História Shades Of Darkness - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Originals
Personagens Davina Claire, Elijah Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Rebekah Mikaelson
Tags Davina Claire, Elijah Mikaelson, Familia Mikaelson, Hentai, Klaus Mikaelson, Romance, Sexo, The Originals, The Vampire Diaries, Tvd
Visualizações 31
Palavras 2.915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores, mais um capítulo o/

Então, vamos ao capítulo e nos vemos lá embaixo...

Capítulo 5 - Chapter 4- Warnings Without Direction.


Nos dois dias que se seguiram, Davina ajudava Marie com sua mudança, ajeitando o quarto em que ela ficaria daquele dia em diante. Colocando a playlist do Ipod da morena, elas dançavam Outside da Ellie Goulding enquanto ajeitavam as coisas. Após terminar de colocar suas roupas da cômoda, Marie se virou, vendo Davina olhar estranhamente a katana repleta de detalhes no cabo e o metal coberto por uma capa de couro aparentemente antiga pousada sobre as cobertas escuras da cama. Ela baixou o som, deixando que a música ecoasse apenas no fundo.

— Já tinha visto uma katana antes? — Questionou divertida, aproximando-se.

— Não. — Davina disse com sinceridade.

Acabou rindo.

— Calma... Ela não vai lhe ferir se tocar nela. — Falou, pegando a espada com facilidade e colocando-a no suporte que havia arrumado acima da cômoda. — É de enfeite e quase como uma relíquia de família. Como agora somos extremamente poucas, mais relíquias acumulam. — Deu de ombros. — Minha mãe fez de seu amuleto um dos medalhões mais antigos de nossa linhagem. Pertenceu a primeira de nós e diziam haver um enorme poder concentrado nele, porém é apenas lendas antigas.

— Tem certeza? Diziam isso sobre a colheita. — Davina deu de ombros.

Marie se virou para a amiga.

— Geralmente quando há um poder em qualquer coisa, nós sentimos, exatamente como ocorreu quando nos conhecemos. — Explicou. — Ao tocar pela primeira vez no objeto, minha mãe não sentiu nada além do metal frio. — Ela pegou seus livros, começando a ajeitá-los sobre a cômoda. — A única coisa que tinha o poder de muitas de nós era um cristal transparente do tamanho da palma da minha mão que estava desenhado em um dos grimórios antigos. O problema é que nunca encontramos.

— Tudo bem então. — Davina se sentou, mexendo na barra do vestido rosa pálidoque usava. — Posso perguntar uma coisa?

A morena a encarou com o cenho franzido.

— Claro que sim.

— Tem um garoto na escola e, bem, eu e ele estamos meio que juntos e ele já quer... — Ela não conseguiu terminar, estava envergonhada.

Marie assoviou baixo, sentando-se ao lado dela.

— Faz quanto tempo que vocês estão "meio que juntos"? — Perguntou, meneando a cabeça.

— Começamos um pouco antes de você começar as aulas comigo. Três semanas, mais ou menos. — Davina disse.

Ela transpareceu sua surpresa.

— Apressadinho esse aí. — E riu. — Dav, uma das coisas que aprendi com toda a reviravolta da minha vida é que todos tem seu tempo para sexo e, se seu parceiro gosta verdadeiramente de você, irá respeitar seus limites. — Falou, ficando séria em cada palavra. — Se ele respeitar isso, estará respeitando você.

Davina assentiu.

— Tudo bem, obrigada.

Marie sorriu suavemente.

— Sempre que precisar, estamos aí e ah! Se ele fizer qualquer coisa precipitada, vai ter que se ver comigo. — Falou com os olhos estreitados, erguendo-se do sofá em seguida. — Homens que abusam da inocência de uma garota são merecedores de uma tortura lenta e traumatizante. — Ela mexeu os ombros discretamente para não demonstrar sua tensão.

Davina a olhou.

— Tudo bem?

Ela suspirou.

— Se eu disser que sim, vou estar mentindo novamente. — Sacudiu a cabeça. — Já deve ter notado que tenho alguns problemas com lobisomens, não é?

