin? — Ele diz com o rosto perto do meu e eu dou risada.





— Primeiramente, se afasta, seguidamente, o por quê da pergunta? E se a sua intenção foi me intimidar... — Digo tirando suas mãos da minha cintura e afasto ele — No mínimo, você conseguiu foi ficar excitado. — Digo olhando para baixo e ele fica vermelho.







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