— Difícil é não perceber. — Davina disse com sinceridade.

— Bem... Digamos que me apaixonei por um na época em que ainda estava no ensino médio. — Contou, começando a ficar desconfortável. — Ele era o Alfa de sua matilha, mas eu não sabia, porém ele já tinha tudo que é informação sobre mim. — Ela respirou fundo, fechando os olhos. — Ainda estava aprendendo a lidar comigo mesma, afinal, era nova... E era inocente. Muito. Não tinha ideia para onde estava indo. — Passou ambas as mãos pelos cabelos. — Me meti em uma situação que me afetou muito e foi aí que apareceu Klaus. Por isso ele diz que temos uma dívida, ele cuidou de tudo e não posso dizer que não fiquei contente com aquilo. — Ela levantou a blusa, mostrando a marca de cinco linhas rosadas nítidas na região do estômago. — O único problema é que o filho de uma puta me deixou um presentinho antes de morrer.

Davina encarou a marca espantada.

— Sinto muito. Deve ter sido horrível.

Ela sorriu tristemente.

— Foi o inferno, mas consegui melhorar depois de seis meses. Estávamos a ponto de nos mudar, já que meu pai era desgarrado e pretendia continuar assim... Até que Rafael o chamou para fazer parte da matilha dele. —Marie trincou os dentes. — Ele é irmão mais velho de Jonathan e estava lá naquela noite. Eu lembro, porém não podia matar ninguém por que se eu matar, ativo meus genes de lobo e perco minha magia.

Davina mordeu o lábio inferior levemente.

— Eu entendo. — Murmurou. — Enquanto isso eu só queria ser normal.

— Eu também. — Murmurou Marie, pensativa. — Sem lobisomens, vampiros, bruxas... Ia viver normalmente, ser uma pessoa como qualquer outra. Nada de ruim teria acontecido e eu estaria na faculdade, apenas dando um passo sem que precisasse olhar a cada segundo por cima de meu ombro.

— Bem, acho que devo agradecer por isso não acontecer comigo, mas sinto muito por você. De verdade. — Davina falou.

Ela soltou o ar e sorriu.

— Sabe... Isso serviu de aprendizado para mim e, de alguma forma, eu precisa amadurecer. Me tornar mais realista e saber que nem todos são bons como a mim mesma. — Dois toques na porta chegou aos ouvidos de ambas e elas olharam para a porta, vendo Kol recostando-se na soleira com um sorriso de canto. Discretamente, Marie ajeitou sua blusa, cobrindo sua cicatriz.

— O que estão fazendo meninas? — Kol perguntou sorrindo.

— Conversando. — Davina disse.

— E contando coisas, nada demais. — A garota acrescentou, sorrindo para o vampiro e teve uma ideia. — Estou morrendo de vontade de comer sorvete! Quem me acompanha? — Perguntou, fazendo um nó desajeitado em seus cabelos.

Davina os olhos e sorriu.

— Podem ir, tenho algumas coisas para fazer.

Marie comprimiu as sobrancelhas.

— Tem certeza?

Ela assentiu.

— Sim.

— Tudo bem. — E olhou para Kol. — Me acompanha?

— Claro. — Falou com um sorriso.

— Até mais Dav! — Exclamou por cima do ombro antes de sair de seu novo quarto com Kol ao seu lado, onde andaram em silêncio até a cozinha. De alguma maneira, ela sentia-se confortável ao lado dele ao invés de sentir o medo costumeiro que as pessoas normais sentiam quase que inconscientemente quando estavam próximas de um vampiro.

Ela sentia o olhar dele a observá-la vez e outra, contudo manteve seus olhos para onde estava indo, mesmo que tivesse uma vontade doida de rir. Somente quando ela passou pela bancada que havia no centro da cozinha, indo até a geladeira, Marie começou a rir.

— Por que me olha tanto? — Perguntou ao procurar um pote de sorvete de flocos, que acabou encontrando no fundo do congelador.

— É proibido? — Kol retorquiu com a sobrancelha erguida.

Ela mordeu o lábio inferior ao pousar o pote na bancada.

— É estranho. — Admitiu. — Fazia tempo que ninguém agia assim perto de mim. — Deu de ombros, em seguida procurando os talheres, acabando por encontrar e pegou duas colheres.

— Acostume-se então. — Ele se sentou e pegou o talher da mão dela, dando uma colherada no sorvete para logo levá-lo à boca.

Ela pegou um pouco com a colher, comendo enquanto olhava-o de perto.

— Isso quer dizer que vai acontecer sempre? — Questionou, deixando o sorvete derreter em sua boca com certa rapidez.

— Muito provavelmente. — Kol confirmou.

— E é por isso que digo que você atiça minha bendita curiosidade. — Comentou com uma careta. — Você em si é extremamente curioso, mas não de um jeito ruim.

— Normalmente quando as mulheres dizem que estão curiosas sobre mim é quando estão prestes a tirar minha calça e geralmente ficam surpreendidas, mas de um jeito bom. — Ele sorriu debochado e comeu mais uma colherada do sorvete.

Ela olhou-o incrédula.

— Mas não vou ser uma delas, não se preocupe. Nunca fui tão direta... Ou tão vadia. — Deixou claro, levando mais uma colherada aos lábios cheios em um gesto normal, mas que para alguns poderia até ser considerado um pouco sensual, algo que Marie evitava ser com frequência.

Ele sorriu, inclinando-se sobre a bancada e ficando rente ao seu rosto da garota.

— Não duvide disso Marie Anne.

A morena se afastou abruptamente um pouco sobressaltada, não conseguindo controlar as batidas seu coração e quis se bater por isso.

— Se eu não ferrasse qualquer coisa relacionada a isso, talvez acontecesse mesmo. — Murmurou, olhando no fundo dos olhos de Kol.

Ele se levantou, colocando a colher na pia.

— Quando você quiser então, você me diz. Até lá vamos sendo amigos. — Kol passou por ela e deu um beijo no seu rosto.

— Espere! — Exclamou, aproximando-se de onde ele havia parado. — Sei que talvez seja cedo, mas... Por que eu? Você pode ter qualquer garota e escolher entre, sei lá, várias! — Ela precisava matar aquela dúvida, afinal, sempre se achara uma garota comum dentre tantas outras e até mesmo um pouco sem graça. — Sou falante demais, empolgada além do normal, muitas vezes um pouco hiperativa, dona de um psicológico meio ferrado e... Bem... Até mesmo um pouco chata, se for pensar bem. Então simplesmente não entendo! — E encolheu os ombros.

— Marie Anne, você é bonita e, como você mesma disse, posso ter a garota que quiser. Porém, no momento, quero você. — Falou com sinceridade. — Não que vá ficar sem transar, até porque dois dias sem sexo já é uma tortura para um vampiro. Então se a pergunta é se estou apaixonado? Não. Isso não acontece comigo, eu gosto de você e podemos ser amigos. — Kol deu de ombros. — Pelo menos até você ceder, mas agora sei o que vai acontecer... Você vai surtar, dizer que não presto e blá, blá, blá. Por mais que eu já saiba disso de cor e salteado.

Ela ainda estava se acostumando com a sinceridade que Kol falava sobre certas coisas, mas a única reação que Marie teve foi rir.

— Você não faz o tipo certinho Kol, é somente olhar para seu rosto! Só não acho que não precisava ter dito tanto. — Comentou. — Eu não sou uma garota convencional na grande maioria das vezes não por ser uma certinha que surta e chama de cafajeste, desgraçado e essas coisas. Cada um é da maneira que é, nem sempre dá para se mudar isso. Porém, quando você tem medo, principalmente o medo de voltar a ter coragem, isso pode destruir muitas das coisas que se desejava fazer. — Confessou, respirando fundo. — Acho que isso me resume: medo de ter coragem novamente.

Kol soltou o ar.

— Humanos são tão dramáticos! Acham que sofrerem o bastante para dizer o que é sofrimento. — Ele de um passo à frente. — Vou dizer o que é sofrimento: viver mil anos sendo desprezado pelos seus irmãos; fazer o possível e o impossível para chamar a atenção deles e o que recebe em troca? Uma adaga no coração! Até um cavalo era mais importante do que eu e... — Ele sacudiu a cabeça, parecia ter desabafado sem querer.

Parecia que o Mikaelson mais jovem queria falar alguma coisa, no entanto simplesmente sumiu dali.

Marie suspirou pesadamente.

— Uma hora você vai parar de sumir desse jeito. — Murmurou antes de voltar ao seu sorvete.

 

ΞΞΞ

 

Marie Anne se enclausurou em seu quarto durante boa parte do dia sem que ninguém percebesse de fato. Klaus havia cuidado em observar as bruxas desde que conversara com todos, pensando em maneiras de mantê-las em seus lugares sem que as mate, o que era uma decisão difícil.

Ele e Elijah estavam conversando sobre aquilo em uma das salas da mansão.

— Elas estão sendo extremamente furtivas. Não consigo perceber absolutamente nada enquanto sondo tudo. — O híbrido passou a mão por seus cabelos. — Estou começando a ficar frustrado.

Elijah suspirou.

— Se passou apenas dois dias Klaus!

— Mas parece que foi uma eternidade. — Murmurou, cruzando os braços. — Odeio quando não sei de tudo.

O mais velho sorriu de canto.

— Estou sabendo, é um dos problemas de ser controlador. — Ele falou, porém a audição de Klaus estava no som de uma respiração acelerada e logo a luz tremeluziu, fazendo-o sorrir.

— Já lhe contei que tem uma justificativa por ter escolhido logo Marie Anne? — Questionou, encaminhando-se para a porta e Elijah estreitou os olhos.

— E qual é?

O híbrido sorriu.

— Ela é quase um oráculo, só que mais simples. — Dessa vez, a luz apagou e acendeu algumas vezes. — Chame Davina antes que o poder de Marie Anne exploda o gerador. — E se encaminhou para o quarto da garota.

Davina estava deitada de bruços na cama desenhando quando Elijah chegou na porta, parecendo preocupado.

— Hey... Tudo bem?

— Não. A única coisa que sei é que Marie precisa de você. — Falou, sendo direto. — Klaus não me explicou direito o por que.

Ela franziu o cenho, levantando-se.

— Ok, vamos lá.

Ele a guiou até o quarto da garota, que revirava na cama como se estivesse tendo um pesadelo e Klaus recostado na parede apenas observando.

— Garota, sente-se na beira da cama e diga: Estou presente, agora está permitida a falar. — O híbrido lhe disse, em seguida movendo seu olhar para Davina. — Ela vai ficar assim até que diga.

Elijah segurou o braço dela, mantendo-a distante de Marie enquanto encarava irmão.

— Como você sabe?

— Já vi. Essa garota falou metade da minha vida sem nunca ter ouvido falar de mim, algo que admiro nela. — Deu de ombros e as luzes continuavam vibrando. — Decidam-se logo... A luz logo não vai resistir a isso tudo.

Elijah olhou para Davina com o cenho franzido, deixando que ela decidisse e a jovem mordeu o lábio inferior, indo até a cama.

— Mesmo que isso seja esquisito... — Ela se sentou ao lado de Marie. — Estou presente, agora está permitida a falar.

Marie parou de se mover de repente, sentando-se na cama e abrindo os olhos, que estavam completamente brancos.

— Alma do passado que retornara ao presente. Amor trouxe seu espírito e assim a ligação se mantém. Dois não a amaram antes, porém a amarão agora. Cada qual à sua maneira, mas com a mesma intensidade. Apenas cuidado devem ter, pois o destino é cruel. Mas também revelador. — Ela levou ambas as mãos à cabeça, apertando-a enquanto seus olhos voltavam ao normal. — Droga! Maldita dor de cabeça!

Klaus olhou para Elijah levemente confuso, mas também pensativo. O que diabos havia sido aquilo?

Davina franziu o cenho.

— Isso foi a coisa mais estranha que já fiz. — Ela tocou suavemente o braço da morena. — Você está bem, Marie?

— Yeah... Só explodiram uma bomba nuclear na minha cabeça. — Ela fez uma careta, em seguida encarou os vampiros e moveu seu olhar para Davina. — Qual recado as ancestrais mandaram dessa vez?

— Alguma coisa sobre uma alma antiga que voltou. — Davina se levantou. — Um recado aleatório pelo jeito.

A morena massageava o lado da cabeça levemente.

— Talvez, pois há aquelas almas que se auto obrigam a retornar e sempre pagam um preço alto. — Murmurou. — E elas não avisariam logo aqui se vocês não estivessem envolvidos de alguma forma. Confiem em mim, sei como essa merda funciona. — Falou séria e um silêncio desconfortável se instalou no quarto.

— Acho melhor deixarmos que ela descanse. — Falou Elijah por fim.

— Concordo. — Klaus a encarou. — Veja se consegue dormir um pouco.

Ela sorriu levemente.

— Posso tentar.

— Qualquer coisa chama. — Davina falou, sorrindo de canto.

— Pode deixar Dav. — E se ajeitou debaixo das cobertas enquanto eles saíam do quarto, fechando a porta atrás deles.

— Dois homens e uma alma de uma mulher provavelmente louca... Quão clichê é isso? — Perguntou Klaus com a sobrancelha erguida.

Elijah sacudiu a cabeça.

— Isso parece sério. Deveria levar da mesma maneira. — Observou.

— Só estou dizendo que há sempre um trio e um sempre se fode no final. — Klaus deu de ombros.

— Mas deve ser triste você amar alguém e não ser retribuído. — Davina comentou.

Elijah colocou suas mãos nos bolsos da calça do terno.

— Realmente é complicado, contudo ela disse que ambos a amarão agora, o que me faz pensar se ela amou aos dois. — Sacudiu a cabeça. — Podemos pensar melhor nisso amanhã.

— Como quiser. — Se lembrando de algo, ele encarou Davina. — Você por acaso anda pegando algumas coisas da minha sala particular? Senti seu cheiro por lá hoje. — Klaus falou, porém não foi em tom de acusação.

Na verdade, seu tom não demonstrava nada, embora estivesse realmente curioso.

— Hã... — Davina mordiscou o lábio inferior. — Sim. Eu estava desenhando.

— Não sabia que desenhava... Qualquer dia desses deveria me mostrar. — E juntou suas mãos atrás das costas. — Bem... Tenho alguns afazeres. Se me derem licença. — Klaus passou por eles, deixando tanto Elijah quanto Davina curiosos.

Davina olhou para Elijah.

— Ele acabou de ser legal comigo ou estou louca?

— Não está nem um pouco louca... Mas é sempre bom desconfiar. — Ele suspirou. — Nunca temos certeza de suas verdadeiras intenções, o que é uma pena. Sei que ainda pode gostar de alguém além de nós, seus próprios irmãos.

— Bem, talvez ele possa me ver como uma irmã. — Ela sorriu.

— Realmente. — Elijah sorriu, aproximando-se dela e passando um de seus braços pelos ombros da garota. — Uma irmã linda, gentil e que tem um sorriso realmente contagiante. — Falou, beijando os cabelos dela carinhosamente.

Davina escorou sua cabeça no peito de Elijah, logo soltando o ar pesadamente.

— Eu realmente espero que ele tome um pouco de jeito. Por mais que eu e ele não nos demos maravilhosamente bem, não quero que ele se machuque nem nada do tipo.

— Talvez com essa pequena mudança, ele tome. — Disse a ela, acariciando o ombro de Davina com o polegar. — Sempre tenho esperanças que ele melhore e acho que, agora, talvez estejamos indo pelo caminho certo.

Davina suspirou.

— Espero que sim.


Notas Finais


Então, gostaram? Espero que sim :3 Momentos fofos os da Davina com Marie, não é? E esse aviso? O que acham que é?

Bem, nos vemos nos comentários e até o próximo! ;)


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